domingo, 8 de setembro de 2019

AO MOLHO DE CERVEJA


 

Ingredientes:
1 kg de marisco com casca(s) 
2 lata(s) de cerveja 
180 gr de extrato de tomates 
1 unidade(s) de cebola 
1 dente(s) de alho amassado(s) 
1 maço(s) de cheiro-verde 
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca moída

Preparação:
Limpe bem a casca dos mariscos esfregando-os com uma buchinha. Elimine os que estiverem com a casca quebrada. Lave-os com água fria e reserve-os. Numa panela alta, refogue no azeite a cebola picada em rodelas finas e o alho amassado, até dourar. Em seguida, adicione o purê de tomate, o sal e a pimenta do reino. Cozinhe o molho por 5 minutos, adicionando água de vez em quando para não secar. Em seguida, coloque as duas latas de cerveja, a salsinha e a cebolinha picadas. Cozinhe o molho em fogo alto até levantar fervura, depois diminua o fogo. Experimente o molho e corrija o sal se necessário. Coloque os mariscos na panela e cozinhe-os até as cascas se abrirem (isso leva de 3 a 5 minutos). Em seguida, retire-os do caldo e coloque-os num recipiente. Coloque então, uma concha do molho que ficou na panela por cima dos mariscos e sirva-os quentes. Dica: aproveite o restante do molho que sobrou na panela e adicione farinha de mandioca para mexer um pirão. Sirva com arroz branco.

LITORÂNEAS

Foto Alessandro Gruetzmacher/Divulgação

Praia do Saquinho coberta de brumas

MAREGRAFIAS

Foto Fernando Alexandre

SUPREMA

 Resultado de imagem para Navio perdido

 um poema
que não se entende
é digno de nota
a dignidade suprema
de um navio
perdendo a rota

(Paulo Leminski Filho – Curitiba,  24 de agosto, 1944 – 7 de junho 1989)

sábado, 7 de setembro de 2019

SALVE, SALVE!!!

Foto Fernando Alexandre
Minha pátria é minha praia

NA MESA

Imagem ilustrativa
RISOTO DE CAMARÃO COM ARROZ ARBÓREO

INGREDIENTES:

500 g de arroz arbóreo sem lavar (próprio para risoto)
500 g de camarão médio
2 ou 3 tomates picados
1 maço de cheiro verde picado (cebolinha e coentro)
3 cebolas raladas
Pimenta malagueta
Azeite
Sal a gosto

MODO DE PREPARO:

Cozinhe os camarões na água e sal
Quando estiverem rosados, tire do fogo, escorra e reserve a água (será usada para cozinhar o arroz)
Limpe os camarões e reserve
Pegue uma panela grande e coloque azeite suficiente para refogar a cebola
Quando a cebola estiver dourando, acrescente o tomate e o cheiro verde e continue mexendo para não grudar
Acrescente os camarões
Acrescente algumas gotas de pimenta
Apenas tome cuidado para não exagerar, pois a pimenta deve dar um gosto sutil ao prato
Acrescente o arroz arbóreo
Misture bem e em seguida acrescente a água em que os camarões foram cozidos
Coloque sal a gosto
Após uns 5 minutos de cozimento, mexa a panela de vez em quando, pois há uma tendência da água ficar na parte de cima e fundo secar
Quando os grãos estiverem bem cozidos, coloque o risoto em um refratário e sirva acompanhado de um peixe de sua preferência e salada verde
Informações Adicionais

Obs.: O risoto deve ser consumido no mesmo momento em que é preparado. No máximo, pode ser consumido no dia seguinte, se muito bem conservado.

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TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre


MAR DO TASSO CLAUDIO SCHERER

 para 


E DEU TAINHAS, AINDA...


Mesmo fora de época e apesar do rompimento de uma rede, pescadores de Garopaba conseguiram pesar 5,1 mil kg de tainha “facão” (sem ovas) no final da manhã de ontem. Antes, foi farta também a distribuição do pescado para quem ajudou a puxar a rede.

(Foto e informções via \Silézio Sabino)

MAR CATARINA

Conheça as mais recentes descobertas sobre a vida marinha, como novas espécies de esponjas ao largo de Florianópolis; um coral formador de recifes que, além de ser o registro mais ao sul em todo o oceano Atlântico, tem crescimento diferente; o coral-sol, espécie exótica que invade o mar brasileiro; e a espécie de água-viva que vitimou centenas de pessoas no verão de 2011 em Santa Catarina. O vídeo também destaca a influência da temperatura da água na distribuição dos organismos marinhos.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

NA PRAIA...

