Respeitar o período de defeso é fundamental para a preservação dos recursos pesqueiros. Fiquem atentos aos demais períodos de defeso através do site do CEPSUL
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
NA ILHA DO BONSON
Lembram do "Soiza"?
"SOIZA" E AS FUTURAS GERAÇÕES!
Qualquer semelhança não é coincidência!
Do livro "Tudo pelo Soizial", do cartunista Sérgio Bonson (13/11/49 - 8/12/05), anos 80, tirinhas publicadas originalmente no jornal "O Estado", o Estadinho!
E O "SOIZA" CONTINUA NA ÁREA!
Agora em dose dupla - "Soiza" pai & "Soiza" filho!
MAR DE PIRATAS?
Engenheiro foi sequestrado por piratas e escapou por duas vezes. O nigeriano trabalha a bordo de navios há 25 anos.
Nigeriano sequestrado por piratas escapa duas vezes
Em 2010, Kings Nehemiah Okoye foi sequestrado na costa da Nigéria quando trabalhava para a companhia Shell. Quase dois anos depois, foi sequestrado novamente, na costa do Paquistão, por piratas da Somália.
Em depoimento para a rede BBC, o nigeriano conta sua história de sobrevivência. Acompanhe abaixo o depoimento de Kings Okoye.
“Fui atacado pela primeira vez no dia 1º de outubro de 2010. Piratas nigerianos mataram os 16 militares que escoltavam nossa embarcação, subiram no barco, roubaram tudo o que tínhamos e destruíram o que restou.
Eles levaram o navio para a Nigéria e nos levaram para a floresta, onde ficamos durante quatro dias. Eles nos espancaram e fizeram com que deitássemos no chão. Depois, marcharam sobre nossos corpos. Disseram que não tinham vindo para nos matar, apenas para pegar nosso petróleo. Depois de extrair todo o diesel do nosso navio, foram embora. Eu estava livre.
Menos de dois anos mais tarde, fui atacado novamente. Desta voz, por piratas da Somália”.
Sequestro no Paquistão
“Foi no dia 28 de fevereiro de 2012. Eu estava a bordo de um navio-tanque transportando substâncias químicas, a cerca de 150 km da costa do Paquistão.
Foi tudo muito rápido. Eu estava na casa das máquinas quando 12 homens subiram a bordo com uma escada. Atiravam para toda parte e nos obrigaram a levar o navio para a costa da Somália. Levou seis dias.
Assim que chegamos à Somália, os piratas nos pediram para entrar em contato o dono do navio. Começaram as negociações para o pagamento do resgate.
Ficamos presos no barco por mais de um ano. Os piratas tinham um negociador chamado Mursal, que vinha do Quênia para o navio cerca de uma vez por mês. Eu ajudei a negociar em nome da companhia porque o dono do navio era nigeriano.
Pediram US$ 25 milhões, mas o dono do navio disse que não tinha esse dinheiro. No final, acho que acabaram fechando em US$ 1,5 milhão.
Inicialmente, fomos mantidos na ponte de comando, mas após a morte do engenheiro – um nigeriano de quem eu era muito amigo – fomos levados para outra área do navio.
Os piratas eram muito violentos. Às vezes, me amarravam como um cabrito. Às vezes me batiam até eu perder a consciência. “Vamos bater nesse homem porque ele é nigeriano”, diziam. “Se batermos nele, vai contar ao dono do navio e ele vai pagar o resgate”. Eles não batiam nos tripulantes indianos, bengaleses ou paquistaneses.
Trouxeram vários tipos de armas para o navio – um verdadeiro arsenal. Obrigaram-me a soldar algumas das armas na embarcação, atiravam contra qualquer barco que se aproximasse.
Quando faziam isso, ordenavam que fôssemos nos deitar no chão das cabines, para não sermos atingidos por balas perdidas. Quando achavam que outro grupo pirata estava planejando um ataque, ou que havia alguma patrulha naval na área, nos obrigavam a mudar a posição do navio. Fazíamos isso à noite.
Após cerca de dois meses, muitos dos reféns ficaram doentes, então os piratas chamaram um médico. Ele veio de longe. Não sei de que país, mas falava apenas árabe. Nos examinou, deu remédios aos doentes. Me disse que minha pressão estava alta, o que não me surpreendeu.
