quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PESCA ARTESANAL


Foto Roger Gailland


O Ministério da Pesca e Aquicultura prorrogou em 30 dias o prazo para renovar a Licença de Pescador Profissional. A contar da data do aniversário, o pescador deverá apresentar documentação em até 60 dias na unidade do Ministério em seu estado. A documentação exigida é uma foto 3×4 recente, a cópia do Número de Inscrição do Trabalhador (NIT), inscrito como segurado especial, e o Relatório de Exercício da Atividade Pesqueira. O relatório deverá ser aprovado pela entidade de classe de filiação do pescador, ou por dois pescadores devidamente registrados. A renovação das licenças deste profissionais começarão com os aniversariantes de setembro de 2014. Os aniversariantes do primeiro semestre de 2014 deverão efetuar a renovação de sua carteira partir da data do seu aniversário em 2015. A instrução normativa foi publicada este mês no Diário Oficial da União.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A FELICIDADE DOS GOLFINHOS!

ESTUDO REVELA QUE GOLFINHOS GUINCHAM DE CONTENTAMENTO - FOTO: DIVULGAÇÃO / JUSTIN SULLIVAN
Os golfinhos costumam guinchar quando ganham um peixe, emitindo um som que lembra o de crianças brincando felizes.
Para cientistas americanos, autores de um estudo publicado na quarta-feira (13), estes ruídos não são apenas formas de sinalizar a outros indivíduos do grupo de que há comida nos arredores, mas expressões de puro contentamento.
A razão pela qual o som que os cetáceos produzem indica prazer é que ele combina com o tempo que o cérebro leva para liberar o hormônio dopamina.
O estudo, publicado no Journal of Experimental Biology, foi chefiado por Sam Ridgway, da Fundação Nacional de Mamíferos Marinhos de San Diego, Califórnia.

Ridgway e seus colegas trabalharam com golfinhos nariz-de-garrafa e baleias beluga, treinando-os para repetir comportamentos e os recompensaram com peixes.

Um estudo anterior, usando estímulos elétricos e química cerebral demonstrou que ratos e primatas têm sistemas de recompensa que envolvem neurônios produtores de dopamina.

Experiências feitas com um golfinho nos anos 1950 demonstraram que os animais também têm neurônios dopaminérgicos em áreas de recompensa de seus cérebros e que eles vocalizam depois que seu cérebro é estimulado.

Os cientistas analisaram anos de gravações de suas próprias pesquisas com golfinhos e belugas.

Eles descobriram que o intervalo entre a experiência prazerosa - a recompensa ou a expectativa da recompensa - foi apenas um pouco mais longo do que o tempo que leva para liberar a dopamina, normalmente cerca de 100 milissegundos.
"Os golfinhos desfrutam, em média, de 151 milissegundos de tempo extra para esta liberação, enquanto as belugas aproveitam de um intervalo de cerca de 250 milissegundos", disse Ridgway.

"Acreditamos que (o guincho) tem um conteúdo emocional", continuou.
Pelo fato de golfinhos e belugas "serem animais altamente vocais, a personalidade, o ritmo e o contexto de seus sons podem revelar mais sobre seus estados emocionais e sobre a função de seus sons na comunicação", concluiu o estudo.

(Do  http://noticias.terra.com.br/)

domingo, 17 de agosto de 2014

CANOAS DE UM PAU SÓ, NO REMO!

Patrão Didi da Maria Jovita, Geisiel, Fabrício e a camaradagem do Pântano do Sul, tripulação titular da canoa "Osmarina" - uma rainha bordada da família Arante Monteiro - competindo em Bombinhas!

sábado, 16 de agosto de 2014

MARES PORTUGUESES


Do documenário Os Açores de Madredeus.

LUZ DO MAR

A TURBINA DE DEMONSTRAÇÃO MEDE 16 METROS DE COMPRIMENTO POR 20 METROS DE ALTURA. - FOTO: TIDAL ENERGY LTD

Um novo gerador de energia a partir do movimento das marés está pronto para ser instalado no País de Gales.
Embora esteja sendo considerado um protótipo, o equipamento está na escala total prevista no projeto da empresa Tidal Energy Ltd.
O conceito de exploração da energia das marés é diferente da exploração da energia das ondas, embora ambas sejam formas de geração hidroelétrica.

Como as marés são geradas pela influência gravitacional do Sol e da Lua sobre a Terra, o movimento cíclico dos oceanos que produz as marés é mais previsível e constante.
Pesando 150 toneladas, o equipamento tem a altura de um prédio de sete andares e pode gerar 400 kW girando lentamente conforme o deslocamento das marés.
A baixa velocidade é um dos principais argumentos da empresa, que afirma que isto diminui o risco de impacto ambiental.
Além disso, a energia das marés é considerada verde e totalmente renovável.

