quarta-feira, 20 de setembro de 2017

NA PRAIA...


Foto de Robert Capa / Magnum.
Pablo Picasso na praia de Provence, na França, com seu filho Claude e sua parceira Françoise Gilot, 1948.






MOVIMENTO DAS ÁGUAS

Foto: Diorgenes Pandini / Diario Catarinense

Construções na orla podem ter ampliado estragos da maré alta em Florianópolis, aponta oceanógrafo

Por

A ação do homem nas orlas de praias podem ter ampliado os estragos da maré alta e da ressaca que atingem diversas praias de Florianópolis. A avaliação é do diretor do Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), João Luiz Baptista de Carvalho. A situação de diversas praias no norte e no sul da Ilha é tão grave que na segunda-feira, 18, a prefeitura decretou situação de emergência.

De acordo com o oceanógrafo, a condição atual é causada por uma somatória de fatores: maré astronômica, que acontece todos os dias e é influenciada pela Lua, maré meteorológica, que é influenciada pela direção dos ventos, e a ação do homem e suas construções próximas às praias. Quando coincide a maré alta astronômica com a maré alta meteorológica, causada pelo vento Nordeste que "empurra" o mar em direção ao continente, o nível do mar fica mais alto que o normal. Somado a tudo isso há os efeitos do aquecimento global, que têm tornado esses eventos ainda mais extremos.

— Isso (maré alta) sempre aconteceu, o problema é que a ação do homem tem deixado as praias fragilizadas. A mudança climática tem causado eventos mais extremos, mas a gente não pode botar a culpa nisso. É fácil colocar a culpa no aquecimento global, porque é um "sujeito oculto" que tira a nossa responsabilidade — pondera Carvalho. 

O oceanógrafo afirma que as construções próximas à orla, como é o caso das casas e do muro de contenção na praia da Armação, no Sul da Ilha, têm um "efeito muito negativo" na deriva litorânea. Essas intervenções humanas podem provocar um efeito dominó nas praias ao redor, alterando sistema natural de erosão e sedimentação das praias. Também é este o entendimento da Defesa Civil Municipal de Florianópolis.

— A urbanização da orla de praia, com certeza, é um dos componentes principais. Onde antes tinha faixa de areia, agora tem um muro. O concreto no lugar das dunas e restingas alteram toda a dinâmica litorânea — afirma o diretor da Defesa Civil de Florianópolis, Luiz Eduardo Machado.

Não há riscos para a Lagoa do Peri

Com o avanço do mar sobre a encosta do Morro das Pedras e do ponto conhecido como Caldeirão, pouco antes do início da praia da Armação, muitos moradores do Sul da Ilha começaram a se preocupar com uma possível salinização da Lagoa do Peri, o que prejudicaria o abastecimento de água potável em toda a região. No entanto, a Defesa Civil de Florianópolis descarta essa possibilidade.

— Não há risco nenhum de contaminação da Lagoa do Peri. A faixa mais suscetível do cordão litorâneo não é no Morro das Pedras. Se o mar romper aquilo ali, imagina o resto das praias... Então, no momento, não há qualquer risco de contaminação — enfatiza Machado.

Ainda de acordo com a Defesa Civil de Florianópolis, a previsão anterior de que a maré alta começasse a recuar nesta quarta-feira mudou. Agora, de acordo com o órgão, a tendência é de que a situação permaneça, pelo menos, até sexta-feira. O órgão afirmar estar monitorando a situação, especialmente da rodovia SC-406, que ontem teve o acostamento interditado.

— Fizemos a interdição do acostamento para evitar acidentes, porque muita gente estava parando ali para ver o mar. Apesar de não haver risco agora, mais cedo ou mais tarde será preciso fazer o recuo de pista, porque algum dia o mar vai atingir a rodovia. Já comunicamos o Deinfra sobre essa possibilidade e estamos monitorando a situação — afirma Machado.

