sexta-feira, 4 de maio de 2012
TONICO & TINOCO, NO MAR DE CIMA
Tonico (João Perez, morto em 1994, aos 77 anos) & Tinoco (José Perez, morto esta madrugada em São Paulo, aos 91 anos) formaram uma das mais importantes parcerias artísticas da música brasileira. A dupla, surgida nos anos 1930 no interior de São Paulo, foi uma das precursoras da música de raiz e ajudou a popularizar os temas do cancioneiro caipira em âmbito nacional.
Em mais de 50 anos de carreira, quando ficaram conhecidos como "A Dupla Coração do Brasil", Tonico e Tinoco gravaram dezenas de álbuns que venderam 150 milhões de cópias, imortalizando canções como Chico Mineiro, Moreninha Linda, Tristeza do Jeca, Adeus, Mariana e Adeus, Paulistinha.
Faltam 11 dias...
Valdir Agostinho , artista multimidia da Barra de Lagoa, e o "Reggae da Tainha", trilha sonora do tainhanarede desde maio de 2009
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Esperando o peixe...
“Olhélaí”
Próximo dia 15 maio começa a pesca da tainha, agora no defeso. E como o frio chegou cedo no outono, a nossa vedete vai vir com uma turma maior. Ma paras na tarrafa os pescadores da Barra da Lagoa já buscam alguns “tanhotes” lá pro meio da praia do Moçambique. Fritinhas em postas é de lamber os beiços.
(Da coluna do Ricardinho Machado de hoje, 3/5/12 no www.ndonline.com.br)
Próximo dia 15 maio começa a pesca da tainha, agora no defeso. E como o frio chegou cedo no outono, a nossa vedete vai vir com uma turma maior. Ma paras na tarrafa os pescadores da Barra da Lagoa já buscam alguns “tanhotes” lá pro meio da praia do Moçambique. Fritinhas em postas é de lamber os beiços.
(Da coluna do Ricardinho Machado de hoje, 3/5/12 no www.ndonline.com.br)
quarta-feira, 2 de maio de 2012
TAINHAS NO CAMPECHE
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| Foto Divulgação |
Ontem, dia 1º de maio, a missa realizada no Rancho do Seo Getúlio comemorou o Dia do Trabalhador e a abertura da temporada da tainha.
Que safra deste ano seja farta para todos!
As Toninhas da Babitonga
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| Foto Projeto Toninha/Univille/Divulgação |
Pesquisadores descobrem que cerca de 50
toninhas moram na Baía da Babitonga
Uma suspeita dos pesquisadores da Univille foi confirmada. Cerca de 50 toninhas, uma espécie de golfinho ameaçada de extinção, vivem na baía da Babitonga. Sim. Elas não saem do estuário - estes animais moram no local.
A descoberta só foi possível através de transmissores instalados em cinco animais no ano passado, que foram monitorados via satélite. As toninhas da Babitonga são a única população conhecida da espécie residente em águas protegidas de uma baía, afirmam os pesquisadores.
Em outubro do ano passado, um projeto inédito foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Univille - com o patrocínio do Programa Petrobras Ambiental. Eles capturaram cinco toninhas na baía da Babitonga e implantaram transmissores. O projeto é inédito no Brasil.
Estes equipamentos são monitorados por satélite, e repassam informações aos pesquisadores de como estes bichos sem comportam: quais os padrões de mergulho, formação de grupos e para onde eles se deslocavam. Quase seis meses depois, os primeiros resultados são divulgados.
— Nós percebíamos que não eram encontradas toninhas no canal da Babitonga, o que poderia significar que elas não saíam da baía. E conseguimos confirmar este fato — revelou umas da pesquisadoras da Univille, Camila Sartori.
Os três machos e as duas fêmeas monitoradas em um período de 120 dias não saíram do estuário. Outra descoberta é que este grupo, que segundo a pesquisadora é de aproximadamente 50 animais, vive em uma área bem específica da baía, a região central.
— Verificamos que as toninhas não ficam próximas da movimentação, como do Porto de São Francisco do Sul e de Itapoá — explicou Camila Sartori.
A baía da Babitonga é uma área de grande interesse comercial, para, por exemplo, construções de terminais portuários. O medo dos pesquisadores é que estas construções comprometam a sobrevivência da espécie na região. O que poderia causar a extinção local das toninhas, avalia a bióloga e coordenadora técnica do projeto, Marta Cremer.
— A toninha é uma espécie muito sensível e não tolera a perturbação causada por atividades portuárias — observou.
A bióloga ainda lembra que há cerca de sete anos tramita no Ibama, e posteriormente ICMBio, a proposta de criação de uma unidade de conservação de uso sustentável, a Reserva de Fauna Baía da Babitonga.
— Infelizmente, o processo encontra-se parado e os pesquisadores esperam que os resultados deste estudo reforcem ainda mais a importância de conservar esta região — disse a bióloga.
( Do Jornal A Notícia - www.clicrbs.com.br/anoticia )
toninhas moram na Baía da Babitonga
Uma suspeita dos pesquisadores da Univille foi confirmada. Cerca de 50 toninhas, uma espécie de golfinho ameaçada de extinção, vivem na baía da Babitonga. Sim. Elas não saem do estuário - estes animais moram no local.
A descoberta só foi possível através de transmissores instalados em cinco animais no ano passado, que foram monitorados via satélite. As toninhas da Babitonga são a única população conhecida da espécie residente em águas protegidas de uma baía, afirmam os pesquisadores.
Em outubro do ano passado, um projeto inédito foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Univille - com o patrocínio do Programa Petrobras Ambiental. Eles capturaram cinco toninhas na baía da Babitonga e implantaram transmissores. O projeto é inédito no Brasil.
Estes equipamentos são monitorados por satélite, e repassam informações aos pesquisadores de como estes bichos sem comportam: quais os padrões de mergulho, formação de grupos e para onde eles se deslocavam. Quase seis meses depois, os primeiros resultados são divulgados.
— Nós percebíamos que não eram encontradas toninhas no canal da Babitonga, o que poderia significar que elas não saíam da baía. E conseguimos confirmar este fato — revelou umas da pesquisadoras da Univille, Camila Sartori.
Os três machos e as duas fêmeas monitoradas em um período de 120 dias não saíram do estuário. Outra descoberta é que este grupo, que segundo a pesquisadora é de aproximadamente 50 animais, vive em uma área bem específica da baía, a região central.
— Verificamos que as toninhas não ficam próximas da movimentação, como do Porto de São Francisco do Sul e de Itapoá — explicou Camila Sartori.
A baía da Babitonga é uma área de grande interesse comercial, para, por exemplo, construções de terminais portuários. O medo dos pesquisadores é que estas construções comprometam a sobrevivência da espécie na região. O que poderia causar a extinção local das toninhas, avalia a bióloga e coordenadora técnica do projeto, Marta Cremer.
— A toninha é uma espécie muito sensível e não tolera a perturbação causada por atividades portuárias — observou.
A bióloga ainda lembra que há cerca de sete anos tramita no Ibama, e posteriormente ICMBio, a proposta de criação de uma unidade de conservação de uso sustentável, a Reserva de Fauna Baía da Babitonga.
— Infelizmente, o processo encontra-se parado e os pesquisadores esperam que os resultados deste estudo reforcem ainda mais a importância de conservar esta região — disse a bióloga.
