quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

MARISCADA

 

Além de ser nativo e existir em boa quantidade nos costões de Santa Catarina, este animal também é bastante cultivado. Os mexilhões de cultivo são tão bons quanto os selvagens, e tem uma grande vantagem: tem menos casca e mais carne. Portanto quando quiser mexilhões, compre os de cultivo e poupe os selvagens, assim teremos sempre.
Curta a página do Instituto Larus

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

AFRICADEUS

OMINDÁ



OMINDÁ é o novo projeto de André Abujamra. Um registro audiovisual com a participação de artistas de 13 países (Rússia, Japão, Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Índia, Mali, França, Portugal, Bulgária, Jordânia, República Checa e Brasil). “O Mar”, é o primeiro single das 15 faixas de “ Omindá”. Música e clipe, com direção do artista, foram gravados em Mikonos, na Grécia, Sofia, na Bulgária – com a participação especial do coral The Mystery of Bulgarian Voices – e em Nova Delhi, na Índia, onde o violinista Sharat Srivastava e o flautista Rishab Prassana emprestaram seus talentos ao projeto.

O MAR QUE OLHA...

Foto Fernando Alexandre

OUTRAS ÁGUAS...


Fotos gvizane
Na Nigéria, pescadores tem uma hora para capturar a maior quantidade de peixes, utilizando apenas redes tradicionais e porongos... É o festival de pesca da cidade de Argungu, realizado todos os anos no Rio Soketo.

TÁ NA BOCA!

Hóspede e pescada aos três dias enfada...
(Dito popular)

MAR DE KANDINSKY


Kandinsky, 1901

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

MAR DE LEMINSKI


ÁGUAS PASSADAS

Foto Ivan Messiano

DANDO NOME...

Foto Fernando Alexandre
Identidade

TEMPO DE SARDINHAS


Antepasto de sardinhas (scabeggio de Moneglia)

por Enzo Ambrosetti

Ingredientes

500 gramas de sardinhas inteiras
100 gramas de farinha de trigo
200 ml de vinagre ou vinho branco seco
2 dentes de alho
1 unidade de limão siciliano fatiado
1 unidade de cebola picada
1 ramo de sálvia
* o quanto baste de óleo de soja para fritar

Modo de preparo

Lave o peixe, passe na farinha e frite. Em uma tigela, cubra o peixe frito com vinagre, alho, cebola cortada, limão e folhas de sálvia, e deixe marinar por no mínimo 1 hora. Retire o peixe e refogue o líquido da marinada em uma frigideira. Coloque o peixe frio em um prato quente e por cima coloque a marinada refogada.

(Via http://www.gazetadopovo.com.br/)

MAREGRAFIAS

Foto Fernando Alexandre

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

MAR DE PESCADOR

Foto Fernando Alexandre
Entre bordas, boias & redes - Pântano do Sul

MAR DA TONICA CHAGAS

Olhar e clique da Tonica Chagas 
- a primeira vez que a boneca viu o mar!




CONVERSA DE PESCADOR

Tainhas de Verão
Arante José Monteiro Filho, do Pântano do Sul, llha de Santa Catarina, conta do dia "de verão" em que avistou tres tainhas ovadas na praia.

DANDO NOME

Foto Fernando Alexandre
Pântano do Sul

VACANDO NA MÔRRA...

Foto Brian Bielmann
O fotógrafo Brian Bielmann viaja o mundo registrando os melhores surfistas em ação. Suas imagens mostram não só manobras bem executadas, mas também momentos em que os surfistas despencam de algumas das maiores ondas do mundo. Ou seja: "vacam na môrra!"

domingo, 17 de fevereiro de 2019

OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Fernando Alexandre

JACK O MARUJO

Resultado de imagem para mar com vento
- Por que o sr. tem esse nome estrangeiro? perguntou o grumete.
- Nasci no alto mar,disse Jack o Marujo.Terra de ninguém,lugar sem porto.Sou vento

TARDE INDO, NOITE SENDO...