O médico não foi o único estrangeiro a visitar o navio. A cada dois meses, outros vinham em barcos pequenos, de países árabes, para nos trazer comida. Os piratas disseram que tinham contratos com essas pessoas. Quando recebessem o dinheiro do resgate, pagariam o que deviam.
Comida era um problema para mim. Os piratas não tinham comida nigeriana, só arroz e farinha. Os reféns asiáticos estavam acostumados com essa dieta, mas eu não. Os piratas nos disseram para ser muito, muito cuidadosos com a comida, porque não havia muita. Caso contrário, passaríamos fome”.
Comunicação com a família escondida
“Um tripulante jovem, indiano, foi esperto e conseguiu esconder seu celular dos piratas. Um dia, encontrou um cartão SIM que o cozinheiro pirata tinha perdido. Colocamos o cartão no celular do tripulante e, durante um período, conseguimos nos comunicar com nossas famílias.
Mas foi difícil para mim, porque quando contei à minha esposa o que tinha acontecido, ela ficou doente e teve de ser hospitalizada.
Eu não conseguia pensar normalmente enquanto estava preso. A única coisa que me dava conforto e coragem era minha Bíblia, mas os piratas, que eram muçulmanos, odiavam me ver lendo a Bíblia.
O mesmo acontecia quando eu tentava falar com eles. Não falavam inglês e quando eu dizia “Bom Dia”, achavam que eu os estava insultando, então, decidi me comunicar apenas com gestos da mão.
Tinha sido diferente com os piratas nigerianos porque pelo menos falávamos a mesma língua.
Cheguei a pensar em me matar, em me jogar no mar e morrer afogado.
Às vezes, os piratas me davam a folha com propriedades narcóticas Khat, que eles gostavam de mastigar. Nessas ocasiões eu me esquecia de mim mesmo. Era como se não estivesse mais amarrado, conseguia até rir junto com os piratas.
Às vezes, havia até 60 piratas a bordo daquele navio”.
O dia da liberdade
“O dia em que fui libertado foi maravilhoso. Foi em torno de 9 horas da noite.
‘Podem ligar os motores e partir. Vocês estão livres’, nos disseram. Não podíamos comer de tanta felicidade. Depois de 13 meses de cativeiro, até respirar ao ar livre era difícil.
Quando finalmente cheguei à minha casa em Port Harcourt, na Nigéria, houve uma festa dos sobreviventes. Meus amigos e minha família estavam jubilantes mas eu não conseguia me sentir feliz porque ficava pensando no meu grande amigo, o engenheiro que tinha morrido no navio. Pensava na família dele.
Depois de ser libertado, encontrei um dos piratas no Facebook. Seu nome era Mohamed. Escrevi para ele, aconselhando-o a mudar de vida. Ele nunca respondeu.
Os piratas somalis fazem o que fazem em parte por causa da pobreza em seu país. Mas a pobreza não explica o grau de violência que os sequestradores usaram. É que eles nunca foram à escola, nunca sequer ouviram falar de escolas. Então, eram como animais. Uma pessoa educada seria capaz de se colocar na posição da outra e não agiria da forma como eles agiram. Mas esses piratas não pensavam assim porque vêm lutando há gerações.
Não consegui trabalho desde que fui libertado, em março de 2014. Tenho 14 meses de salário para receber mas o dono do navio não pagou o que me deve. Indenização? Nem se fale. Está difícil de sobreviver. Minha família quer que eu deixe de ir para o mar mas estou procurando trabalho como engenheiro marítimo. Eu gosto de trabalhar no mar, não consigo evitar.”
( Do Mar Sem Fim)
PEIXE POR ÁGUA
e

Foto Seafood Brasil
As fraudes por glaciamento é uma questão importante para o setores da pesca e aquicultura, pois afeta a credibilidade dos produtos, gerando desconfiança no consumidor e perda da competitividade da cadeia produtiva. Para tentar evitar este problema, o Projeto de Lei 3988/12, do deputado federal Celso Maldaner (PMDB-SC), está tramitando na Câmara dos Deputados. A proposta deve mudar a forma como a venda de pescado congelado é feita no país. Segundo o projeto, as embalagens de pescados (peixe, molusco ou crustáceo) deverão trazer a informação obrigatória do peso bruto do pescado e do peso sem o gelo, ou seja, "desglaciado".
