domingo, 13 de julho de 2014

FIM DE SAFRA!

Foto sem crédito
ÚÚÚÚÚ!!!!!!!
DEU PEIXE!

Na Lagoinha do Norte, neste sábado: 3.647 tainhas!
E das gradas! Em dois lanços!
Informações do Gabriel Elio

 Praia da Lagoinha é a Tri Campeã, conquistando mas uma vez troféu Tainha. A praia que mais cercou peixes nesta temporada, que se encerra nesta terça-feira, dia 15 de julho.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

EM IMBITUBA



Mais duas baleias francas foram avistadas ontem, desta vez em Imbituba. As ilustres visitantes, que chegam a partir de julho ao Litoral do Sul catarinense, foram vistas na praia de Ibiraquera e próximo da praia do Porto.

Este ano, até agora as baleias francas só foram vistas ontem e na quarta-feira da semana passada, em Laguna, quando uma baleia e seu filhote foram avistados em Laguna, na praia do Iró, entre o Mar Grosso e o Gi.

A temporada de avistagem começa em julho e segue até novembro. De acordo com a bióloga do Projeto Baleia Franca, Karina Kroch, é normal que as avistagens no começo deste mês sejam raras. “A temporada está começando e é mais no final de julho que elas vão aparecer com mais frequência”, destaca. Segundo ela, as baleias vistas ontem estavam longe da costa.

Essa é a época em que as baleias francas procuram as águas calmas e mais quentes do Litoral catarinense para acasalar e amamentar seus filhotes. Os mamíferos que acasalaram no ano passado retornam para procriar. Enquanto permanecem na região, as baleias adultas não se alimentam.

Tomando como base o monitoramento que vem sendo realizado nos últimos dez anos, a bióloga aponta que mais de cem baleias devem chegar ao Litoral Sul nesta temporada. Desde 1987, são 670 baleias catalogadas pelo Instituto. A baleia franca ainda se encontra na lista nacional de animais que correm risco de extinção, conforme a última reavaliação feita pelo Ministério do Meio Ambiente. Entretanto, Karina salienta que a população vem crescendo nos últimos anos. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

DO FRANK MAIA!

<*)))>{ <--------- tainha!

TEM TAINHA NA BARRA DO SUL!

Foto Salmo Duarte / Agencia RBS


Barra do Sul recebe público para a Festa da Tainha a partir desta quarta-feira
Além de gastronomia típica, 80 mil pessoas devem aproveitar shows e espaço para compras

por Camila Nunes

Às 18h30 desta quarta-feira, Balneário Barra do Sul recebe o público para a 22ª edição da Festa da Tainha. A abertura do evento, um dos mais tradicionais do Norte do Estado, será marcada pelo encontro de duplas Gospel e show com nacional com Daniel & Samuel.

Para garantir que tudo dê certo, na última terça, equipes trabalharam para deixar toda a estrutura pronta para os visitantes _ a expectativa da Prefeitura é de receber mais de 80 mil pessoas. Neste ano, a festa terá seis dias e todos os shows serão gratuitos. A tainha será a estrela principal da festa que envolve grande parte da comunidade. 

Pescadores se preparam desde maio, quando começou a safra da espécie, para garantir que a protagonista do evento não saia de cena. Mais de 20 toneladas de tainhaforam reservadas para dar vida às receitas de 28 estandes do setor gastronômico e 14 restaurantes.

Além dos estandes à beira mar, que terão diversas opções de peixe e guloseimas, a cultura da pesca e de toda a região Norte de Santa Catarina ganhará destaque no pavilhão de 300 metros quadrados. O espaço também terá um palco para apresentações e exposições.

O público poderá aproveitar toda a programação da festa ao som de música ao vivo. Dois palcos receberão duplas e bandas regionais e nacionais. Os sertanejos Gian & Giovani se apresentam no sábado e são uma das principais atrações da cartela musical do evento. O palco principal ainda receberá as banda Dazaranha e San Marino, além das dupla Dani & Rafa e Julio & Julio. 

A festa também será uma boa pedida para compras. Serão 30 estandes para venda de artesanatos, roupas, bolsas e objetos de vários segmentos.

Vai ter peixe recheado, frito ou até sushi 

Às vésperas do principal evento de Barra do Sul, o dono da Peixaria da Barra, Fernando Teixeira, cuidava dos últimos detalhes para garantir a qualidade do peixe. Ele já reservou mais de 10 toneladas de tainha para o estande que terá estrutura de restaurante e peixaria.

—Teremos tainha de vários tipos: assada, cozida, frita, recheada, refogada—, anuncia Teixeira.

Segundo ele, a tainha recheada com arroz, batata, pirão e salada sairá por R$ 40 e R$ 70. Se o peixe for de 2 kg ou mais, o prato pode servir até quatro pessoas. O cardápio inclui ainda sushi e outros pescados. Teixeira ressalta que a festa é "alimenta" a economia da cidade.

—É bom para os pescadores que tiraram um lucro extra e para as pessoas de fora conhecerem a qualidades do município—, destaca ele.

