terça-feira, 31 de maio de 2016

SUPER-SAFRA

Foto Salmo Duarte / Agencia RBS

Em um mês, pescadores capturam 1,6 mil toneladas de tainha em SC
Por

Parece história de pescador, empolgação de momento ou memória curta, mas a percepção de quem acompanha a safra da tainha desta temporada é de que nunca caiu tanto peixe nas redes do litoral catarinense. A impressão não é à toa: em um mês de pescaria, foram capturadas 1,6 mil toneladas nas praias do Estado.

O montante já supera toda a safra da pesca artesanal do ano passado, encerrada com 1,4 mil toneladas. Como ainda restam dois meses de pesca na temporada e a melhor marca recente é de 2007, com pouco mais de 2 mil toneladas, tem sido difícil não falar em recorde nas rodas de conversa à beira do mar. Caso a temporada termine com pelo menos 3 mil toneladas, o que a essa altura não é improvável, será a melhor de toda a série histórica da pesca artesanal catarinense, considerando as quatro últimas décadas.

– Vamos ultrapassar, acho que será um recorde histórico. Vai ultrapassar 2007 – anuncia o presidente da Federação dos Pescadores em SC (Fepesc), Ivo da Silva.

O que tem multiplicado as toneladas de tainha nesta temporada, destaca o presidente da Fepesc, não é uma onda de sorte. O tempo frio e os ventos em condições favoráveis têm feito a diferença, mas há um fator que nada tem a ver com o clima: esta é a primeira temporada em que as embarcações industriais efetivamente têm de esperar por um mês até lançarem as redes no mar.

Por força de uma portaria federal que disciplina a pesca da tainha, a atividade industrial só começa amanhã. 

A publicação já valia no ano passado, mas pescadores alegam que a restrição não foi seguida à risca na época porque o impedimento era recente e faltava fiscalização. A liberação de embarcações industriais também ficou mais rigorosa. Em 2014, 60 barcos tinham autorização para a atividade industrial. No ano passado, a permissão caiu para 50 e, nesta temporada, será reduzida a 40 embarcações. 

Sem os grandes no caminho em maio, os cardumes deixaram de ser capturados em alto-mar no início da migração. Assim, as tainhas chegaram em maior quantidade às praias do litoral catarinense. Em um único dia na terceira semana da temporada, pescadores de Florianópolis recolheram 34 toneladas do peixe nas praias do Santinho e Lagoinha. Também no mesmo dia, pescadores de Bombinhas capturaram mais de 46 mil tainhas. O cenário só não é ideal para quem vive do mar porque os peixes precisam ser vendidos rapidamente e a preços reduzidos, na medida em que aumenta a oferta.


Lei da oferta e da procura no preço 

Quem quer colocar uma tainha na mesa hoje paga, em média, R$ 12 o quilo, se a compra for longe da praia. Se a procura for mais próxima das comunidades pesqueiras, privilegiadas com as boas capturas, sai R$ 10. Com a ova incluída, o valor do quilo saía por R$ 12. Já a tainha sem a ova era vendida a R$ 8. No início da safra, o quilo chegava a custar o dobro dos preços atuais. É a lei da oferta e da procura. 

Números não têm consenso 

A atual temporada da tainha tem deixado os pescadores catarinenses de sorriso largo, mas ainda não está confirmado o recorde histórico. Isto porque, além de restarem dois meses de captura, as estatísticas são divididas entre a pesca artesanal, que já completa um mês, e a industrial, que só começa amanhã e corre o risco de não ser igualmente animadora. 

Também existem diferentes bases de dados das safras, com números diferentes umas das outras, desde a década de 1980. O chamado Plano de Gestão para o uso Sustentável da Tainha, concluído no ano passado por técnicos de órgãos federais, considera dados de quatro bases diferentes para montar um ranking das últimas quatro décadas de capturas. 

Com base no ranking organizado pelo plano é possível constatar que, desde o início da década de 1980, a safra catarinense não alcança mais a marca das 2 mil toneladas de tainha na pesca artesanal. Como a soma deste mês de maio já chega a 1,5 mil toneladas, há grande possibilidade de a safra atual superar as das últimas quatro décadas. 