Foto Pérsio Abilhoa


Acredite nisso:
Não acreditar
É mais difícil

(Fernando Alexandre)

NA PRAIA...

Debussy na praia em Houlgate, em 1911

OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Olhar, ilha e clique do Luiz Eduardo Fontoura Teixeira, o Peixe

Da janela lateral, um fim de verão...

OSTRANDO!

Anderson Marcelo trabalha há 20 anos no cultivo de ostras no Ribeirão da Ilha – Anderson Coelho/ND

Sul da Ilha: o maior berço das ostras catarinenses

Com 1.558 toneladas cultivadas em 2018, Florianópolis é líder na maricultura respondendo por 70% da safra catarinense

ANDRÉA DA LUZ

Os trabalhos não param nos ranchos de maricultura no Sul da Ilha de Santa Catarina – maior reduto do cultivo de ostras no Estado. O vaivém dos cestos do mar para a terra na calmaria do Ribeirão da Ilha seguem um ritual que escapa aos apreciadores da iguaria em restaurantes espalhados pela cidade e pelo país.

O manejo é constante: entre a fase de semente e a comercialização, as ostras vão e vêm pelo menos dez vezes. “Elas vão para o mar nas caixas de berçário, que têm telas de malha tão fina como as das meias-calças femininas. Aí, depois de uns 30 dias, já cresceram um pouco e trocamos de caixa com uma malha maior para passar mais alimento”, conta o maricultor Anderson Marcelo, há 20 anos na atividade.

Trabalhador em um dos ranchos à beira-mar, ele conta que foram retiradas cerca de 600 dúzias de ostras prontas para o consumo apenas nesta quinta-feira (5), quando a média no estabelecimento é de 200 dúzias. “A produção nunca é suficiente, quanto mais a gente cultiva, mais vende”, diz o maricultor. Dali, também sai parte do que será vendido na Fenaostra, festa realizada há 20 anos no Centro da Capital.
Da semente à mesa

Cada vez que o molusco é colhido, passa por uma etapa de lavagem com água salgada bombeada do mar e uma classificação por tamanho, trocando de recipiente e voltando às colônias de cultivo para crescimento. O processo é fiscalizado pelo menos uma vez na semana, com análise microbiológicas da água em diversos pontos do litoral.

As ostras também precisam vencer a luta contra os predadores: siris, polvos e caramujos que entram nos cestos enquanto são pequenos e crescem lá dentro, se alimentando delas. “Para nos livrarmos deles tiramos as ostras
do mar. Elas sobrevivem até quatro dias fora da água, mas os predadores morrem nesse período”, conta Anderson.

Mesmo com todo esse cuidado, é normal que haja uma perda de até 30% do molusco. As que sobrevivem são classificadas por tamanho. “As mais apreciadas e de maior valor são as baby, pequenas e boas para consumo in
natura ou para gratinar; e as médias, que são ótimas para fazer a milanesa, ao bafo ou no vinagrete”, ensina. As grandes, segundo Anderson, são mais apreciadas pelos turistas.

Um de seus colegas, Adriano César Aguiar, conta que deixou o trabalho como vigilante para atuar somente no cultivo de ostras. “Era muito parado, aqui tem mais movimento”, diz, enquanto lava e separa as ostras que logo voltarão ao mar. O molusco custa entre R$ 8 e R$ 12 a dúzia.
Adriano Cezar Aguiar deixou trabalho de vigilante para atuar no cultivo de ostras – Anderson Coelho/ND

Panorama do setor

Com 64 produtores, Florianópolis cultivou 1.558 toneladas de ostras em 2018, ou 70% da safra catarinense que foi de 2.205 toneladas. Isso caracteriza a Capital como líder do segmento no Estado, seguida pelos municípios de São José com 443 toneladas e Palhoça com 113 toneladas. Santa Catarina é o maior fornecedor do molusco no país, com 95% do cultivo.

Os números da produção da aquicultura foram levantados pelo Cedap (Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca) da Epagri, que acompanha a evolução do segmento de maricultura em Santa Catarina. Somos também os
maiores fornecedores para outros estados do Brasil, em especial para o eixo Rio-São Paulo, mas também para Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Alagoas, para citar alguns.
Após passar por lavagem e classificação, molusco volta para o mar para crescer – Anderson Coelho/ND

De acordo com o pesquisador Felipe Suplicy, o segmento vem se organizando em associações, mas o desafio ainda é consolidar a cooperativa que ajudaria a diluir os custos e comercializar em maior escala com vantagens para os cultivadores.”Diferente da piscicultura no Oeste do Estado, não há uma cultura da cooperativa na maricultura”, afirma o pesquisador.