( Do Jornal A Notícia - www.clicrbs.com.br/anoticia )
sábado, 28 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
PRAIA DE RAMOS
Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró (Mesquita, 14 de fevereiro de 1946 – Magé, 25 de abril de 2012)
quinta-feira, 26 de abril de 2012
GOLFINHOS: MORTE MISTERIOSA NO PERU
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| Foto Heinze Plenge/Reuters |
Autoridades do Peru ainda tentam descobrir o motivo do aparecimento de centenas de golfinhos mortos nas praias do norte do país nos últimos meses.
Entre fevereiro e abril, foram encontradas 877 carcaças. Quase 90% eram da espécie golfinho-comum-do-bico-fino (Delphinus capensis). O restante, de botos-de-burmeister (Phocoena spinipinnis).
O ministro do Meio Ambiente do Peru, Gabriel Quijandria, disse que os estudos para desvendar a morte dos animais ainda estão incompletos, mas que a hipótese mais provável seja uma infecção viral. "Existem artigos científicos sobre a incidência do morbilivírus, um tipo de cinomose em cetáceos. Isso pode ser comprovado na próxima semana", disse.
Quijandria também afirmou que o país espera receber ajuda de especialistas da NOAA, agência americana de administração oceânica e atmosférica, para descobrir se os animais tinham algum tipo de vírus.
Mas o grupo ambientalista peruano Orca diz que a provável causa das mortes são as ondas sonoras emitidas pelos trabalhos da companhia de petróleo BPZ Energy, empresa com sede em Houston, EUA, que explora a costa norte-peruana. Os testes foram realizados entre 8 de fevereiro e 8 de abril.
Rafael Zoeger, gerente da companhia no Peru, disse que os estudos sísmicos feitos pela empresa foram realizados com um navio que disparava descargas de ar comprimido em direção ao solo marinho. Essa "arma de ar", de uso comum entre companhias de petróleo, emite sons e envia pulsos subaquáticos. Zoeger não acredita que os animais tenham morrido devido à exploração de petróleo.
Quijandria também não acredita que as mortes tenham sido resultadas dos testes. "Até agora, não existe evidência ligando a morte dos golfinhos com os trabalhos sísmicos".
Diversos pesquisadores estão estudando o efeito das "armas de ar" nos mamíferos marinhos. Um deles é George Ioup, professor de física na universidade de Nova Orleans. Ele afirmou que a questão ainda está "em aberto".
ENCALHE
Centenas de golfinhos aparecem mortos nas praias em várias partes do mundo, embora o número de animais contabilizado no norte do Peru ter sido particularmente alto. O ministro do Meio Ambiente do país disse que o país não via uma quantidade de carcaças tão grande de há tempos.
Katie Moore, gerente do IFAW (Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal) em Massachusetts, afirmou que algumas áreas do mundo tendem a ser pontos-chave para encalhes em massa de baleias e golfinhos. Alguns exemplos são o Cabo Cod, na costa americana e as costas da Austrália e Nova Zelândia.
"Durante o último inverno, tivemos mais de 200 golfinhos aqui no Cabo Cod. Nós presenciamos encalhes em massa diversas vezes ao ano. Geralmente, as causas desses eventos não são determinadas, o que é frustante", afirmou Moore.
(DA ASSOCIATED PRESS)
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
22 D'ABRIL: FOI SEU CABRALLLL!
Música do " Palavra Cantada" , selo criado em 1994 por Sandra Peres e Paulo Tatit, produzindo música infantil de qualidade.
Mergulhe fundo no http://www.palavracantada.com.br
sexta-feira, 20 de abril de 2012
MAR SUSTENTÁVEL
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| Foto Nomar Nado |
Supermercado não venderá mais peixe "insustentável"
A rede de supermercados americana Whole Foods anunciou que irá parar de vender peixes e frutos do mar capturados de forma insustentável.
A medida terá início a partir do dia 22 de abril, no Dia da Terra. A gigante dos supermercados orgânicos seguirá uma lista de indicação de espécies ameaçadas criada pelo Blue Ocean Institute (Instituto Oceano Azul), organização do Aquário da Baía de Monterey, na Califórnia.
Na relação, as espécies são classificadas em uma paleta de cores. A cor vermelha indica animais em perigo, sejam envolvidos em capturas acidentais (bycatch, em inglês), que vivam em regiões já exauridas pela sobrepesca ou que apresentam métodos de cultivo prejudiciais para o ambiente.
Alguns dos frutos do mar classificados com essa cor e que não serão mais encontrados nas prateleiras do supermercado serão os polvos, o alabote-do-atlântico e o bacalhau-do-atlântico, este último normalmente capturado por redes de arrasto, uma forma de pesca predatória que pode destruir habitats. Como alternativas, a empresa vai oferecer bacalhau capturado com varas de pescar e alabote-do-pacífico.
"No longo prazo, o que nós realmente estamos tentando fazer é ajudar a reverter os métodos de sobrepesca e captura acidental, para que possamos mover a indústria como um todo para uma grande sustentabilidade", afirma a coordenadora de qualidade de frutos do mar da Whole Foods, Carrie Brownstein.
Os preços no varejo podem tornar-se mais altos em alguns casos, já que alguns fornecedores mais sustentáveis tem rendimentos menores sobre seus produtos.
REAÇÃO EM CADEIA
Outras redes de supermercados americanas também passaram a adotar a compra consciente, a medida que os consumidores tornaram-se mais preocupados com a origem do alimento que estão consumindo.
As mudanças começam a aparecer aos poucos. Em 2008, quando o Greenpeace publicou um guia de consumo sustentável em supermercados, todos os 20 grupos pesquisados naquele ano pela ONG foram reprovados. Em 2011, apenas cinco falharam, afirma John Hocevar, diretor da campanha do oceano do grupo. "É impressionante ver que isso era um problema que não estava no radar da maioria dessas companhias e, com nosso encorajamento e de outros, eles realmente tomaram partido", disse.
Apesar disso, a grande quantidade de grupos privados emitindo certificações pode confundir os consumidores. Algumas das opções de peixes e frutos do mar da Whole Foods, além do novo sistema de cores, continuarão recebendo a classificação do Marine Stewardship Council, que mantém um sistema de certificação para empresas de pesca sustentáveis.
Camarão, salmão e outros frutos do mar cultivados em fazendas levam ainda outro sistema de rotulagem. Hocevar diz que a quantidade exagerada de selos pode confundir os consumidores. É por isso que o Greenpeace solicita urgência para que os supermercados vendam apenas produtos sustentáveis.
(DA ASSOCIATED PRESS)
A rede de supermercados americana Whole Foods anunciou que irá parar de vender peixes e frutos do mar capturados de forma insustentável.
A medida terá início a partir do dia 22 de abril, no Dia da Terra. A gigante dos supermercados orgânicos seguirá uma lista de indicação de espécies ameaçadas criada pelo Blue Ocean Institute (Instituto Oceano Azul), organização do Aquário da Baía de Monterey, na Califórnia.
Na relação, as espécies são classificadas em uma paleta de cores. A cor vermelha indica animais em perigo, sejam envolvidos em capturas acidentais (bycatch, em inglês), que vivam em regiões já exauridas pela sobrepesca ou que apresentam métodos de cultivo prejudiciais para o ambiente.