Programação

Quarta-feira (9/7)

17h - Abrem os estandes
18h - Abre a praça de alimentação
18h30 - Apresentação da Apae
19h - Encontro de duplas Gospel
20h - Show Nacional com Daniel & Samuel no palco principal
23h30 - Show com Ivonir Machado

Quinta-feira (10/7)

10h - Abrem os estandes
10h30 - Abre espaço cultural
11h - Abre da praça de alimentação
14h - Shows no palco alternativo
21h - Show com Junior & Julio no palco principal
23h - Show baila com banda Sam Marino no palco principal

Sexta-feira (11/7)

10h - Abrem os estandes
11h - Abre a praça de alimentação
12h - Acústico Chipas
14h - Grupo de Dança Paulo César Ramos
16h - Imujor 
17h - Banda Raiz Vital
18h - Apresentação Cultural
19h - Coyot Jack
21h - Pagode Ponto Com
20h30 - Mariskal
22h - Show com Dazaranha
22h30 - Brothers
Meia-noite - DJ Ruan Suíço
Meia-noite - Grupo Explosão

Sábado (12/7)

10h - Abrem dos estandes
11h - Abre praça de alimentação
12h - Acústico Chipas
14h - Baila com Juliano e seus teclados
15h - Tarrafa Elétrica
16h30 - Apresentação Cultural
17h - Apresentação Cultural
17h30 - Grupo de dança Paulo César Ramos
18h30 - Banda Ulisses
20h - Cloriformitos
21h30 - Banda Miopia
22h - Baile com Conexão Sul
00h30 - DJ Dan Projetic
00h30 - Show com Gian & Giovani

Domingo (13/7)

10h - Abrem os Stands e abre a praça de alimentação
11h - Grupo de Dança Paulo César Ramos
12h - Acústico Tuise Bueno
14h30 - Apresentação Cultural
15h - Apresentação Cultural
16h - Final da Copa do Mundo 
18h - Baile com Irmãos Galvão
18h - Homem Banda e Sua Mina
20h - Jason e Anderson
20h - Pagode Novo Sonhar
22h - Show com Dani e Rafa

Segunda-fera (14/7)

10h - Abrem os Stands e a praça de alimentação
14h30 - Baile da 3ª Idade com Heroi & Heroni
17h30 - D'luca & Luciana
20h - Nicolas Luca
21h - Baile com a banda Sam Francisco

(Do A NOTÍCIA - www.clicrba.com.br)

NOVO POINT FAZ SUCESSO E REÚNE A GALERA

 
O paruzinho abriu um serviço de limpeza que virou "point" entre os peixes da Ilha do Arvoredo. Ele extrai parasitas, pedaços de pele e ainda faz uma inspeção completa nas guelras, tudo grátis.
E não tem essa de hora marcada, chegou é atendido. Só nesta foto ele atende a cinco clientes ao mesmo tempo.
Curta a página do INSTITUTO LARUS.

UM MUSEU PARA O "VASA"!


O Vasa é o único navio de guerra do século XVII existente no mundo. Com 95% do casco original do barco preservado e ornamentado com centenas de esculturas talhadas, o Vasa é um tesouro artístico único e uma das maiores atrações turísticas do mundo.

O navio encontra-se exposto num museu especialmente edificado para o albergar, situado em Estocolmo. No interior deste museu, são apresentadas nove exposições relacionadas com o navio, uma loja com ampla gama de artigos e um restaurante de luxo. O filme sobre o Vasa é apresentado em dezasseis línguas. O Museu Vasa atrai mais visitantes do que qualquer outro museu da Escandinávia. Por si só, é já um motivo mais do que suficiente para visitar Estocolmo.

NAUFRÁGIO DO VASA

A 10 de Agosto de 1628, um potente navio de guerra deixava o porto de Estocolmo. Era o recentemente construído Vasa, cujo nome se deve à dinastia Vasa reinante. Para assinalar esta data solene, foi disparada uma salva dos canhões, projetada através das canhoneiras que bordavam ambos os flancos do navio.

À medida que o imponente navio se deslocava lentamente na direção da entrada do porto, levantou-se uma rajada de vento. O Vasa inclinou-se, mas voltou a endireitar-se. Uma segunda rajada de vento fez com que o barco se inclinasse completamente para um dos lados. A água infiltrou-se através das canhoneiras abertas e o Vasa afundou-se, levando com ele para as profundezas do mar, pelo menos, 30 ou mesmo 50 dos 150 tripulantes. Só passados 333 anos é que o Vasa voltou a ver a luz do dia.

O AUTOR DO ACHADO

Anders Franzén, um investigador independente, iniciou as buscas do Vasa no início dos anos cinquenta. Desde a sua infância que sentia um enorme fascínio pelos destroços dos navios naufragados nas proximidades da casa dos seus pais, no arquipélago de Estocolmo. O verme xilófago, Teredo navalis, devorador de cascos de madeira em águas salgadas, não tem grandes hipóteses de sobrevivência nas águas salobras do Báltico. Anders Franzén apercebeu-se da importância desse facto para os navios afundados no Báltico e, em 1956, redescobriu o Vasa.

