quarta-feira, 31 de julho de 2019

MAR - CAIS

Foto Fernando Alexandre
acordei bemol
tudo estava sustenido
sol fazia
só não fazia sentido

(Paulo Leminski)


A sereia quando canta faz perder embarcações, a dama quando é bonita mata vinte corações
(Quadra popular registrada por Lucas Boiteux na Ilha no começo do século passado.)

PESCANDO E GERINDO A TAINHA!




Passar o inverno com o sabor, o cheiro da tainha e com uma gestão no processo que nos faz acreditar que o mundo tem solução!
As mulheres de Nova Enseada - comunidade tradicional caiçara da Ilha do Cardoso, Cananéia-SP -compraram mais de 2 toneladas de tainha da própria comunidade e das comunidades vizinhas, por um preço justo. Processaram com suas mãos habilidosas de quem faz isso a muito tempo, e resgatando o saber que ha mais de 170 anos está na história da Enseada.

Modificando a forma de gestão, modificando consumidor e valorizando a pesca artesanal seguimos trabalhando em gestão compartilhada!

Esse processo beneficiou 17 famílias e seguimos cheios de ideias e perceptiva de algo melhor, tentando não olhar o caus que está nosso Brasil!


DE ILHAS & FARÓIS

Resultado de imagem para Ilha do Arvoredo Farol

ILHA DO ARVOREDO

Do livro "Santa Catarina: a ilha" (1900), de Virgílio Várzea

“As ilhas e ilhotas que cercam à de Santa Catarina são em número superior a trinta, e delas se destaca, como a maior e mais considerável, a do Arvoredo, situada à entrada do norte, quase a duas léguas da ponta do Rapa. Esta ilha tem de extensão duas milhas, por uma na sua maior largura: é como o próprio nome o diz, coberta de espessa e alta vegetação, em muitos trechos verdadeiras florestas seculares onde se encontram excelentes madeiras de lei, das quais se extraiu, outrora, se bem que simplesmente para experiências, material para a construção no Desterro de um iate ou navio de alto bordo. Deserta até certo tempo, a ilha é hoje habitada pelo pessoal do farol e suas famílias, e frequentada sempre por canoas e baleeiras que, saindo das proximidades do continente e da Ponta das Canas, Canavieiras e Ingleses, ali se juntam de inverno, para a pesca da enchova, que vai de junho a setembro.

... As obras do farol começaram em 1881, sob a direção do ilustre almirante catarinense Marques Guimarães, então capitão-de-mar-e-guerra, a cujos esforços e bons serviços, relevados por sérios conhecimentos técnicos, se deve a inauguração desse melhoramento em 14 de março de 1883. Só poderá avaliar com justeza o que valem os sacrifícios feitos pelo digno oficial no desempenho de tal comissão, quem como nós conhecer a constituição geognóstica e hidrográfica dessa ilha alta e escarpada, onde o desembarque de pequenos volumes, mesmo em tempo de calma, e nas melhores condições, é coisa verdadeiramente penosa, quanto mais a condução para alto do cabeço de chapas de ferro e outros materiais, pesando às vezes toneladas, como as que serviram de base à torre do farol. E foram tais os obstáculos e perigos a vencer, que, de uma vez, uma dessas chapas de ferro, desprendendo-se da lingada, veio ferir o almirante Marques Guimarães, prostrando-o por alguns meses no leito. As obras, porém, chegaram a cabo, lá estão perfeitas, com o seu esplêndido farol, que funciona há já dezessete anos, atestando os méritos desse digno servidor do Estado”.

