quinta-feira, 31 de agosto de 2017

APENAS O MAR

Tarrafiado do blog do Solda - www.cartunistasolda.com.br


VOCÊS VERÃO!

Foto Felipe Carneiro / Agencia RBS

Setembro deve ser de calor e tempo seco em Santa Catarina

Por

Meteorologistas de todo o Estado se reuniram na tarde da última terça-feira para realizar o Fórum Climático, um encontro para discutir a previsão do tempo dos próximos três meses. A tendência é que a primavera, que começa às 17h02min do dia 22 de setembro, tenha tempo seco e temperaturas altas em Santa Catarina.

A primeira quinzena do mês de setembro deve ter chuva abaixo da média, com risco de queimadas frequentes. Já em outubro e novembro, há previsão de chuva mais frequente, com volumes mais próximos ao esperado para esta época do ano. Os meteorologistas também destacam que durante a primavera há um aumento na incidência de temporais com granizo e ventania no Estado. 

No início de setembro ainda há chance de massas de ar frio sobre Santa Catarina, com formação de geada fraca nos pontos mais altos da Serra. No decorrer da primavera, o frio diminui gradativamente e a partir de outubro já se espera períodos mais quentes.


Participam do Fórum Climático meteorologistas da Epagri/Ciram, órgão estadual de monitoramento do tempo e do clima, NSC Comunicação, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), AlertaBlu e AGF Anti-Granizo Fraiburgo.

Histórico da estação no Estado

Os meses de setembro e outubro marcam a transição entre o inverno e o verão, dando início as chuvas de primavera. Em boa parte dos municípios catarinenses, a maior precipitação do trimestre costuma ocorrer em outubro, com acumulados de 210 a 280 mm no Oeste e Meio-Oeste, e de 140 a 180 mm do Planalto ao Litoral. Em novembro, o volume de chuva diminui, com valores de 130 a 180 mm em média, no estado. 

Nessa época também ocorre a formação e deslocamento de ciclones extratropicais no litoral Sul do Brasil, o que resulta em perigo para a navegação e pesca em embarcações de pequeno e médio porte, por conta dos ventos fortes e ao mar agitado, muitas vezes resultando em ressaca.

(Do http://dc.clicrbs.com.br/)

OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Fernando Alexandre


A FÉ TRAZ O PEIXE

 
Enquanto a rede seca ao sol nas "Campanha"...
...a fé traz o peixe - Fotos Andrea Ramos 

Uma Loa ao mar da Armação do Pântano do Sul e Matadeiro

CULTIVANDO OSTRAS NATIVAS


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

VIROU O VENTO...

Foto Fernando Alexandre
E o velho vento vagabundo já lambe águas e areias do Pântano do Sul!

TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre

Capitão Aldemir, Chiquinho e Fabrício - três gerações no remo e no espinhel nesta terça de quase verão no Pântano do Sul!


VISITANTE DE ONTEM



No costão do Pântano do Sul
Descansando..,

OUVINDO BALEIAS

Foto Divulgação
Equipe monitora sons e comportamento das baleias-francas em Santa Catarina
Medições já foram feitas na enseada das praias da Ribanceira, em Imbituba, e na enseada da praia da Gamboa

O som emitido pelas baleias-francas e que pode ser ouvido a milhares de quilômetros em águas costeiras e oceânicas está sendo monitorado em Santa Catarina. O objetivo é estudar a associação entre os sons e o comportamento das baleias francas no Litoral catarinense. Para o trabalho, uma equipe de cinco pessoas começou a monitorar, na semana passada, a vocalização dos animais. 

A equipe é composta por biólogos do Projeto Baleia Franca, do Centro de Mamíferos Aquáticos/ICMbio, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e voluntários. Conforme a diretora do projeto Baleia Franca, Karina Groch, os registros serão feitos até o final da temporada reprodutiva das baleias, o que nos últimos anos ocorreu na metade de novembro.  

As medições dos sons com os chamados hidrofones — que são microfones embaixo d'água — são feitas na enseada das praias da Ribanceira, em Imbituba, e na enseada da praia da Gamboa. 

— Nós já fizemos gravações e já conseguimos ouvir os sons, saber que existe comunicação entre mãe e filhote, por exemplo — conta Karina. 

As medições são complementares a um projeto de 2011, que analisou as modificações no comportamento vocal das baleias frente ao ruído. Os dados serão analisados por uma aluna da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que faz um mestrado na área, segundo Karina. 

Os resultados do estudo poderão ser aplicados em sistemas capazes de detectar a presença de baleias, estimar o número e determinar a distribuição dos indivíduos baseando-se unicamente nos sons emitidos pelos animais, aumentando assim a eficiência do monitoramento da população de baleias-francas em Santa Catarina. 