Fazenda marinha
A turbina subaquática deverá funcionar por um período de testes de 12 meses, com a energia gerada já interligada à rede de distribuição.
Se o teste for bem-sucedido e o equipamento se mostrar confiável, a empresa pretende instalar uma fazenda submarina de geradores com uma capacidade de 10 MW, suficiente para abastecer 10.000 residências.
  FOTO: TIDAL ENERGY LTD
O projeto da fazenda marinha é baseado na colocação de bases triangulares que se assentam por gravidade no fundo marinho, evitando a necessidade de perfurações.
Isto reduz os custos de instalação e de manutenção.
Segundo a empresa, a colocação de três turbinas em uma única estrutura maximiza a energia média gerada, garantindo um fornecimento mais uniforme à rede.
Outra empresa está testando a exploração da energia das marés para geração de eletricidade desde 2007 na Irlanda do Norte, mas usando turbinas individuais fixadas no solo oceânico.

(Do http://www.em.com.br/)

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

TEM PORCO NO MAR


A ILHA DOS PORCOS NADADORES NAS BAHAMAS

Sabia que nas Bahamas há porcos que nadam? É caso para ficarmos cheios de inveja dos animais que ali andam, a nadar naquelas águas cristalinas.
Diz-se que os porcos foram deixados na ilha Big Major Cay, que faz parte do arquipélago de Exuma Cays, por marinheiros há muitos séculos. A ideia era criarem-nos e comerem-nos. Mas, os marinheiros acabaram por não voltar e os porcos aprenderam a nadar para obter mais alimentos.
Este fenômeno que foi captado pela lente de Eric Cheng , em 2009. O fotógrafo tinha ido à procura de imagens com tubarões brancos, nas Bahamas, mas quando ouviu falar da ilha onde os porcos era os únicos habitantes e nadavam, desviou o seu barco, com o seu comandante Jim Abernathy.

O resultado foi uma série de fotografias que correram o mundo, assim como os vídeos.

Há várias gerações que porcos são os únicos habitantes da ilha Big Major Cay, e estão habituados a ter turistas ali ao lado – muitos dão-lhes comida – e a nadar ao seu lado.

“Ao chegar à praia de areia branca, é fácil identificar os porcos, rosa e marrom escuro, deitados na areia”, revelou o fotógrafo Eric Cheng.

“Porque os turistas trazem comida, os porcos vão correndo para a água e, na verdade, nadam até os barcos que se aproximam, como se fossem cumprimentá-los individualmente. É estranho ver os porcos, que voltam às praias tropicais de areia branca, e vê-los correr para a água, uma vez e outra, para saudar o próximo barco, é simplesmente bizarro”.

(Do  http://www.viajecomigo.com/)

MAR DE BALEIAS

Foto Pedro Castilho,Udesc / Divulgação
Pesquisadores encontraram sete pares de mamães com filhotes durante busca aérea por animais que desencalharam em Laguna, no Litoral Sul de SC, no sábado

Por Mariana Della Justina


Lembra da mãe e do filhote de baleia-franca que encalharam em Laguna no último fim de semana? Os pesquisadores ainda não os encontraram depois do resgate naLagoa de Santo Antônio, em Laguna, e toda ajuda é bem vinda para encontrá-los. Nas buscas por eles, foram avistadas outras 17 baleias em apenas um sobrevoo pelo Litoral Sul de Santa Catarina. Entre eles, sete pares de mamães com seus filhotinhos e outras três solitárias. As buscas pelos animais que encalharam continua e o objetivo é descobrir como foi o desfecho dessa história.
O filhotinho foi o primeiro a desencalhar no último sábado e foi para o oceano antes da baleia adulta. Como ele é muito pequeno para se virar sozinho, a ideia da equipe que trabalhou no resgate dos animais é de ver se os dois conseguiram se encontrar novamente, o que garantiria a sobrevivência do pequeno, ainda dependente do leite materno. Desde domingo são realizadas operações pelo mar, por terra e um sobrevoo foi feito na segunda-feira por profissionais da Universidade do Estado de Santa Catarina. Foi neste voo que os outros 17 animais foram avistados.

Par de mãe e filhote encontrado em sobrevoo nas buscas dos desencalhados
Foto Pedro Castilho, Udesc, Divulgação

Desde quarta-feira as buscas pelo mar foram suspensas por conta das más condições do tempo para a navegação, mas Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca,Polícia Ambiental, Capitania dos Portos e demais instituições envolvidas vão continuar insistindo até ter um desfecho para esta história.A APA da Baleia Franca divulgou imagens com as características da mãe e do filhote em um esforço de encontrá-los com ajuda da população e pescadores, caso vejam animais com essas descrições, estejam juntos ou separados.