(Colaboração do José Luiz Sardá)

AO COCO


BOLO DE PEIXE COM COCO
  
Ingredientes
 
- 250 gramas de filé de pescada (pode ser outro peixe)
- 1 colher de sopa de margaina (ou manteiga)
- 1 cebola média picada
- 2 tomates (sem pele e sem sementes)
- 1 xícara de batatas cozidas e amassadas
- 1 pacote de coco ralado (250 gramas)
- 3 ovos
- Sal e pimenta à gosto
- Suco de 1 limão
- Salsa e cebolinha verde picada

Maneira de preparar

Tempere o peixe com sal, pimenta e limão. Faça um refogado com a maragarina, a cebola e os tomates. Junte o peixe e deixe cozinhar por 10 minutos. Depois de pronto, amasse com um garfo e junte com a batata, a salsinha, a cebolinha o coco e os ovos, sendo as claras batidas em neve. Leve ao forno numa forma untada e deixe por aproximadamente 30 minutos.

(Receita de Olíria Neves Silvio, do Bananal - Laguna, no livro "Cozinha Pesqueira Catarinense" - Edição ACARPESC - 1990)

BALEIAS FRANCAS: TODO DIA É DIA

DIA 31 DE JULHO, O DIA DA BALEIA-FRANCA!

As baleias-franca-austral também já estão chegando em suas áreas de reprodução no litoral de Santa Catarina!
Nesse ano temos mais motivos para festejar!
O dia da Baleia-Franca! Proposto pelo Instituto Australis / Projeto Baleia Franca e oficializado pelo Ministério do Meio Ambiente.
Essa data foi escolhida em homenagem ao retorno de uma baleia muito especial, batizada como SUNSET, que encalhou em 2013 e foi salva! No dia 31 de julho de 2017, ela foi avistada novamente na região com um filhote!
Parabéns baleias-franca!
Parabéns Instituto Australis!

AO LONGE, O MAR...


GOVERNANDO O PEIXE


"Limpando a Tainha" - Foto do Jackó
Mergulhe fundo e veja mais no http://www.jackoartphotos.blogspot.com/

terça-feira, 30 de julho de 2019

ELAS JÁ CHEGARAM!

Temporada de observação de baleias atrai público no Sul de SC


Quinze baleias-francas são avistadas durante monitoramento aéreo no Litoral de SC

Seis delas estavam com filhotes. Animais foram vistos em praias de Laguna e Imbituba.

Por NSC TV

Temporada de observação de baleias atrai público no Sul de SC

Quinze baleias-francas foram avistadas no domingo (28), no Litoral catarinense, durante o primeiro sobrevoo da temporada, que começou oficialmente no dia 1º de julho e segue até o mês de novembro. Seis fêmeas adultas estavam cada uma com um filhote. Além de outros três animais adultos.

Uma mãe e um filhote foram encontrados na Praia do Cardoso, no Cabo de Santa Marta, em Laguna. As outras foram vistas praias de Imbituba.

Durante a temporada, os animais buscam as águas quentes de Santa Catarina para reprodução e amamentação de filhotes.
Baleia e filhote no Litoral catarinense
 Foto: SCPar Porto de Imbituba/Divulgação

Segundo a pesquisadora do Instituto Australis, Karina Groch, o número de animais vistos durante o sobrevoo foi abaixo da média. Em 2018, foram avistadas 36 baleias-francas.

A situação já era esperada, uma vez que ano passado houve uma espécie de "boom" de baleias, que possivelmente não reproduziram em anos anteriores dentro do ciclo regular de intervalo entre filhotes, de 3 anos, aumentando este intervalo.

Outros fatores podem influenciar no número de baleias em áreas reprodutivas, como por exemplo, quanto mais alimento disponível, mais baleias podem migrar para áreas de reprodução, e vice-versa.

Além disso, as baleias que vêm para o Brasil também podem parir os filhotes na Argentina, que é uma área de reprodução mais próxima às áreas de alimentação.

O sobrevoo é realizado sobre a área de preservação ambiental, que vai de Florianópolis até Balneário Rincão. Neste primeiro, o monitoramento se estendeu até Torres (RS).

Todas as fêmeas e um dos adultos avistados já estão catalogados pelo Instituto Australis. Uma das baleias, conhecida há mais tempo pelos pelos pesquisadores, é vista desde 1998.