Mas safras catalogadas pela Federação dos Pescadores de SC (Fepesc) desde 2003, paralelamente ao controle oficial, indicam números à parte, com diferenças de até 60%. Segundo o controle da Fepesc, o ano de 2007 teve um pico de 2,1 mil toneladas de tainha recolhidas na pesca artesanal. Assim, a expectativa agora é de pelo menos superar essa marca.

Estado com vocação para as tainhas

A costa catarinense tem 531 km (7% do litoral brasileiro), abrangendo 34 municípios que abrigam até 337 localidades onde ocorre a pesca artesanal. A atividade pesqueira é praticada, em sua maioria, por meio de embarcações motorizadas. A pesca da tainha é a mais tradicional entre os pescadores artesanais, uma herança dos colonizadores açorianos, que usavam canoas de um pau só e redes de algodão.

Cerca de 8 mil pescadores têm renda baseada no litoral catarinense. Em 2012, período em que há dados analisados pela Fepesc, cada pescador capturou em média 272 kg de tainha durante a safra. Estima-se que a renda bruta individual foi de R$ 1.904,00 por pescador.

São reconhecidas três regiões de pesca de tainha em SC. Pouco mais da metade dos pescadores de tainha catarinenses são do sul (11 cidades, entre Passo de Torres e Palhoça). Cerca de um terço estão no litoral central (17 pontos na Ilha). Os demais estão concentrados ao Norte (14 municípios, entre Biguaçu e Itapoá).

(Do www.clicrbs.com.br)

EM BUSCA DO SABOR PERDIDO...


PESCANDO LÁ FORA!

A caça-de-malha, pesca que é feita por pequenos barcos motorizados, foi liberada domingo, dia 15!
E é ela que está dando um grande retorno para os pescadores artesanais!
Uma boa reportagem mostrando como é feita essa pesca!

DE OLHO NO PEIXE!


A esperança não pode correr antes da tainha! Na vigia, a camaradagem não dá trégua - Na espera e na espreita, esperando um rebojo grande que vai entrar essa semana!

(Foto do Luiz Carlos Pacheco, o Luizinho, direto da vigia Seo Domingos)

segunda-feira, 30 de maio de 2016

FARTURA VAI ACABAR!

Fot: Aline Dair da Silva

Fartura da safra de tainha tem prazo para terminar, diz pesquisador

A fartura dos lanços de tainha no Estado tem prazo para teminar. Segundo o pesquisador Paulo Ricardo Schwingel, do Grupo de Estudos Pesqueiros (GEP) da Univali, a grande quantidade de peixes é resultado da falta de outono. O calorão em março e abril estendeu a permanência dos cardumes na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, e a chegada repentina do frio fez com que muitos grupos migrassem de uma só vez. Com a temperatura mais constante nos últimos dias, a tendência é que as capturas normalizem.

Os levantamentos feitos pelo GEP, em parceria com a Universidade Federal de Rio Grande, revelam que o estoque de tainhas na Lagoa dos Patos tem reduzido ano a ano. A adoção de um modelo de cotas de captura poderia proteger o peixe, sem desabastecer o mercado – mas para isso seria necessário um controle completo da captura no país, algo que não temos.repentina do frio fez com que muitos grupos migrassem de uma só vez. Com a temperatura mais constante nos últimos dias, a tendência é que as capturas normalizem.

(Do http://wp.clicrbs.com.br/guarda-sol/)

sexta-feira, 27 de maio de 2016

ALERTA NA MARICULTURA

Testes apontaram a presença de toxina diarréica (DSP) nos moluscos
Foto: Marco Favero / Agência RBS
Estado interdita cultivo e proíbe consumo de ostras, mexilhões e berbigões em Santa Catarina

Exames apontaram a presença de toxinas que causam intoxicação alimentar

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca interditou por tempo indeterminado as áreas de cultivo de ostras, mexilhões, vieiras e berbigões em Santa Catarina, proibindo a retirada, comercialização e consumo devido à presença de toxinas que podem causar intoxicação alimentar. 