ENORME PARA O SEU TEMPO

O Vasa foi construído em Estocolmo, sob a supervisão do armador holandês Henrik Hybertsson, que contou com a ajuda de carpinteiros, marceneiros, escultores, pintores, vidraceiros, veleiros, ferreiros e muitos outros artesãos. Ao todo, trabalharam no Vasa, quatrocentas pessoas.

O navio foi mandado construir por Gustavo Adolfo II, rei da Suécia, e demorou dois anos a ser terminado. Possuía três mastros e podia suportar dez velas, media 52 metros da cabeça do mastro à quilha e 69 metros da proa à popa e pesava 1200 toneladas. Depois de terminado, tornou-se num dos barcos mais poderosos jamais construído.

O QUE CORREU MAL?

Hoje em dia, é possível calcular com precisão a forma como um navio deve ser projetado de forma a navegar de forma eficaz. No século XVII, utilizavam tabelas de dimensões consideradas eficazes no passado. Com base em documentos contemporâneos, sabemos agora que os projetos de construção do Vasa foram alterados depois de começarem as obras.

O rei pretendia que a bordo fosse instalado um número de canhões superior ao normal, o que significa que as dimensões inicialmente escolhidas para o navio deixaram de ser apropriadas e os construtores viram a sua situação complicar-se. O navio foi construído com uma superestrutura superior, com dois convés fechados para canhões. No fundo do navio foram colocadas inúmeras pedras enormes que serviam como lastro para o manter estável na água. Mas o Vasa estava demasiado desequilibrado e as 120 toneladas de lastro não eram suficientes.

MUSEU VASA - FOTO: DIVULGAÇÃO

O QUE LEVOU À CONSTRUÇÃO DO VASA?

O Vasa era suposto ser um dos maiores navios da Marinha sueca.Possuía 64 canhões, a maioria de 24 libras (disparavam balas que pesavam 24 libras ou mais de 11 kg). A Suécia possuía cerca de vinte navios de guerra, mas nenhum deles transportava tantos canhões e tão pesados como os do Vasa.

O Vasa teria provavelmente navegado para a Polônia, que durante anos foi o inimigo número um da Suécia. Na Polónia reinava o Rei Sigismund, primo do rei sueco (o avô paterno era o mesmo). Sigismund tinha sido, em tempos, regente da Suécia, mas foi deposto por praticar a fé católica.

APÓS A RECUPERAÇÃO DO VASA

Após vários anos de preparação, o Vasa voltou novamente à superfície em 24 de Abril de 1961. Era agora necessário preservá-lo. Destroços naufragados durante tanto tempo tinham de ser submetidos a um tratamento especial, caso contrário, existia o risco de a madeira fender e desfazer-se em pedaços com o passar do tempo.


Inicialmente, o Vasa foi salpicado com água, enquanto os peritos tentavam descobrir um método de conservação apropriado. O conservante escolhido foi o polietileno glicol (PEG), um produto maleável solúvel na água que penetra lentamente na madeira, substituindo a água. A vaporização com PEG continuou durante vários anos.

AS ESCULTURAS

Juntamente com o Vasa, foram recuperados mais de 14 000 objeto de madeira soltos, incluindo 700 esculturas. Estas foram preservadas individualmente e recolocadas nos lugares de origem, no navio. Esta tarefa revelou ser um autêntico quebra-cabeças.

Os navios de guerra do século dezassete não eram simples engenhos de guerra, eram autênticos palácios flutuantes. As esculturas recuperadas possuíam vestígios de ornamentos dourados e de pintura. As análises atuais mostram que tinham sido pintadas com cores garridas sobre um fundo vermelho. As esculturas representavam leões, heróis bíblicos, imperadores romanos, criaturas marinhas, divindades gregas, entre outros, e tinham por objectivo enaltecer a monarquia sueca e exprimir o seu poder, a sua cultura e as suas ambições políticas.

MUSEU VASA - FOTO: DIVULGAÇÃO

QUAL O ESTADO ATUAL DO VASA?

A conservação e manutenção do Vasa constituem uma tarefa ininterrupta. A sua conservação depende essencialmente de um clima estável. Enquanto os destroços estiveram submersos, as cavilhas de ferro desfizeram-se com a ferrugem, escurecendo as tábuas de carvalho. No final, apenas estava preso por cavilhas de madeira. Os poluentes existentes na água formaram grandes quantidades de enxofre, que foi penetrando na madeira. Atualmente, o enxofre reage com o oxigénio transformando-se em ácido sulfúrico, que é nocivo para a madeira, mas inofensivo para os visitantes do museu. As investigações para a conservação a longo prazo do Vasa continuam.

VASA A MÁQUINA DO TEMPO

Quando o Vasa se afundou, o tempo parece ter parado. O que foi recuperado em 1961 foi uma peça em bom estado de conservação do século XVII. Cada um dos inúmeros objetos recuperados tem uma história para contar. Entre eles, encontram-se esqueletos dos membros da tripulação, bem como os seus pertences e o equipamento do navio.

No meio da lama e do lodo, no fundo do Vasa, os autores do achado encontraram as seis velas que não tinham sido desfraldadas quando o navio naufragou. São as velas mais antigas do mundo a terem sido recuperadas e, antes do trabalho de conservação, encontravam-se num estado de fragilidade extrema. As investigações sobre os achados continuam ainda. No museu, encontram-se em exposição vários objetos exclusivos, dando a conhecer vivências de outras eras e dos respectivos povos.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

TEM TAINHA NA REDE!