Foto Karina Groch, APA da Baleia Franca, Divulgação

Foto Karina Groch, APA da Baleia Franca, Divulgação

Foto Karina Groch, APA da Baleia Franca, Divulgação

Condições do mar continuam ruins para navegação

De acordo com o meteorologista da RBS Leandro Puchalski, o mar deve continuar agitado até a metade do próximo sábado. Com a chegada do frio, veio também o vento sul, que interferiu no mar. Nesta quinta-feira, as ondas continuam altas e podem chegar a picos entre 3 metros e 4 metros afastado da costa. Por isso, a navegação de embarcações de pequeno e médio porte continua desaconselhável.

Se você tiver alguma pista, entre em contato com a APA da Baleia Franca pelo telefone (48) 3255-6710. Você também pode enviar informações e fotos para o emailapadabaleiafranca@yahoo.com.br.


(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

TAINHA CHIQUE. E SOLIDÁRIA!

Sabores da Tainha ocorre nesta quinta-feira em Itajaí
Evento beneficente de alta gastronomia é promovido em prol da Apae da cidade


Alta gastronomia e solidariedade serão os atrativos principais do Sabores da Tainha, evento beneficente que ocorre nesta quinta-feira no Maria's Itajaí Convention, em Itajaí. O jantar é promovido em prol da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) da cidade e contará com uma aula-show do renomado chef francês Giuseppe Marino.

O cardápio gastronômico do evento terá como base a tainha e a bottarga (ovas da tainha desidratada). A partir desses ingredientes, o chef irá mostrar como um produto popular pode se tornar especiaria em pratos elaborados. A bottarga — muito apreciada na Europa onde é conhecida como "Caviar do Mediterrâneo" — será outro ponto alto do menu.

Toda receita do evento será doada à Apae Itajaí, que vai usar o recurso para reforma de suas instalações. Atualmente a entidade conta com 370 alunos e 92 colaboradores, como fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, dentistas, psicólogos, clínicos gerais e assistente social.

Os convites para o Sabores da Tainha podem ser adquiridos ao custo de R$ 100,00 por pessoa e dão direito à degustação do cardápio completo. Também será possível provar os vinhos catarinenses da Villaggio Grando. Os pontos de venda são na Bravacinas, na Apae Itajaí e na loja Alles.

Confira o cardápio completo:

Menu
- A Viagem Gastronômica - Sabores da Tainha: Amuse bouche.

Entrada Fria
- Inverno em Noruega: Poupeton de Tainha Gravlax e Bottarga Gold com molho gelado Hydromel.

Entrada Quente
- Romance de Outono na Toscana: Veloute de Abóbora perfumo de tartufo, ovo poche Florentina, pana de Pecorino e Bottarga Gold em grão, além de pasta ao perfume da Sardegna.

Prato Principal
- Perfumes de Primavera na Provence Cote d'Azur: Tainha simplesmente grelhada, Ratatouille de Nice, Marisco gratinado provençal, molho pesto e Tapenade.

Sobremesa
- Verão na Bela Santa Catarina: Prato degustação de sobremesa.

(Do O SOL DIÁRIO - http://osoldiario.clicrbs.com.br/sc/)

MAR DE BALEIAS

 

Baleias na praia do Gí-Laguna -SC - Três baleias adultas com seus filhotes!
Avistagem e foto do Elvis Palma - Hoje, 14-8-14

PEIXE LUA




A fotógrafa Jodi Frediani capturou com sua câmera o Mola mola, também conhecido como peixe-lua, quando este submergiu para se alimentar de Velella velella, uma espécie de hidrozoário. Apesar de um pouco tímido no começo, o peixe-lua pareceu fazer até biquinho para as fotos.
Também conhecido como o peixe-lua, a criatura pode crescer até 4 metros de comprimento e pesar mais de 2,3 toneladas. Por vezes podem ser confundido com tubarões quando sua barbatana dorsal desponta para fora da água. O peixe-lua gostam muito de comer Velellas velella, que vivem na superfície e se alimentam de plâncton e pequenos peixes.
O peixe-lua nada em profundidades de até 600 metros e passam boa parte de suas vidas submersas em profundidades de mais de 200 metros, o que torna bastante raro encontrar próximo da superfície.