Alguns dos frutos do mar classificados com essa cor e que não serão mais encontrados nas prateleiras do supermercado serão os polvos, o alabote-do-atlântico e o bacalhau-do-atlântico, este último normalmente capturado por redes de arrasto, uma forma de pesca predatória que pode destruir habitats. Como alternativas, a empresa vai oferecer bacalhau capturado com varas de pescar e alabote-do-pacífico.
"No longo prazo, o que nós realmente estamos tentando fazer é ajudar a reverter os métodos de sobrepesca e captura acidental, para que possamos mover a indústria como um todo para uma grande sustentabilidade", afirma a coordenadora de qualidade de frutos do mar da Whole Foods, Carrie Brownstein.
Os preços no varejo podem tornar-se mais altos em alguns casos, já que alguns fornecedores mais sustentáveis tem rendimentos menores sobre seus produtos.
REAÇÃO EM CADEIA
Outras redes de supermercados americanas também passaram a adotar a compra consciente, a medida que os consumidores tornaram-se mais preocupados com a origem do alimento que estão consumindo.
As mudanças começam a aparecer aos poucos. Em 2008, quando o Greenpeace publicou um guia de consumo sustentável em supermercados, todos os 20 grupos pesquisados naquele ano pela ONG foram reprovados. Em 2011, apenas cinco falharam, afirma John Hocevar, diretor da campanha do oceano do grupo. "É impressionante ver que isso era um problema que não estava no radar da maioria dessas companhias e, com nosso encorajamento e de outros, eles realmente tomaram partido", disse.
Apesar disso, a grande quantidade de grupos privados emitindo certificações pode confundir os consumidores. Algumas das opções de peixes e frutos do mar da Whole Foods, além do novo sistema de cores, continuarão recebendo a classificação do Marine Stewardship Council, que mantém um sistema de certificação para empresas de pesca sustentáveis.
Camarão, salmão e outros frutos do mar cultivados em fazendas levam ainda outro sistema de rotulagem. Hocevar diz que a quantidade exagerada de selos pode confundir os consumidores. É por isso que o Greenpeace solicita urgência para que os supermercados vendam apenas produtos sustentáveis.
(DA ASSOCIATED PRESS)
quinta-feira, 19 de abril de 2012
TAINHOTAS "ROLÃO" NA PRAIA
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| Fotos Fernando Alexandre |
Depois de mais de uma semana de monitoramento dos cardumes de paratis de "cara amarela" e das tainhotas que estavam se aproximando da praia do Pântano do Sul, finalmente ontem o peixe encostou e foi possível cercar.
No primeiro "lanço" do ano, cerca de 200 tainhotas "rolão" foram cercadas e arrastadas para a praia pela camaradagem.
"Catarina Carolina", canoa de um pau só da família Arante, foi quem fez o cerco.
Como as tainhotas vêm sempre na frente para avisar que as tainhas vão chegar em breve, a camaradagem do Pântano já está toda "em ala" e de olho perdido no azul do mar de outono.
"Catarina Carolina", canoa de um pau só da família Arante, foi quem fez o cerco.
Como as tainhotas vêm sempre na frente para avisar que as tainhas vão chegar em breve, a camaradagem do Pântano já está toda "em ala" e de olho perdido no azul do mar de outono.
PESCA DA TAINHA
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| Foto MFC |
PROIBIDA REDE DE EMALHAR FIXA
A Justiça determinou que a União e o Ibama devem promover uma operação para fiscalizar e combater a pesca com redes de emalhar fixas por âncoras, sacos de pedras e poitas em praias do Sul de Santa Catarina.
Este tipo de prática é proibido em todo o Litoral de Santa Catarina. A medida foca a orla marítima dos municípios de Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Içara e Passo de Torres.
Segundo a decisão do juiz Zenildo Bodnar, da Justiça Federal em Criciúma, publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial, os equipamentos devem ser apreendidos antes de maio de 2012, mês que começa a pesca da tainha.
Além disso, as colônias devem divulgar aos pescadores a proibição da pesca de redes de emalhar fixas. Uma audição de conciliação entre a Justiça, União, Ibama e colônias de pescadores está agendada para terça-feira, dia 24.
A medida atende o pedido do Ministério Público que defende que a pesca com redes de emalhar prejudica a pesca artesanal de arrasto. Depois de fixadas, permanecem por dias na praia próximas à faixa de areia, o que pode causar acidentes com banhistas.
De acordo com levantamento do MP, em Balneário Arroio do Silva dos 1.348 pescadores associados à colônia em 2009 apenas 42 usam o método. Para o procurador da República em Criciúma, Darlan Airton Dias, autor da ação, este tipo de pesca beneficia a poucos pescadores da região.
(Do DC de hoje no portal RBS - www.clicrbs.com.br )
(Do DC de hoje no portal RBS - www.clicrbs.com.br )
sábado, 14 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
LICENÇA DE PESCA
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| Foto Fernando Alexandre |
O Ministério da Pesca e Aquicultura prorrogou até o dia 31 de dezembro de 2012 a validade de todas as Licenças de Pescador Profissional Artesanal. Para ter a licença prorrogada o pescador artesanal deverá estar inscrito e com situação ativa no Registro Geral da Atividade Pesqueira.
terça-feira, 10 de abril de 2012
O mar é nosso?
Este vídeo faz uma viagem pelos mares brasileiros, apontando os problemas causados pelo homem, como o aquecimento global, o esgotamento dos estoques pesqueiros e a falta de áreas marinhas protegidas. A narrativa, conduzida por um pescador fictício aponta soluções e convida a todos para um engajamento pela conservação marinha.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
"Mar Sem Fim" naufraga na Antártida
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| Foto Reprodução |
O navio de bandeira brasileira "Mar Sem Fim" naufragou no sábado (7) em frente à base chilena Presidente Eduardo Frei Montalva, na Baía Maxwel, na Antártida, segundo nota da Marinha do Brasil. Não houve vítimas. A embarcação era propriedade do empresário e jornalista João Lara Mesquita.
Veja o blog do navio que afundou:
Os quatro tripulantes, que faziam um documentário na região, foram resgatados pelas autoridades chilenas e evacuados para a base daquele país, antes do afundamento. Segundo a Marinha, as “condições climáticas adversas” na área não permitiam a permanência segura do pessoal na embarcação.
A Marinha informou ainda que estão sendo tomadas as medidas necessárias, com o apoio da base chilena, para atenuar eventuais danos ambientais que possam ser causados pelo naufrágio.
O grande acúmulo de gelo na área impede o acesso à Baía Maxwel pelos navios da Marinha Ary Rongel e Almirante Maximiano – que já deixaram a Estação Antártica Comandante Ferraz, em direção à cidade de Punta Arenas, para voltar ao Brasil.No blog da expedição, a última atualização foi feita na quinta-feira, em que Mesquita relatou que o grupo estava na baía Fields, Ilha Rei George, enfrentrando dificuldades de navegação por causa das nevascas e das temperaturas muito baixas.
(Com informações do Portal Ig - www.ig.com.br )
Veja o blog do navio que afundou:
Os quatro tripulantes, que faziam um documentário na região, foram resgatados pelas autoridades chilenas e evacuados para a base daquele país, antes do afundamento. Segundo a Marinha, as “condições climáticas adversas” na área não permitiam a permanência segura do pessoal na embarcação.