O Ministério da Agricultura (Ofício-Circular GA/DIPOA nº 26/2010) admite que a adição de água tenha um limite máximo de 20% do peso do pescado, para evitar fraudes e que o consumidor não compre água por preço de peixe. A adição de uma camada de gelo ao pescado congelado, é para protege-lo da desidratação e oxidação pelo frio, o problema é que esse glaciamento muitas vezes soma mais do que 20% (o que já é uma quantidade considerável).
O deputado destaca que desde que entrou em vigor o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), a população brasileira conta com um instrumento legal que lhe assegura respeito à sua dignidade, saúde e segurança. Mas, segundo ele, há ainda situações em que o consumidor não conta com informações suficientes ou adequadas.
A proposta está sendo analisada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e ainda vai passar pelas comissões de Defesa do Consumidor e também a de Constituição e Justiça e Cidadania.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
NA ILHA DO BONSON
Lembram do "Soiza"?
"SOIZA" E A MOBILIDADE URBANA!
Qualquer semelhança não é coincidência!
Do livro "Tudo pelo Soizial", do cartunista Sérgio Bonson (13/11/49 - 8/12/05), anos 80, tirinhas publicadas originalmente no jornal "O Estado", o Estadinho!
E O "SOIZA" CONTINUA NA ÁREA!
Agora em dose dupla - "Soiza" pai & "Soiza" filho!
O ATLÂNTICO DE CAIAQUE
Primeira travessia do Atlântico de caiaque
Publicado por João Lara Mesquita on 2014-05-14
Foi em 1928 que o Capitão Franz Romer partiu sozinho de Lisboa para a expedição considerada como a primeira travessia do Atlântico de caiaque.
Como conta o livro “Os Navegadores Solitários”, de Jean Merrien, o capitão de origem alemã Franz Romer perseguia um objetivo científico e altruísta, e queria provar que era possível sobreviver, lutar com o oceano e alcançar a terra em um barco minúsculo, desmontável e fácil de transportar a bordo de qualquer embarcação, fosse ela grande ou pequena.
Seu caiaque Klepper , batizado por ele de Deutsches Sport, media 6 metros de comprimento, por 0,95m de largura e tinha o calado de 0,25m, e para a travessia adaptou-o com uma vela quadrangular latina, instalou um comando de leme movido pelos pés, dotou o barco de flutuadores cheios de ar, além de reservatórios de gás carbônico, e embora o prospecto de venda da embarcação informasse a carga máxima de 600 quilos, ele partiu com pelo menos 680 quilos, incluídos aí água doce, alimentação, velas de reserva e até um fogão.
Partiu de Portugal (Cabo de São Vicente) em 31 de março de 1928 e em 11 dias já havia atingido as Canárias, de onde se considerou a “verdadeira partida”
Já nessa primeira travessia pôde pressentir o que lhe reservava a aventura: enfrentou o primeiro furacão e passou 3 dia e 3 noites sem dormir.
Largou novamente em 03 de junho de 1928, em direção à Nova Iorque para mais três meses de uma aventura árdua em sua minúscula embarcação, onde velejava sentado, sem poder se mexer, sem poder dobrar as pernas, distender a bacia, e sequer satisfazer com normalidade as necessidades mais primárias de um ser humano.
Para fazer sua comida, colocava o fogão entre as pernas, até que um dia o objeto incendiou-se e para não se deixar queimar vivo, lançou-o rapidamente na água.
Após 88 dias de um sofrimento atroz, com o corpo roído pelo sal e úlceras dolorosas, o Capitão Romer chegou à Ilha de Saint-Thomas. Levado a um hotel, dormiu 48 horas ininterruptas, tendo depois que ser hospitalizado por várias semanas.
Recuperado retoma sua viagem em direção à Nova Iorque no princípio de Outubro, sem saber que uma tempestade atravessaria novamente o seu caminho.