Para ajudar a vencer esse obstáculo, a Câmara Setorial da Maricultura catarinense, vinculada à Secretaria estadual da Agricultura, elaborou o Plano Estratégico para Desenvolvimento Sustentável do setor para o período 2018-2028. O plano estabelece as políticas a serem desenvolvidas e estratégias para auxiliar os pequenos produtores a se adequar ao contexto atual de fiscalização e controle da produção.

“Para isso, contamos com o apoio de instituições como Sebrae e Senar [Serviço Nacional de Aprendizagem Rural] que podem ajudar os maricultores a calcular os custos de produção. Muitos empregam mão de obra familiar e
acabam vendendo mais barato justamente por não fazerem esses cálculos”, diz Suplicy.

O documento apresenta ainda objetivos, metas e ações nos aspectos social, econômico e ambiental, com prazos e responsáveis por sua execução, sejam produtores ou instituições de fomento, pesquisa e controle da atividade. O objetivo principal é manter a atividade rentável e sustentável para o futuro. Uma das ações é a criação de um selo de procedência da ostra de Florianópolis, servindo como mais um atrativo para o mercado.

“Já existem empreendedores que estão obedecendo aos requisitos de fiscalização sanitária e sabem que isso tem um custo, por isso vendem a um preço mais alto. Mas eles competem com os que não tem a maricultura como a principal fonte de renda e vendem com preço abaixo do mercado, criando um certo canibalismo dentro do segmento”, opina o pesquisador.

Para Suplicy, a profissionalização da maricultura acabará por fazer uma ‘seleção natural’ dos produtores, como já ocorreu em outros segmentos como o de produção de frangos, por exemplo.

Outra dificuldade é a aquisição de sementes de ostras. Atualmente, o fornecedor é o laboratório da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que pesquisa, seleciona e produz as sementes vendidas aos maricultores. Entretanto, muitos já se preocupam com a continuidade do serviço por conta do corte de verbas das instituições de ensino superior.

“A universidade fornece cerca de 40 milhões de sementes por ano e só temos mais um pequeno laboratório particular no Morro das Pedras. Felizmente, a empresa recebeu investimentos e deve conseguir produzir em torno de 50 milhões de sementes este ano, se tudo correr bem. Outros dois maricultores tiveram a iniciativa de montarem laboratórios, com isso acho que teremos insumo suficiente para todos”, avalia.
20ª Fenaostra

Para quem quer apreciar o molusco, a Fenaostra (Festa Nacional da Ostra e da Cultura Açoriana) acontece de 5 a 15 de setembro, na Praça Fernando Machado, no Centro de Florianópolis, com shows, concursos culturais e pratos feitos por chefs de instituições de ensino.

Vários restaurantes da cidade participam da festividade. No evento, meia dúzia da iguaria in natura ou ao bafo é comercializada por até R$ 15; as gratinadas custaram até R$ 25.

Durante a festa também acontece o projeto Floripa + Arte, com tendas de artesãos vendendo seus produtos na Praça 15.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

ALERTA NO MAR



Moradores de áreas costeiras devem ficar atentos às condições do mar(Foto: Prefeitura de Itapoá)

Defesa Civil emite alerta de mar agitado e risco à navegação no litoral de Santa Catarina
Segundo a entidade, ondas podem chegar a 3 metros de altura em toda a faixa litorânea

Por Redação DC

A Defesa Civil de Santa Catarina orienta que seja evitada a navegação por embarcações pequenas e médias em toda a faixa litorânea do Estado, até as 21h de quinta-feira (5). O alerta é em função das condições de mar agitado, que podem provocar ondas de até 3 metros de altura, levando riscos a barcos de menor porte.
A condição foi causada pela entrada de um sistema de alta pressão, no Sul do Brasil. Segundo a Defesa Civil, o problema começou na manhã desta quarta-feira e deverá se estender por mais um dia.

Além de evitar a navegação, a Defesa Civil pede que itens de pesca e maricultura que fiquem no mar sejam devidamente protegidos, para evitar prejuízos.
O alerta também se estende a edificações, infraestruturas e vias que ficam em áreas passíveis de erosão e inundações costeiras.
(Do https://www.nsctotal.com.br/)

FESTA NO SAQUINHO

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

O MAR, UMA PAIXÃO

Elio e sua paixão pelo mar

Navegador usa a mão como sextante

O ítalo-brasileiro Elio Samaschini, em vídeo, explica sua viagem de volta ao mundo sem uso de instrumentos de navegação. Sete anos sem parar, é mole? E, no lugar do sextante, o navegador usa a mão para medir a posição dos astros. Que eu saiba, é o primeiro brasileiro a alcançar a proeza. O Mar Sem Fim saúda o velejador que entrou para a nossa galeria de ‘navegadores’.


