terça-feira, 17 de outubro de 2017

MAR DE BALEIAS

Profissionais trabalham no resgate da baleia na praia - Projeto de Monitoramento de Praias/ Divulgação/ ND

Baleia Jubarte desencalha de praia em Barra Velha e é monitorada por pesquisadores

Equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos segue com os trabalhos no local até garantir que o animal se afastou definitivamente das áreas de risco de encalhe 

REDAÇÃO ND, FLORIANÓPOLIS (SC)

A baleia juvenil da espécie Jubarte, com aproximadamente 6 metros, conseguiu desencalhar por volta das 16h30 desta terça-feira (17) na praia da Península, em Barra Velha, no Norte catarinense. A operação do PMP-BS (Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos), responsável pelo resgate, segue com os trabalhos de monitoramento até garantir a certificação de que o animal se afaste definitivamente das áreas de risco de encalhe. No entanto, segundo a equipe, o animal está doente, e ainda segue na praia. 

O encalhe ocorreu no final da manhã desta segunda-feira (16). O animal de aproximadamente seis metros. A área chegou a ser isolada pelos pesquisadores. De acordo com o PMP-BS, algumas pessoas discordaram dos procedimentos realizados pelos pesquisadores e decidiram tentar ajudar a baleia por conta própria. Duas pessoas ficaram feridas, mas sem gravidade.

Operação

Para fazer o reboque da baleia foi necessário aguardar a maré subir, para passar as fitas e cabos. O kit de desencalhe veio de Imbituba e ajudou no processo de transporte do animal.

A operação conta com rebocador, barco de apoio, jet ski e todo equipamento necessário. Além do PMP-BS estão envolvidos na operaçao o Instituto Anjos do Mar, Corpo de Bombeiros, Defesa de Civil, Polícia Ambiental e Polícia Militar.

Segundo o professor André Barreira, as causas que fizeram a baleia encalhar e não conseguir se libertar sozinha ainda são desconhecidas. “Era um filhote grande e eles geralmente não ficam perto da arrebentação, isso é muito raro. Pode ser que ele tenha encalhado por inexperiência ou também que ele possa estar doente, mas não há confirmação”, explicou.

O PMP-BS é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural no Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama.

(Do https://ndonline.com.br/)

MAR DE POETA

Do  ahcravo gorim 

há mão humana

o meu país arde
a galiza arde
a europa arde

há mão humana
do início ao fim

há mão humana
nas alterações climáticas

há mão humana
no abandono
no desleixo
no é meu
aqui mando eu

há mão humana
no crime

há mão humana
nos salvamentos
no heroísmo
na impotência
no espanto

no que resta nas cinzas
onde descobrem nome
há mão humana

há mão humana
há mão humana
há mão humana

não conheço outra

(torreira; 2014)

MAR DE BALEIAS

Baleia juvenil é da espécie Jubarte
Foto: Deborah Boeira / Arquivo Pessoal

Baleia encalha em Barra Velha

Uma baleia juvenil da espécie Jubarte encalhou na Praia da Península, em Barra Velha, no fim da manhã desta segunda-feira. O animal está vivo e tem aproximadamente seis metros. A baleia não apresenta nenhuma lesão.

Uma equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) foi até o local e monitora pra que ela permaneça com o orifício respiratório virado pra cima, garantindo a respiração do animal. Segundo o grupo, é preciso esperar a maré atingir o pico máximo para a baleia ficar com pelo menos dois terços do corpo coberto pela água.

Uma equipe do PMP-BS, representada pela Associação R3 Animal, está indo de Florianópolis com uma embarcação e um kit de desencalhe para realizar o resgate.
Foto: Deborah Boeira / Arquivo Pessoal

O projeto

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural no Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama.

(Do www.clicrbs.com.br)

MAR DE FALARES


O personagem Seo Maneca, criação do ator Geraldo Cunha, continua em sua visita pelo centro de Florianópolis! Agora junto a Alfandega ele recorda-se das sua primeira visita a "Vila Capitali", quando ainda era criança!