Foi visto pela última vez no Cabo Hateras.
Nenhum vestígio dele jamais foi encontrado e apesar de não haver registro escrito de sua experiência, Franz Romer é considerado o primeiro navegador a fazer a travessia do Atlântico em um caiaque.
Recentemente o polonês Olek “Doba, de 67 anos, fez também essa travessia, pela segunda vez, sendo considerado o homem mais velho a cruzar o Atlântico com seu caiaque.
(Do https://www.facebook.com/marsemfim)
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
VENDENDO O PEIXE...
domingo, 30 de novembro de 2014
UM JOVEM MARUJO DE 85 ANOS
Popeye faz 85 anos
Se os personagens de desenho animado envelhecessem como acontece na vida real, Popeye não teria tantos músculos nem a mesma força de antigamente –mesmo tomando muitas latas de espinafre.
O marinheiro apareceu pela primeira vez em 1929 em uma tirinha de Elzie Segar (1894-1938) que originalmente girava em torno daquela que viria ser a amada de Popeye, Olívia Palito, e sua família.
O marinheiro Popeye apareceu pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, em uma tirinha já de Elzie Segar.
O MARINHEIRO POPEYE
Popeye fez uma "ponta" na tirinha de 1929, mas não demorou a se tornar o personagem principal. Em 1933, ele pulou para dentro de um desenho da Betty Boop, aparecendo pela primeira vez nas telonas. No mesmo ano, um episódio intitulado "I Yam What I Yam" (Eu sou o que sou) foi o primeiro desenho da série Popeye produzida pelos Estúdios Fleischer, entre 1933 e 1942.
Em 1980, Popeye foi interpretado por Robin Williams em uma comédia musical para o cinema. Shelley Duvall fez o papel de Olívia.
Com Popeye, surgiram também outros personagens, como seu inimigo número um, Brutus, louco para chamar a atenção de Olívia Palito. Além de Olívia, Popeye tinha uma outra paixão: o espinafre, que funcionava como uma poção mágica. Era só comer um pouco e ele estava pronto para enfrentar qualquer perigo.
Essa história do espinafre rendeu até homenagens. Uma estátua do Popeye foi erguida em 1937 na capital do espinafre, Crystal City, no Texas, pela influência positiva que a animação exerceu nos hábitos alimentares nos Estados Unidos.
(Com informações da Folha de São Paulo)
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
NA ILHA DO BONSON
LEMBRAM DO "SOIZA"?
Qualquer semelhança não é coincidência!
Do livro "Tudo pelo Soizial", do cartunista Sérgio Bonson (13/11/49 - 8/12/05), anos 80, tirinhas publicadas originalmente no jornal "O Estado", o Estadinho!
E O "SOIZA" CONTINUA NA ÁREA!
Agora em dose dupla!
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
NA ILHA DO BONSON
LEMBRAM DO "SOIZA"?
Qualquer semelhança não é coincidência!
Do livro "Tudo pelo Soizial", do cartunista Sérgio Bonson (13/11/49 - 8/12/05), anos 80, tirinhas publicadas originalmente no jornal "O Estado", o Estadinho!
E O "SOIZA" CONTINUA NA ÁREA!
Agora em dose dupla!
MAR DE PESCADORES
Foto André Pizzolo/Divulgação
Rede é utilizada para a pesca da tainha em SC
Rede é utilizada para a pesca da tainha em SC
Pescadores de SC buscam apoio em Brasília para liberar rede anilhada
Presidente da Federação entregou documento ao ministro da Pesca.
Categoria pede liberação do instrumento de pesca para a safra de 2015.
Representantes da Federação dos Pescadores Artesanais de Santa Catarina buscam em Brasília apoio para reivindicações da categoria. Entre elas, está a liberação do uso da rede anilhada para sa safra da tainha de 2015. O presidente da entidade, Ivo da Silva, entregou na terça-feira (25) ao ministro da Pesca e Aquicultura, Eduardo Lopes, um documento solicitando a liberação da pesca com rede de emalhe anilhada no estado. A prática é feita há 10 anos, mas foi proibida porque o Ministério considera que a rede com anilhas capturaria mais peixes que o necessário.