(Do Hora de Santa Catarina - www.clicrbs.com.br)

Foto Edmundo Brandão

Cesteiro que faz um cesto,
faz um cento.
Se tem verga e tempo...
(Dito popular)

E O ATUM, É NOSSO?

A matéria da Folha é de 2012, mas a situação mudou muito pouco!

MAR DE PESCADOR

O navio transportava 300 toneladas de pescado - Ministério do Meio Ambiente do Equador/AFP

Tripulação de barco chinês retido em Galápagos é condenada à prisão

AFP

A Justiça do Equador condenou a até quatro anos de prisão e a uma multa milionária, neste domingo (27), os 20 tripulantes de um navio cargueiro chinês capturado na reserva marinha de Galápagos.

Retido em 13 de agosto dentro do arquipélago, o navio “Fu Yuan Yu Leng 999” levava 300 toneladas de pescado, incluindo 6.623 tubarões – alguns deles, espécies ameaçadas.

No terceiro e último dia do julgamento, a Justiça equatoriana aplicou a pena máxima para o capitão do barco, sentenciado a quatro anos de reclusão como autor de um crime ambiental com agravante. Seus três ajudantes foram condenados a três anos de prisão, e o restante da tripulação, a um ano.

“Depois da indignação enorme que sentimos, isso definitivamente ressarce, em grande parte, o dano causado, porque se estabelece um precedente histórico”, disse à AFP o diretor do Parque Nacional Galápagos (PNG), Walter Bustos, após saber da sentença.

Ainda cabe recurso, porém.

A Justiça também condenou os tripulantes a pagarem 5,9 milhões de dólares em indenização ao PNG.

“Derrotou-se nesta instância uma transnacional que vinha destruindo oceanos por todo Pacífico”, celebrou Bustos.

O montante estabelecido, acrescentou, “permite ressarcir em alguma coisa os danos causados” a essa reserva marinha de 138.000 quilômetros quadrados, considerada um santuário de tubarões.

– ‘Um grande passo’ –

De acordo com o PNG, o navio chinês recebeu a carga de pesca “de dois navios taiwaneses” entre 5 e 7 de agosto, “a mais de mil quilômetros ao noroeste de Galápagos” em águas internacionais. A embarcação pretendia atravessar a reserva rumo ao Peru e, depois, retornar para a China.

Entre os tubarões que transportava, havia espécies vulneráveis como tubarões-martelo, tubarões-raposa-olhudo e tubarões Raposa do Índico.

O ministro do Meio Ambiente do Equador, Tarcisio Granizo, celebrou a decisão da Justiça com uma mensagem no Twitter: “Zero tolerância a crimes ambientais!”. Segundo ele, o barco ficará a serviço do Parque.

A chanceler María Fernanda Espinosa classificou a decisão do tribunal de Galápagos como um “grande passo”.

“É nosso firme compromisso lutar pela preservação e pela soberania em nossos mares”, ressaltou.

O julgamento contra a tripulação desse navio de bandeira chinesa começou na sexta-feira por crimes contra a flora e a fauna silvestres e contra o tráfico de espécies.

O processo foi realizado em meio a protestos dos habitantes de Galápagos contra a pesca de espécies protegidas e contra a presença de uma frota de 300 embarcações pesqueiras chinesas em águas internacionais perto do arquipélago, mas que ameaça sua sensível reserva marinha.

As ilhas são Patrimônio Natural da Humanidade e ficam a 1.000 quilômetros da costa equatoriana. Com cerca de 27.000 habitantes, fazem parte de um dos mais frágeis ecossistemas do planeta.

Galápagos leva o nome das gigantes tartarugas que a habitam e serviu de laboratório para o naturalista inglês Charles Darwin no desenvolvimento da teoria sobre a evolução das espécies.

(Da http://istoe.com.br/)

terça-feira, 29 de agosto de 2017

ONDE O SOL NASCE PRIMEIRO...

Amanhecer do Paulo Goeth , Morro das Pedras!


OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Fernando Alexandre


Pesquisando já há um bom tempo sobre a Ilha Anchieta, encontrei alguns depoimentos interessantes sobre a Ilha, levantados junto aos pescador...
CANOADEPAU.BLOGSPOT.COM

FERROS & FARPAS

Foto Fernando Alexandre

O NAVIO DE GARIBALDI

O "Seival" no porto de Laguna, no começo do século XX, quando viajava como iate comercial, sob o nome de "Garrafão. Comentário do Professor W.L. Rau, foto dos arquivos de Dalmo Mendes Faísca. 

Seival foi um lanchão utilizado por Giuseppe Garibaldi na Tomada de Laguna, que culminou com a proclamação da República Juliana, durante a Guerra dos Farrapos. O nome é alusão à vitória na Batalha do Seival, em data anterior à fabricação do barco.