MAR DA LEILA PUGNALONI

Nenhum texto alternativo automático disponível.
Da Leila Pugnaloni

BÁSICO & CLÁSSICO

Foto Fernando Alexandre
Pântano do Sul num fim de tarde primaverão!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

MAREGRAFIAS


Coração de musgo
molúsculo
minúsculo
rasga o músculo

ARRASTANDO NA NOITE

Foto Fernando Alexandre
 No silêncio e na escuridão do domingo a noite, barcos atuneiros "arrastam" na praia em busca de sardinhas vivas! Nenhuma fiscalização!

DE NOVO O VELHO E DE NOVO O MAR...


,MANEMÓRIAS

Canasvieiras por volta dos anos 60!

NO MAR DA SOLIDÃO


Rio das Pacas - Praia da Solidão!

NA PRAIA...

(National Photo Co.)
Bill Norton, policial de Washington, medindo a altura entre o joelho e os trajes na praia de Tidal Basin, depois que o coronel Sherrill, superintendente da Public Buildings and Grounds, emitiu a ordem de que os trajes de banho não poderiam estar seis polegadas acima do joelho.
Isso em 30 de junho de 1922!

sábado, 14 de outubro de 2017

MAR DE OLHARES


"A Cavala"  - Pablo Picasso - 1903

FALANDO DE CAMARÕES

Qual é o ponto certo do cozimento do camarão?


Cozinhar no vapor ou no bafo, como dizem os manezinhos, requer cuidado para ficar no ponto certo. Descasquei 2,5kg de camarões médios deixando a ponta da colinha, passei uma faquinha no dorso para retirar a tripinha preta e reservei.

Utilizando uma panela espagueteira, coloquei no fundo 10 folhinhas de manjericão e o cesto suspenso com os camarões. Reguei com meio copo de vinho branco, adicionei o sal e pimenta do reino. Tampei a panela e esperei ferver até levantar o vapor.

Assim que os camarões que estão por cima ficaram rosados, desliguei. Para servir, coloquei potinhos pequenos com manteiga derretida, azeite de oliva e molho tártaro.

MANEMÓRIAS


Igreja da Armação!
Provavelmente nos anos 60



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

CAMINHOS...


Caminhos da Paraíba 


ESPERANDO, ESPREITANDO...

Foto Fernando Alexandre 

MAR DE POETA

destino de pescador
não têm nome
são pescadores
só o mar a areia e o norte
os conhecem
quando por feitos
direito tiveram
a nome e o publicaram
a terra esqueceu-os
partem sempre um dia
humanos que são
perdem-se no nevoeiro
que sobre eles lançam
aqui estão todos
os que foram
os que ainda são
os de amanhã
não têm nome
não sei se o terão
(torreira; 2016)
à memória de cipriano brandão (gamelas)

LÁ NO FUNDO

Nova espécie de polvo é do Indo- Pacífico

MOLUSCO INTELIGENTE?

O nome científico antecipa as características deste molusco: “mimicus”, que significa uma extraordinária capacidade de mudar para fugir de predadores. O molusco pode modificar sua cor e textura para se camuflar dependendo de onde esteja.Esta é a única espécie com tal capacidade de camuflagem. Muitos animais tem capacidade de mudar para fugir, ou se esconder. Mas o polvo Mimicus Thaumoctopus que consegue tamanha diversidade.

Polvo, um molusco inteligente?

Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda, cuja ordem é Octopoda, que significa oito pés. Na verdade o animal tem oito braços fortes e com ventosas dispostas em volta da boca. Em geral, como defesa, os polvos tem capacidade de expelirem uma tinta de cor escura mas, este em especial, alia a isso uma tremenda capacidade de se camuflar tomando a cor, ou textura e forma, do lugar em que estiver sendo ameaçado.

Eles são predadores que se alimentam de peixes e crustáceos. Os polvos caçam com seus poderosos braços, e matam a presa com o bico. Para auxiliar a caça desenvolveram olhos com capacidade de distinguir as cores.