A ambientalista Jodi estava a bordo do navio de observação de baleias, o Sea Wolf II em Monterey Bay quando avistou o peixe raro. "Nós normalmente podemos vê-los descansando sob a superfície então isso foi muito incomum. Os vimos espetando as Velella velellas uma por uma e depois as engolindo e esguichando jatos de água do mar”.
“Eles nadam de modo curioso, um pouco desajeitado para um peixe, meneando a dorsal alta e as barbatanas ventrais e as caudas curtas. Eles preferem se alimentar de águas-vivas, mas tivemos a rara oportunidade de ver um deles se alimentando de outro ser vivo”.
Jodi continuou: "Usando uma técnica especial para prender pequenos Velella velella na superfície do oceano, o peixe-lua levantou a cabeça para fora da água, sorveu seu alimento e depois cuspiu para fora."
Sendo o mais pesado de todos os peixes ósseos, os peixes dessa espécie são mansos e parecem apáticos. Eles são difíceis de fotografar porque são enganosamente rápidos e geralmente não gostam quando os mergulhadores chegam perto deles. É tão raro avistar um desses peixes que a última vez que um deles foi visto na costa da Califórnia foi há oito anos.

(Do  http://www.dailymail.co.uk/)

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

LÁ NO FUNDO... E PARA SEMPRE...

FOTO: DIVULGAÇÃO / ETERNAL REEFS
Cemitério submarino: você sepultaria um familiar no fundo do mar?
Já pensou em sepultar um parente no fundo do mar? À primeira vista, a ideia parece meio maluca. Mas nas profundezas do oceano que banha a costa leste e sul dos Estados Unidos, mais de 1,5 mil corpos já descansam em paz.
CRIANÇAS PARTICIPAM DESDE O PROCESSO DE MISTURA ENTRE CIMENTO E AS CINZAS DA PESSOA QUE MORREU - FOTO: DIVULGAÇÃO / ETERNAL REEFS

O “cemitério submarino” é um serviço oferecido pela empresa americana Eternal Reefs desde 1998. É destinado a famílias que optaram por cremar seus entes e amigos queridos. As cinzas de quem já se foi são misturadas com cimento, dando forma a um recife de coral artificial – que é colocado em algum ponto do fundo do mar, contribuindo para o habitat dos peixes e outros animais marítimos.

NA HORA DE CUSTOMIZAR UM RECIFE, É HORA DE DEIXAR A CRIATIVIDADE ROLAR SOLTA. CONCHAS DO MAR SÃO ADEREÇOS COMUNS - FOTO: DIVULGAÇÃO / ETERNAL REEFS
Há todo um ritual do sepultamento marítimo e os familiares e amigos podem participar de todo o processo, desde a escolha do local onde a “urna” será colocada até a customização do recife artificial e sua colocação no fundo do mar. Além de tornar a despedida de um ente querido menos dolorosa, o serviço oferecido pela Eternal Reefs traz benefícios para a fauna marítima - cada vez mais prejudicada pela poluição doméstica e aquecimento global.

MUITOS FAMILIARES DE MILITARES OPTAM PELO SERVIÇO, JÁ QUE É TRADIÇÃO QUE SUAS CINZAS SEJAM LANÇADAS AO MAR - FOTO: DIVULGAÇÃO / ETERNAL REEFS

Desde 1998, a empresa já colocou mais de 1,5 mil urnas no fundo do mar nas costas da Flórida, Carolina do Sul, Carolina do Norte, Maryland, New Jersey, Texas e Virginia. Os valores cobrados são salgados como a água do mar. Variam entre US$ 2.495 (R$ 5,5 mil) e US$ 6.995 (R$ 15,3).

(Fonte: http://www.sincep.com.br/)

sábado, 9 de agosto de 2014

POUSO DE EMERGÊNCIA

Foto Alcides Dutra
 Nem sempre o primeiro voo é bem sucedido. Este jovem atobá tentou, mas não deu certo e teve que fazer um pouso de emergência no mar. Depois nadou para a ilha e foi descansar, treinar mais um pouco e... tentar de novo.
Ilha Moleques do Sul - SC.

Curta a página do INSTITUTO LARUS

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

NA LAGUNA

Foto Elvis Palma
 Hoje cedo, dia 08/08/14 às 8h e 40m - a 100 metros do molhes norte, Laguna - SC
Informe e foto de Elvis Palma

MISSÃO BICOSE

Foto Divulgação
Surgidas na junção de placas oceânicas, as fumarolas negras de até 20 metros de altura são visitadas pelo submarino Victor 6.000
NO MAR PROFUNDO

São 3,5 mil metros de profundidade, sem luz nem oxigênio e com minivulcões que expelem substâncias pesadas. Além de tudo, embaixo d’água. Difícil um ambiente mais inóspito. No entanto, o mar profundo é o lar de algumas espécies marinhas e palco da pesquisa da expedição francesa Bicose, que ancorou em fevereiro entre as Ilhas Canárias e Guadalupe, no Oceano Atlântico.

A parte dos oceanos abaixo dos mil metros de profundidade representa 79% do volume da biosfera marinha, mas ainda é um dos ambientes menos conhecidos. “Por causa da pressão, poucos países investem em equipamentos que resistam a mais de mil metros de profundidade”, diz Marie-Anne Cambon-Bonavita, chefe da missão. “Conhecemos melhor a superfície da lua do que o oceano profundo”.