A embarcação foi conduzida por terra, sobre rodas e puxada por juntas de bois, e por água, aproveitando o sistema lacustre costeiro dos estados do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina.

Os lanchões foram construídos para a tomada da cidade de Laguna, que constituía um porto marítimo necessário, pela impossibilidade técnica da conquista do porto de Rio Grande, fortemente defendido pelos imperiais.

A 14 de julho de 1839 os lanchões rumaram a Laguna, sob o comando geral de David Canabarro. O Seival era comandado pelo americano John Griggs, conhecido como "João Grandão", e o Farroupilha II por Giuseppe Garibaldi. Na costa de Santa Catarina, próximo ao rio Araranguá, uma tempestade pôs a pique o Farroupilha, salvando-se uns poucos farrapos, entre eles o próprio Garibaldi.

Finalmente atacam por terra, com as forças de Davi Canabarro, e por água. O Seival entra em Laguna através da Lagoa de Garopaba do Sul, atravessou a Barra do Camacho, na atual cidade de Jaguaruna, passando pelo rio Tubarão e atacando Laguna por trás, surpreendendo os imperiais, que esperavam um ataque de Garibaldi pela barra de Laguna e não pela lagoa. Garibaldi, com o Seival, toma Laguna a 22 de julho de 1839. A 29 deste mês proclamou-se a República Juliana, já que não havia contiguidade territorial com a República Rio-Grandense, para a preservação do porto em mãos republicanas.

( http://pt.wikipedia.org/wiki/Seival)

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

NA PRAIA...


Federico Garcia Lorca e Salvador Dali
"O palhaço não sou eu, mas sim esta sociedade monstruosamente cínica e tão ingenuamente inconsciente que joga o jogo da seriedade para melhor esconder a loucura."
(Salvador Dali)

*Salvador Domingo Felipe Jacinto Dali i Domènech, 1º Marquês de Dalí de Púbol (Figueres, Catalunha, 11 de Maio de 1904 — Figueres, 23 de Janeiro de 1989

domingo, 27 de agosto de 2017

AS BALEIAS E A CAÇA, HOJE!



Duas vezes por ano, na primavera e no verão, navios do Japão, Noruega e Islândia se lançam ao mar para uma das mais agressivas e violentas atividades comerciais do planeta: a caça às baleias. Uma convenção internacional proíbe esse tipo de pesca, mas os três países ignoram a proibição. O Japão alega que a captura se destina a pesquisas científicas, mas há muito tempo se sabe que a carne de baleia é vendida abertamente em supermercados do país. Já a Noruega e Islândia nem tentam disfarçar. O objetivo é comercial mesmo. No momento em que se aproxima uma nova temporada de caça, ambientalistas de todo o mundo alertam para o risco de extinção de várias espécies.

MAREGRAFIAS

LIMO II - Foto Fernando Alexandre

DANDO NOME...

Fotos em crédito
Saveiro de vela de Iça - Portugal

sábado, 26 de agosto de 2017

NENHUMA TERRA...


Foto Andrea Ramos
NENHUMA TERRA AINDA

Mar demorado, como é fugaz,
De aguidéia a aguidéia
Tão rápida em sentir surpresa e vergonha.
Onde momentos não são tempo
Mas tempo são momentos.
Tanto nem sim nem não,
Tanto único amor, ter o amanhã
Por um fracasso inevitável de agora e já.


Deitados na água barcos e homens fortes,

Mestres em fraqueza, partem para algum lugar:

O mais poderoso dorminhoco em sua cama
É incapaz de conhecer lugares nobres assim.
Então a fé embarcou na terra do marinheiro
Em busca de absurdos em nome do céu –
Descobrimento, uma fonte sem fonte,
Lenda de neblina e paciência perdida.
O corpo nadando em si mesmo
É o querido da dissolução.
Com gotejante boca diz uma verdade
Que não pode mentir, em palavras ainda não nascidas
Da primeira imortalidade,
Onissábia impermanência.
E o olho empoeirado cujas agudezas
Tornam-se aguadas na mente
Onde ondas de probabilidade
Escrevem a visão com letra de maré
Que só o tempo pode ler.
E a terra seca ainda não,
Salvação e solidão absolutas –
Ostentando sua constância
Como uma ilha sem água ao redor
Numa água sem terra alguma.


(Laura Riding, tradução de Rodrigo Garcia Lopes, em "Mindscaps", Editora Iluminuras/ 2005)

D'ALÉM MAR II

Fragmento de documentário de Adriano Nazareth, realizado em 1959, originalmente com 14 minutos, para a RTP, na praia de Mira, Portugal.

MAR DE BALEIAS

O fotógrafo inglês Christopher Swann há 25 anos passa mais tempo no mar do que em casa com um objetivo: fazer as melhores imagens de baleias e golfinhos.
Foto Latrodectus scelio
"Quem não tem manha, morre no mar como a aranha"

(Dito Popular praieiro)

SEXO NO MAR - HOMOFILIA?