A Marinha informou ainda que estão sendo tomadas as medidas necessárias, com o apoio da base chilena, para atenuar eventuais danos ambientais que possam ser causados pelo naufrágio.
O grande acúmulo de gelo na área impede o acesso à Baía Maxwel pelos navios da Marinha Ary Rongel e Almirante Maximiano – que já deixaram a Estação Antártica Comandante Ferraz, em direção à cidade de Punta Arenas, para voltar ao Brasil.No blog da expedição, a última atualização foi feita na quinta-feira, em que Mesquita relatou que o grupo estava na baía Fields, Ilha Rei George, enfrentrando dificuldades de navegação por causa das nevascas e das temperaturas muito baixas.
(Com informações do Portal Ig - www.ig.com.br )
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
FAZENDAS MARINHAS
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| Foto MPA |
571 cessões para a produção de moluscos
A atividade deve crescer com a legalização das fazendas. Agora o produtor poderá contratar financiamento para novos investimentos
Emanuelle Gomes
A nova era da maricultura começou no Estado. O ministério da Pesca e da Aquicultura entregou, na tarde de segunda-feira (2), 571 cessões de áreas de marinha, até então em posse da União, para que os maricultores catarinenses possam exercer a atividade legalmente. A luta dos produtores pela regularização das fazendas de moluscos vêm de anos. Entretanto, mesmo sem o incentivo do governo, Santa Catarina já se colocava na posição de maior produtora de moluscos do país, com 17 mil toneladas por ano. O ministro-bispo Marcelo Crivella espera que, com a cessão, o Estado passe a produzir 100 mil toneladas de moluscos por ano.
As concessões foram dadas diante de um processo licitatório rigoroso. Os maricultores tiveram que cumprir diversas exigências para ganhar o direito de posse. “Além dessas, mais 200 outorgas estão sendo julgadas, a maioria em Florianópolis”, garantiu. As áreas vão de um ou dois hectares, o equivalente a um campo de futebol, até 20 hectares.
De acordo com Crivella, a demora para a cessão das áreas aconteceu por causa das licenças ambientais. Foi preciso fazer estudos de impacto para avaliar as melhores maneiras de garantir a produção, sem afetar o meio ambiente. “A produção de moluscos pode criar uma área de dejetos, com amônio, que põe em risco a vida marinha. Por isso, fizemos pesquisas para determinar o tamanho das áreas, entre outras coisas”, justificou.
Sonho de 18 anos
O maricultor Fábio Faria Brognoli foi o primeiro a receber o documento de cessão da área da fazenda dele, de seis hectares, no Ribeirão da Ilha. Há 18 anos, Brognoli aguardava a legalização e o reconhecimento da atividade. Ele diz acreditar que a luta não acaba com a cessão. “O governo precisa investir em ações para aumentar o consumo. Santa Catarina produz 95% da ostra nacional, mas a produção ainda é pouco conhecida. Há preconceito”, avaliou. Ele e seus sete sócios produzem, por ano, 130 mil dúzias de ostra e 60 mil quilos de mexilhões.
Em Santo Antônio de Lisboa, a produção de mariscos continuava acelerada enquanto o ministro fazia a entrega das cessões. Nei Leonardo Nolli, produtor há 16 anos, carregava as caixas de ostra para o rancho de pesca, enquanto os ajudantes organizavam os moluscos na mesa. A notícia da regularização, segundo ele, que também é vice-presidente da Associação dos Maricultores do Norte da Ilha, animou quem vive da atividade. “Temos, agora, um documento que temos a propriedade, de valor nacional. Poderemos abrir linhas de crédito para comprar equipamentos e agilizar a produção”, disse. Lorenço da Rocha, há oito anos na atividade, garantiu que agora vai investir mais. “Estamos muito contentes”, finalizou.
(Do Notícias do Dia mergulhe mais no www.ndonline.com.br)
A atividade deve crescer com a legalização das fazendas. Agora o produtor poderá contratar financiamento para novos investimentos
Emanuelle Gomes
A nova era da maricultura começou no Estado. O ministério da Pesca e da Aquicultura entregou, na tarde de segunda-feira (2), 571 cessões de áreas de marinha, até então em posse da União, para que os maricultores catarinenses possam exercer a atividade legalmente. A luta dos produtores pela regularização das fazendas de moluscos vêm de anos. Entretanto, mesmo sem o incentivo do governo, Santa Catarina já se colocava na posição de maior produtora de moluscos do país, com 17 mil toneladas por ano. O ministro-bispo Marcelo Crivella espera que, com a cessão, o Estado passe a produzir 100 mil toneladas de moluscos por ano.
As concessões foram dadas diante de um processo licitatório rigoroso. Os maricultores tiveram que cumprir diversas exigências para ganhar o direito de posse. “Além dessas, mais 200 outorgas estão sendo julgadas, a maioria em Florianópolis”, garantiu. As áreas vão de um ou dois hectares, o equivalente a um campo de futebol, até 20 hectares.
De acordo com Crivella, a demora para a cessão das áreas aconteceu por causa das licenças ambientais. Foi preciso fazer estudos de impacto para avaliar as melhores maneiras de garantir a produção, sem afetar o meio ambiente. “A produção de moluscos pode criar uma área de dejetos, com amônio, que põe em risco a vida marinha. Por isso, fizemos pesquisas para determinar o tamanho das áreas, entre outras coisas”, justificou.
Sonho de 18 anos
O maricultor Fábio Faria Brognoli foi o primeiro a receber o documento de cessão da área da fazenda dele, de seis hectares, no Ribeirão da Ilha. Há 18 anos, Brognoli aguardava a legalização e o reconhecimento da atividade. Ele diz acreditar que a luta não acaba com a cessão. “O governo precisa investir em ações para aumentar o consumo. Santa Catarina produz 95% da ostra nacional, mas a produção ainda é pouco conhecida. Há preconceito”, avaliou. Ele e seus sete sócios produzem, por ano, 130 mil dúzias de ostra e 60 mil quilos de mexilhões.
Em Santo Antônio de Lisboa, a produção de mariscos continuava acelerada enquanto o ministro fazia a entrega das cessões. Nei Leonardo Nolli, produtor há 16 anos, carregava as caixas de ostra para o rancho de pesca, enquanto os ajudantes organizavam os moluscos na mesa. A notícia da regularização, segundo ele, que também é vice-presidente da Associação dos Maricultores do Norte da Ilha, animou quem vive da atividade. “Temos, agora, um documento que temos a propriedade, de valor nacional. Poderemos abrir linhas de crédito para comprar equipamentos e agilizar a produção”, disse. Lorenço da Rocha, há oito anos na atividade, garantiu que agora vai investir mais. “Estamos muito contentes”, finalizou.
(Do Notícias do Dia mergulhe mais no www.ndonline.com.br)
segunda-feira, 2 de abril de 2012
PESCA DA TAINHA
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| Foto Fernando Alexandre |
54 barcos liberados para pesca industrial em SC
Cerca de 70% da produção do peixe é vendida dentro do Estado
Guto Kuerten
Para preparar a pesca da tainha, a mais tradicional de Santa Catarina, com maior facilidade, o Ministério da Pesca antecipou a apresentação das embarcações industriais liberadas para a captura.