O ofício foi entregue durante o Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (Conape), que Lopes preside. "Fizemos uma apresentação ao Conselho e explicamos que a autorização que solicitamos é apenas para a pesca artesanal de pescadores credenciados. É essencial a liberação para a pesca da tainha". A próxima safra deve iniciar em maio de 2015.
De acordo com Silva, a previsão de resposta do Conape é até o final da primeira quinzena de dezembro. A federação também solicitou ao Ministério apoio financeiro para realizar pesquisa, coleta de dados e estatísticas sobre a pesca no estado. "Com esse financiamento, teríamos ainda mais meios para justificar a liberação da rede anilhada", disse o presidente da Federação.
A proibição da rede anilhada gerou uma série de manifestações no estado em 2014. Uma portaria do Ministério da Pesca proibiu desde o dia 15 de maio a pesca com esse instrumento. Desde 2013 a pesca é fiscalizada. Apenas com uma licença do órgão federal, a prática deixará de ser ilegal em Santa Catarina.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
MERCADO DO PEIXE
O consumidor modifica o mercado ou o mercado modifica o consumidor?
Foto Seafood
O aumento da procura por produtos sustentáveis modifica o cenário do mercado de pescados a cada dia. O consumidor está mais exigente e o setor pesqueiro corre para adequar-se. Quem comprova esta boa notícia é uma nova pesquisa independente sobre o comportamento de compra de frutos do mar ao redor do mundo. Os resultados da pesquisa mostram que os consumidores estão cada vez mais à procura de pescados provenientes de uma fonte sustentável, e que rótulos ecológicos sustentam a credibilidade destas reivindicações. A pesquisa, conduzida em nome do Marine Stewardship Council (MSC) questionou mais de 9.000 compradores de pescados em 15 países da Europa, Ásia, Austrália e América do Norte. Acredita-se que esta seja a maior pesquisa internacional do mundo do consumo de frutos do mar sustentáveis.
Aproximadamente 90% dos entrevistados acreditam que a sustentabilidade do oceano é importante, destes 55% afirmaram que o declínio dos estoques pesqueiros tornou-se uma questão mais importante do que era há um ano. Esta preocupação com a saúde do oceano tem sido refletida durante as decisões de compra dos consumidores. Dois em cada cinco dos entrevistados (41%) afirmaram buscar pescados e derivados a partir de uma fonte sustentável durante suas compras, representando um aumento de cinco por cento desde 2010 (36%).
Em países como a França e Austrália os consumidores foram os mais propensos a colocar a responsabilidade em oferecer a opção de escolha de produtos sustentáveis nos supermercados e restaurantes, este último, segundo a maioria dos entrevistados deve mostrar as opções de frutos do mar sustentáveis em seus menus. A pesquisa sucede outra semelhante realizada em nome da MSC em 2010 e 2012, somando-se a crescente base de evidências utilizadas pela MSC para incentivar a indústria, varejistas e consumidores a fazer escolhas de pescados sustentáveis. O recente aumentos no número de produtos com rótulo ecológico MSC sugere que os varejistas estão respondendo a essas demandas. Globalmente, o número de produtos do mar que levam o rótulo ecológico MSC quintuplicou para mais de 25 mil entre 2010 e 2014.
Saiba mais sobre a pesquisa acessando o link
(Do http://www.observasc.net.br/pesca/index.php/noticias/ecologia/)
terça-feira, 25 de novembro de 2014
O CHUMBO VIRANDO POR CIMA DA CORTIÇA...
Fonte: Veja
Um mês antes do início da campanha eleitoral, o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) alterou uma norma interna permitindo que as carteiras de pescador, antes confeccionadas pela Casa da Moeda com uma marca d'água para evitar fraudes, fossem emitidas em papel comum, sem dispor de nenhuma proteção. A medida permitiu que, desde junho, as próprias superintendências da pasta nos Estados, a maioria controlada pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB), confeccionassem os documentos, que dão direito a salário durante os cinco meses do defeso e outros benefícios. O PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, comanda a pasta desde março de 2012, quando o senador Marcelo Crivella foi nomeado ministro. O ministério é chefiado hoje pelo pastor Eduardo Lopes, também do PRB e suplente de Crivella. A sigla trabalha para manter a pasta no próximo mandato de Dilma Rousseff. Das 27 superintendências, 17 estão sob a chefia de filiados e dirigentes do partido.