A reprodução é sexuada e inicia-se com um ritual de acasalamento que pode durar várias horas ou dias. Biólogos consideram que quando a fêmea está pronta para a fecundação ela libera um feromônio sexual, que além de atrativo, previne que o parceiro sexual as devore já que o canibalismo é prática comum em várias espécies de polvos.

Assista o vídeo:

NA PRAIA



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

NA PRAIA...

Foto Arquivo
Banho de mar na ilha!

 Na década de 1910 pessoas da elite frequentavam a praia como local de lazer, no entanto não há registros de banho de mar, mas sim a realização de piqueniques e como uma área de sociabilidade. 

Na década de 1920 já há registros da ocorrência de banhos de mar na Ilha de Santa Catarina. Esses banhos eram realizados com as pessoas vestidas e nas praias próximas ao centro (Praia de Fora, do Muller) e pela elite ilhéu. O banho de mar era realizado como refrigério para o calor do verão. É na década de 1930 o banho de mar se firma na Ilha. 

Com a construção da Ponte Hercílio Luz em 1926, a elite de Desterro se desloca para os Balneários de Coqueiros e Estreito na década de 1930. Com isso esses dois balneários transformam-se nos mais badalados da região.

Os moradores do interior da Ilha continuam alheios a estes fatos. As praias do Norte e Sul da Ilha eram habitadas por colônias de pescadores que continuavam vendo o mar como fonte de alimentos e de seu sustento e não como uma área para o lazer. Além 
disso, o deslocamento para o interior da Ilha era difícil devido a falta de vias. Havia somente trilhas e caminhos por onde passavam carruagens, mas as viagens eram cansativas.

(Do Jornal do Mercado Público)

A ILHA, 80 ANOS ATRÁS - Parte III


MAREGRAFIAS


Pantusuli!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Descobertas e Saques em nome de muitos Reis


Sebastião Caboto (Veneza, 1476 — Londres, 1557) foi um navegador do século XVI que explorou a costa da América do Norte ao margeá-la, da Flórida à foz do rio São Lourenço, no atual Canadá.
Por causa disso e em sua homenagem, a estratégia de navegação costeando o litoral recebeu o nome de cabotagem. Em 1497, acompanhou provavelmente o pai, João Caboto, na primeira expedição inglesa à América do Norte, que resultou no descobrimento do Labrador, da Groenlândia e da Nova Inglaterra. Só se volta a ter notícias dele em 1512, como cartógrafo do rei Henrique VIII, acompanhando as tropas que ajudaram Fernando II de Aragão na guerra contra os franceses. Após o cancelamento da viagem que comandaria como capitão da Marinha espanhola em 1516, foi contratado por Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico, que o nomeou piloto-mor em 1518, função que exerceu por cerca de três décadas, examinando e instruindo novos pilotos, organizando expedições e elaborando mapas que incorporavam o resultado dos descobrimentos.
No comando de uma expedição espanhola de três navios destinada ao Oriente, Caboto a desviou, em 1525, para explorar o rio da Prata e seus tributários, o Paraguai e o Uruguai, seduzido por notícias de riquezas fabulosas. Foi nesta viagem que Caboto aportou por duas vezes aqui na Ilha dos Patos ou Yjuriré-Mirim (como a chamavam seus habitantes). De volta à Europa, foi preso e desterrado para a África, mas foi depois reabilitado pelo rei de Espanha. No fim da vida, a serviço da coroa inglesa, organizou uma expedição para buscar um caminho mais curto para o Oriente, pelo norte da Europa.

A ILHA, 80 ANOS ATRÁS - Parte II


domingo, 8 de outubro de 2017

MAR DO PAULO GOETH

A imagem pode conter: água, oceano, céu, atividades ao ar livre e natureza
Foto Paulo Goeth

MOTOR DE PANO

O Cutty Sark, um dos mais famosos clippers da era da rota do chá. Hoje é um museu em Londres.
Canal de Suez, o golpe final nos clippers

A última frota à vela em operação no mundo

Os barcos à vela dominaram os mares, desde tempos imemoriais, até a Revolução Industrial aposenta-los. Mas, se é sabido quando eles foram ultrapassadas pela tecnologia do vapor, ninguém sabe exatamente quando começaram. Já, sobre o último modelo de navio à vela, é fato notoriamente conhecido. O que não se sabia é: qual foi a última frota à vela em operação no mundo?