A observação é realizada pelo Programa de Monitoramento de Baleias-francas da SCPar Porto de Imbituba, Acquaplan e Instituto Australis.

Seis fêmeas adultas estava com filhotes — Foto: SCPar Porto de Imbituba/Divulgação

Animais foram vistos em praias de Laguna e Imbituba — Foto: SCPar Porto de Imbituba/Divulgação
Temporada de baleias segue até novembro 
 Foto: SCPar Porto de Imbituba/Divulgação

ASSANDO O PEIXE

Resultado de imagem para peixe na brasa recheado

 Postado por Patricia Sunye

1. Acenda o fogo cedo – espere até ter um lindo braseiro antes de colocar o peixe;

2. Pré-aqueça a grelha - ela deve estar realmente quente. Assim, ela sela a pele e a carne do peixe quase que imediatamente. Um fogo lento só aumenta as tendências adesivas da pele do peixe. Aquecer a grelha por uns dez minutos antes de colocar o peixe deve bastar;

3. Unte o peixe – é preciso untar o peixe, nunca a grelha. Seus dedos são a melhor ferramenta para realizar este trabalho. Você pode fazer um molho à base de óleo (oliva, girassol, etc) e massagear o peixe com ele. Não se esqueça de secar o peixe antes. Não coloque óleo demais, pois se pingar no fogo as chamas vão se animar e engolir seu peixe;

4. Não mexa no peixe cedo demais – uma vez que você colocou no fogo seu belo peixe levemente untado sobre a grelha, deixe-o lá. Vai demorar alguns bons minutos para que a grelha sele a pele e a carne do peixe no ponto em que ele pode ser virado. Então, mesmo que você não goste do ângulo em que o peixe ficou, ou ache que se empurrar um pouquinho mais pro lado vai ter mais espaço pro próximo peixe, resista! Deixe-o exatamente no mesmo lugar até que ele esteja pronto para ser virado;

5. Seja firme e decidido quando virar o peixe – virar o peixe é sempre um momento de tensão. Mesmo o mais bem untado peixe pode grudar um pouquinho. Mas se você seguiu as regras acima, qualquer adesão vai ser superficial e facilmente remediável – logo, não se desespere. A melhor maneira de virar um peixe é deslizar um espátula de metal entre a grelha e o peixe, dando pequenas estocadas – um pouco mais forte quando sentir alguma aderência. Antes de virar, uma pequena untada no lado ainda não assado é uma boa ideia. Se tiver dedos de amianto, use-os, senão um pincel de cozinha resolve. Lembre-se: pouco óleo, sem pingar. Agora, vire ou role o peixe na grelha. Você pode usar seus dedos de amianto para ajudar na tarefa. Lembre-se 2: não mexa no peixe. Espere pacientemente. Faça o teste da faca para saber se está pronto. A carne deve estar opaca e separando-se em pequenos flocos (falaremos mais sobre isso em outra oportunidade). Tire do fogo e deixe repousar por alguns minutos. Se você perceber que o centro ainda está um pouco cru, não entre em pânico. Recoloque no fogo, na parte com calor menos intenso. Ou então, pegue papel laminado, dobre em dois, coloque o peixe em cima e deixe mais um pouco no fogo.

Essas dicas estão do livro “The River Cottage Fish Book”, de Hugh Fearnley-Whittingstall e Nick Fisher

NA TAINHA...

Documentário que vem sendo produzido sobre a pesca da tainha na Lagoinha do Norte, Florianópolis em 2019.

MAR - CAIS

 
Foto Fernando Alexandre
terminou a espera
o barco não se fez ao mar
ficar também é navegar

(Fernando Alexandre)

MAR DE PESCADOR

Ana Flávia Sallai de Oliveira no movimento dos pescadores (Foto: Arquivo Pessoal)


Mais de mil pessoas fecham Saco da Ribeira no protesto dos pescadores artesanais 

Se não forem atendidos, prometem parar a balsa de São Sebastião/Ilhabela no feriado de 5 7 de setembro 
Por

Mais de mil pessoas se reuniram por terra e mar no Saco da Ribeira neste sábado (27/07), no primeiro protesto organizado por pescadores artesanais de Ubatuba, fechando parcialmente a Rodovia Rio-Santos (SP-55).