No Acre, a Polícia Federal e o Ministério Público investigam a denúncia de que houve um derrame de carteiras no período eleitoral para pessoas que não praticam a atividade pesqueira. A distribuição teria beneficiado Juliana Rodrigues de Oliveira e Alan Rick, respectivamente eleitos deputados estadual e federal pelo PRB. Os eleitores que receberam as carteiras cinco dias antes das eleições, disseram ter vendido o voto em troca do benefício.
A investigação está sob sigilo.Dados do ministério mostram que, no Acre e no Maranhão, o número de carteiras emitidas no período eleitoral supera o dos demais meses. De agosto a outubro, foram confeccionadas 30.177 carteiras no Maranhão, mais que as 22.581 dos sete meses anteriores do ano. A Polícia Federal possui 14 inquéritos abertos no Estado para apurar irregularidades no pagamento do seguro-defeso ou na distribuição de carteiras. O Ministério Público informou que tramita um recurso no Tribunal Regional Eleitoral relacionado à distribuição das carteiras, também sob sigilo. O número de pescadores artesanais registrados no País hoje é de 1.005.888. Dados do Ministério do Trabalho mostram que, de abril a setembro, o número de requerentes do seguro da pesca chegou a 281 mil; foram 198.000 no mesmo período de 2013. A pasta não informou quais Estados tiveram maior crescimento.
MARES DE PORTUGAL -Crônicas da Xavega
![]() |
| Foto ahcravo gorim |
tudo é eles
a pedra em bruto
o mar em fúria
o homem
erguer o olhar
do tamanho de ser eu
coisa pouca
vejo esta gente imensa
que esculpe a pedra
vence o mar
faz vida
ser deles um bater breve
à porta da memória
deixar dito
tudo é eles
(torreira; companha do marco; 2010)
domingo, 23 de novembro de 2014
LÁ NO FUNDO...
ESPECIALISTAS NO BRASIL E NO MUNDO SE MOBILIZAM PARA BATIZAR NOVA ESPÉCIE
FOTO DIVULGAÇÃO / PROJETO TAMAR
Pesquisadores do Projeto Tamar, patrocinado pela Petrobras, descobriram novas espécies de animais marinhos habitantes das profundezas do mar. Entre os animais encontrados, desconhecidos até então pela ciência, estão o Ijmaia sp, peixe também chamado “nariz de geleia”; o Urophycis sp, um tipo de merluza; o Peristedion sp, peixe conhecido como “cabrinha de fundo”, e o Scyliorthinus sp, um pequeno tubarão que atinge o tamanho máximo de 50 cm.
Além da descoberta, os pesquisadores comemoram outro feito: três fêmeas do tubarãozinho tiveram 50 filhotes em cativeiro. Os pequenos tubarões alimentam-se de peixes, crustáceos e lulas, depositam ovos em cápsulas quase retangulares de 6 cm x 3 cm sobre corais e vegetação de fundo e os filhotes nascem com 10 cm.
Agora, especialistas em peixes do Brasil e do mundo se mobilizam para ajudar o Tamar a dar um nome ao tubarãozinho e um trabalho científico a respeito da nova espécie está em andamento. Alguns exemplares de tubarãozinho podem ser vistos pelo público nas exposições permanentes do Tamar denominadas 'Submarino Amarelo', realizadas na Praia do Forte, na Bahia, e no Oceanário de Aracaju, em Sergipe.
As descobertas foram feitas entre 2009 e 2014 na Praia do Forte, na Bahia, durante o acompanhamento de testes no mar com um anzol circular que diminui a captura incidental de tartarugas em 60% e aumenta em 100% as chances de sobrevivência pós-captura.
O Projeto Tamar, patrocinado pela Petrobras no âmbito do Programa Socioambiental, é o mais antigo a receber patrocínio da companhia. Já se vão 33 anos de parceria bem sucedida. E, agora, em 20 de novembro, o projeto completa 35 anos de existência.