Os clippers, último modelo de navio à vela

Os últimos modelos de navios à vela, antes do vapor, foram os clippers. Os primeiros apareceram depois da Guerra de Independência dos Estados Unidos (1775–1783), no início do século XIX. Os clippers de Baltimore eram escunas desenvolvidas na Baía de Chesapeake. Seu auge foi em 1843 como resultado da crescente demanda por entrega mais rápida de chá da China. Foram usados com sucesso na descoberta de ouro na Califórnia e Austrália em 1848 e 1851.

O declínio no uso dos clippers começou com a introdução gradual do navio a vapor. Embora os clippers pudessem ser muito mais rápidos do que os primeiros a usarem vapor como propulsão, eles dependiam dos caprichos do vento enquanto os vapores podiam manter um cronograma. O golpe final foi o Canal de Suez, inaugurado em 1869, que criou um grande atalho para navios a vapor entre a Europa e a Ásia, ao mesmo tempo em que dificultava a navegação à vela. 
A partir deste ponto começa a era do motor. Aos poucos as velas foram sumindo do mar. Mas são raras as matérias sobre a última frota a usá-las.
Os bacalhoeiros portugueses

No início do século XIX os portugueses ainda usavam o modelo para pescar bacalhau nos mares boreais. A frota contava com mais de 300 lugres. Nos anos 50, restavam 32. Alguns, como o famoso Argus, fizeram suas campanhas anuais até 1970.
O lugre Avis. (Foto: navios e navegadores)
Conheça os Lugres

Em geral o comprimento era de cerca de 60 metros, largura em torno dos 9 metros, 4 mastros, e capacidade de carregar entre 900 e 950 toneladas de bacalhau salgado. A maioria tinha cascos de aço, poucos ainda eram de madeira. A frota dos anos 50 já incluía barcos híbridos, tinham um motor auxiliar além da velas. Cada um podia levar cerca de 60 pescadores.
O lugre Creoula, um dos ícones da pesca de bacalhau
Temporadas de pesca do bacalhau

As temporadas duravam seis meses. Os barcos saíam em comboio de Portugal e ilhas adjacentes, como os Açores, em abril; navegavam mais de 1.500 milhas até chegarem a São João da Terra Nova, capital da província do Labrador, onde começavam a pescar. Dependendo dos resultados ficavam por ali um bom tempo, ou subiam ainda mais, pescando no estreito de Davis, litoral da Groenlândia, já no círculo polar ártico. “Com sorte estariam prontos para voltar para casa em Agosto.” A saga foi registrada pelo escritor australiano Alan Villiers que, nos anos 50, se engajou a bordo do Argus e registrou em livro a difícil e perigosa pescaria.
Em vermelho S.João da Terra Nova. Mais acima, entre Gorenlândia e Passagem do Noroeste, o estreito de Davis. (Ilustração: wikipedia)

A perigosa pesca do bacalhau

Era uma atividade extremamente dura, em mares tempestuosos onde a neblina era uma constante. Os lugres não contavam com radares. Além de bússola, tinham apenas um rádio de comunicação. Os comandantes procuravam os bancos de bacalhau e ali fundeavam. No meio do nada. Em seguida, os dóris, pequenos barcos de madeira com fundo chato, e largos para guardar o pescado, eram lançados ao mar. Um pescador em cada dóri. Eram movidos a remo e tinham uma pequena vela auxiliar. Eles se afastavam do navio até perderem-no de vista, então soltavam suas linhas, às vezes com 600 anzóis
.
Um pescador por dóri. Ao fundo, o lugre.