Exames realizados pelo Laboratório Laqua-Itajaí/IFSC detectaram a presença da toxina diarréica (DSP) em cultivos da localidade de Caieira da Barra do Sul, em Florianópolis, e também na produção de moluscos da Enseada do Brito, em Palhoça,Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos e Laranjeiras, em Balneário Camboriú.

Novas coletas de ostras e mexilhões serão realizadas para monitoramento das áreas de produção e os resultados dessas análises definirão a liberação ou manutenção da interdição das áreas afetadas. 

A expectativa é de que as toxinas produzidas pelas algas desapareçam em alguns dias, não gerando prejuízos financeiros para os maricultores porque a produção permanecerá na área de cultivo. 


Segundo a Secretaria de Agricultura e Pesca a interdição de todo o litoral catarinense é necessária para preservar a saúde pública, já que existe a possibilidade de a contaminação dos moluscos bivalves estar ocorrendo de forma generalizada. 

As instituições públicas responsáveis pela fiscalização sanitária do comércio, inspeção de produtos de origem animal, pesquisa e extensão e diagnóstico foram comunicados para que tomem providências nas suas áreas de atuação.

Histórico

A presença de Dynophysis é conhecida em Santa Catarina e por isso os níveis da toxina são regularmente monitorados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) no litoral. Os últimos episódios de excesso de DSP no estado aconteceram em 2014, 2008 e 2007. 

A toxina diarréica é produzida por algumas espécies de microalgas que vivem na água, chamadas de Dynophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilhões, podem causar um quadro de intoxicação nos consumidores. 

Sintomas

Os sintomas causados pela DSP são diarreia, náuseas, vômitos e dores abdominais e se manifestam em poucas horas após a ingestão de moluscos contaminados. A recuperação do paciente se dá entre dois e três dias, independente de tratamento médico.

(Do www.clicrbs.com.br)

ESPERANDO AS ANCHOVAS!

Foto Fabio Santos & Carejó
A temporada da tainha 2016 ainda não está nem na metade, mas o pessoal de Passo dos Torres, Sul de SC, já está nos preparativos finais para a safra da anchova, que vem logo em seguida!

EM BUSCA DAS TAINHAS...


Pescadores artesanais, não motorizados, em busca de mantas (cardumes) que subiram ao norte da costa de Laguna-SC.
Esta temporada tem batido record de capturas de tainhas, sinal que as datas e normas aplicadas pelo Ministério da Agricultura e Pesca, visando o manejo desse espécie tão suscetível, esta funcionando.

(Foto e informações do Julio Cesar Vicente)

quinta-feira, 26 de maio de 2016

NA ESPERA E NA ESPREITA!

Foto Fernando Alexandre
Valter dos balaios e o "Gauncho", camaradas da pesca da tainha no Pântano do Sul, continuam de plantão na  praia neste feriado!
Tentando olhar tainhas, através dos carros que voltaram a estacionar na praia, onde é proibido!

SEM TAINHA E COM COSTELA!


A "vigia" é sempre uma festa!

Ontem rolou uma costela na brasa, muita mentira e nenhuma tainha!!!

(Fotos e informações do Luiz Carlos Pacheco, direto da "Vigia Seo Domingos, nas dunas do Pântano do Sul - Exclusivíssimas para o blog TainhaNarde)

quarta-feira, 25 de maio de 2016

SEGURO- DEFESO


Seguro-desemprego do pescador artesanal (SDPA) pode ter R$ 4,5 milhões de concessões irregulares. Ministério do Trabalho e Previdência Social deverá indicar as providências a serem adotadas para revisar as inconsistências verificadas.

O Tribunal de Contas da União realizou o acompanhamento do pagamento do SDPA, atualmente gerido pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS). Foram feitas auditorias em diversas bases de dados utilizadas na gestão dos pagamentos desse benefício, dentre as quais a relação dos cadastrados no Registro Geral de Pesca (RGP), a relação dos requerimentos do SDPA e a relação dos pagamentos realizados aos beneficiários do SDPA.