Para Ana Flávia Sallai de Oliveira, pescadora, foi um marco para todos os pescadores por ser o primeiro manifesto da categoria. “Foi muito trabalhoso empoderar o pescador, levar a consciência de que a pesca é parte da cultura ancestral dos povos das comunidades tradicionais”.

Ela cita ainda a dificuldade para conseguir documentação necessária para a regulamentação da profissão, mesmo depois de muitos anos de trabalho. “Somos uma classe que vem sendo tratada como bandidos, estamos pleiteando educação diferenciada para quem não tem acesso ao ensino fundamental”.
Foi marcada uma reunião na prefeitura nesta segunda-feira com representantes das Comunidades Tradicionais (pescadores, caiçaras) protegidos pelo Decreto 6040, que diz que: é função do estado otimizar a pesca e aquicultura, em harmonia com o turismo e a preservação do meio ambiente e biodiversidade, entre outros.

“Se nada for feito, fecharemos a balsa de São Sebastião/Ilhabela. Será um movimento pacífico, mas necessário para que sejamos vistos”, explica. “Foi o começo da luta e união de uma classe”.

As reivindicações da categoria que falam sobre a milha náutica, normativas que precisam ser reformuladas entre outras, foram entregues a Fausto Geraldo Moro Cardoso, secretário de assuntos jurídicos, que representava o prefeito de Ubatuba, Delcio Sato, com o compromisso de ser encaminhado ao governador do estado, João Doria.

“A avaliação do grupo foi que a manifestação foi positiva, pois deram visibilidade aos problemas da categoria para exercer sua profissão. Segunda temos uma audiência com o prefeito para encaminhamento das demandas para esferas superiores e é uma primeira mobilização que se não tiver resultados concretos terão outras provavelmente no feriado de 7 de setembro”, avalia Maurici Romeu da Silva, presidente da Colônia dos Pescadores de Ubatuba.








OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Fernando Alexandre

NA MEMÓRIA DAS ONDAS

O jornal britânico The Guardian foi buscar na década de 20 o primeiro vídeo de surf já registrado no Reino Unido. O ano era 1929 e o método, rudimentar.
Inspirado nos filmes australianos, um grupo de três amigos desbravou as ondas de Newquay, Inglaterra, com pranchas feitas pelo pioneiro Lewis Rosenberg.
As imagens estavam sob os cuidados de Sue Clamp, filha de Rosenberg, que depois da descoberta entregou o material ao Museu Britânico do Surf, localizado em Braunton.
O The Guardian foi em busca dos protagonistas do vídeo e entrevistou Harry Rochlen, pioneiro do surf na terra da rainha e que participou da sessão em Newquay.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

MAR-CAIS


Topei nessa utopia
Tá topada
No tato
Ou na porrada

(Fernando Alexandre - Outono de 87)

MAREGRAFIAS

Foto Fernando Alexandre

"A mulher e a pescada
querem-se das mais gradas"
(Dito popular)

TRABALHADORES DO MAR

Foto Andrea Ramos

Fabrício e Aldemir - Pântano do Sul

SOPA DE PEIXE


Ingredientes

2 postas de pescada
1,2l de água
sal q.b.
2 dentes de alho
1dl de azeite
1 colher de chá de colorau em pó
2 tomates maduros
2 cenouras
100gr de massa a gosto
1 ramo de coentros

Preparação
Cozer o peixe na água temperada com sal por cerca de 5 minutos. Retirar o peixe com uma escumadeira e reservar o caldo.
À parte refogar a cebola e os alhos, ambos picados, no azeite. 
Juntar o colorau e o tomate aos pedaços (sem pele nem sementes) e deixar refogar até ficar macio.
Acrescentar as cenouras cortadas aos cubos e regar com o caldo da cozedura do peixe. 
Passados 10 minutos após ter levantado fervura adicionar a massa.
Deixar cozer mais 10 minutos e no final acrescentar o peixe, sem espinhas e previamente desfiado.
Rectificar os temperos e servir polvilhado com os coentros picados.