(http://dc.clicrbs.com.br/)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

SEO MANECA NA FITA


O ator Geraldo Cunha apresenta seu espetáculo "Seo Maneca no Teatro Alvaro de Carvalho no centro de Florianópolis no dia 10 de outubro. Dentro da programação "TAC 8 em ponto", promovido pela Fundação Catarinense de Cultura. O espetáculo é resultado de 26 anos de pesquisa e apresentações. Um retrato bem humorado do antigo morador de Florianópolis! Com a participação da atriz Andréa Rihl.

MAR DE POETA


Via Luiz Antonio Solda

MAR DE PESCADOR


Reportar dados para a ICCAT (Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico) é uma obrigação de todos os países signatários da convenção. Mas o Brasil não tem cumprido seu papel e pode sofrer penalidades. É preciso que o Governo Brasileiro reverta esta situação com a maior brevidade possível, garantindo assim que a ICCAT tenha dados para ordenar as suas pescarias e que as empresas brasileiras tenham acesso aos recursos pesqueiros. Leia o artigo da diretora geral da Oceana, Monica Peres, publicado no jornal Valor Econômico:https://goo.gl/QXmajm

OLHAR DO MILTON OSTETTO

Foto Milton Ostetto
Morro das Pedras...

sábado, 16 de setembro de 2017

MAR DE PESCADOR


Curso de Pescador Profissional Especializado (PEP) é oferecido pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em parceria com a Marinha do Brasil.

☑️As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pela internet até o dia 24 de setembro.
☑️A especialização é totalmente gratuita.
☑️Para fazer a inscrição é necessário apresentar documento de identidade, CPF, Caderneta de Inscrição e Registro (CIR), que é a carteirinha do profissional e também comprovante de residência.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

LÁ NO FUNDO...


COIÓ

Enquanto está nadando ele é vistoso e colorido, mas quando pousa no fundo e regula suas manchas, fica praticamente invisível.
Curta a página do INSTITUTO LARUS
Ilha do Arvoredo - SC.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O VOO DA FRAGATA


PAISAGEM

O ÚLTIMO VOO DO ZÉ PERRI

No fim do ano, um dos maiores mistérios de França ficará resolvido. Um livro apresentará fotografias e provas inéditas sobre a morte do aviador francês Antoine de St Exupery, o autor de "O Principezinho". O autor da morte era um fã.

"Se soubesse que era Saint Exupéry naquele avião, nunca teria disparado"




Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exupéry ao largo de Marselha durante a Segunda Guerra Mundial. Filmado pelos autores do livro que verá a luz do dia em França, no fim do ano, combinou primeiro que o seu testemunho só fosse revelado após a sua morte - mas foi depois convencido a fazê-lo antes. O seu depoimento é uma das revelações deste livro, que apresenta fotografias inéditas, e outros pormenores inéditos sobre o autor de "O Principezinho", um dos livros mais populares do mundo inteiro. O piloto que abateu o avião de St Exupéry revela que desejou mil vezes não o ter matado, já que era um admirador do escritor francês. "Na nossa juventude, todos lemos e adorávamos os seus livros. A sua obra despertou a vocação de voar em muitos de nós", afirmou. "Se soubesse quem era, jamais teria disparado", confessou aos autores do livro.

A obra, cujo título não é conhecido, uniu os esforços de quatro autores: Luc Vanrell, o explorador subaquático que descobriu o avião de St Exupéry no fundo do mar, perto de Marselha, em 2004, a 83 metros de profundidade; Lino von Gartzen, um Alemão que fundou a Associação de Busca de Aviões Perdidos durante a Guerra; Bruno Faurite, piloto e investigador aeronáutico; e François d' Agay, sobrinho e afilhado do escritor.

Quem nunca leu "O Principezinho" e descobriu que "o essencial é invisível para os olhos"? Poucos, certamente - como poucos também serão os que não gostariam de ver resolvido o mistério da morte do autor francês, desaparecido após um último voo de reconhecimento, a 31 de agosto de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. O corpo do aviador, nunca encontrado, alimentou uma incerteza que se prolongou por décadas
.
A morte de Antoine de St Exupéry, a 31 de agosto de 1944, no curso de um voo de reconhecimento fotográfico, estava até há pouco envolta em muitos mistérios. Boa parte deles são revelados no livro que agora conhecerá a luz do dia, em França, no fim do ano.