Físico e empresário

Elio conta que, de físico, passou a empresário, maneira que encontrou para financiar suas viagens. Sua história náutica é curiosa. Ele foi um dos primeiros a tentar o windsurf no Brasil. Depois de muitos tombos em Guarapiranga, Lygia Moreno, campeã brasileira, e vice- campeã mundial quando era apoiada pela Eldorado FM, passou por ele e o incentivou.


“Se uma loira consegue, eu também consigo. Ganhei campeonatos, essas coisas, depois enchi o saco e descobri o Hobie Cat”.

Mais tarde Elio comprou seu primeiro veleiro, um 395, sem um pingo de empáfia ele relembra…


“Nossa, o que esse veleiro aguentou de desaforos…eu só fazia burradas, subia em lajes, navegava com excesso de velas. Todas as burradas que você pode imaginar, eu fiz…”

Na hora de partir, Elio diz que ‘surgiu a oportunidade’ de comprar um veleiro de regata, um 40.7, ‘foi com ele que eu fiz’…era o Crapun, que significa cabeça dura, em dialeto de Milão.

Elio é uma pessoa sensível, desafiado pelo repórter a explicar o que sente, disparou…


“Velejar é transformar a física em poesia”.
O que fica de uma viagem?


Veja o emocionante depoimento de Elio Samaschini, uma aula de humildade e paixão pra ninguém esquecer



Lançamento de livro

Para contar sobre suas navegadas pelo mundo, Elio Samaschini lança o livro O que sobra de uma viagem –Histórias de um velejador em solitário.


A obra da Editora Grafar revela a beleza e a profundidade das relações humanas e histórias vividas pelo autor. O livro toma um rumo diferente da maioria dos outros escritos por navegadores, já que não conta sobre tempestades ou mares revoltos. É um livro que pode ser lido por qualquer pessoa, velejador ou não, que ama a beleza das relações humanas, que deseja conhecer fatos e histórias vividas pelo autor.

TRIBUZANA À VISTA!

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AGITAÇÃO MARÍTIMA E RESSACA

Previsão: Devido a entrada de um sistema de alta pressão no sul do Brasil, há condição de mar agitado a muito agitado entre o Litoral Sul e Grande Florianópolis, com ondas de sudoeste a sudeste e picos de altura de a 3 m, a partir da manhã desta quarta-feira (04).
Desta forma, há previsão de ressaca nestas áreas.

Na quinta-feira (05), o aviso de mar agitado se estende até o Litoral Norte, com ondas de até 2,5 m de altura.

Inicio: 04/09/2019 às 9:00
Fim: 05/09/2019 às 21:00

RECOMENDAÇÕES DA DEFESA CIVIL

Mar agitado: perigo a navegação e a atividade de pesca. – Ressaca: proteger embarcações e apetrechos de pesca e maricultura. Atenção para edificações, infraestruturas e vias em áreas vulneráveis à erosão e inundações costeiras.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

domingo, 1 de setembro de 2019

NOITE SENDO, TARDE INDO...

Foto Fernando Alexandre

NA PRAIA...

VIRGINIA WOOLF NA PRAIA

MANEMÓRIAS

Mercado Público, no tempo que ainda não tinham construido a ala Sul nem tinham roubado o mar do centro da cidade. Do livro "A Colonização Portuguesa no Brasil", edição comemorativa aos 100 anos de independência da pátria amada, salve, salve!

TEMPO DE SARDINHAS


Resultado de imagem para CALDEIRADA DE SARDINHAS

CALDEIRADA DE SARDINHAS
Ingredientes

. 3 colheres (sopa) de azeite
. 1 cebola picada
. 2 tomates sem pele e sem sementes picados
. 1 pimentão amarelo cortado em cubos
. 1 alho-poró cortado em rodelas
. Sal a gosto
. Pimenta-do-reino moída a gosto
. 2 1/2 xícaras (chá) de caldo de legumes
. 12 sardinhas inteiras limpas
. 3 colheres (sopa) de salsa picada

Fazendo...

Em uma panela grande, aqueça o azeite e doure a cebola. Acrescente o tomate e refogue por dois minutos. Junte o pimentão, o alho-poró, sal, pimenta e refogue durante cinco minutos.

Acrescente o caldo de legumes e, assim que levantar fervura, abaixe o fogo para brando. Disponha as sardinhas delicadamente sobre o cozido, tampe a panela e cozinhe durante dez minutos sem mexer. Desligue o fogo, salpique a salsa e sirva.

Dica: este prato fica mais saboroso se preparado de véspera e pode ser servido frio

TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre

Pântano do Sul