A 43 dias da abertura da temporada 2012, 54 embarcações cumpriram os critérios para renovação da autorização da pesca desta espécie de peixe. Hoje, cerca de 70% da produção de tainha é vendida em Santa Catarina. Os pescadores trabalham com auxílio das rede de cerco, nas regiões Sudeste e Sul do país.
Com esta antecipação na liberação, os trabalhadores do mar terão um tempo maior para preparar os barcos e estarão no rastro dos cardumes mais cedo do que nos anos anteriores.
— Com certeza neste ano teremos uma maior facilidade para a preparação das embarcações. A maioria dos pescadores já vai estar de olho nos cardumes, e quando iniciar a temporada estarão prontos para a captura. Isto não ocorreu nas últimas temporadas — lembra o secretário da Pesca de Itajaí, Agnaldo Hilton dos Santos.
A polêmica ainda é o limite de 5 milhas na costa catarinense e 10 milhas no litoral gaúcho para a pesca. Os pescadores industriais acreditam que poderia diminuir para três milhas no litoral catarinense.
— Os cardumes passam por um corredor que, na maioria das vezes, nem o pescador industrial nem o artesanal conseguem capturar. Se diminuísse o limite das milhas não afetaria a pesca artesanal e ajudaria a industrial – acredita o secretário.
— O limite para pesca industrial no país é de 10 milhas da costa. O caso da tainha é uma exceção, em função de características específicas da espécie, ficando em 5 milhas. Esse limite é estabelecido para que não haja confronto entre a pesca artesanal e a industrial, explica o ministro da Pesca Marcelo Crivella. Ele anuncia oficialmente hoje a nominata das embarcações autorizadas durante cerimônia na Assembleia Legislativa, às 14h.
(Do Diário Catarinense)
Guto Kuerten
Para preparar a pesca da tainha, a mais tradicional de Santa Catarina, com maior facilidade, o Ministério da Pesca antecipou a apresentação das embarcações industriais liberadas para a captura.
A 43 dias da abertura da temporada 2012, 54 embarcações cumpriram os critérios para renovação da autorização da pesca desta espécie de peixe. Hoje, cerca de 70% da produção de tainha é vendida em Santa Catarina. Os pescadores trabalham com auxílio das rede de cerco, nas regiões Sudeste e Sul do país.
Com esta antecipação na liberação, os trabalhadores do mar terão um tempo maior para preparar os barcos e estarão no rastro dos cardumes mais cedo do que nos anos anteriores.
— Com certeza neste ano teremos uma maior facilidade para a preparação das embarcações. A maioria dos pescadores já vai estar de olho nos cardumes, e quando iniciar a temporada estarão prontos para a captura. Isto não ocorreu nas últimas temporadas — lembra o secretário da Pesca de Itajaí, Agnaldo Hilton dos Santos.
A polêmica ainda é o limite de 5 milhas na costa catarinense e 10 milhas no litoral gaúcho para a pesca. Os pescadores industriais acreditam que poderia diminuir para três milhas no litoral catarinense.
— Os cardumes passam por um corredor que, na maioria das vezes, nem o pescador industrial nem o artesanal conseguem capturar. Se diminuísse o limite das milhas não afetaria a pesca artesanal e ajudaria a industrial – acredita o secretário.
— O limite para pesca industrial no país é de 10 milhas da costa. O caso da tainha é uma exceção, em função de características específicas da espécie, ficando em 5 milhas. Esse limite é estabelecido para que não haja confronto entre a pesca artesanal e a industrial, explica o ministro da Pesca Marcelo Crivella. Ele anuncia oficialmente hoje a nominata das embarcações autorizadas durante cerimônia na Assembleia Legislativa, às 14h.
(Do Diário Catarinense)
sexta-feira, 30 de março de 2012
OCEANO PERPÉTUO
quinta-feira, 29 de março de 2012
Tribos do Mar
Golfinhos se organizam em 'gangues'
Victoria Gill
Da BBC News
Golfinhos conseguem formar até três diferentes tipos de alianças, revela estudo feito no oeste da Austrália
Os golfinhos do gênero Tursiops, que inclui as espécies Tursiops truncatus e Tursiops aduncus, se organizam em "gangues", protegendo suas fêmeas de bandos rivais e ocasionalmente "mudando de lado", aponta um estudo realizado por cientistas na Austrália.
Conhecidas em inglês como "bottlenose dolphins", essas espécies tiveram seus movimentos analisados por especialistas baseados na Shark Bay, no oeste da Austrália, durante cinco anos.
Os resultados indicam que eles se movem em uma área que compreende centenas de quilômetros quadrados, e geralmente encontram diversos grupos organizados.Richard Connor, um pesquisador dos Estados Unidos que integrou a equipe, começou a estudar os golfinhos da Shark Bay ainda no início dos anos 1980.
Uma das principais características observadas na pesquisa do americano indica que os golfinhos vivem em uma "sociedade aberta", em grupos com "um mosaico de comportamentos semelhantes", ao invés de simplesmente se organizarem em grupos de machos que guardam um território específico.
O fato de os golfinhos migrarem em "gangues", e frequentemente encontrarem rivais, mostra o elevado grau de inteligência destas espécies, já que, ao se depararem com outros grupos, precisam decidir como se portar.
Victoria Gill
Da BBC News
Golfinhos conseguem formar até três diferentes tipos de alianças, revela estudo feito no oeste da Austrália
Os golfinhos do gênero Tursiops, que inclui as espécies Tursiops truncatus e Tursiops aduncus, se organizam em "gangues", protegendo suas fêmeas de bandos rivais e ocasionalmente "mudando de lado", aponta um estudo realizado por cientistas na Austrália.
Conhecidas em inglês como "bottlenose dolphins", essas espécies tiveram seus movimentos analisados por especialistas baseados na Shark Bay, no oeste da Austrália, durante cinco anos.
Os resultados indicam que eles se movem em uma área que compreende centenas de quilômetros quadrados, e geralmente encontram diversos grupos organizados.Richard Connor, um pesquisador dos Estados Unidos que integrou a equipe, começou a estudar os golfinhos da Shark Bay ainda no início dos anos 1980.
Uma das principais características observadas na pesquisa do americano indica que os golfinhos vivem em uma "sociedade aberta", em grupos com "um mosaico de comportamentos semelhantes", ao invés de simplesmente se organizarem em grupos de machos que guardam um território específico.
O fato de os golfinhos migrarem em "gangues", e frequentemente encontrarem rivais, mostra o elevado grau de inteligência destas espécies, já que, ao se depararem com outros grupos, precisam decidir como se portar.
Três tipos de alianças
Formação de grupos com diferentes níveis de interação social requer 'inteligência incrível'
Na região de Shark Bay, a solução encontrada pelos golfinhos foi a divisão em três diferentes tipos de alianças que os mantêm unidos.
A primeira se manifesta em duplas ou trios que trabalham juntos para capturar e manter fêmeas férteis. "Essas parcerias podem durar mais de um mês", diz Richard Connor.
No segundo tipo, os animais formam "equipes" de quatro a 14 machos que organizam ataques contra outros bandos para roubar suas fêmeas, ou para se defender de ataques rivais.
Já no terceiro tipo de aliança, os golfinhos mantêm "relações amigáveis" entre os grupos dominantes, unindo forças para formar "exércitos de golfinhos" e trabalhando juntos para resguardar suas fêmeas diante de potenciais ataques de grandes grupos rivais.