Olhar e clique do Nezio Souza 

Pântano do Sul

MAR DE POETA


Resultado de imagem para estrelas na escuridão

Horário de verão
Galos acordam a noite
Estrelas brincam de escuridão

(Fernando Alexandre)

MAR DE PESCADOR


Superintendência do Porto de Itajaí pagará R$ 6,595 mi de indenização por impacto pesqueiro de obras do canal

Acordo promovido pela Justiça Federal prevê que a Superintendência do Porto de Itajaí deve pagar R$ 6,595 milhões, a serem distribuídos entre 1.219 pescadores artesanais e cinco entidades representativas, como indenização pelos impactos causados pelas obras de aprofundamento do canal de navegação do Porto, em 2011. A sentença de homologação foi assinada ontem (14/2/2019) pelo juiz Charles Jacob Giacomini, da 3ª Vara Federal de Itajaí, que mediou as conversações desde janeiro de 2017. De acordo com a sentença, serão R$ 5 mil por pescador e R$ 100 mil por entidade.

O processo começou em 2012, quando os pescadores relataram que as obras provocaram impacto considerável na atividade pesqueira, comprometendo a subsistência de suas famílias por longo período, até o restabelecimento mínimo do ecossistema local.

As obras foram realizadas para atender a necessidades operacionais e de expansão do complexo portuário da região. Uma empresa belga foi contratada para o serviço e, com o uso da draga Charles Darwin e outros equipamentos, o canal foi aprofundado, passando de 11 para 14 metros de profundidade.

A relação definitiva dos pescadores beneficiados pela indenização foi elaborada por cada uma das cinco entidades, com a concordância da Superintendência. “Nesse sentido, os representantes das entidades autoras declaram que inexistem outros pescadores artesanais aptos ao recebimento de valores objeto do presente acordo além daqueles já identificados por ocasião da celebração do presente ajuste”, escreveu Giacomini na decisão.

O juiz consignou ainda que, “com o pagamento integral dos valores estabelecidos no acordo, as partes reconhecem mutuamente o encerramento de todos os aspectos sob litígio, valendo como quitação plena e integral, inclusive no que tange às multas decorrentes da sanção processual aplicada no decorrer da ação”.

A ação tem como autoras a Associação Assistencial, Beneficente e Cultural dos Pescadores Artesanais do Município de Penha, ao lado das colônias de pescadores Z-05 Z-06 de Navegantes, Z-07 e Z-33, e como réus, além da Superintendência, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e a União.

(Do http://www.jfsc.jus.br/)