Formada por 30 pesquisadores, a missão Bicose estuda a diversidade geológica e biológica. O robô Victor 6.000 mergulha a até 3,5 mil metros entre 25 e 45 horas em cada descida. Os cientistas o controlam remotamente e, com braços mecânicos, coletam pedaços de rochas, animais e líquidos, além de produzir fotografias.

Outro objetivo é pesquisar recursos minerais em águas profundas. A crosta oceânica é rica em materiais como cobre, zinco, cádmio, chumbo e até ouro e prata em concentração até dez vezes maior do que na superfície terrestre.

Mas a missão gira mesmo em torno das fumarolas negras, fontes hidrotermais surgidas na junção de grandes placas oceânicas. A água expelida foi superaquecida pelo calor irradiado do centro da Terra e sua temperatura chega a 400º C. Também é rica em minerais e sulfetos, que chegam a formar enormes colunas negras de mais de 20 metros de altura ao entrar em contato com a água gelada.

A fauna local é composta por caranguejos, mexilhões e camarões, adaptados ao ambiente rico em metano, sulfeto de hidrogênio e monóxido de carbono. Como a luz solar não consegue chegar à tamanha profundidade, não ocorre fotossíntese e, por isso, não existem plantas.

(Fonte: http://revistagalileu.globo.com/)

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

PÂNTANO TODO SUL

 
Vento Sul acaba de entrar rasgando e deixa o Pântano todo Sul!

"...Eu quero perder-me a fundo
No teu segredo nevoento,
Ó velho e velado vento,
Velho vento vagabundo!"

(Cruz e Sousa)

EM LAGUNA


Hoje, dia 07/08/14 ás 7h e 16m, uma baleia no Rochedo do Iró - Laguna-SC/BR
Informe e foto do Elvis Palma.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

EM IMBITUBA

 
04/08/14 - uma baleia na praia da Vila-Imbituba, proximo a ilha Santana de Fora.
Informe e registros de Zilda Barbara Darcy Andrade

MAR DE BALEIAS

Baleia e filhote são resgatados de rede de pesca no Norte da Ilha de Santa Catarina Alejandro Donnangelo/Reprodução de vídeo

Liberação da mãe e do filhote envolveu as 25 pessoas que estavam no barcoFoto: Alejandro Donnangelo / Reprodução de vídeo
Baleia e filhote são resgatados de rede de pesca no Norte da Ilha de Santa Catarina
Biólogos em embarcação avistaram animais a um quilômetro da praia da Lagoinha do Norte

Uma embarcação que navegava pela Lagoinha do Norte no final da tarde da última sexta-feira resgatou mãe e filhote de baleia-franca enrolados em redes de pesca. 
Os animais estavam a pouco mais de um quilômetro de distância da praia. O salvamento envolveu 25 pessoas que estavam no barco. No grupo havia biólogos e universitários da UFSC que atuam no Projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo. 

Não se sabe a quem pertenciam as redes. O vídeo com as imagens foi divulgado na tarde desta segunda-feira pelo doutorando Alejandro Donnangelo. 
— Se não tivéssemos libertado os dois, com certeza o filhote teria morrido — lembra o biólogo Donnangelo.
Analista ambiental da APA da Baleia Franca, Luciana Moreira adverte que o procedimento é arriscado. 
— Não recomendamos que ninguém tente libertar as baleias: é muito arriscado — ressalta.
Os pesquisadores da APA da Baleia Franca e do Instituto Baleia Franca observam que é relativamente comum que esses animais consigam se soltar sozinhos das redes — as baleias geralmente arrebentam o material. Não é proibida o uso de rede para a pesca no local. 
Em caso de risco, a população deve acionar os órgãos competentes, como a Polícia Ambiental ou mesmo a APA, pelo telefone (48) 3255-6710, e o Instituto Baleia Franca, pelos números (48) 3255-2922/ (48) 9928-3223.

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

MAR DE BALEIAS

FOTO DIVULGAÇÃO

Museu da Baleia Franca será recuperado e reaberto

Imbituba-SC prepara a restauração do Museu da Baleia Franca. O centro está instalado na última armação baleeira a ser fechada no Sul do Brasil, em 1973. O espaço na Praia do Porto é o único do tipo na América do Sul e fechou para visitação por motivos de segurança dos funcionários. Uma vistoria foi realizada na última semana para verificar o que precisa ser recuperado. O museu precisa de uma reforma, pois o cupim está consumindo as partes de madeira.