No blog "Lusopresse", editado no Canadá, em língua portuguesa!
ou então somente o texto, escrito originalmente em inglês e traduzido pelo jornalista e poeta 

Por Richard Simas!

Tainha na rede, Pântano do Sul, Ilha de Santa Catarina, Brasil.

e ele colhe peixes na garganta
do sol
  do sal
  do vento

(Osmar Pisani)

Na madrugada, uma calma enganadora reina nesta praia de pescadores.  Esperam a chegada da tainha.  “Precisa de vento e ar mais frio,” disse alguém um dia antes.   “Estão chegando,” murmura um velho, imóvel, olhos fixados no mar.  
Um estrangeiro como eu não reparanos sinais de antecipação: o barco,as redes preparados, os vigílias posicionados em cima das dunas observando a superfície azul-cinzenta do mar.  Antes da chegada dos europeus no século 15, os povos indígenas têm pescado a tainha nas águas do sul atlântico até argentina.  Peixe de água doce e salgada, a tainha migra em direção ao norte para desovar em águas mais quentes.  Durante algumas semanas do mês de maio nesta região do Brasil fortemente influenciada pela imigração açoriana, a pesca da tainha permanece uma tradição venerada e comunitária.

O vento muda durante a noite.  A temperatura cai e sobe novamente.  Do mar, vem a chuva dando palmadinhas nas telhas, lavando as margens da mata ao redor do Pântano.Cheiro de umidadeno ar.  A freguesia parece ainda dormir.
De repente, dois jovens disparam à toda velocidade de uma extremidade da praia, gritando um alerta.  O som se múltipla nos cantos da freguesia, espalhando como fogo num campo seco.  A população chega apressada na beira do mar. OOsmarina, um barco elegante de sete metros com proa curvada, surge do seu abrigo, empurrado na areia por homens.  Rapidamente o barco é lançado no mar e as redes são posicionadas em água pouca profunda,formando uma meia circunferência.  Dois homens seguem atrás do barco para guiar as cordas da rede até a praia.  Os assistentes gritam e gesticulam cada um as suas ordens.
Após colocar as redes,Osmarina encontra novamente a praia.  Outro grupo de assistentes se organiza ao lado do barco, mãos preparadas para puxar a corda.  As boias brancas suportando a rede descrevem uma meia lua na superfície do mar. São trocados mais gritos de ordens e de instruções, mãos acenando, pessoas correndo e finalmente os dois grupos nas extremidades começam a puxar a rede.

O escritor e cronista de cultura popular, Fernando Alexander, se ocupado tainhanarede.blogspot.com,um referencia virtual sobre assuntos locais.  Ele publicou também o excelente Dicionário Da Ilha, Falar & Falares da Ilha de Santa Catarina.Alexander me informa que barcos como o Osmarina se chamam canoa bordada e são construídos duma única árvore.  Cinquenta pessoas estão envolvidas em cada barco para ajudar na pesca e são pagascom peixes pelo trabalho.Fernando comenta que a quantidade de tainha está diminuindo por causa da pesca industrial dos grandes barcos em águas profundas.
Durante gerações, canções e rituais ligados à pesca de tainha têm sobrevivido.  Cada comunidade tem suas próprias versões.  As fotografias nas paredes do restaurante legendário, o Arante, mostram cenas bíblicas da praia coberta da tainha.  Fernando insiste sobre a importância docaráter artesanal e solidário da pesca e sobre o fatode quea sua celebração unifica a comunidade.  A tainha, Fernando diz, é deliciosa assada na brasa, frita ou cozida notradicional feijão preto.

Enquanto os dois grupos se aproximam puxando a rede para a praia, os peixes saltam tentando escapar.  Todos tentam adivinhar quantas tainhas foram capturadas.Estaé a primeira pesca de tainha da estação.  Quando a rede está aberta e os peixes jogados em montes na areia, a quantidade fica menos impressionante do que nas cenas bíblicas nas paredes do restaurante.  Arantinho, o dono do barco Osmarina, murmura “286” e parece decepcionado.  Ele aponta o horizonte, dizendo “a maioria escapou naquela direção...”
As redes são recolhidas depois de lavadas no mar.Um caminhão frigoríficochegana praia para levar a pesca.Osmarinaé levado de volta para água e em seguidapuxadonovamente parapraia.É a hora dopequeno-almoço, mas a pesca de tainha só começa.  Duas horas mais tarde gritam de novo os alertas e a população da freguesia chega rapidamente na praia para encenar o ritual mais uma vez.  Capturam mais peixes desta vez e o trabalho acontece de maneira mais ordenada e calma.  Antes do fim de dia,Osmarina lança suas redes mais trêsvezes e outro barco, o Mariposa,vem também pescar.

Eu troco o meu papel de observador para ajudara puxar as redes.  Após a pesca, uma garrafa de cachaça, a bebida local, passa de mão-em-mão.  Só após ter tomado um grande gole vejo a pequena serpente vermelha no fundo da garrafa.  Cobra-cachaça está escrito na etiqueta.
A excitação e o ambiente de festa iluminaa face dos pescadores.  Chegou do mar a abundância que liga todas as pessoas da freguesia.  Elas voltaram para casa cada qual com a sua porção de tainha.