O ÚLTIMO VOO

Pouco passava das nove da manhã do dia 31 de julho de 1944 quando Antoine de St Exupéry descolou da base aérea de Borgo-Poretta, a sul de Bastia, na Córsega, a bordo do seu Lockheed Lightning P-38. A missão tinha como objetivo realizar um reconhecimento fotográfico para preparar o desembarque dos Aliados na Provença, fotografando as tropas alemãs em diversos pontos do país. Radares americanos na Córsega seguiram-no até Hyères, mas pouco depois os radares alemães também detetaram a sua presença entre Annecy e Grenoble, fazendo soar o alarme.

O piloto alemão Horst Rippert descolou da base de Aix-les-Milles com o fito de reconhecer e atacar o inimigo. A bordo de um Masserschmidt ME-109, o piloto teve pouca dificuldade em localizar St Exupéry, que surpreendentemente, voava abaixo da altitude de segurança. O escritor voava a 2000 metros de altitude, quando o normal é voar a 10 000 - o que o torna normalmente inalcançável. Sem dificuldades, Horst apontou, atirou e acertou. O avião caiu a pique sobre o mar, e ninguém se ejetou. Dias depois, quando a notícia do desaparecimento do escritor surgiu, Rippert pediu secretamente que não fosse ele a vítima do seu fogo. E manteve o segredo durante 64 longos anos
.
O avião Lockheed Lightning P-38 que Saint Exupéry pilotava, na Segunda Guerra Mundial

A última nota do escritor, encontrada na sua secretária, dizia assim: "Se for abatido, não lamentarei. A termiteira futura espanta-me e odeio a sua virtude de robôs. Estava feito para ser jardineiro". Como se Antoine, 44 anos, intuísse a proximidade do fim. Por que razão voava tão baixo um piloto com mais de 6500 horas de voo?. O mistério nunca foi respondido, e décadas passaram sem vestígios de corpo ou destroços do avião de St Exupéry.
Até que em 1998, um pescador de Marselha, Jean Claude Bianco, pescou mais do que peixe nas suas redes. Uma pulseira prateada, com o nome de Antoine de Saint Exupéry e da mulher inscritos, voltou a dar fôlego a um caso cujas pistas haviam esfriado há muito. Este foi o ponto de partida para Luc Vanrell, arqueólogo submarino (e um dos autores do livro) iniciar uma busca que duraria 10 anos e viria a revelar os destroços de duas avionetas - um Messerschmitt do príncipe alemão zu Bentheim uns Steinfurt, e o Lightning de St Exupéry. Uma parte do aparelho encontra-se hoje no Museu do Ar e do Espaço de Bourget.
Do corpo de Antoine de St Exupéry, continua sem haver rasto. Mas a obra fala mais alto. O homem que escreveu que "amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direcção", ou que disse "aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós" não precisa de registo material para já constar no Panteão dos maiores.

(Do http://expresso.sapo.pt/)

BALEIAS DE SETEMBRO


Baleia Franca e seu filhote nadam entre o Morro das Pedras e o Caldeirão, Sul da Ilha de Santa Catarina

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

MINHA PÁTRIA É MINHA PRAIA!

Foto Fernando Alexandre

AVISO AOS NÁUFRAGOS


NA TORMENTA...


Furacão Irma é o mais forte do Atlântico e pode destruir mais do que o Katrina

© AP Photo/ NOAA












(Do https://br.sputniknews.com/)

terça-feira, 5 de setembro de 2017

O NÃO MAR DO CARLOS GRASSIOLI



"Deitou e como sempre dormiu embalado pelo som do mar.
Sonhou que o mar havia desparecido.
Acordou com aquela desagradável sensação e meio trôpego, ainda, dirigiu-se de imediato à porta do quarto que dava pro mar.
Não havia porta."