sábado, 16 de fevereiro de 2019

MAR ESPELHADO

Foto Andrea Ramos
"Olhando o mar espelhado da Baía Sul, veio-me logo a lembrança o Mar Português, do grande Pessoa, com os versos imortais que contam a tocante história das mães que choraram pelos filhos e que por eles em vão rezaram.
 Mas o poeta “toma partido” e argumenta em favor do mar: Deus ao mar o perigo e o abismo deu/ Mas nele é que espelhou o Céu... 
Então, bem no meio do poema, lança a pergunta e a resposta que se transformariam em lírica filosofia: Valeu a pena? 
Tudo vale a pena/ Se a alma não é pequena. 
O mar espelhado das baías da Ilha de Santa Catarina comove os corações marinheiros. Nosso manso mar que abraça a Ilha não é, definitivamente, o mar zangado da Bíblia. É o mar tranquilo do marinheiro-prosador Virgílio Várzea, o mar dos poetas Shelley e Byron, símbolo da dinâmica da vida. Tudo sai do mar e tudo a ele retorna.
 É o lugar onde nasceu a vida, a evolução, até a espécie humana. Mas parece que ao “nosso” mar falta o dinamismo dos mares rendilhados por marinas – ou trapiches, como queiram – espécie de “escada de embarque” pela qual o homem se põe ao largo da líquida via para conviver com o mundo. 
Mares como os velhos Mediterrâneo e Egeu, míticas “avenidas” do homem desde a mais remota antiguidade. Faço essa digressão sobre o mar para assinalar que há um flagrante descompasso entre a relação “pessoas/automóveis” e “pessoas/barcos” nesta Ilha de 42 praias e nenhuma marina digna de menção. 
Já somos, proporcionalmente, a segunda cidade brasileira na penosa relação carro/por habitante, passando rapidamente da atual marca de “um carro para cada 1,8 morador”, rumo ao delirante “um-por-um”. 
E quantos barcos – quantas canoas? – temos “por pessoa” nesta que é uma ilha, como todas, cercada de mar por todos os lados? Nem se diga que navegar é um esporte caro. Navega-se não só a bordo de embarcações luxuosas. Os quadros do pintor Eduardo Dias mostram nossas baías coalhadas de barcos e barquinhos artesanais, canoas e caiaques, junto com “vapores e bergantins”. 
O mar aceita tudo o que flutua – bateras, boias, canoas bordadas, baleeiras açorianas, lanchas de arrojado design, escunas e transatlânticos. A épica “Retirada de Dunquerque”, episódio inesquecível da 2ª Grande Guerra, foi consumada até sobre “jangadas” de uma tábua só. O mar é hospitaleiro, aceita barco a vela, a motor e a remo. 
Mas não basta amarrar uma poita na proa e largar o amigo flutuante em qualquer quintal marítimo: é preciso um “estacionamento”, onde o dono possa melhor “amarrar” o seu Fusca ou o seu Rolls-Royce. 
Pois é este “estacionamento” de barcos que suscita na Ilha uma incompreensível resistência. Garagem de ônibus, pode. Até parece que o ilhéu incorporou certos temores açorianos associados ao fato de aquele vulcânico arquipélago conviver com erupções e maremotos. 
O mar devia parecer aos imigrantes de 1750 um pélago profundo, um abismo habitado por monstros e esfinges. Talvez por isso o açoriano “no exílio” tenha edificado suas casas de costas para o mar – como se este fosse apenas o “escritório e trabalho”, fonte de sustento, mas cheia de riscos. É preciso mudar essa medíocre idiossincrasia em relação à avareza dos trapiches numa ilha tão repleta de apelos e atrações naturais. 
Aqui, nesta “ilha dos casos e ocasos raros”, parece que a resposta de Pessoa ainda não foi providenciada. Vale a pena? Ora, se nossa alma não continuar pequena, a Ilha de Santa Catarina haverá de ser um belo polo da navegação esportiva, um importante centro dos esportes náuticos, um bom trapiche para os marinheiros e para os turistas. 
Enfim, para todos aqueles que “navegam por precisão”, para viajar ou para recrear-se. 
Elevemos nossa alma à altura da criação do poeta. Que os nossos mares não inspirem apenas “lágrimas de Portugal e do mundo”, por óbvia falta de infraestrutura, mas que navegar nos valha a pena por nossa alma não ser pequena..."
(Crônica de Sérgio da Costa Ramos, publicada em 29/o1/11 no DC - www.diario.com.br )

MAR DE VAN GOGH


"Os pescadores sabem que o mar é perigoso e que a tempestade é terrível, mas eles nunca julgaram esses perigos como razão suficiente para permanecer em terra."
Vincent van Gogh

NA PRAIA, NO MAR, NA CHUVA...

Foto Andrea Ramos
Pântano Sul

MAR DO AMERICO VERMELHO

Americo Vermelho e o Quadrado da Urca.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

DESTERRO, 1827



O olhar de Jean Baptist Debret, em 1827, sobre Desterro! São algumas das imagens mais antigas que podemos ter, para imaginar como seria a antiga cidade!

EMPROADAS

Foto Fernando Alexandre
"Elizete", "Osmarina" e "Zé Gancheiro" - Pântano do Sul

TENTANDO ENTENDER...