Richard Simas, 2014
richardsimas@netaxis.ca
fotos, Fernando Alexander, tainhanarede.blogspot.com.br

terça-feira, 8 de julho de 2014

UM ALERTA AOS CONSUMIDORES

]

Cuidado com a histamina!
 Pescados são muito suscetíveis à deterioração, e suas características sensoriais podem ser analisadas para determinar sua qualidade quando fresco. O teor de histamina também é usado como critério de qualidade. Peixes frescos normalmente possuem baixos níveis de histamina, que aumentam à medida que o peixe perde seu frescor. No entanto, práticas inadequadas de captura, manipulação, temperatura e período de estocagem podem aumentar a concentração de histamina, mesmo em peixes aparentemente frescos. Por isso é importante saber a procedência do pescado antes de comprar. Uma vez presente, a histamina não pode ser destruída pelos métodos de tratamento pelo calor. Assim, a melhor maneira de ser evitada no alimento é por meio da prevenção, usando técnicas de conservação adequadas, tais como o resfriamento do pescado a uma temperatura aproximada de 0 ºC, ou seja, colocando gelo no pescado logo após sua captura.

O teor de histamina indica o seu potencial em causar intoxicação. A histamina é uma amina não volátil que pode ser produzida no pescado no período post mortem a partir do aminoácido histidina. Apesar de estar normalmente presente nos tecidos, é uma toxina que quando ingerida por meio do consumo do pescado, junto com as aminas putrescina e cadaverina, podem causar uma grave intoxicação. Os peixes da família Scombridae, particularmente o atum, o bonito e a cavalinha são mais suscetíveis a acumulação de teores tóxicos de histamina, pois apresentam níveis mais altos de histidina livre, sendo, consequentemente, os mais frequentes veículos de intoxicação. Entretanto, há relatos em outros tipos de peixes como o arenque, a sardinha e a anchova. Incidentes com intoxicações também são atribuídos ao consumo de peixes enlatados (conservas).

No Brasil, a Portaria nº 185 de 13/05/1997 do MAPA, estabelece limite máximo de 100 ppm de histamina para peixes das famílias: Scombridae (atuns e afins), Scombresocidae (agulhas), Clupeidae (sardinha), Coryyphaenidae (dourado) e Pomatomidae (anchova).

Sintomas de intoxicação histamínica: náusea, vômitos, inchaço ao redor dos olhos, inchaço nos lábios, línguas e gengivas com cianose, coceiras, dores de cabeça e dificuldade respiratória. O tempo para que esses sintomas possam se manifestar, pode variar conforme a concentração de histamina presente e a dose infectante e consumida, podendo levar até a choque anafilático e morte dependendo da sensibilidade do consumidor.

Saiba mais sobre a ocorrência de histamina no pescado clicando aqui.

PROTEGENDO AS BALEIAS




Litoral sul de Santa Catarina será monitorado durante a temporada migratória de 2014

Brasília (03/07/2014) — O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) começou há duas semanas uma série de atividades para proteger a Baleia Franca no litoral sul de Santa Catarina (SC). Na última segunda-feira (30), a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca realizou a primeira fiscalização, por mar, da temporada. A Polícia Militar Ambiental de Laguna e a Estação Ecológica (Esec) Carijós ajudaram nos trabalhos.

Todas as embarcações avistadas na região fiscalizada foram abordadas e tiveram as autorizações de pesca e documentações verificadas. Os mestres das embarcações também receberam alertas sobre os cuidados que devem ter durante a navegação em função da rota migratória da Baleia Franca. Durante uma das abordagens, uma baleia franca emergiu para respirar a pouco mais de 100 metros das embarcações ancoradas.

Nos últimos 15 dias, servidores do ICMBio se revezaram para fazer o monitoramento também por terra. Assim, os analistas ambientais da APA da Baleia Franca conseguem observar a presença de baleias e outros animais marinhos e monitorar as embarcações. O objetivo dessa fiscalização é prevenir e coibir a pesca ilegal dos cetáceos, ordem dos animais marinhos que são mamíferos, como a baleia.

O planejamento das atividades voltadas para a proteção da Baleia Franca durante a temporada migratória de 2014 projeta mais de 70 saídas das equipes a campo, a maioria delas por terra. Também estão previstas outras fiscalizações por mar e pelo ar.

NA ILHA DESERTA



Preá Cavia intermedia é o mamífero mais raro do mundo

Encontrados, apenas, na ilha Moleques do Sul, perto de Florianópolis, os preás Cavia intermedia são considerados a espécie de mamífero mais rara do mundo e integram a lista vermelha de animais ameaçados de extinçãoEles são sociáveis e simpáticos, embora raríssimos, do ponto de vista zoológico. Apenas na ilha Moleques do Sul, a 10 quilômetros de Florianópolis e pertencendo ao município de Palhoça, entre rochas e bosques baixos, pode ser encontrado o preá Cavia intermedia, um diminuto mamífero de 25 centímetros e 600 gramas, descrito pela ciência há apenas dez anos. Debruçada sobre as encostas rochosas da ilha desabitada e cercada pelo mar, a população dos pequenos roedores não passa de 100 indivíduos. É considerado o mamífero mais raro do mundo, e integra a lista vermelha de animais ameaçados de extinção. 