Evolução
Connor afirmou à BBC que um animal precisa ser "incrivelmente inteligente" para formar este tipo de sociedade em que grupos encontram outros grupos e devem decidir se os considerarão rivais ou aliados.
"A principal ideia para a evolução de cérebros realmente grandes é que o processo é guiado por relações sociais complexas", diz o pesquisador.
Além da decisão inicial de atacar ou se unir, os golfinhos de Shark Bay podem decidir até "mudar de lado", movendo-se de um grupo para outro ou retornando ao de origem.
De acordo com os cientistas que estudam estas espécies, somente os golfinhos de Shark Bay e os seres humanos conseguem produzir sociedades com estes níveis múltiplos de alianças entre machos.
Nichola Quick, da Unidade de Pesquisa de Mamíferos Marinhos da Universidade de St. Andrews, diz que compreender como os animais gerenciam suas redes de interação social é algo crucial para "realmente entender seu comportamento".
"Se, por exemplo, estivermos interessados nos impactos da atividade [humana] nos animais", afirmou, "só podemos realmente dizer se houve um impacto se soubermos o que os animais fazem 'normalmente'."
Na região de Shark Bay, a solução encontrada pelos golfinhos foi a divisão em três diferentes tipos de alianças que os mantêm unidos.
A primeira se manifesta em duplas ou trios que trabalham juntos para capturar e manter fêmeas férteis. "Essas parcerias podem durar mais de um mês", diz Richard Connor.
No segundo tipo, os animais formam "equipes" de quatro a 14 machos que organizam ataques contra outros bandos para roubar suas fêmeas, ou para se defender de ataques rivais.
Já no terceiro tipo de aliança, os golfinhos mantêm "relações amigáveis" entre os grupos dominantes, unindo forças para formar "exércitos de golfinhos" e trabalhando juntos para resguardar suas fêmeas diante de potenciais ataques de grandes grupos rivais.
Evolução
Connor afirmou à BBC que um animal precisa ser "incrivelmente inteligente" para formar este tipo de sociedade em que grupos encontram outros grupos e devem decidir se os considerarão rivais ou aliados.
"A principal ideia para a evolução de cérebros realmente grandes é que o processo é guiado por relações sociais complexas", diz o pesquisador.
Além da decisão inicial de atacar ou se unir, os golfinhos de Shark Bay podem decidir até "mudar de lado", movendo-se de um grupo para outro ou retornando ao de origem.
De acordo com os cientistas que estudam estas espécies, somente os golfinhos de Shark Bay e os seres humanos conseguem produzir sociedades com estes níveis múltiplos de alianças entre machos.
Nichola Quick, da Unidade de Pesquisa de Mamíferos Marinhos da Universidade de St. Andrews, diz que compreender como os animais gerenciam suas redes de interação social é algo crucial para "realmente entender seu comportamento".
"Se, por exemplo, estivermos interessados nos impactos da atividade [humana] nos animais", afirmou, "só podemos realmente dizer se houve um impacto se soubermos o que os animais fazem 'normalmente'."
quarta-feira, 28 de março de 2012
VIAGEM AO CENTRO DA TERRA
Reportagem da Euronews, em Português
James Cameron desce até o ponto mais profundo da Terra
A National Geographic divulgou imagens da expedição do diretor James Cameron a fossa das Marianas, o lugar mais profundo da crosta terrestre.
Cameron, 57, foi a primeira pessoa a viajar, sozinha, 11 quilômetros para dentro do oceano Pacífico para explorar a região.
A jornada no submarino Deepsea Challenger, desenhado pelo próprio Cameron, durou cerca de duas horas e meia.
De acordo com a National Geographic, ele permaneceu na depressão Challenger, o local mais fundo da fossa das Marianas, por 70 minutos.
O diretor dos filmes "Titanic" e "Avatar" descreveu a paisagem do local como "lunar" e "desolada".
"Meu sentimento foi de completo isolamento da humanidade, me senti como se em um dia eu tivesse ido para outro planeta e voltado."
Ele também descreveu os efeitos da enorme pressão dentro do submarino ao chegar ao fundo do oceano.
"A esfera em que eu estou realmente encolheu e a janela pela qual eu olho sofreu um empurrão para dentro, sob o peso de quase 8 toneladas por polegada quadrada.
Durante a expedição, Cameron recolheu amostras para pesquisas. As imagens produzidas serão usadas em um documentário em 3D.
(Da BBC)
James Cameron desce até o ponto mais profundo da Terra
A National Geographic divulgou imagens da expedição do diretor James Cameron a fossa das Marianas, o lugar mais profundo da crosta terrestre.
Cameron, 57, foi a primeira pessoa a viajar, sozinha, 11 quilômetros para dentro do oceano Pacífico para explorar a região.
A jornada no submarino Deepsea Challenger, desenhado pelo próprio Cameron, durou cerca de duas horas e meia.
De acordo com a National Geographic, ele permaneceu na depressão Challenger, o local mais fundo da fossa das Marianas, por 70 minutos.
O diretor dos filmes "Titanic" e "Avatar" descreveu a paisagem do local como "lunar" e "desolada".
"Meu sentimento foi de completo isolamento da humanidade, me senti como se em um dia eu tivesse ido para outro planeta e voltado."
Ele também descreveu os efeitos da enorme pressão dentro do submarino ao chegar ao fundo do oceano.
"A esfera em que eu estou realmente encolheu e a janela pela qual eu olho sofreu um empurrão para dentro, sob o peso de quase 8 toneladas por polegada quadrada.
Durante a expedição, Cameron recolheu amostras para pesquisas. As imagens produzidas serão usadas em um documentário em 3D.
(Da BBC)
terça-feira, 27 de março de 2012
ALERTA NO MAR
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| Foto Amnésio Krônico |
Defesa Civil está em alerta devido à previsão de temporal e mar agitado no Litoral catarinense.
Uma frente fria deve provocar rajadas de vento de até 70km/h e ondas de até 2,5 metros, por isso está desaconselhada a pesca e a navegação nesta terça-feira.
Há previsão de mar muito agitado a partir da tarde de terça-feira , com ondas de 2 a 2.5 metros na costa catarinense, devido ao vento sul com rajadas de 50 a 70 km/h. Por isso, as atividades de pesca e navegações são desaconselháveis.
No caso de ventos fortes ou tempestades, a Defesa Civil orienta as pessoas a procurar abrigo em locais seguros e não transitar em locais abertos, próximo a árvores, placas ou objetos que possam ser arremessados.
Uma frente fria deve provocar rajadas de vento de até 70km/h e ondas de até 2,5 metros, por isso está desaconselhada a pesca e a navegação nesta terça-feira.
Há previsão de mar muito agitado a partir da tarde de terça-feira , com ondas de 2 a 2.5 metros na costa catarinense, devido ao vento sul com rajadas de 50 a 70 km/h. Por isso, as atividades de pesca e navegações são desaconselháveis.
No caso de ventos fortes ou tempestades, a Defesa Civil orienta as pessoas a procurar abrigo em locais seguros e não transitar em locais abertos, próximo a árvores, placas ou objetos que possam ser arremessados.
segunda-feira, 26 de março de 2012
NAVEGANTES
ONDA GIGANTE
O brasileiro Joca Signorini passou momentos de tensão na quinta perna da Volvo Ocean Race. O barco da sua equipe, a Telefónica, sentiu a força do Oceano Antártico neste domingo, quando duas ondas gigantes e ventos com mais de 70km/h atingiram o barco no caminho até o Cabo Horn.