ESSA MARIA É FACEIRA...


Se é Maria, não sabemos. Mas que é faceira, não há dúvida.

Maria-faceira (Syrigma sibilatrix)

Ela pertence a família das garças e adora margens alagadas, ricas em vegetação, onde come insetos, sapos, ratos e peixinhos.
Pântano do Sul - Florianópolis - SC - Brasil.
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E AS TAINHAS CHEGAM AO RIO...


As tainhas já chegaram ao Rio de Janeiro, na Lagoa de Araruama, região dos Lagos!
De acordo com o Marlon Guimarães, nosso amigo Rildo, conhecido como "Galo" chegou hoje com aproximadamente 1 tonelada e meia de tainhas grandes!
  Há mais de 15 anos que não se via tanto peixe por aqui na lagoa de Araruama.

terça-feira, 24 de maio de 2016

TAINHAS E O SURF

Foto do Silézio Sabino 
Projeto de lei que proíbe o surfe durante a pesca da tainha em praias de Floripa é aprovado

Vereadores decidiram também que sistema de bandeiras será aplicado em todas as praias e reduziu o período de proibição da prática esportiva

Foi aprovado em primeira votação o projeto de lei que proíbe o surfe nas praiasBrava e Morro das Pedras, em Florianópolis, durante a safra da tainha. O documento, no entanto, gerou bastante discussão na Câmara de Vereadores na tarde desta segunda-feira e só foi aceito depois de algumas emendas. Além da proibição, a lei prevê que em todas as praias da Capital — com exceção da Mole e Joaquina, onde o surfe é permitido neste período — será usado o sistema de bandeiras, inclusive na Brava e Morro das Pedras. 
Projeto gerou discussão
Foto Charles Guerra / Agencia RBS

Através deste sistema, os pescadores colocavam bandeira vermelha quando não podia surfar no local e verde quando podia, para que a atividade não prejudicasse a pesca. Agora, as bandeiras serão definidas por pescadores, surfistas e Secretaria de Pesca diariamente. 

Outro acordo conquistado com a lei foi a mudança da data em que o esporte fica proibido nas praias: passa para 1° de maio a 10 de julho. Antes era de 1° de maio a 30 de julho. 

Antes desta lei, parte das praias Brava e Morro das Pedras eram permitidas para o surfe e outra parte para a pesca. Esta delimitação, no entanto, tem gerado confusão entre surfistas e pescadores, por isso a proibição total durante a safra.

— Não saí totalmente satisfeito, mas acredito que o mais importante agora é ter bastante divulgação entre as duas partes para evitar confusão — disse Ivo da Silva, presidente da Federação dos Pescadores de Santa Catarina (Fepesc) ao fim da votação.

— Conseguimos ao menos flexibilizar a data e acredito que vai funcionar o sistema de bandeiras. O objetivo é apaziguar — avaliou Reginaldo Ferreira, presidente da Federação Catarinense de Surfe (Fecasurfe). 

O projeto foi aprovado por unanimidade e precisa passar por uma segunda votação, o que pode ocorrer ainda na terça-feira. 

(Do www.clicrbs.com.br)

NO RETIRO DOS PADRES!

Foto e informações da Ana Paula Ferreira
No Retiro dos Padres, em Bombinhas, uma das praias que mais se cercou tainhas nesta temporada, essa é a tabela oficial, lanço a lanço! 
50.298 Tainhas!

Festa na Praia!

MAR DE TAINHAS!

Foto Santi Asef
Vejam só a alegria do Rafael Mailton Mafra, de Bombinhas, mergulhando num mar de tainhas!



NA CORRIDA...