ACARQUETAR - Apertar, empurrar. Ex: “Te acarqueto os óio!”.
AJOJADO - Quieto, com preguiça, encolhido.
A PINTA DA MÃE TÁ ARROMBADA! - Expressão utilizada para xingar e ofender a mãe alheia.
BESTUNTO - Pessoa estúpida, com cabeça de pouco alcance.
BISPÁ - Vigiar, prestar atenção, ficar atento.
CAGALUMES - Vaga-lumes.
CASA DE INSTANTINHO - Motel.
DE SÓLI PARIDO A SÓLI MURRIDO - Durante todo o dia.
FAZER BISCOITO PRA VIAGEM - Diz-se quando uma pessoa está muito doente, quase morta.
MÃE DO CORPO - Útero.
MANDRIÃO - Pessoa preguiçosa, malandra.

O LIXO QUE DURA...


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

A LULA DO LOY


Foto Divulgação
Ingredientes

- 300g de lula em anéis (pré-cozida)
- 1 cebola picada
- 2 dentes de alho fatiados
- folhas de manjericão picadas
- 1 colher de chá de açafrão da terra (cúrcuma)
- 1 pitada de noz moscada
- 1 pitada de pimenta do reino
- 150ml de azeite extra virgem
- sal
- sementes de mostarda amarela

Preparo

- Tempere a lula com sal, pimenta, noz moscada, açafrão e manjericão, e depois reserve
- Em uma frigideira, doure a cebola e o alho no azeite extra virgem
- Adicione na frigideira a lula já temperada
- Salteie até que as cebolas estejam bem douradas

- Acrescente as sementes de mostarda, salteie até que as primeiras sementes comecem a estourar e retire do fogo.

 (Receita do chef Luiz Otávio Lustosa - o Loy, que dá nome ao prato. Especialidade da "Tatuira Petisqueira" , Baía do Canto Grande, em Bombinhas)

Foto Nunsey D'Quem

"Dia calmo o mar encrespou
Sem grande ondulação
É o vento da viração"
(Dito popular registrado na ilha por A. Seixas Neto no século passado)

JACK O MARUJO

Imagem relacionada

- O sr. já escreveu suas memórias, capitão?
- Já, disse Jack o Marujo. Agora posso inventar outras.

(Do Nei Duclós)

ACERTANDO O PASSO

Foto Fernando Alexandre

MANEMÓRIAS

Praia de "Canazieirash"

CARNAVAL DO MAR



SEM CANUDINHOS

Canudos

Câmara aprova lei que proíbe canudos plásticos em Balneário Camboriú

Por Dagmara Spautz

A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú aprovou um projeto de lei que proíbe o uso e distribuição de canudos plásticos nos bares e restaurantes. A proposta é do vereador Ademar Bola Pereira (PSDB), e teve 11 votos favoráveis.

Votaram contra os vereadores David La Barrica (PSB), Leonardo Piruka (PP) e Lucas Gotardo (PSB). Houve ainda uma abstenção, do vereador Marcelo Achutti (PP), e três ausências.

Além dos canudos, o projeto prevê que guardanapos e os palitos de dente fornecidos pelos estabelecimentos estejam embalados em material biodegradável ou reciclável.

A punição para quem descumprir a lei é advertência e multa, em caso de reincidência. A proposta segue, agora, para sanção do prefeito Fabrício Oliveira (PSB).

Tem mais

Vilão da vez, o canudo tem sido banido de empreendimentos e de cidades inteiras _ com razão. Mas vale lembrar que não é o único objeto a parar no mar e a ter consequências graves para a vida marinha. Na verdade, representa só 4% do plástico que chega aos oceanos. É preciso ir além.