As imagens foram realizadas pela câmera instalada na popa da embarcação e mostram que todos que estavam no convés — incluindo o timoneiro – foram arremessados duas vezes devido à força das ondas, que chegavam a atingir uma altura de 10 metros.
O brasileiro Joca Signorini passou momentos de tensão na quinta perna da Volvo Ocean Race. O barco da sua equipe, a Telefónica, sentiu a força do Oceano Antártico neste domingo, quando duas ondas gigantes e ventos com mais de 70km/h atingiram o barco no caminho até o Cabo Horn.
As imagens foram realizadas pela câmera instalada na popa da embarcação e mostram que todos que estavam no convés — incluindo o timoneiro – foram arremessados duas vezes devido à força das ondas, que chegavam a atingir uma altura de 10 metros.
ACORDES DA ILHA
Clipe de "Você Já Foi à Floripa?", do cantor e compositor Rodrigo Piva, incluída no seu novo CD, "Na Garganta do Artista". Imagens do fotógrafo Betho Costa.
sábado, 24 de março de 2012
LULARADA
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| Foto Andrea Ramos |
Só dá lula no Pântano do Sul e na Praia da Armação. Com a entrada do vento Sul e o aquecimento das águas nos últimos dois dias, praticamente todas as embarcações das praias estão no mar dia e noite, aproveitando os últimos cardumes desta temporada. Pequenas bateiras chegaram a capturar, em apenas uma noite, mais de 200 quilos. Com isso, o preço despencou: vendidas no verão a 8/10 reais o quilo, pode-se comprar hoje, diretamente dos pescadores na praia, a 3,50/4 reais o quilo da lula suja.
sexta-feira, 23 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Navegando com o sol
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| Foto Júlio Cavalheiro |
Sem poluir e nem emitir gases que provocam o efeito estufa. Assim deslizam sobre o mar de Florianópolis os barcos movidos à energia solar, que competem no Desafio Solar Brasil. A primeira etapa da disputa começou neste domingo com volta de apresentação, e termina sábado. A segunda fase será realizada em outubro, em Paraty, no Rio de Janeiro.
São 10 equipes competindo – nove formadas por estudantes universitários e uma por alunos de cursos técnicos. O Estado está representado por quatro equipes. Duas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), uma do Estado de Santa Catarina (Udesc) e outra do Vale do Itajaí (Univali). As demais são fluminenses. Elas constroem embarcações com placas fotovoltaicas que captam o calor do sol e repassam a energia para uma bateria. Essa bateria alimenta um motor elétrico. Para esta disputa, são duas categorias: monocasco e catamarã, que têm dois cascos. A ideia é mostrar que energia limpa funciona e pode ser usada por embarcações comerciais.
Cada dia, as equipes terão uma prova para cumprir. A saída é sempre feita do Parque de Coqueiros. Vencerá o grupo que cumprir as provas em menor tempo. Os barcos devem atingir no mínimo 8 quilômetros por hora. Geralmente, eles alcançam até 21 quilômetros por hora.
– Isso porque os barcos são pequenos e não aguentam mais placas. Se usarmos mais placas e mais baterias é possível alcançar velocidade de lanchas – conta o estudante da Federal do Rio de Janeiro, Victor Campos.
A competição é feita no Brasil desde 2009. Em Florianópolis, é o segundo ano. A disputa foi trazida da Holanda, que sedia o evento mundial.
(Júlio Antunes Lorenço - DIÁRIO CATARINENSE)
São 10 equipes competindo – nove formadas por estudantes universitários e uma por alunos de cursos técnicos. O Estado está representado por quatro equipes. Duas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), uma do Estado de Santa Catarina (Udesc) e outra do Vale do Itajaí (Univali). As demais são fluminenses. Elas constroem embarcações com placas fotovoltaicas que captam o calor do sol e repassam a energia para uma bateria. Essa bateria alimenta um motor elétrico. Para esta disputa, são duas categorias: monocasco e catamarã, que têm dois cascos. A ideia é mostrar que energia limpa funciona e pode ser usada por embarcações comerciais.
Cada dia, as equipes terão uma prova para cumprir. A saída é sempre feita do Parque de Coqueiros. Vencerá o grupo que cumprir as provas em menor tempo. Os barcos devem atingir no mínimo 8 quilômetros por hora. Geralmente, eles alcançam até 21 quilômetros por hora.
– Isso porque os barcos são pequenos e não aguentam mais placas. Se usarmos mais placas e mais baterias é possível alcançar velocidade de lanchas – conta o estudante da Federal do Rio de Janeiro, Victor Campos.
A competição é feita no Brasil desde 2009. Em Florianópolis, é o segundo ano. A disputa foi trazida da Holanda, que sedia o evento mundial.
(Júlio Antunes Lorenço - DIÁRIO CATARINENSE)
segunda-feira, 19 de março de 2012
Obsessão do mar oceano
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| Foto Nakura D'àlem |
Vou andando feliz pelas ruas sem nome...
Que vento bom sopra do Mar Oceano!
Meu amor eu nem sei como se chama,
Nem sei se é muito longe o Mar Oceano...
Mas há vasos cobertos de conchinhas
Sobre as mesas... e moças na janelas
Com brincos e pulseiras de coral...
Búzios calçando portas... caravelas
Sonhando imóveis sobre velhos pianos...
Nisto,
Na vitrina do bric o teu sorriso, Antínous,
E eu me lembrei do pobre imperador Adriano,
De su'alma perdida e vaga na neblina...
Mas como sopra o vento sobre o Mar Oceano!
Se eu morresse amanhã, só deixaria, só,
Uma caixa de música
Uma bússola
Um mapa figurado
Uns poemas cheios de beleza única
De estarem inconclusos...
Mas como sopra o vento nestas ruas de outono!
E eu nem sei, eu nem sei como te chamas...
Mas nos encontramos sobre o Mar Oceano,
Quando eu também já não tiver mais nome.
Que vento bom sopra do Mar Oceano!
Meu amor eu nem sei como se chama,
Nem sei se é muito longe o Mar Oceano...
Mas há vasos cobertos de conchinhas
Sobre as mesas... e moças na janelas
Com brincos e pulseiras de coral...
Búzios calçando portas... caravelas
Sonhando imóveis sobre velhos pianos...
Nisto,
Na vitrina do bric o teu sorriso, Antínous,
E eu me lembrei do pobre imperador Adriano,
De su'alma perdida e vaga na neblina...
Mas como sopra o vento sobre o Mar Oceano!
Se eu morresse amanhã, só deixaria, só,
Uma caixa de música
Uma bússola
Um mapa figurado
Uns poemas cheios de beleza única
De estarem inconclusos...
Mas como sopra o vento nestas ruas de outono!
E eu nem sei, eu nem sei como te chamas...
Mas nos encontramos sobre o Mar Oceano,
Quando eu também já não tiver mais nome.