Golfinho ataca mergulhadores
O nome dado pelos nativos das Ilhas Cayman: Stinky. É um golfinho solitário que costuma frequentar as águas cristalinas do arquipélago caribenho.
Stinky se tornou um golfinho "tarado". Como não tem fêmeas para cortejar, ele passou a atacar sexualmente humanos, como este mergulhador do vídeo acima.
Alguns moradores acreditam que Stinky tenha sido expulso do seu grupo por ter comportamento sexual mais agressivo.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O ALBATROZ



Às vezes, por prazer, os homens da equipagem
Pegam um albatroz, imensa ave dos mares,
Que acompanha, indolente parceiro de viagem,
O navio a singrar por glaucos patamares.
.
Tão logo o estendem sobre as tábuas do convés;
O monarca do azul, canhestro e envergonhado,
Deixa pender, qual par de remos junto aos pés,
As asas em que fulge um branco imaculado.
.
Antes tão belo, como é feio na desgraça
Esse viajante agora flácido e acanhado!
Um, com cachimbo, lhe enche o bico de fumaça,
Outro, a coxear, imita o enfermo outrora alado! 
.
O Poeta se compara ao príncipe da altura
Que enfrenta os vendavais e ri da seta no ar;
Exilado ao chão, em meio à turba obscura,
As asas de gigante impedem-no de andar.

(Charles Baudelaire-Paris, 9 de Abril de 1821 — Paris, 31 de Agosto de 1867)

Os albatrozes são famosos pelo seu poder de voo, tendo uma habilidade particular em deslizar muito perto da água, sem tocar as ondas.Usam uma técnica chamada "planador dinâmico", utilizando diferentes velocidades do vento que ocorrem em diferentes altitudes. As diferentes velocidades do vento possibilitam aos albatrozes ganhar altura quando planam e enquanto manobram ou descem em direção à água, perdendo altitude eles ganham velocidade.

MAR DE BALEIAS

Após 24 horas encalhada na Praia Rasa, em Búzios, baleia Jubarte consegue se soltar, e grupo que ajudou a devolvê-la ao mar comemora - Pablo Jacob / Agência O Globo

Baleia Jubarte que estava encalhada em Búzios é devolvida ao mar
Segundo Instituto Baleia Jubarte, este ano já ocorrem nove encalhes na costa do Rio de Janeiro

POR PABLO JACOB / SIMONE CANDIDA / MARTA SZPACENKOPF

RIO — Após quase 24 horas, a baleia jubarte que estava encalhada na areia da Praia Rasa, em Búzios, conseguiu voltar ao mar. O animal, que pesa cerca de 28 toneladas, retornou para a água, mas biólogos alertam que ela ainda corre o risco de encalhar na arrebentação, pois a praia possui vários bancos de areia.



A jubarte encalhou por volta das 16h da quarta-feira. Biólogos, veterinários, técnicos ambientais e agentes da secretaria municipal de meio ambiente precisaram correr contra o tempo para tentar salvar a vida dela. Foram usados dois barcos e uma lancha, além da força dos moradores e curiosos, que ajudaram a rebocar o animal com um cabo. Antes de deixar a areia, as equipes estavam providenciando um analgésico para tentar amenizar o sofrimento do animal.


Desde o início da manhã, cerca de 200 pessoas, entre elas muitas crianças, estavam se aglomerando, jogando água sobre a baleia. Duas retroescavadeiras foram usadas para abrir uma vala em volta do animal.

— Temos uma rede de ONGs e especialistas que atuam no resgate destes animais na costa brasileira. Sei que as pessoas querem ajudar e, inicialmente, um grupo chegou a tentar a empurrar a baleia de volta para a água. Isso não é recomendável, porque a baleia tem 13 metros e pesa cerca de 28 toneladas. Se ela bate com a cauda em alguma pessoa ou tomba em cima de alguém, é morte na certa — disse o biólogo Joel Braga, da consultoria Scitech, consultoria responsável pelo Projeto de Monitoramento de Praia da Petrobras.

O filhote de baleia jubarte encalhou em Búzios
Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Após 24 horas encalhada na praia Rasa em Buzios a baleia Jubarte consegue se soltar Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Voluntária acaricia baleia após molhá-la Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Voluntário joga água do mar sobre a baleia Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Cerca de 200 pessoas, entre elas muitas crianças, tentaram salvar o filhoteFoto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Após a mobilização dos moradores, duas retroescavadeiras privadas foram levadas até a praia para auxiliar no resgateFoto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Moradores de Búzios se mobilizam para tentar salvar o animalFoto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Inicialmente, os banhistas chegaram a acreditar que se tratava de um filhote de baleira jubarte. Mas especialistas do Instituto Baleia Jubarte analisaram fotos do animal e constataram, pelo tamanho, que é uma baleia jovem.

Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra o exato momento em que o filhote encalhou, na altura do canal da Marina, na Praia Rasa.O ciclista Felipe de França Silva, de 30 anos, estava fazendo um treino próximo ao local em que a baleia está encalhada, viu o burburinho e decidiu se aproximar.

Segundo o Instituto Baleia Jubarte (IBJ), entre os programas desenvolvidos pelo Projeto Baleia Jubarte, o que realiza o resgate de cetáceos encontrados vivos ou mortos ao longo da costa é “um dos que exige mais esforço e determinação da equipe técnica”. De acordo médico-veterinária do IBJ Adriana Colosio este ano, já foram registrados encalhes de 62 jubartes na costa brasileira.

— É comum essa época do ano encalhar jubarte por causa do período de migração para sua reprodução na costa brasileira. Esse período inicia em julho e termina em novembro. Sobre os encalhes no litoral do RJ também é comum acontecer. Até hoje temos 9 ocorrência no litoral do Rio de Janeiro — conta.
Ainda não é possível explicar o porquê de a baleia ter encalhado na Praia Rasa, mas, segundo o médico-veterinário do IBJ Hernani Ramos, não está descartada a hipótese de o animal estar doente.
— Existem várias causa para o encalhe de animais vivos: os mais idosos podem estar morrendo, por exemplo; já os filhotes podem se perder da mãe. Há, ainda, casos de baleias que sofrem colisão com uma embarcação e, feridas, ficam desorientadas e, e situações em que o animal vai parar na areia porque está com alguma enfermidade. Não sabemos ainda o que aconteceu com a que está encalhada em Búzios — disse ele, que, assim como outros especialistas do IBJ, está monitorando o caso pelo telefone.

Morador de Búzios, o técnico de meio ambiente Leonardo Sandre, de 41 anos, conta que foi chamado por banhistas na tarde de quarta-feira para ajudar no salvamento da baleia.

— Eu e um grupo de cerca de 30 pessoas ficamos de 16h até 21h molhando a baleia, mas a maré baixou e não tínhamos mais o que fazer. Voltamos para lá umas 2h30 da madrugada, quando a maré voltou a subir e empurramos a baleia por uns dez metros. Mas não deu mais. No grupo tinha de trabalhadores a funcionários da prefeitura, todo mundo mobilizado. De manhã, começou a chegar reforço — conta ele.

(Do https://oglobo.globo.com/)


MAR DE KATSUSHIKA HOKUSAI

Katsushika Hokusai (1760–1849)

O INCRÍVEL "GPS" DAS BALEIAS

Foto Semdesvio Narota
Nadar em linha quase perfeitamente reta numa distância semelhante à que separa São Paulo do Recife, atravessando furacões e correntes?
As jubartes conseguem. Só não se sabe muito bem como. As distâncias imensas que esses mamíferos marinhos costumam atravessar já eram conhecidas, mas uma nova pesquisa é a primeira a mostrar que a precisão da rota das baleias beira o miraculoso.
 Na maioria dos casos estudados (16 jubartes acompanhadas por satélite entre 2003 e 2010), os bichos desviavam do trajeto menos de 1 grau (se o desvio fosse de 90 graus, elas passariam a se deslocar na perpendicular do seu caminho original).
GPS MODERNO
"Seja qual for o mecanismo usado pelas baleias, ele é extremamente preciso. Talvez tão preciso quanto os mais modernos sistemas de GPS usados pelo homem para navegar", resume Alexandre Zerbini, biólogo brasileiro que trabalha no Noaa (Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA).
Zerbini assina o novo estudo na revista científica "Biology Letters", ao lado de colegas americanos e de Artur Andriolo, da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). Algumas das baleias acompanhadas pela equipe também podem ser consideradas brasileiras, já que passam o inverno do hemisfério Sul na costa do Brasil, deslocando-se rumo à Antártida no verão.
Outros animais foram acompanhados a partir da Nova Caledônia e das ilhas Cook, no Pacífico Sul. Nesse caso, os bichos também rumam para águas antárticas. É justamente esse revezamento entre áreas de reprodução no inverno e "refeitórios" repletos de crustáceos e peixes no verão que motiva as longas jornadas.
Para segui-las, os cientistas usaram etiquetas eletrônicas que eram grudadas nos bichos com a ajuda de uma vara de fibra de vidro, operada a partir de um bote inflável. As viagens dos bichos no estudo podiam durar 28 dias.
Os dados de satélite deixam claro, primeiro, que os animais tiram de letra as correntes oceânicas. Elas até mudavam o ângulo de natação do bicho, mas não o caráter retilíneo da rota.
"A baleia compensou o movimento da corrente para se manter no curso", diz Zerbini. Segunda constatação: o GPS natural das jubartes não parece ser o Sol.
"O Sol muda de posição ao longo do dia, não necessariamente é avistado em dias nublados e seu ângulo ao nascer e no crepúsculo muda com a latitude", explica o biólogo. Ou seja, depois de parte da viagem, o Sol estaria num lugar bem diferente. Mesmo assim, o curso se manteve.
BÚSSOLA
E o magnetismo da Terra, pelo visto, também não é o guia das baleias. É que o trajeto dos bichos literalmente cruza as diferentes linhas magnéticas do planeta, no qual a intensidade do campo magnético da Terra oscila demais, tornando a orientação por ele inviável, diz Zerbini.
No entanto, pode ser que o Sol, o campo magnético da Terra e outras referências externas, como a Lua e as estrelas, combinem-se para criar o sistema de precisão. Para confirmar isso, vai ser preciso acompanhar mais rotas migratórias das jubartes em diferentes oceanos, afirma o pesquisador brasileiro.