(Do https://pt.petitchef.com/)

domingo, 28 de julho de 2019

MAR DO PAULO GOETH

Paulo Goeth



VELHO VENTO VAGABUNDO

Foto Andrea Ramos
VELHO VENTO

(Fragmentos)
Velho vento vagabundo!
No teu rosnar sonolento
Leva ao longe este lamento,
Além do escárnio do mundo.
*
Tu que soltas pesadelos
Nos campos e nas florestas
E fazes, por noites mestas,
Arrepiar os cabelos.
*
Tu que sabes mil segredos,
Mistérios negros, atrozes
E formas as dúbias vozes
Dos soturnos arvoredos.
*
Que tornas o mar sanhudo,
Implacável, formidando,
As brutas trompas soprando
Sob um céu trevoso e mudo.
*
Que penetras velhas portas,
Atravessando por frinchas...
E sopras, zargunchas, guinchas
Nas ermas aldeias mortas.
*
Eu quero perder-me a fundo
No teu segredo nevoento,
Ó velho e velado vento,
Velho vento vagabundo!
(Cruz e Sousa)

Para ler o poema inteiro , clic http://pescadatainha.blogspot.com/

QUEM QUER VAI...



Foto de 1926, antigo trapiche da Praia do Vai-Quem-Quer no Centro de Florianópolis muito utilizado para a travessia continente/Ilha antes da Ponte Hercílio Luz. Desativado em 1928 quando passou a ser o Bar e Restaurante Miramar.

TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre

Pântano do Sul

MAR DE POETA

Foto Jatava Aquiantes
Chuva,
vento sul,
mar revolto,
Tensão!
Na ilha dos Corais,
a solidão.

(Epaminondas Michellis)

PESCADOR NÃO É BANDIDO!


MANIFESTO

A ACASI está na torcida para que tudo se resolva. Pescadores vem sofrendo a cada ano que passa são tratados como bandido mesmo trabalhando honesto, não estão aguentando mais essa forma de pressão que as autoridades estão dando, tratam pescador no mar como se fosse marginais.
Fiscalizar sim e devem agora tratar a classe como bandido jamais.


NA PRAIA, NA CHUVA...



Fotos Fernando Alexandre

sábado, 27 de julho de 2019

MAREGRAFIAS


Foto Fernando Alexandre

SAEM AS TAINHAS, CHEGAM AS BALEIAS

Morro das Pedras - Quinta-feira
(Via Silézio Sabino)

MARISCO NA MESA


Para continuar as receitas de verão, opte pelos mexilhões à marinheira. Um prato clássico, perfumado, fácil e rápido de fazer. Na verdade, são apenas 10 minutos de tempo de cozimento para os mexilhões. 
Temperado com alho e ervas, você vai se regalar com essa receita. E para fazer a combinação ideal, opte pelas batatas fritas no acompanhamento 

1 kg de mexilhões
1 talo de aipo
1 dente de alho
1 (maço) de ervas
100 ml vinho branco

Preparação

Lave e limpe os mexilhões. Basta simplesmente, com a ajuda de uma faca, retirar os excessos que sobressaem dos mexilhões (fechados).
Num tacho/panela, coloque um pouco de manteiga e refogue a cebola já cortada, o talo de aipo também picado, o alho esmagado e o ramo de ervas.
Quando as cebolas se tornam translúcidas, verta/despeje o vinho branco e adicione os mexilhões. Cubra a panela e cozinhe por 10 minutos. Após este tempo, os mexilhões já devem estar abertos.
Por fim, junte a salsa picada e misture. Tire do fogo/lume.