Foto Rancho du Cabo
Somente na última sexta-feira (20), cinco dia após a liberação da captura da tainha pela modalidade de emalhe anilhado, foram recebidas as licenças para que 67 embarcações pudessem iniciar a captura da espécie. 
O número total de embarcações permitidas é de 77 e problemas com os critérios exigidos pela legislação são a possível causa da liberação de um número inferior ao permitido de autorizações. A demora da publicação do prazo para Concessão de Autorização de Pesca Complementar para a captura de tainha com emalhe anilhado e a troca de governo ocasionou um atraso na liberação das licenças, atraso este muito negativo para os pescadores, uma vez que os cardumes encontravam-se parados na costa catarinense nos primeiros dias da abertura da safra para a modalidade.

Ainda assim, alguns pescadores saíram para a pesca sem as licenças temendo o afastamento dos cardumes até a sua liberação. Apesar dos desencontros a captura da tainha tem superado as expectativas do setor artesanal. O Farol de Santa Marta, em Laguna é até o momento a região de maior captura nas modalidades de arrasto de praia e emalhe anilhado. 
O setor industrial ainda aguarda a sua liberação para a captura no dia 1 de junho. A redução deste ano no número licenças (40 serão liberadas este ano) para o setor industrial, a demora da divulgação da lista das embarcações autorizadas e a chegada antecipada dos cardumes de tainha ao estado (comparado om os anos anteriores) são algumas das preocupações do setor industrial para a safra deste ano.

(Do http://www.observasc.net.br/)

segunda-feira, 23 de maio de 2016

NA ESPERA E NA ESPREITA!

Foto Fernando Alexandre
Camaradagem do Pantusúli esta impaciente e um pouco descrente com a safra de tainhas 2016!
Mas o velho e vagabundo vento Sul já está lambendo as praias e encrespando as águas com os cardumes das "cabeçudas"!

E vai dar peixe!!!!

ÚÚÚÚ!!!!

SUPER-SAFRA

Foto: Luiz Carlos Correia, Especial

Tem mais tainha do que a demanda?

Pescadores artesanais capturaram 40 toneladas de tainhas no sábado na Praia da Sepultura, em Bombinhas. Em diversas praias da região o fim de semana foi farto para os pescadores – e chegou a faltar a caminhão para levar uma quantidade tão grande de peixes às peixarias. Na areia, elas chegaram a ser vendidas a R$ 5 para não “encalharem”.
Já dizem que esta é a melhor safra artesanal dos últimos anos. O que falta é controle – afinal, qual o sentido de se pescar mais do que o mercado pode absorver?

(Do http://wp.clicrbs.com.br/guarda-sol/)

QUEM GANHA COM A TAINHA?


Em 3 semanas, pescadores capturam 980 toneladas de tainha em SC

Esta já é considerada uma das melhores safras dos últimos 20 anos. 
Temporada de pesca termina no dia 31 de julho no litoral catarinense.

Do G1 SC

A temporada da tainha começou há três semanas em Santa Catarina e os pescadores já comemoram uma das melhores safras dos últimos 20 anos. De 1º de maio até agora já foram capturadas 980 toneladas em todo litoral.

No sábado (21) em Bombinhas, no Litoral Norte, foram capturadas 45 toneladas, o que pelos cálculos dos pescadores passam de 30 mil peixes. A temporada vai até 31 de julho.

“Está sendo considerada uma das melhores safras dos últimos 20 anos. A Federação dos Pescadores de Santa Catarina (Fepesc) tinha uma meta: alcançar 1,8 mil toneladas na pesca artesanal. Nós já estamos revendo essa meta, porque vamos ultrapassar duas mil toneladas”, afirma Ivo da Silva, presidente da Fepesc.

Na praia do Campeche, em Florianópolis, o trabalho dos vigias se estende durante todo o dia. Com vento sul aumentam a chances de chegar novos cardumes, e por isso a canoa está sempre pronta. “É só eles acionarem uma vista de cardume, nós soltamos a rede e vamos puxar para a praia”, conta o pescador Getúlio Inácio.

Preços mais baixos
O aumento da oferta acabou baixando o preço nas peixarias. “A tainha custava R$ 28 o quilo com ova. Hoje o consumidor encontra por apenas R$ 15”, afirma o vendedor Aldo Silva.
Preço do quilo passou de R$ 28 para R$ 15
(Do www.clicrbs.com.br)

TAINHAS NO PANTUSÚLI

Na praia ainda não deu, mas na rua já chegou tainha!
Pântano do Sul, ontem à tarde!