Pescavam por cerca de 12 horas ininterruptas. Não levavam colete salva- vidas, nem comida extra. “Os pescadores mais ricos tinham uma garrafa térmica com café.”
Os dóris se afastando dos navios. (Foto, Eduardo Lopes)

O trabalho durava 15 horas por dia. Os pequenos dóris eram lançados n’água às 4 horas da manhã. Pescavam até encher os barcos de tal modo que mal flutuavam. Na volta tinham o trabalho de processar o pescado, salga-lo e guarda-lo nos porrões. Isso quando não eram pegos por tempestades repentinas como acontece com frequência nas altas latitudes.

Quando vinham as tempestades os dóris voltavam apressados para os lugres. Primeiro, tinham que desembarcar o peixe. Depois, os pequenos barquinhos eram içados para o convés com um guincho a força de músculos. Villiers descreve uma destas ocasiões: “o lugre oscilava tanto, os mastros abanando como pêndulos contra o céu, que cheguei a temer que alguns dos dóris fossem esmagados pelo caso do navio”
.
Um dori descarregando em dia de mar calmo. (Foto: Alain Villiers)

Muitos dóris se perdiam, outros eram achados sem o pescador. Villiers diz que “em campanhas anteriores chegaram a encontrar dóris com os ocupantes mortos ainda a bordo”.

A pesca de bacalhau com arrastões

Alain Villiers conta que em 1920 chegaram aos bancos os arrastões franceses. Na década de 50 “havia mais de cem arrastões em atividade nos bancos, 44 franceses, 40 espanhóis e 26 portugueses”. O autor diz que os pescadores portugueses dos dóris ficaram inconsoláveis. “Com aquela quantidade de arrastões passando o pente fino, em breve deixaria de haver bacalhau, porque o fundo do mar estava sendo depauperado e os hábitos alimentares do peixe destruídos.”
Portugueses: os últimos a enviar uma frota de navios à vela

Numa passagem de seu livro, que bem poderia ser a final, Villiers escreve: “Estava escrito que tinham que ser os portugueses os últimos a enviar uma frota de navios à vela através do Atlântico Norte. Portugueses e noruegueses foram pioneiros das viagens longas neste oceano selvagem e perigoso”.

(Via https://marsemfim.com.br/)

A ILHA , 80 ANOS ATRÁS - Parte I


sábado, 7 de outubro de 2017

NA JANELA...

Foto Fernando Alexandre

OS SURREAIS SABORES DE DALÍ E GALA


O Surreal Livro De Receitas De Salvador Dalí é relançado


Em 1973, o excêntrico artista Salvador Dalí publicou um livro de receitas chamado Les Diners de Gala, que até então era raro de ser encontrado. Mas a editora Taschen decidiu relançar o título para os amantes de arte e gastronomia.

A reedição é uma cópia fiel do original de 1973, e traz as ilustrações criadas pelo pintor, que era conhecido por seu gosto pela comida e por organizar jantares luxuosos ao lado de sua esposa Gala. Nas pinturas expostas no livro, há cortes de carnes, fotografias de torres de camarões e até algumas composições consideradas eróticas para a época.

São ao todo 136 receitas divididas em 12 capítulos, que estão separadas por classes de comida, e recheadas com algumas pitadas de sabedoria, como:

“A mandíbula é nossa melhor ferramenta para compreender o conhecimento filosófico.”

A obra será vendida por US$ 60 e já está em pré-venda na Amazon.

OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Silézio Sabino 

Fim d tarde

MAR DO PAULO GOETH


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

TRIBUZANAS A VISTA!

Foto Fernando Alexandre
Previsão do tempo alerta para temporais e granizo em Santa Catarina a partir de sexta

No Oeste e Sul do Estado a chuva começa ainda pela manhã, e, nas demais regiões, entre a tarde e a noite 

A Epagri/Ciram alerta para a mudança no tempo a partir da madrugada de sexta-feira (6), em Santa Catarina. Há alto risco de temporais localizados, com granizo e fortes rajadas de vento (acima de 80km/h), especialmente entre a tarde e noite de sexta. No Oeste e Sul do Estado a chuva começa ainda pela manhã, e, nas demais regiões, entre a tarde e a noite.