(Do https://www.nsctotal.com.br/)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

MAR DE POETA

Matilde Campilho, poeta portuguesa
"Não é cair, é voar com estilo"

RECICLANDO



Microalgas e briozoários (foto: Luiz Carlos Souza)

Algas que chegam à praia poderão virar adubo em Balneário Camboriú

Por Dagmara Spautz

Os especialistas que estudam as causas da proliferação de algas e briozoários, em Balneário Camboriú, vão propor à prefeitura que passe a usar o material recolhido como adubo. Fonte de matéria orgânica natural, eles podem facilmente ser tratados para abastecer a jardinagem da própria prefeitura, ou até ser doados à comunidade. Além de um destino útil, evita o inchaço do aterro: semana passada, em apenas um dia, o que foi retirado da praia encheu 28 caminhões.
Caribe

O uso de algas como adubo já é praxe em outros lugares do mundo, como Punta Cana, na República Dominicana, que sofre com a proliferação de algas que atinge o mar do Caribe. Por ali, máquinas que pertencem aos resorts que ficam na beira do mar recolhem as algas logo cedo, e elas servem para compostagem, que depois será usada nos jardins.
Impasse

Os relatórios de balneabilidade do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), sobre a Praia Central de Balneário Camboriú, seguem opostos. Enquanto o órgão estadual trouxe, mais uma vez, todos os pontos impróprios para banho, o laboratório contratado pelo município diz que só há impropriedade na saída do Rio Marambaia.




https://www.nsctotal.com.br/

SEO FRANCOLINO E AS TAINHAS NO PANTUSÚLI

O professor Franklin Cascaes no Pântano do Sul em meio a muita tainha escalada secando ao sol! 

(Via Fotos Antigas Da Grande Florianópolis)

MORTES NO MAR

Apenas duas mortes na atual temporada ocorreram em áreas com postos de salva-vidas(Foto: Cristiano Estrela/Diário Catarinense)

Bombeiros registram 45 mortes por afogamento na temporada em SC

Número supera toda a temporada passada, que teve 36 mortes entre outubro de 2017 e abril de 

Por Redação DC
nsctotal@somosnsc.com.br

Ocorrências de afogamento já provocaram 45 mortes nas praias, rios e lagoas do Estado desde que teve início a atual Operação Veraneio, em outubro. O número supera toda a temporada passada, que teve 36 mortes entre outubro de 2017 e abril de 2018.

A maioria dos casos ocorreu em áreas de água doce — todas as ocorrências com vítimas fatais em rios e lagoas foram registradas em pontos sem a presença de salva-vidas.

O último fim de semana teve dois casos nestas circunstâncias. Jorge Bitencourt Junior, 30 anos, desapareceu após mergulhar na Lagoa Santo Antônio dos Anjos, em Laguna, no último sábado. Ele não retornou mais à superfície. O corpo de Jorge foi encontrado nesta segunda-feira. 

No domingo, um jovem de 20 anos também morreu afogado em José Boiteux, no Alto Vale do Itajaí, em uma cachoeira na localidade de Roncador, no interior do município.

Amigos da vítima viram quando o jovem entrou na água e se afogou. Eles tentaram o resgate antes da chegada dos bombeiros, mas não tiveram êxito.

https://www.nsctotal.com.br/

TEMPO DE SARDINHAS...


Foto Nunsei Di Quem
A mulher e a sardinha
querem-se das mais pequeninas
(Dito popular)

COMEÇA A PESCA DA SARDINHA


Atenção, para as informações sobre a reabertura da pesca de Sardinha-verdadeira (Sardinella brasiliensis), que acontece de 16/02 a 15/06.
✔️A pesca de sardinha-verdadeira e sua fauna acompanhante deve ser realizada pela frota de cerco devidamente permissionada, conforme a Instrução Normativa IBAMA n°15/2009.
✔️A área de pesca compreendida é: entre os paralelos 22°00 ́S (Cabo de São Tomé, Estado do Rio de Janeiro) e 28°36 ́S (Cabo de Santa Marta, Estado de Santa Catarina).
✔️O tamanho mínimo da espécie à ser capturado deve ser a partir de 17cm.
Uma boa pesca a todos! 🙏