LÁ NO FUNDO...


Em nossos mergulhos noturnos, é comum encontrar a raia-viola, tão mansa que pode se deixar tocar. Não o fazemos para não estressá-la.

As vezes estão em grupos, que durante o dia costumam se cobrir de sedimento, ficando completamente invisíveis. Mas esta defesa não tem utilidade diante das monstruosas redes de arrasto, e a sobrepesca as colocou na lista de peixes em perigo de extinção.

As fêmeas “grávidas” se concentram durante o verão para dar a luz a poucos filhotes que já nascem formados, num acontecimento que podemos descrever como um tipo de parto coletivo, numa maternidade submarina. Se forem pescadas neste fase, os filhotes são abortados e podem até nadar por uns momentos, mas costumam morrer logo.
Por isso é importante investigar o fundo do mar, na tentativa de encontrar pelo menos alguns destes santuários reprodutivos. Isto possibilitaria estabelecer mecanismos de proteção, dando segurança para as mães e seus filhotes durante este período sagrado.

Local: Ilha do Xavier - Florianópolis - SC - Brasil.
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DIZEM QUE ...

sábado, 21 de maio de 2016

SAIRAM AS LICENÇAS!

Famílias de pescadores de Floripa, Laguna, Imbituba, Garopaba, Pinheira e Governador Celso Ramos são beneficiadas Foto: Marcone Tavella / Agencia RBS

Liberadas 67 licenças para pesca de tainha com rede anilhada em SC 
Por

O presidente da Federação dos Pescadores de Santa Catarina (Fepesc), Ivo da Silva, recebeu na noite desta sexta-feira (20) a notícia de que foram liberadas, pelo Ministério da Pesca, 67 licenças para a pesca da tainha com rede anilhada, que é a feita com barco a motor a partir de 800 metros da praia. No entanto, ainda falta a liberação de mais 11 embarcações.

— A partir da semana que vem, vamos de novo a Brasília para tentar liberar essas restantes. Ainda não sei qual o problema com esses barcos, mas vamos conseguir liberar _ espera Ivo. O pescador esteve na Capital Federal durante a semana para conquistar as permissões, mas a dificuldade era grande. Com a troca de governo, os funcionários foram exonerados, e não havia quem assinasse o documento.
A liberação beneficia famílias de pescadores de Florianópolis, Laguna, Imbituba, Garopaba, Pinheira e Governador Celso Ramos. Cada barco pode trabalhar com até seis pessoas. Mas o documento traz uma ressalva: só pode pescar com barcos que possuam casaria de proteção e não a habitada. A casaria é aquela pequena estrutura coberta onde os pescadores descansam.

A pesca artesanal da tainha com canoas de rede de arrasto começou no dia 1º de maio em Santa Catarina. Os pescadores de rede anilhada ainda aguardavam as licenças, mas alguns já realizavam a pesca, mesmo sem o documento.

De acordo com o Federação de Pescadores de SC, cerca de 340 toneladas já foram capturadas, a maior parte no Farol de Santa Marta, Laguna.

(Do http://dc.clicrbs.com.br/)

AO MAR, SEMPRE...



sexta-feira, 20 de maio de 2016

ENQUANTO O PEIXE NÃO VEM...

Enquanto as tainhas não encostam aqui no Pântano do Sul, camaradagem melhora a infra-estrutura da "vigia", lugar onde durante todo o dia os vigias da tainha procuram peixes na imensidão infinita dos mares!
Agora, com a chegada da chuva, um pouco mais de conforto para todos!

ÚÚÚÚ!!!!

E os peixes ainda vão encostar!

(Fotos e informações exclusivas para o TainhaNarede do Luiz Carlos Pacheco)

ÚÚÚÚ!!!! - DEU PEIXE!!!