Para Karina Groch, diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, que é fundamental parceiro na manutenção do museu, o local tem um grande valor histórico e precisa ser preservado. “O museu da baleia é um importante acervo cultural para a cidade. A reabertura é muito importante para o Projeto Baleia Franca, pois por muitos anos nos dedicamos à manutenção do museu aberto, em funcionamento, sendo um atrativo turístico, mas agora queremos que ele seja também um atrativo cultural para a região de Imbituba-SC”, afirma.

A Secretaria de Turismo promoverá uma campanha para ampliar o acervo do Museu da Baleia Franca. “As famílias de Imbituba-SC têm muito material a respeito da baleia, da época, da caça e queremos fazer uma campanha visando preencher o acervo que está um pouco deficitário”, explica secretário de Turismo, Adilson Silvestre.

(Do  http://www.engeplus.com.br/)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

VELHO VENTO VAGABUNDO!

Foto Fernando Alexandre
Vento Sul acaba de entrar rasgando o sol e despencando os termômetros!

PRAIA DO IRÓ



03/08/14 - praia do Iró-Laguna.

03 baleias permaneceram praticamente o dia inteiro entre as praias do Gi e o Rochedo do Iró.
Informe pela parte da manhã de Ana Barzan e registro as 16h de Elvis Palma

sábado, 2 de agosto de 2014

NA ARMAÇÃO, PESCANDO BALEIAS COM REDES...


"...A Praia da Armação tem esse nome por ser o local onde, antigamente,
eram armadas as redes para a pesca de baleias e eram retirados o óleo, a carne e as barbatanas dos animais. Hoje, a pesca de baleias no Brasil é severamente proibida e a região se tornou uma das mais procuradas para a observação de baleias no Estado..."
(Trecho de matéria publicada às 12h48 de hoje, no Diário Catarinense, com o título "Baleias-francas são avistadas no Morro das Pedras, em Florianópolis")
Vejam lá!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

AO VENTO



Com a indústria de transporte naval sofrendo com o alto custo do combustível e a demanda fraca, alguns inovadores dizem que novas velas de alta tecnologia podem ser o segredo para se obter um combustível mais barato e mais limpo.

O principal deles é um grupo de veteranos marítimos cuja empresa, a Windship Technology, está trabalhando para revitalizar o conceito do navio mercante impulsionado pelo vento, com velas feitas de ligas metálicas e fibras de carbono.

Algumas empresas já tentaram aproveitar a energia eólica para o transporte marítimo, embora a tecnologia ainda esteja em fase inicial de desenvolvimento. Os conceitos têm variado de paraquedas gigantes até imponentes rotores cilíndricos. As britânicas Rolls Royce e B9 Shipping estão desenvolvendo em conjunto um sistema híbrido de vela e gás natural para pequenos navios de carga.
A Windship, sediada em Londres, é a única que está focando nos cargueiros de longa distância mais pesados — de mais de 40.000 toneladas e cerca de 400 metros de comprimento.

Os cargueiros podem variar de pequenos navios de 3.000 toneladas até mais de 400.000 toneladas e transportar três tipos de carga: mercadorias a granel, como minerais e carvão, líquidos, como petróleo bruto e combustíveis, e contêineres com bens de consumo. Eles muitas vezes percorrem rotas comerciais específicas, com destinos e cargas específicos — tais como os enormes navios Valemax, da Vale S.A. de 380.000 a 400.000 toneladas, que transportam minério de ferro do Brasil para a China.

Guy Walker, um dos fundadores da Windship, diz que as velas da empresa, semelhantes a asas, podem gerar duas vezes e meia a potência das velas de lona convencionais.

Por enquanto, a Windship só concluiu a modelagem computadorizada. Ela pretende se instalar em Cingapura e construir e testar um protótipo até o segundo trimestre de 2015.

O consórcio da Windship inclui Robert Elliott, presidente do conselho do escritório de advocacia Linklaters; o consultor independente David Barrow; Lars Carlsson, ex-presidente do conselho do órgão de comércio internacional Intertanko; e o projetista de iates Simon Rogers.

"Estamos em intensas conversas com proprietários e fretadores que têm uma mentalidade mais aberta e são capazes de enxergar o que é, realmente, uma vantagem econômica", diz Walker. A escolha de Cingapura, segundo ele, é porque ela favorece iniciativas "verdes" e já lançou vários projetos de transporte mais ecológicos, que incluem subsídios financeiros. A Windship ainda não se qualificou para nenhum desses programas.

A indústria naval tem enfrentado estagnação nos últimos anos e lutado para se recuperar da crise financeira global, que fez o consumo mundial e o comércio internacional caírem. Antes da crise, as companhias de navegação investiram bilhões para expandir sua capacidade. O excesso de capacidade reduziu ainda mais os preços do frete.

Embora a economia global esteja se recuperando lentamente, a demanda ainda não voltou aos níveis anteriores à crise.