Por meio do Programa Petrobras Socioambiental, a Petrobras prevê investir R$ 1,5 bilhão, até 2018, em projetos de todo o país, com foco nas linhas de atuação Produção Inclusiva e Sustentável, Biodiversidade e Sociodiversidade, Direitos da Criança e do Adolescente, Florestas e Clima, Educação, Água e Esporte.
(Do www.tribunadabahia.com.br , via www.nauticatotal.com.br)
sábado, 22 de novembro de 2014
PAPO AMARELO E BOI VELHO
PREVISÃO DO TEMPO PARA SÁBADO & DOMINGO
By Chuvalski o Mané do Tempo
SÁBADO - Pela manhã Sol entre nuvens chuva fraca muito abafadão. Vento Nordeste Papo Amarelo com máxima de 29 graus.
Já a tarde o tempo começa a mudar em Florianópolis, a partir das 16h:00 já podemos ter chuva vento fortes e trovoadas. A tendencia é que a encrenca despenque com força mesmo é lá pelas 18h:30. Após as 20h:00 a chuva passa e o tempo começa a limpar. Vento Suli forte a partir das 17h.
Domingão - Sol com algumas nuvens . Temperaturas de 26 graus com vento Suli Boi Velho moderado!
O céu fala e manezada entende
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Visite a FanPage da "Tribuzanas, Tainhas & Rabos de Galo", acessando o Link: https://www.facebook.com/tribuza
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
É TEMPO DE ESPADAS
NO MOTOR DE PANO
As pessoas imaginam que a vida num veleiro é sinônimo de paz, uma espécie de paraíso idílico. Nem sempre é assim. Veja o que passaram estas tripulações. Nestes momentos qualquer erro pode ser fatal.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
TSUNAME - UM RELATO DE QUEM VIVEU
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| Fotos Walkyria Peron |
"Naquele dia ensolarado, acho que 19/11/2009, quando saímos (o Celso e eu) para as praias de Armação, Matadeiro e destino final no Pantano Sul, para enfim, eu conhecer o Bar do Arantes, nem imaginávamos que seríamos atingidos por um mini tsunami e nosso carro atropelado pelos barcos, em especial o "Agulhão" que deixou suas marcas na lateral inteira do veículo. Foi coisa de segundos, numa virada do olhar para acompanhar a manobra do carro, ao voltar me deparo com aquela "enxurrada" gigante vindo em nossa direção numa velocidade assustadora. Momento único (espero). Desde então, nunca mais voltamos àquela praia, tida como calma e ideal para crianças. Acabei não conhecendo e degustando as delicias do Bar do Arantes. Fica para uma próxima..."
(Depoimento e fotos de Walkyria Peron).
NAVEGANTES
Canoa de 600 anos de idade é descoberta na Nova
Zelândia
Na antiguidade, os polinésios eram um povo com notórias habilidades de navegação. Alcançando
ilhas, que até então eram desconhecidas, fazendo viagens de canoa. Existe evidências que por
volta de 1280 dC, eles já haviam viajado por todo o triângulo polinésio, com o seu canto oriental
na ilha de Páscoa, canto norte no Havaí e canto sul na Nova Zelândia. Em 2012, Dilys Johns,
arqueólogo da Universidade de Auckland, e seuscolegas descobriram um pedaço de 6 metros de
uma canoa no noroeste da ilha sul da Nova Zelândia, muito próxima do estuário Anaweka.
Segundo os pesquisadores a canoa possuía cerca de 20 metros de comprimento e a madeira id
entificada como Prumnopitys taxifolia. O pedaço achado possui o desenho de uma tartaruga
esculpida, fazendo conexões simbólicas com a cultura polinésia ancestral e sua arte.