A condição ainda está favorável para um acumulado elevado de chuva, com pontuais de 80mm em localidades isoladas, especialmente do Oeste ao Sul, e no Planalto Norte.

Recomendações da Defesa Civil:

Tempestades com descargas elétricas (raios), ventos fortes e granizo: Proteja-se em local abrigado, longe de placas, de árvores, de postes de energia e de objetos que podem ser arremessados. Se não encontrar um abrigo, agache-se com os pés juntos, com a cabeça encostada em seu peito ou entre os joelhos e as mãos cobrindo suas orelhas ou apoiadas em seus joelhos. Se estiver na praia, jamais fique na água. Não olhe para o raio. Se estiver em casa ou qualquer outro local abrigado, desligue os aparelhos eletrônicos, não use o telefone, fique longe das janelas e lembre-se, o banheiro em alvenaria é o melhor local durante uma tempestade!

Alagamentos/inundações: evitar o contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Evitar transitar em pontilhões e pontes submersas e cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Deslizamentos de terra: Deve ser observada qualquer movimento de terra ou rochas próximas as suas residências, inclinação de postes e árvores e rachaduras em muros ou paredes. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil Municipal 199 ou Corpo de Bombeiros 193.

(Do https://ndonline.com.br/)


DANDO NOME...

Foto Fernando Alexandre
Nomes & cores do mar!
Pântano do Sul

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

DEPOIS DOS FURACÕES

O habitat das enguias do tipo Aplatophis chauliodus

Criaturas marinhas estranhas surgem depois de furacão

Agosto foi um mês terrível para o Caribe e litoral dos Estados Unidos. A devastação provocada entre outros, pelo furacão Harvey, foi implacável mas, entre casas destruídas, mortes, e um cenário de terra arrasada, surgiram criaturas marinhas estranhas, até então pouco vistas. Uma delas foi encontrada numa praia do Texas. Preeti Desai, que trabalha para a National Audubon Society, de conservação de pássaros, foi o responsável. Impressionado, ele colocou diversas fotos do animal no twetter, pedindo ajuda no reconhecimento.
Biólogo descobre o tipo das criaturas marinhas estranhas reveladas pelo furacão

Uma destas fotos foi parar nas mãos do biólogo, especialista em enguias, Kenneth Tighe, do Smithsonian Museum. O especialista acredita tratar-se de uma enguia Aplatophis chauliodus, da família Ophichthidae, que pertence à ordem dos anguilliformes – das enguias e moreias.

De acordo com o ele, o animal habita o Atlântico entre a área do Golfo do México até a Guiana Francesa. A página oficial do Smithsonian Tropical Research Institute diz que esta espécie de enguia tem o corpo comprimido na parte traseira, a cabeça longa, o focinho curto e os dentes grandes. Pode atingir profundidades até os 91 metros.

Animal já foi visto no Nordeste do Brasil

De acordo com a BBC “os Aplatophis chauliodus, que já foram vistos na costa do Nordeste brasileiro e assunto de um estudo da Universidade Federal de Alagoas, geralmente vivem na costa Atlântica do sul da América do Norte, Caribe e norte da América do Sul, a uma profundidade de 30 a 90 metros. Eles passam a maior parte do tempo escondidos em buracos no fundo do mar.”

Redes sociais contribuíram para desfazer o mistério

Mais uma vez, as redes sociais, que muitas vezes disseminam bobagens e notícias ‘fake’, tiveram papel relevante na ajuda para descobrir de que se tratava. É mais uma prova que, se bem usadas, elas podem contribuir com a sociedade. Depende do uso que se faz delas.

(Fontes: BBC.com; /fr.wikipedia.org; rtp.pt. - via https://marsemfim.com.br/)

CAMINHOS...

A imagem pode conter: oceano, céu, atividades ao ar livre, natureza e água
Olhar e foto da Walkiria Pereira 

terça-feira, 3 de outubro de 2017