 (Reinaldo José Lopes - Editor de Ciência da Folha de São Paulo - www.folhaonline.com.br)

MAREGRAFIAS

Foto Fernando Alexandre

O NAUFRÁGIO DA "CHATA" NO PÂNTANO DO SUL

Foto Luiz Carlos Pacheco 
Comandante Zenaide, pescadora e quituteira do Pedacinho do Céu Restaurante, e Seo Vadinho, pescador e dono do Bar e Restauraste do Vadinho, do Pântano do Sul, falam sobre o navio que naufragou na praia nos anos 50 do século passado.

O NAUFRÁGIO DO NAVIO GUARARÁ


Navio Guarará, pertencente a Companhia Internacional de Transportes; 482 toneladas de registro; tripulação de 23 pessoas. Esses dados foram retirados do jornal "O Dia" (Curitiba, 9 de outubro de 1940, p.3) que faz referência ao quase naufrágio ocorrido "nas alturas do Cabo de Santa Marta". Na edição do mesmo dia, contudo, no Rio de Janeiro, “O Jornal” (p.6) trás mais informações sobre o ocorrido sob o título “O navio Guarará arribou o Porto de Florianópolis”. De acordo com a edição, a avaria sofrida pela embarcação foi “extrema gravidade”, que com a inundação dos porões correu risco de soçobrar [algo que viria a acontecer 14 anos depois, conforme será relatado a seguir]. 

Sobre o naufrágio, o “Jornal do Brasil” (Rio de Janeiro) na edição de 16 de junho de 1954 (p.11), sob o título “Naufragou à altura do Farol dos Náufragos, em Florianópolis”, traz uma série de informações sobre a embarcação e o infeliz ocorrido. O navio carvoeiro Guarará, “conduzia um carregamento de carvão de Imbituba para o Rio de Janeiro. De acordo com a mesma edição, o navio deslocava 650 toneladas e segundo tripulantes “somente quando o navio singrava as águas fronteiras ao porto de Florianópolis que se notaram o rompimento dos porões”. As medidas do comandante de mudar de rota para que o navio pudesse chegar a capital catarinense não surtiu o resultado esperado, tendo a embarcação afundado à passagem do “Farol do Náufragos” (Farol dos Naufragados). Todos os tripulantes foram salvos.

Na edição do jornal "Correio da Manhã" de 18 de dezembro de 1958 (p.16), traz a informação de que o Tribunal Marítimo indeferiu o pedido de arquivamento do processo de encalhe e naufrágio do Navio Guarará, formulado pelo Procurador Gilberto de Barros, dando ordem "a volta dos autos a Procuradoria, para que represente contra a armadora (...) [já citada anteriormente] e o comandante Antônio Coelho Neto, pelos fundamentos que serão aduzidos nos autos pelo relator Braz da Silva". Espero ter contribuído. Melhores cumprimentos, 

(Ticiano Alves é especialista em Arqueologia Subaquática pelo Instituto Politécnico de Tomar/Portugal e doutorando em Arqueologia (ramo naval) pela Universidade de Coimbra.)

* Texto publicado originalmente pelo INSTITUTO LARUS  em 30 de Outubro de 2016.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

MAR DE ROGÉRIO DIAS

Reprodução

"Para os peixinhos do aquário, quem troca a água é Deus."

Mario Quintana
(tela de Rogério Dias)

TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre
Entre linhas, redes e mares, o Capitão Ademir!
Pântano do Sul

MAREGRAFIAS

Limo I - Foto Fernado Alexandre

O CANTO DAS BALEIAS


MARES DE PORTUGAL


Memória do mar da torreira, do ahcravo gorim!