O preço do petróleo é outro problema, mantendo-se bem acima de US$ 100 o barril desde a recessão e corroendo as margens de lucro. O combustível hoje representa até 80% do total das despesas das empresas. Um navio de carga grande, tal como um Panamax ou um petroleiro Long Range 1, por exemplo, com uma tonelagem de peso morto de até 74.000 toneladas, queima cerca de 37 toneladas de combustível por dia. Isso significa um gasto de US$ 6,1 milhões em combustível por ano.

A Windship estima que três de suas velas, a um custo total de cerca de US$ 10,5 milhões, podem reduzir o custo do combustível em um terço, ou US$ 2 milhões por ano, se instaladas num navio já existente, e pela metade num navio novo. A estimativa se baseia numa análise dos padrões do vento ao longo de 10 anos em mais de 3.000 rotas marítimas.

Quando indagada se estaria disposta a adotar essas novas tecnologias, a gigante da navegação Maersk respondeu que elas podem gerar uma economia de combustível interessante, mas que a tecnologia ainda está em um estágio conceitual.

"A maioria dessas tecnologias requer investimentos consideráveis, de modo que devem gerar benefícios substanciais de economia de combustível para se tornarem atraentes", diz Jasper Boessenkool, chefe de estratégia de pesquisa e desenvolvimento da Maersk Maritime Technology.

Os navios transportam 90% dos bens comercializados mundialmente e o preço do frete se baseia em rotas específicas. Walker, da Windship, diz que uma rota do Valemax, por onde passam 170 milhões de toneladas de minério de ferro por ano em 300 navios de grande porte, pode economizar mais de dois milhões de toneladas de combustível por ano. Isso significa US$ 1,5 bilhão em combustível.

A Windship afirma que também pode ajudar os navios a atenderem às normas mais rígidas de emissões de gases efeito estufa.

Os navios queimam cerca de 10% do petróleo mundial, mas são mais poluidores porque queimam um óleo combustível mais pesado que a gasolina ou o diesel. O setor marítimo responde por cerca de 3,3% das emissões globais de carbono geradas pelo homem, segundo a Organização Marítima Internacional, que pretende reduzir as emissões do setor em 30% até 2020.

Mas, como ocorre com toda nova tecnologia, será difícil encontrar o capital para que a Windship possa demonstrar na prática o funcionamento das suas velas, diz Dimitris Argyros, especialista em meio ambiente da Lloyd's Register, que realizou alguns dos testes de modelagem para a Windship.

Além disso, nenhuma inovação baseada em energia eólica teve sucesso até agora. Um projeto com base em velas marítimas, da firma dinamarquesa de arquitetura marinha Knud E. Hansen A/S, não se concretizou devido ao longo período de amortização.

Outros especialistas, como Peter Lundahl Rasmussen, diretor de técnicas marinhas do orgão do setor BIMCO, citam as preocupações com a segurança durante tempestades, visibilidade reduzida, mastros pesados que impedem a movimentação da carga, custos de manutenção e constantes mudanças de rotas.

(Fonte: http://online.wsj.com/)

POIS E AGORA?

Miguel José Gonzaga, da Barra da Lagoa, é umdos pescadores que aguardam com esperança a próxima safra
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Safra da tainha de 2014 foi a pior da história em Santa Catarina
Condições climáticas, diminuição no número do pescado e falta de incentivo estão entre os principais fatores para queda na produção, de acordo com especialistas

Marcone Tavella
marcone.tavella@horasc.com.br

Condições climáticas desfavoráveis, diminuição no número de peixes nos estuários (Lagoa dos Patos e Argentina), restrições da legislação vigente e falta de incentivo governamental à pesca da tainha. Estes são os fatores apontados por especialistas do setor que classificam a safra de 2014 como uma das piores da história em Santa Catarina. 

O pior resultado foi na pesca industrial, praticada além do limite de 5 milhas da costa. Segundo dados do Grupo de Estudos Pesqueiros da Univali, a estimativa é que o total não ultrapasse 617 toneladas — o resultado não está finalizado —, o que representa 50 % a menos que no ano passado (1.227 toneladas) e 9,6% da melhor marca, em 2007 (6.386 toneladas). O professor de Engenharia Ambiental e Oceanografia, Paulo Schwingel, acredita que o clima não favoreceu.
— Os pescadores alegam que o peixe estava muito na costa, mas a verdade é que não houve frentes frias que trouxessem as tainhas da Lagoa dos Patos (no Rio Grande do Sul) para o nosso litoral — analisa.
Na opinião do presidente do Sindicato das Indústrias de Pesca (Sindipi), Giovani Monteiro, a redução vem ocorrendo gradualmente desde que a Normativa 171, publicada em maio de 2008, ter fixado o limite de 60 embarcações para a pesca nas regiões Sudeste e Sul.