(Mário Quintana, em "O Aprendiz de Feiticeiro")
sexta-feira, 16 de março de 2012
PROFISSIONAL DE VERÃO
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| Foto Divulgação |
Percorrer as mais lindas praias do Brasil durante 23 dias, com tudo pago, e ainda ganhar por isso. Esse sonho será realizado pelo publicitário de Curitiba Marcel Bely, de 23 anos, que disputou na quinta-feira, com outros 49 candidatos, a vaga de "profissional do verão", tendo como contratante uma marca de chicletes. Com uma remuneração de R$ 10 mil pelo período de trabalho, o selecionado vai encarar o segundo melhor emprego do mundo. Só perde mesmo para o do britânico Ben Southall, que em 2009, aos 34 anos, foi escolhido no concurso para o "melhor emprego do mundo": trabalhar como zelador da paradisíaca Ilha de Hamilton, situada na Grande Barreira de Corais australiana. O salário, na época, foi de R$ 235 mil para passar seis meses na ilha.
No Rio, 50 participantes pré-selecionados por meio de um teste on-line fizeram na quinta-feira uma prova, devidamente ambientada: os organizadores colocaram cadeiras escolares e guarda-sóis na Praia de Copacabana.
A missão do "profissional do verão" é mapear as praias brasileiras e indicar as melhores a serem frequentadas durante a próxima estação.
O "profissional do verão" passará por importantes pontos do litoral brasileiro. Em sua cansativa jornada de trabalho, ele visitará também praias do Rio, como Copacabana, Ipanema, Barra da Tijuca e Búzios. Por ironia, o selecionado vem de uma cidade que não é banhada pelo mar.
— Peguei o ônibus ontem (quarta-feira) e cheguei em cima da hora aqui no Rio. Poder conhecer pessoas de diferentes lugares, praias sensacionais do Brasil e gerar conteúdo para redes sociais é o emprego dos sonhos — disse Bely.
Após uma prova teórica e dinâmicas de grupo, Marcel foi um dos dez finalistas escolhidos para as entrevistas individuais.
— Sou muito espontâneo e verdadeiro. Acho que venci porque mostrei como eu realmente sou — acrescentou o publicitário,
Depois de trabalhar muito no Rio, ele vai seguir para o Nordeste, onde buscará dicas de diversão na Bahia, passando pelas praias da capital. De lá, seguirá para Pernambuco, onde verá o que o litoral de Recife tem de bom, e para Fernando de Noronha.
Sem direito a folga, Marcel se deslocará em seguida para o Sul, onde vai percorrer praias do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Em São Paulo, visitará a Praia de Maresias. Mas, antes disso, os fãs da marca de chicletes que contratou Marcel Bely poderão escolher, por meio de votação num site, um destino especial para o "profissional do verão", entre três opções: Socorro, Avaré e Brotas. O dia a dia de trabalho dele e suas descobertas serão relatados nas redes sociais.
Tomara que Marcel Bely tenha mais sorte que o britânico Ben Southall. Durante a estada na Ilha de Hamilton, ele correu risco de vida ao ser picado por uma água-viva dotada de um veneno que poderia ser letal. Para aumentar a sua sorte, foi só um susto.
( De O Globo - 16/3/12 - Veja mais no www.oglobo.globo.com )
No Rio, 50 participantes pré-selecionados por meio de um teste on-line fizeram na quinta-feira uma prova, devidamente ambientada: os organizadores colocaram cadeiras escolares e guarda-sóis na Praia de Copacabana.
A missão do "profissional do verão" é mapear as praias brasileiras e indicar as melhores a serem frequentadas durante a próxima estação.
O "profissional do verão" passará por importantes pontos do litoral brasileiro. Em sua cansativa jornada de trabalho, ele visitará também praias do Rio, como Copacabana, Ipanema, Barra da Tijuca e Búzios. Por ironia, o selecionado vem de uma cidade que não é banhada pelo mar.
— Peguei o ônibus ontem (quarta-feira) e cheguei em cima da hora aqui no Rio. Poder conhecer pessoas de diferentes lugares, praias sensacionais do Brasil e gerar conteúdo para redes sociais é o emprego dos sonhos — disse Bely.
Após uma prova teórica e dinâmicas de grupo, Marcel foi um dos dez finalistas escolhidos para as entrevistas individuais.
— Sou muito espontâneo e verdadeiro. Acho que venci porque mostrei como eu realmente sou — acrescentou o publicitário,
Depois de trabalhar muito no Rio, ele vai seguir para o Nordeste, onde buscará dicas de diversão na Bahia, passando pelas praias da capital. De lá, seguirá para Pernambuco, onde verá o que o litoral de Recife tem de bom, e para Fernando de Noronha.
Sem direito a folga, Marcel se deslocará em seguida para o Sul, onde vai percorrer praias do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Em São Paulo, visitará a Praia de Maresias. Mas, antes disso, os fãs da marca de chicletes que contratou Marcel Bely poderão escolher, por meio de votação num site, um destino especial para o "profissional do verão", entre três opções: Socorro, Avaré e Brotas. O dia a dia de trabalho dele e suas descobertas serão relatados nas redes sociais.
Tomara que Marcel Bely tenha mais sorte que o britânico Ben Southall. Durante a estada na Ilha de Hamilton, ele correu risco de vida ao ser picado por uma água-viva dotada de um veneno que poderia ser letal. Para aumentar a sua sorte, foi só um susto.
( De O Globo - 16/3/12 - Veja mais no www.oglobo.globo.com )
quinta-feira, 15 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
HOJE
Hoje, no Café da Côrte (Centro Histórico de São José, nº 3.107), às 21 hs, Cláudia Barbosa (voz), Denise de Castro (voz e piano), Sílvia Beraldo (flauta e sax) e Carol MIranda (bateria e percussão) interpretando músicas de grandes compositoras brasileiras.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Novo ministro da pesca
'Não sei nem colocar minhoca no anzol'
O novo ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella (PSB-RJ), afirmou nesta quinta-feira, em entrevista à rádio Estadão/ESPN, que tem muito a aprender sobre os assuntos ligados à pasta, que será assumida por ele oficialmente na sexta-feira, em substituição ao petista Luiz Sérgio Oliveira. "Eu vou dizer uma coisa muito humildemente: eu não sei nem colocar uma minhoca no anzol", disse Crivella.
O novo ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella (PSB-RJ), afirmou nesta quinta-feira, em entrevista à rádio Estadão/ESPN, que tem muito a aprender sobre os assuntos ligados à pasta, que será assumida por ele oficialmente na sexta-feira, em substituição ao petista Luiz Sérgio Oliveira. "Eu vou dizer uma coisa muito humildemente: eu não sei nem colocar uma minhoca no anzol", disse Crivella.
O engenheiro civil e ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus acrescentou que o cargo será um aprendizado, mas que ele possui "o espírito público". Crivella é considerado como uma aposta para ajudar a candidatura de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo, apesar da negativa da presidenta Dilma Rousseff em querer se envolver na disputa eleitoral este ano.
Partido do falecido ex-vice-presidente José Alencar, o PRB é um braço político da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que, além dos milhares de fiéis, controla a TV Record. A presença dos evangélicos no palanque de Haddad ajuda blindá-lo na faixa de eleitorado mais conservador, na qual o PT encontra dificuldades
Partido do falecido ex-vice-presidente José Alencar, o PRB é um braço político da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que, além dos milhares de fiéis, controla a TV Record. A presença dos evangélicos no palanque de Haddad ajuda blindá-lo na faixa de eleitorado mais conservador, na qual o PT encontra dificuldades

