MAR DE POETA

Caniço

Canta e dança
o bambuzeiro
em movimento
na esperança
que o vento
traga janeiro

(na mão do pescador
o mar ganha vida
e, ligeiro
se oferece
em alimento)


domingo, 3 de setembro de 2017

MAR DE PICASSO

"Duas mulheres na praia" - Pablo Picasso

EM BUSCA DA ILHA PERDIDA...

Vídeo colocado no you tube sem autoria. Mostra imagens da ilha,  da caça submarina e do fundo de seus mares nos anos 6o.

ESCRITO NAS ESCAMAS

Fonte: FISHBIO

A IDADE DOS PEIXES

Uma das técnicas comuns para estimar a idade e o crescimento dos peixes é a interpretação dos padrões que se desenvolveram em suas estruturas calcificadas ao longo de sua vida, como as escamas. Parecido com os anéis de uma árvore, o corpo de um peixe cresce à mesma taxa que as suas escamas, formam-se nelas então numerosos anéis de crescimento a cada ano. Detectar e interpretar esses padrões pode ser um desafio. Já dizia um ditado que “o envelhecimento de um peixe é muitas vezes mais uma arte do que uma ciência”.
Um uso particular de escamas, conhecido como reconstrução idade, está em destaque na imagem ao lado. A escama foi coletada de uma truta prateada adulta e selvagem. Os principais eventos da história de vida são chamados pelas letras "a" até "e", e o ano correspondente a quando cada marca ocorreu é sobreposto à imagem. Estes eventos podem ser identificados por mudanças no espaçamento relativo entre os anéis individuais da escama. Grupos de anéis bem espaçados indicam um período de crescimento mais lento e quando menos espaçados indicam um período de crescimento mais rápido. O ano de captura é rotulado de "a", "b" indica uma desova anterior, "c" indica o período em que a truta passou seu primeiro inverno no oceano, e os rótulos de "d" e "e" indicam os anéis que se formaram durante seus primeiros dois invernos em água doce. A marcas da escama também fornecem o ano de nascimento do peixe (algum dia, no inverno de 2004/2005) e o ano em que entrou pela primeira vez o oceano ("d", primavera de 2006). 

(Do  Observatório Tecnológico de SC - Pesca.)

DE RIOS E MARES...

A poluição dos rios da Ilha de Santa Catarina é uma afronta ao nosso meio ambiente. As contaminações e a poluição das águas comprometem a qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente, prejudicando sobremaneira a imagem do lugar.


Precisamos despertar a atenção das autoridades à recuperação e a revitalização de nossos rios, envolver os segmentos de comunicação, poder público, sociedade civil constituída, moradores e estudantes para a importância da educação e da conscientização ambiental.

Para isso, torna-se imprescindível a elaboração de projetos consistentes e estudos dos rios que fazem parte das Bacias Hidrográficas da Ilha de Santa Catarina.

José Luiz Sardá - Geógrafo

NA JANELA...

Foto Fernando Alexandre

sábado, 2 de setembro de 2017

MAR DE FALARES


Hoje em Canasvieiras!!

Seo Maneca Na 'Puada'! O personagem Seo Maneca interpretado pelo ator Geraldo Cunha passeia pela Ilha de Santa Catarina!

CALOR & VENTOS


Foto Fernando Alexandre
Sul tem ventos moderados a fortes

por Maria Clara Machado 

Os ventos aumentaram de intensidade sobre o Sul do Brasil nesta sexta-feira (1) com a presença de um grande sistema de alta pressão no oceano. O mar também já começou a subir e hoje há alerta de ressaca por toda costa da Região. 