Seu aspecto físico lembra o de seus parentes do continente, mas estão separados há pelo menos 8 mil anos. Resultados preliminares de um estudo ainda inédito dos biólogos Nina Furnari e César Ades, do laboratório de psicoetologia da Universidade de São Paulo, revelaram, no entanto, um comportamento social próprio entre os preás da ilha. Por isso, são vistos com frequência forrageando gramíneas em grupos mistos de dois a até 17 indivíduos. "Nesses grupos maiores ocorrem subunidades, formadas por casais ou duplas de mãe-filhote ou ainda tríades de mãe-filhote-macho", explica Nina. "E há vínculos entre os indivíduos visíveis pela ausência de comportamentos agressivos."

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A FALÊNCIA DA PESCA


Em condições normais, a Ilha de Santa Catarina e ilhas circundantes integram um sistema que pode contribuir para uma considerável produção pesqueira, mas atualmente esta potencialidade está seriamente comprometida. 
A falência da pesca tradicional não é causada somente pela super explotação dos estoques, pela pesca predatória, e tampouco a solução se dá pela melhor instrução e aparelhamento dos pescadores, barcos, etc. A falência da pesca passa por tudo isto, mas tem também outra causa ainda mais grave, que só pode ser entendida quando ingressamos no mundo submarino e na "casa” dos peixes. Só assim passamos a entender melhor as causas da falência da pesca.
A atividade pesqueira depende do aporte contínuo de peixes, e isso não acontece por milagre. Quando são pescados, os peixes não são repostos como num videogame. Os sobreviventes precisam de segurança para se reproduzirem e crescerem, e para isso buscam locais com condições adequadas no mar. Por instinto, peixes relacionam redes, linhas, nylon, cordas, poitas, chumbadas, anzóis, etc, com ameaças. Eles se estressam, afastam-se, e dificilmente se reproduzem onde isto esteja presente. Mesmo os peixes jovens parecem obedecer a estes instintos, e evitam locais onde a paisagem tenha estas características.
Quando percorremos o entorno da Ilha de Santa Catarina e ilhas circundantes, ficamos impressionados com inúmeros segmentos de redes, alguns com muitas dezenas de metros, perdidas no fundo. Muitas vezes elas continuam pescando, e podem estar matando animais diuturnamente, por décadas, sem trazer benefícios a ninguém. Boa parte da falência da pesca deve-se a estas armadilhas macabras que transformam paraísos marinhos em cenários de terror.
Muitos abrigos, tocas, fendas e cavernas, que deveriam estar ricos em peixes, têm por perto em grande quantidade, algum tipo de linha de nylon, chumbo, anzóis, e toda sorte de cordas e âncoras enferrujadas.
Este cenário de guerra ao pescado reflete as razões pelas quais os peixes deixaram de ser tão encontrados por aqui, portanto, um incremento na atividade pesqueira é praticamente inviável.
Boa parte dos peixes que sustentam a atividade pesqueira provêm de deslocamentos migratórios, que não dependem tanto das condições locais de conservação, porém mesmo estes peixes parecem influenciados por sinais propagados no mar.

Se as condições de conservação dos ambientes marinhos fossem adequadas, não só as espécies demersais estariam mais presentes, como também as pelágicas, possibilitando a recuperação das populações de peixes, e por consequência, podendo incrementar a atividade pesqueira.
Alcides Dutra

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sábado, 5 de julho de 2014

NA FERRUGEM!


"Ao amanhecer, em um dia de tempo fechado, com tudo mudado devido a programação das empresas para o Jogo do Brasil, fazendo o boletim das ondas, na Praia da Ferrugem, me deparei com os pescadores fazendo o Lance nas tainhas que já estavam rondando o pico por alguns dias.

Não perdi tempo, deixei a moto e fui até junto dos pescadores e demais colaboradores, acabei me juntando a Eles e puxando as redes. A força d'água que tinha onde a rede foi largada fez com que fosse preciso muita força para puxar, e a galera presente teve que se esforçar muito para tirar as redes e os peixes, foi muito legal.
Aproveitei o momento para fazer esse filme a as fotos que deixo para os apreciadores da Cultura local apreciarem.

O Lance de tainha na Praia da Ferrugem no canto Norte deixa o recado para os amigos surfistas que reclamam ou que não concordam com o acordo entre pescadores e surfistas feito aqui em Garopaba.

Esse momento dos pescadores é comparado ao momento em que pegamos uma boa onda, a adrenalina corre solta.., é só alegria.

E viva a pescaria, e Viva esse momento, e Viva a Natureza, afinal, estamos em Garopaba, e esse lugar é especial!!!"

Texto e imagens de Ronaldo Gabriel Teixeira
Surf Repórter Waves e Gmídia.com

VALEU POR UM LANÇO!