Foto Andréia Ribeiro
Fotos Fernando Alexandre
  
O "Maria Eduarda", bote do "Sêbo" - o Rogério - chegou atupetado de tainhas na manhã de hoje no Pântano do Sul!
Na praia, os cardumes estão sumidos, mas lá fora os barcos pequenos motorizados, caça de malha ou anilhados, estão matando peixe à reveria! 

A despesca das tainhas na areia é festa na praia!

ÚÚÚÚ!!!!

CHEGOU PEIXE!

Foto Fernando Alexandre
E já é da Armação!
O Daniel, dono do pedaço, Garante!

DEU PEIXE...

Fotos Fernando Alexandre
E a Tia Ilda, sempre na praia, foi preparar sua tainha!
Pessoal da caça-de-malha, sempre chegando com tainhas na praia!
Hoje, final da tarde, foi o Lôro, desembarcando com uns 300 quilos de tainhas!

ÚÚÚÚ!!!

Tá dando peixe!

SARGAÇO MAR

Mestre Dorival Caymmi!
Simples assim!

AGORA, É SÓ O PEIXE CHEGAR...

Fotos Fernando Alexandre
 
"Espírito Santo", a centenária canoa bordada do Dário, saiu hoje do "Canoa grande", o restaurante e foi molhar a quilha!
Agora, a pesca no Pântano do Sul é pra valer!
Todas as canoas estão em meia praia, esperando o abano do vigia!
"Terezina", "Osmarina", "Mariposa" e "Espírito Santo"
ÚÚÚÚ!!!!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

QUINHÃO PARA TODOS!

Deu tanta tainha nos Ingleses ontem, que até cachorro ganhou quinhão!

(Informações e -talvez - fotos do Silézio Sabino)

DEU PEIXE!


Fotos e informações da Andréia Ribeiro

E os barcos da caça-de-malha já começam a chegar no Pântano do Sul!
Mestre Ardonso, capitaneando o "Garoupa", já desembarcou mais de 3 toneladas de tainhas nos últimos dias!

MUITO PEIXE NA ILHA

Foto Marco Favero / Agencia RBS

Deu muita tainha na manhã desta quarta-feira no Norte da Ilha, em Florianópolis. Só no Santinho e Lagoinha, foram 34 toneladas do peixe. Na primeira praia, duas canoas com seis homens cada foram utilizadas para fazer o cerco, que exigiu rapidez e destreza dos pescadores. Foram 20 toneladas no Santinho e 14 na Lagoinha. Em Florianópolis, este ano, já foram 160 toneladas, segundo a Secretaria de Pesca.

O pescador Antônio Manoel Filho se animou com o primeiro grande cerco do Santinho. Ele conta que havia mais peixes na água, mas não foi possível capturá-los.

Foto Marco Favero / Agencia RBS
— Foi coisa de 15 minutos. Espero que seja o primeiro de muitos, agora acho que vai melhorar — disse. 
Na Lagoinha, também no Norte da Ilha, foram pegas 14 toneladas do peixe nesta manhã, segundo o pescador Bruno Pereira.

— Faz dois anos que não dava tanto um lance assim. O frio é bom, traz o peixe — comemorou.

A pesca artesanal da tainha com canoas de rede de arrasto teve início no dia 1º de maio em todo o litoral catarinense. De acordo com o Federação de Pescadores de SC, cerca de 340 toneladas já foram capturadas, a maior parte no Farol de Santa Marta, Laguna.

Foto Marco Favero / Agencia RBS

No dia 15 de maio teve o início a pesca artesanal para embarcações a motor com rede anilhada, no entanto muitos pescadores ainda não obtiveram a licença obrigatória para a atividade. Na terça-feira, o presidente da Federação, Ivo Silva, viajou para Brasília para conversar pessoalmente na Secretaria Especial da Pesca.

— Com essas mudanças todas no Governo, os responsáveis pela emissão das licenças foram exonerados do cargo e está sem ninguém. Espero ter notícias boas até o fim do dia — disse.

Foto Marco Favero / Agencia RBS

(Do www.clicrbs.com.br)