Sirva em seguida e bom apetite.
(Do https://pt.petitchef.com/)

BOTANDO O BOI NA RUA

NA TARRAFA

Foto Orlando Azevedo

sexta-feira, 26 de julho de 2019

ACORDES DA ILHA

MAR DE SABORES

Foto Chichi Wang/SeriousEat
Defumação de frutos do mar com chá

Postado por Patricia Sunye 

Se você é fã de frutos do mar defumados mas nunca teve coragem de fazer em casa, esta é a receita perfeita para você. A técnica chinesa de defumar com chá é super simples. Envolve o aquecimento de uma mistura de arroz e folhas de chá em uma panela funda ou uma wok forrada com papel alumínio até que a mistura comece a soltar fumaça. O alimento é cozido sobre uma grade ou panela de bambu. Tampe a panela para prender a fumaça e o sabor. É um processo rápido porque a comida cozinha enquanto defuma, e pode ser usado para preparar peixes, camarões, lulas, ostras e mariscos.

Experimente uma mistura de base com partes iguais de folhas de chá e arroz cru, e um pouco de água para diminuir a quantidade de fumaça. Experimente com diferentes sabores de chá - preto, verde, jasmim ou Earl Grey. Se quiser, adicione especiarias (anis estrelado, canela, cardamomo e cítricos). Alguns cozinheiros adicionam açúcar mascavo - ele é usado para acelerar o processo de defumação.


PASSO-A-PASSO DA DEFUMAÇÃO COM CHÁ:


Passo 1: Forre uma wok com 4 camadas de papel alumínio;
Passo 2: Coloque a mistura de chá e arroz sobre a base. O chá não pode ser muito fino ou não vai defumar corretamente. Aqueça a mistura até que ela comece a soltar fumaça;
Passo 3: Coloque os alimentos sobre uma grade a 5 cm acima da mistura de chá. É preciso ter espaço para a fumaça circular. Cubra a wok com papel alumínio ou uma tampa.
Fonte e foto: Taste.com.au - novembro de 2011, página 139

O cozinheiro Tom Hunt criou um prato de ostras defumadas para o site Fish on Friday. Veja a receita abaixo:

OSTRAS DEFUMADAS COM CHÁ
 por Tom Hunt



INGREDIENTES

2 colheres de sopa de folhas de chá verde; 1 colher de sopa de arroz
6 ostras sem as conchas; - 1 colher de sopa de azeite extra-virgem
1 colher de chá de vinagre de vinho tinto ou branco; -1/2 colher de chá de páprica
2 fatias muito finas de bacon ou pancetta (opcional), cortado em 6 pedaços

Em uma panela pequena de cozimento a vapor, espalhe as folhas de chá e o arroz . Coloque a grade em cima. Coloque as ostras sobre a grade, certificando-se de que elas não se toquem. Coloque a tampa. Ligue o fogão em fogo médio. Quando você começar a ver fumaça, cozinhe por mais três minutos. Retire as ostras e coloque em um recipiente com o azeite, o vinagre e a páprica. Deixe marinar por pelo menos 30 minutos. Se for usar bacon, frite até se tornarem crocantes e sirva sobre as ostras.

(Via http://www.observasc.net.br/)

BÁSICO & CLÁSSICO

Foto Rafaela Martins/Agência RBS
Bolinho de bacalhau

Ingredientes
500g de bacalhau
500g de batatas
3 ovos
½ copo de azeite de oliva
1 colher de sopa de cheiro verde picado

Modo de preparo
1 — Dessalgue o bacalhau lavando em água corrente para retirar o excesso de sal.
2 — Acomode o peixe em vasilhas com água gelada dentro da geladeira. Troque a água a cada duas horas, o processo leva cerca de 12 horas até ser finalizado.
3 — Cozinhe o bacalhau e as batatas separadamente.
4 — Separe as batatas e faça um purê, depois desmanche o bacalhau e misture os dois com os ovos e o azeite.
5 — Acrescente uma colher de cheiro verde picado.
6 — Sove a massa e monte em forma de bolinhos.
7 — Frite os bolinhos em gordura vegetal quente.