NAUFRÁGIO - OS MISTÉRIOS DO PRÍNCIPE


Madrugada de 6 de março de 1916. Sob espessa neblina, o navio espanhol Príncipe de Astúrias passa por Ilhabela. Destino final: Buenos Aires. Com a tempestade, a proa bate nas rochas e as caldeiras explodem a apenas cem metros da costa. Poucos sobrevivem. Dos 700 passageiros, 477 morrem.
O desastre reforça as lendas que cercam a ilha paulista. Apesar do mar calmo, ela é considerada o maior cemitério de navios do País - houve mais de cem naufrágios na região. Contribuem para eles intensos nevoeiros e numerosas rochas submersas. Mas há quem acredite num misterioso campo magnético capaz de alterar bússolas e equipamentos de navegação.
Diz-se que, no passado, ali se escondiam navios piratas e cargas saqueadas. O Príncipe de Astúrias também é suspeito: o comandante teria desviado a rota para descarregar clandestinamente 11 toneladas de ouro.

Mergulhe mais fundo no "Príncipe de Astúrias", livro de José Carlos Silvares e Luiz Felipe Moura (Magma Cultural, 2006). À venda no site www.magmacultural.com.br

MAR DE BALEIAS - MEMÓRIA DAS ÁGUAS!

-MEMÓRIAS
Pescadores contam histórias do tempo em que se caçavam baleias em Garopaba e arredores, em Santa Catarina. A chefe da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, Maria Elizabeth Carvalho da Rocha, explica como a criação da entidade colaborou para mudar esta situação. O vídeo foi realizado em 2008.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

DA JANELA DO MEU BLOG

Foto Fernando Alexandre

ÓLEO E SANGUE NOS MARES DE SC

Foto Arquivo - Não faz parte da matéria do ND
Abate de baleias para extração do óleo ocorreu até 1960 em praias de Florianópolis
Sul da Ilha de Santa Catarina foi palco de caçadas sangrentas

por Edson Rosa
FLORIANÓPOLIS

Hoje são fotografias ou o simples avistamento, mas até 1960, era o óleo de baleia o que mais interessava aos caçadores do mar. Tataraneto do capitão Izidoro Pires, açoriano que veio a Desterro no século 18 com a missão de fundar a primeira armação, o pescador e bombeiro aposentado Aldo Corrêa de Souza, 73, se lembra com detalhes das caçadas na ponta sul da Ilha. Enquanto conserta a rede de anchova, de costas para o rio Sangradouro, conta que o arpão era um cano de ferro com mais ou menos 1,20 de comprimento e que em uma das pontas era soldada uma lança de uma polegada muito bem afiada.

Foto Flávio Tin/ND
baleia observação Santa Catarina
Impactos ambientais do tráfego intenso de navios cargueiros a caminho do porto de Imbituba, na zona de amortecimento da APA, também nunca foram estudados, apesar do constante alerta de ecologistas da região
Na outra ponta, um pedaço de madeira era embutido e parafusado, formando uma espécie de cabo para facilitar o manuseio. Na parte oca, o arpoador colocava estopim com espoleta, duas bananas de dinamite e papel picado, tudo socado em pedacinhos. “O cano era fechado com tijolo maciço, para a carga não sair pela culatra”, diz. 

Para completar o ritual sangrento, eram colocadas cabeças de fósforos, enquanto a ponta do estopim era descascada. Lentamente, a embarcação a remo se aproximava da baleia, sempre pela cabeça para evitar golpes com a cauda. O arpoador esperava o melhor momento de lançar, mirando do respirador para trás ou embaixo das barbatanas. Quando a franca era atingida, mergulhava para tentar se livrar da lança. Porém, conforme sacudia o corpanzil, mais o ferro o penetrava. 

Nesse momento, o estopim acionava a espoleta, e havia a explosão. O esguicho de sangue subia pelo menos dez metros, e deixava enorme mancha avermelhada no mar. Abatida, a baleia era arrastada à praia em meio à euforia de caçadores e curiosos em terra, onde começava a segunda parte do massacre.

Engenho de azeite é primeiro emprego
Com facões afiados, os homens se encarregavam de carnear a franca, cortando grossas camas de gordura. O toucinho de até meio metro de espessura era fervido em grandes tonéis de cobre, de onde o óleo era repassado a latões de 200 litros. O produto, que no período colonial era usado na iluminação pública e na construção de casas, até 1960, era exportado para lubrificar o maquinário da indústria japonesa. 

O aposentado Darci Brasiliano Vieira, 70, que reforça a aposentadoria como guia turístico na Armação, nunca foi para o mar, mas na adolescência ganhou seu primeiro dinheiro com as caçadas às baleias. “Quando eu era garoto, trabalhava cortando e fervendo toicinho para fazer óleo. Cheguei a comer, mas a carne é muito forte”, recorda.

Darci e Aldo Corrêa, que trabalharam entre 1957 e 1960, representam a última geração de caçadores da Armação vinculados à Pesqueira Pioneira da Costa. “Esta enseada, do Matadeiro ao Pântano do Sul, é um grande cemitério de baleias. Tudo tombado pelo patrimônio histórico [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional]”, diz Darci. 