Recentemente foi publicado um artigo sobre a canoa que você encontra no link abaixo
http://www.pnas.org/content/111/41/14728.full
(Do Sci News)
terça-feira, 18 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
MAR DE PESCADOR
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| Foto Divulgação - MPA |
A pesca de espinhel pelágico ou de superfície é conhecida por provocar uma alta mortalidade de aves marinhas, e como toda atividade, esta modalidade da pesca industrial procura métodos que possam tornar a sua pesca o mais sustentável possível. Obviamente as aves não são alvos dessa pescaria, e a sua captura incidental não agrada ninguém, pois para os pescadores iscas com aves mortas são iscas que não pegam peixes. Para solucionar este problema e diminuir a captura incidental de aves marinhas surgiram os torilines, ou linhas espanta-pássaros. Adaptado do modelo criado por australianos para a utilização em barcos japoneses que pescavam ao sul da Austrália, este sistema é composto por fitas coloridas que balançam ao vento e afugentam as aves. O uso de torilines é obrigatório no Brasil desde 2011, regulamentado pela Instrução Normativa Interministerial nº 04, assinada pelos Ministérios da Pesca e Aquicultura e do Meio Ambiente, que ganhou uma complementação mês passado.
Como forma de complementar Instrução Normativa Interministerial nº 04, os Ministérios da Pesca e Aquicultura e do Meio Ambiente publicaram no fim do mês de outubro a Instrução Normativa Interministerial nº 07. Esta nova norma é uma evolução da INI nº 4, publicada em 2011, que estabeleceu as especificações técnicas para o toriline. Além disso, normatizou a obrigatoriedade da utilização de pesos de 60 g a não mais de 2 m de distância de cada anzol. Desde então, cada embarcação deve transportar a bordo ao menos dois torilines sobressalentes para sua substituição no caso das linhas serem danificadas ou rompidas. As novas regras surgem para reduzir ainda mais a morte incidental de aves marinhas, principalmente, na pesca de atuns e afins nas águas brasileiras nas regiões Sul e Sudeste. As medidas são obrigatórias para os barcos de pesca com arqueação superior a 15 AB, que utilizem espinhel horizontal e que naveguem nas águas brasileiras das regiões Sudeste e Sul, até a divisa entre os Estados do Espírito Santo e Bahia. Deste ponto ao norte, as recomendações são facultativas.
(Do MPA)
MAR DE ANCHOVAS
Domingo foi de fartura nos barcos dos pescadores da praia dos Ingleses
Foto Mônica Foltran / DC
Pescaria rende mais de 1 tonelada de anchova na praia dos Ingleses, na Capital
Associação de pescadores informa que novembro é um dos períodos de maior fartura da espécie
O tempo bom do domingo trouxe sorte para os pescadores da praia dos Ingleses. Pela manhã, três barcos retornaram do mar com cerca de 1.200 quilos de anchova. De acordo com a Associação de Pescadores do Canto Sul da Praia dos Ingleses (Acasi), o mês de novembro é bom para aproveitar esse tipo de peixe. No entanto, a fartura com a anchova tem data para terminar, pois no dia 30 deste mêscomeça o período de defeso da espécie.
(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)
domingo, 16 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
MAR DE PESCADOR
TUBARÃO LOMBO-PRETO. - FOTO: DIVULGAÇÃO
Os Ministérios da Pesca e Aquicultura e do Meio Ambiente anunciaram, no Diário Oficial da União desta segunda-feira (10), a proibição da pesca direcionada, retenção a bordo, transbordo, desembarque, armazenamento, transporte e a comercialização do tubarão lombo-preto (Carcharhinus falciformis).
A proibição vale para as atividades realizadas em águas jurisdicionais brasileiras e em território nacional, nas pescarias de espinhel horizontal de superfície realizadas por embarcações brasileiras e estrangeiras, e por cooperativas de pescas.
ATIVIDADE ESTÁ PROIBIDA EM ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS. - FOTO DIVULGAÇÃO/MA
Os animais capturados de forma incidental deverão, obrigatoriamente, ser devolvidos inteiros ao mar, vivos ou mortos, no momento do recolhimento do aparelho de pesca.
A medida publicada pelos Ministérios determina ainda que deverá constar nos Mapas de Bordo o registro dos indivíduos capturados e devolvidos ao mar.
Esta vedação, por sua vez, não se aplica para casos de captura com fins de pesquisa científica, desde que devidamente autorizada pelo órgão ambiental competente.
(Do http://www.brasil.gov.br/)



























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