— Antes eram 178 barcos no mar e não tinha a restrição das 5 milhas. Isto tem afetado a indústria, que não consegue sobreviver somente da artesanal — alertou. 

No caso da pesca artesanal, a restrição ao uso das anilhas nas redes de emalhedeixou 102 barcos parados durante boa parte da safra (de 15 de maio a 30 de julho). De acordo com o presidente da Federação de Pescadores de Santa Catarina, Ivo de Souza, o volume de pescado chegou a 1.300 toneladas.
— Foi abaixo da meta, que era pescar 1.800 toneladas — afirmou.
Paralelo a tudo isto, crescem os indícios de que o número de peixe tem reduzido na Lagoa dos Patos. Ao mesmo tempo, o acompanhamento dos Ministérios da Pesca e do Meio Ambiente sobre os impactos da pesca e o comportamento dos cardumes é precário, de acordo com Schwingel. São mais de dois anos desde a criação do Grupo Técnico da Tainha (GTT) sem um resultado efetivo que beneficie tanto o peixe quanto opescador.


Fotos: Pescadores da Barra da Lagoa já preparam redes para safra de 2015. Imagens: Marco Favero/ Agência RBS


Nova normativa para regularizar setor é esperança de melhora em 2015 
Depois de uma safra muito abaixo da expectativa, a esperança recai sobre a elaboração de uma nova normativa que regule o setor, prevista para sair até 2015. Técnicos do Ministério da Pesca e da Superintendência do Ibama em Santa Catarina estiveram em Florianópolis há duas semanas para cadastrar e visitar pescadores da Barra da Lagoa, Ingleses, Ponta das Canas, Jurerê, além de colônias de Laguna e Garopaba. Segundo Ivo de Souza, que representa o Estado no Grupo Técnico da Tainha o objetivo do trabalho de campo é incluir a rede anilhada nas regras do jogo.
— Foi comprovada que, além de serem seletivas, ela não causa impactos à espécie, como se acreditava — disse Ivo.
Um estudo do Grupo de Estudos Pesqueiros, formado por especialistas da Univali e da Furg (Universidade Federal do Rio Grande), pretende trazer novas informações sobre o comportamento do peixe. De acordo com Schwingel, que integra o grupo de pesquisadores, sabe-se que a tainha tem maturação tardia. Com cerca de 10 anos de vida, o peixe chega ao primeiro período férito aos 5 anos de idade.
— É como se nós, humanos, tivéssemos nossos filhos aos 35 anos — compara.
Tal revelação pode servir de base para elaboração de normas que preserve a espécie e garanta a produção a longo prazo.

(Do HORA DE SANTA CATARINA - www.clicrbs.com.br)

CONTANDO...


Os atuns são importantes para a ecologia e economia do Pacífico, e manter seus estoques em um nível sustentável é primordial. O Oceano Pacífico Ocidental e Central suporta a maior pesca de atum do mundo, com um valor de captura de mais de US $ 5 bilhões. As frotas locais capturam em torno de 30% do atum em suas zonas econômicas exclusivas, e os 70% restantes são capturados pelas frotas internacionais. A importância da pesca do atum implica em respostas sobre a sustentabilidade dos estoques. Qual a capacidade que as populações de atum têm de renovar-se? Como elas reagem ao aquecimento e a acidificação do Pacífico?

Estimar as populações de atuns no Oceano Pacífico Centro-Oeste é um desafio. Eles estão sempre em movimento, impulsionados pelas correntes oceânicas, em busca de presas disponíveis. Os atuns são capturados por frotas pesqueiras que registram e relatam as suas capturas com diferentes graus de precisão. A amostragem é limitada a uma pequena fração desta captura comercial, e muitas vezes não gera uma real representatividade. Na tentativa de garantir uma pesca sustentável, foi desenvolvida na última década uma ferramenta na SPC (Secretariat of the Pacific Community), um modelo de computador chamado MULTIFAN-CL, que integra informações de três fontes principais. A primeira fonte são dados de comprimento/frequência, a segunda a relação entre captura e esforço de pesca, e a última dados oriundos de programas de marcação. A partir dessas informações, é possível entender o recrutamento e a mortalidade das populações, controlar alterações no seu tamanho e estimá-las. Na teoria é tudo muito lógico, mas na prática as coisas são mais complicadas, e maioria dos problemas giram em torno da qualidade dos dados. O MULTIFAN-CL pode lidar com um grande número de variáveis ​​e realiza milhões de cálculos para fornecer as soluções que melhor se adequam aos dados. Estes resultados numéricos podem ser fornecidos com limites de confiança estatísticos. Saiba mais clicando aqui.