Dependente da sazonalidade do turismo e das incertezas da pesca, Darci usa a história da Armação para cativar visitantes, mas lamenta a falta de iniciativa do poder público e da iniciativa privada para resgatar a baleia como fonte de renda não letal para a comunidade local de pescadores. “Seria bom, por exemplo, se criassem um centro cultural e projeto para turismo de observação, embarcado ou pelas trilhas”, sugere.

Marcas do passado sangrento
Uma das atrações turísticas de Imbituba, a 90 km de Florianópolis, o Museu da Baleia, ocupa antigo casarão onde, entre o século 18 e 1973, a carne e a gordura de cerca de 400 baleias eram processadas por ano. A finalidade do local agora é outra: contribuir para a preservação da espécie e na educação ambiental. 

Inaugurado em 2003, o museu não serve apenas para reconstituir a história econômica da região a partir do século 17, quando foi criada a armação austral de caça da baleia de Imbituba. Mas alertar para o bom negócio que é preservação dos mamíferos do mar. O acervo tem cópias de documentos, como o contrato que o marquês de Pombal usou para deflagrar a pesca da baleia no Sul do Brasil em 1796. Preserva contratos de compra e venda de óleo de baleia, usado para iluminar cidades como Rio e São Paulo, e na argamassa e reboco de construções históricas, como igrejas e casarões coloniais. Também expõe fotos e utensílios que marcaram esse ciclo econômico da cidade. 

Com população de 35 mil habitantes, Imbituba vive da renda do porto privado e do turismo. No inverno, são as baleias-francas que, de julho a outubro, ajudam a girar a economia local, movimentando pousadas e restaurantes também de Garopaba e Laguna. 

A condutora ambiental Maria Aparecida Ferreira acredita que a proibição do turismo embarcado para observação reduzirá, também, o interesse de visitantes pelo acervo do museu. “O importante é aproveitarmos este momento para discussão ampla sobre o impasse e o futuro da APA”, diz.

BALEIA-FRANCA - APA (Área de Proteção Ambiental)
O que é: Unidade de Conservação Federal criada por decreto em 14  de setembro de 2000, para proteger a espécie Eubalaena australis, a baleia-franca austral, que vem ao Sul do Brasil para ter seus filhotes e amamentá-los nos meses de junho a novembro. Define normas de conduta e manejo das atividades humanas a fim de preservar os atributos naturais relevantes e assegurar a qualidade de vida das pessoas.
Artigo 15 da Lei Federal 9.985: APA é área em geral extensa, com certo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais, especialmente importantes para a qualidade e o bem-estar das populações humanas, e tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais.
Objetivo: Proteger, em águas brasileiras, a baleia-franca austral, ordenar e garantir o uso racional dos recursos naturais da região, ordenar a ocupação e utilização do solo e das águas, ordenar o uso turístico e recreativo, as atividades de pesquisa e o tráfego local de embarcações e aeronaves.
Onde fica: Abrange 156.100 hectares, com aproximadamente 130 quilômetros de extensão com manguezais, restingas, dunas, florestas de planície quaternárias, praias, promontórios e ambientes lagunares. Estende-se da ponta Sul da praia da Lagoinha do Leste, no Sul de Florianópolis, ao Balneário do Rincão, ao Sul do Cabo de Santa Marta.
Municípios: Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Tubarão, Jaguaruna e Içara.
Órgãos Similares (Não confunda)
Projeto Baleia Franca: Criado em 1982, anterior ao decreto de criação da APA, o Projeto Baleia Franca iniciou suas atividades de pesquisa e monitoramento, além de educação e conscientização públicas para monitorar e garantir a sobrevivência em longo prazo da população remanescente de baleias-francas no Sul do Brasil. Com sede no Centro Nacional de Conservação da Baleia Franca, na Praia de Itapirubá, Imbituba, é mantido por parceria entre a IWC/Brasil (Coalizão Internacional da Vida Silvestre) e Petrobras, desenvolvendo atividades de pesquisa e conservação em longo prazo.
Instituto Baleia Franca: Por meio da ciência e educação, busca o desenvolvimento econômico e sustentável da região, servindo como agente facilitador do acesso ao conhecimento ás comunidades da APA da Baleia Franca. Com monitoramento dos animais, o Instituto Baleia Franca visa à preservação da espécie Eubalaena australis, em Santa Catarina, auxiliado pelo levantamento de dados científicos sobre os comportamentos, locais de ocorrência e número estimado de indivíduos na região Colabora na elaboração e no cumprimento de normas para turismo de observação, mergulhos e aproximações.
(Publicado em 17/08/13-16:53 por: Redação ND - www.ndonline.com.br).