Foto Tafarel Formentin
Tainha com quase oito quilos é capturada no Balneário Rincão
Último registro semelhante ocorreu há oito anos, quando uma tainha foi capturada com 7,2 kg

Samuel Patrício Rosa, morador do bairro Pedreiras, do Balneário Rincão, pescou na manhã dessa quarta-feira uma tainha com quase oito quilos. O peixe foi capturado com a água pela canela em uma rede de currico no momento em que Samuel e alguns colegas pescavam na Barra do Torneiro. A captura surpreendeu quem estava no local pelo tamanho do peixe, que foi pesado nesta manhã. Na balança foi confirmado o peso da tainha: 7,9 kg. Segundo pescadores do balneário, o último registro semelhante ocorreu há oito anos, quando uma tainha foi capturada com 7,2 kg.

Conforme o presidente da Colônia de Pescadores Z-33, do Balneário Rincão, João Picolo, capturar uma tainha com quase oito quilos é raro. “Isso acontece com um percador entre milhares. Em média, o peixe pesa entre 2,5 kg e 3 kg”, lembra. Conforme o pescador por esporte, que estava na Barra do Torneiro no momento da captura, Tafarel Formentin, a tainha foi vendida nesta quinta-feira para um morador do Balneário Rincão. O preço pago pelo peixe foi de R$ 100. “O preço é equivalente ao peso, tendo em visita que o quilo da tainha está orçado pelo valor médio de R$ 14”, comenta.

Ainda conforme Picolo, este ano a safra da tainha foi aquém do esperado. “Ainda não fechamos quantas toneladas os pescadores capturaram nesta temporada, mas foi uma média de 30 toneladas. Comparando com o ano passado, quando foram pescados 120 toneladas este ano a safra não foi considerada boa. Não deu para custear as despesas dos pescadores, como o combustível utilizado nas embarcações”, comenta Picolo.

Agora, a temporada é das anchovas, que já começam a surgir no litoral catarinense. De acordo com o presidente da Colônia de Pescadores do Balneário Rincão, as anchovas pesam aproximadamente 2 Kg.

(Fonte: Engeplus e http://www.garopabamidia.com.br/)

TEM TAINHA NO SUFOCO'S



sexta-feira, 4 de julho de 2014

MARES DE PORTUGAL


a companha e .....
crónicas da xávega, torreira (15)

meditação à beira mar

há os que lutam pelo futuro
os que vivem o presente
e os que choram o passado

há ainda
os que se fazem presente do presente
para ganharem no futuro
um lugar no passado

pode parecer apenas um jogo de
palavras
uma brincadeira em torno da gramática
mas é um retrato de muito boa gente
são tantos
tão pretensamente felizes consigo mesmos
tão tão eus

esquecem-se de uma coisa simples
é que podem
também eles
ser esquecidos

o espelho é de cristal fino

- o carregar do saco na zorra, é tarefa de peso -

(torreira; companha do marco; jun, 2014)
do ahcravo gorim

FASES DA VIDA


Esta salema (peixe maior) quando era jovem, foi um peixe limpador que retirava parasitas e pele morta dos outros. Mas agora que é adulta, deixou esta atividade para sempre.
Curiosamente, hoje ela usa estes serviços, prestados por outro jovem limpador, um paruzinho (peixe menor) que, assim como a salema, vai deixar esta função quando crescer.

Imagem obtida por Alcides Dutra na Ilha do Arvoredo - SC.

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quinta-feira, 3 de julho de 2014

MARES DE PORTUGAL

Foto de ahcravo gorim.
regata da ria 2014 (3)

"NÃO MATEM OS MOLICEIROS"

já perto de s. jacinto, o moliceiro do ti zé rebeço, ultrapassa o do ti abílio carteirista.
desde o protesto de 2012, por não ter havido regata, que o ti abílio mantém a tarja "NÃO MATEM OS MOLICEIROS", no seu barco.

há mensagens que é preciso manter vivas e esta é muito forte, actual e necessária.
lembrem-se dela os que hoje se limitam a fotografar ou a descrever as regatas.
os moliceiros são homens e barcos, são seres vivos que precisam não só de olhos, mas de braços e mãos, de vozes e sentires, que se unam na sua defesa e preservação.
seja cada um de nós um moliceiro a dizer: assim não! queremos mais e melhor das entidades que mandam directamente nesta região, que são responsáveis pela cultura deste povo.
o ti abílio acabaria a regata em segundo lugar, aos 78 anos de idade, registem bem: aos 78 anos de idade.
será que não merece o nosso respeito esta geração que começou a vida "ao moliço", na ria e que até ao fim da vida continua a fundir-se com o seu barco?
o ti abílio, fez a sua vida na alemanha, lá deixou a descendência, mas é na ria, a bordo de um moliceiro que se sente vivo.
até quando?

(ria de aveiro; 28, jun, 2014)

EM SP, A TAINHA AINDA É UMA FESTA!

PRATO ACOMPANHA AINDA FAROFA E ARROZ - FOTO: DIVULGAÇÃO

Bertioga e Praia Grande promovem Festa da Tainha a partir do dia 4

Duas cidades da Baixada Santista promovem, a partir do próximo dia 4 de junho, a Festa da Tainha: Bertioga e Praia Grande. Nos dois municípios, até o final do evento, deverão ser recebidas 90 mil pessoas.
Em Bertioga, na Festa da Tainha, considerado um dos maiores festivais do Município, deverão ser consumidos, até 3 de agosto, cerca de 10 toneladas do peixe.