Ventos de 70 km/h 

Desde a madrugada são observadas rajadas de vento moderadas a fortes, sendo as mais intensas no litoral gaúcho. Em Tramandaí, uma rajada chegou a 73 km/h por volta das 9 horas e em Mostardas uma rajada já alcançou 62 km/h pela manhã. Em Bom Jardim da Serra, no alto da serra catarinense, os ventos já chegaram a 57 km/h e em Nova Fátima, no Paraná, uma rajada atingiu 71 km/h.
Confira abaixo as maiores rajadas de vento observadas na manhã desta sexta-feira:


As rajadas de vento continuam no decorrer desta sexta-feira (1) ainda chegando perto dos 70 km/h. "A massa polar, que está no oceano, tem um valor de pressão expressivo e os ventos fortes na borda do sistema chegam ao Sul do Brasil", explica a meteorologista Fabiana Weykamp. 

Amanhã (2) as rajadas de vento vão continuar pelo menos com moderada intensidade pela Região Sul. As rajadas mais fortes ainda serão sentidas no litoral gaúcho. 

Atenção com mar agitado e a ressaca 

A Marinha do Brasil emitiu alerta de mar agitado em todo o litoral da Região Sul, com risco de ressaca especialmente entre Rio Grande (RS) e Florianópolis (SC). 


Temperaturas em elevação 

O sol predomina no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, com poucas nuvens no céu pelo interior e temperaturas em elevação. Ainda no leste catarinense e paranaense, os ventos que sopram do oceano trazem umidade e favorecem a formação de muitas nuvens. A temperatura sobe devagar em Florianópolis e em Curitiba.

O sol aparece forte e esquenta à tarde em Porto Alegre. 


Fim de semana com calor 

Durante o fim de semana o calor aumenta no Sul. O sol fica forte por toda a Região, ainda com friozinho na madrugada e temperaturas mais altas à tarde. Há chance de pancadas de chuva na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai apenas no domingo (3) à noite.

(https://www.climatempo.com.br/)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

APENAS O MAR

Tarrafiado do blog do Solda - www.cartunistasolda.com.br


VOCÊS VERÃO!

Foto Felipe Carneiro / Agencia RBS

Setembro deve ser de calor e tempo seco em Santa Catarina

Por

Meteorologistas de todo o Estado se reuniram na tarde da última terça-feira para realizar o Fórum Climático, um encontro para discutir a previsão do tempo dos próximos três meses. A tendência é que a primavera, que começa às 17h02min do dia 22 de setembro, tenha tempo seco e temperaturas altas em Santa Catarina.

A primeira quinzena do mês de setembro deve ter chuva abaixo da média, com risco de queimadas frequentes. Já em outubro e novembro, há previsão de chuva mais frequente, com volumes mais próximos ao esperado para esta época do ano. Os meteorologistas também destacam que durante a primavera há um aumento na incidência de temporais com granizo e ventania no Estado. 

No início de setembro ainda há chance de massas de ar frio sobre Santa Catarina, com formação de geada fraca nos pontos mais altos da Serra. No decorrer da primavera, o frio diminui gradativamente e a partir de outubro já se espera períodos mais quentes.


Participam do Fórum Climático meteorologistas da Epagri/Ciram, órgão estadual de monitoramento do tempo e do clima, NSC Comunicação, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), AlertaBlu e AGF Anti-Granizo Fraiburgo.

Histórico da estação no Estado

Os meses de setembro e outubro marcam a transição entre o inverno e o verão, dando início as chuvas de primavera. Em boa parte dos municípios catarinenses, a maior precipitação do trimestre costuma ocorrer em outubro, com acumulados de 210 a 280 mm no Oeste e Meio-Oeste, e de 140 a 180 mm do Planalto ao Litoral. Em novembro, o volume de chuva diminui, com valores de 130 a 180 mm em média, no estado. 

Nessa época também ocorre a formação e deslocamento de ciclones extratropicais no litoral Sul do Brasil, o que resulta em perigo para a navegação e pesca em embarcações de pequeno e médio porte, por conta dos ventos fortes e ao mar agitado, muitas vezes resultando em ressaca.

(Do http://dc.clicrbs.com.br/)