No Município, o prato será servido duas formas: tainha assada na brasa, preparada com o peixe inteiro, ou espalmada, feita com o peixe aberto. Ambas pesam 1,5 kg em média e servem até três pessoas adultas. Os demais acompanhamentos, como arroz, farofa, pão e vinagrete são disponibilizados por meio do sistema self-service, no qual o visitante pode se servir à vontade.

No local também haverá, como em todos os anos, estandes para venda de fritas e doces. O total arrecadado na festa será revertido a ações sociais para entidades beneficentes, atendendo à vocação do Lions, que é servir ao próximo.

A festa acontece às sextas-feiras, com jantar, a partir das 20 horas; aos sábados, almoço e jantar, a partir das 12 horas, e aos domingos, somente almoço.

A Praça de Eventos está localizada na Avenida Thomé de Souza, ao lado do Forte São João – Praia da Enseada (Centro).

Praia Grande

Já em Praia Grande, o evento gastronômico acontece este ano em novo endereço: o Pavilhão de Eventos Jair Rodrigues, no Bairro Quietude. O evento acontecerá sempre às sextas-feiras, das 18 às 23h30, sábados, do meio-dia às 23h30 e domingos, do meio-dia às 17h30.

A tainha, servida na telha e acompanhada de arroz, farofa com camarão e vinagrete, serve duas pessoas e será vendida a R$ 65,00, com parte da renda revertida ao Fundo Social de Solidariedade do Município. A entrada é gratuita.

Além do prato principal, os visitantes poderão conhecer parte da produção de artesanato do Município e saborear alguns quitutes oferecidos em estandes cedidos a 20 instituições sociais locais.

Fonte: http://www.atribuna.com.br/

TARTARUGA COM ANZOL NA BOCA


Na Ilha Moleques do Sul em Florianópolis, grande parte dos abrigos e tocas tem alguma linha, anzol, corda ou grandes pedaços de redes perdidas, matando ou ameaçando os animais. Mas não é só nesta ilha, praticamente todas, incluindo as que integram unidades de conservação, estão de alguma forma alteradas por artefatos de pesca.
 A imagem da tartaruga com anzol na boca é um símbolo das condições de conservação da fauna marinha que rodeia a capital dos catarinenses.

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quarta-feira, 2 de julho de 2014

EM LAGUNA

Mãe e filhote foram avistadas na última terça-feira.
Foto Geraldo Gê / Arquivo Pessoal

Baleias franca são avistadas em Laguna
Chegada dos mamíferos marca a temporada de procriação no Litoral de Santa Catarina

Nem bem a temporada de baleias começou e os mamíferos já foram avistados no Litoral catarinense. Na última terça-feira, mãe e filhote foram flagrados em passeio pela Praia do Iró em Laguna, no Sul do Estado. 

Leia também:

Oficialmente, a temporada das baleias começa em julho e acaba em novembro. Durante este período, os mamíferos procuram águas mais calmas e quentes para acasalar, parir e amamentar. 

Confira ainda:

Laguna, normalmente, é um polo na recepção de baleias, que também pode ser vistas em Garopaba e até Florianópolis. Segundo estimativa da bióloga do Instituto Baleia Franca Karina Kroch, devem chegar mais de 100 baleias na Litoral Sul de Santa Catarina neste temporada. 


O Instituto já catalogou 670 baleias franca desde 1987. Estes animais estão na lista dos que correm risco de extinção, segundo lista do Ministério do Meio Ambiente. Mas há um dado positivo: a população de baleias tem aumentado em média 12% ao ano.


Para garantir proteção a baleias franca, Santa Catarina conta com uma Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca. Trata-se de uma área de 130 km de costa marítima e abrange nove cidade. A área começa no Sul da Ilha de Santa Catarina e vai até Balneário Rincão, conforme decreto publicado em 2000.

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

terça-feira, 1 de julho de 2014

SURF LIBERADO NA GALHETA

Foto Maurio Borges
As canoas da pesca da tainha já foram recolhidas pelos pescadores na praia da Galheta. O surfe por lá já está liberado a partir de hoje.

Informações e foto do surf-repórter Maurio Borges

NO SANTINHO

Fotos Gabriel Elio

ÚÚÚÚ!!!!!
Ontem no final do dia, a manta de tainhas estava no arrochiado, no Costão do Santinho - primeira foto! Hoje, acabam de cercar 300 tainhas!
Informações e fotos do Gabriel Elio.

VISITANTES



BEM VINDOS VISITANTES ESTRANGEIROS
Ele tem cerca de 80 cm, saiu da água e permaneceu horas descansando na areia.
Considerando que os lobos-marinhos adultos desta espécie (Arctocephalus tropicalis) crescem até uns 2,80m, este é bem jovem. Não há sinais de ferimentos, por isso se ninguém incomodar, ele volta para o mar e continua sua jornada.
Praia dos Açores - Florianópolis SC.

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