quarta-feira, 23 de março de 2016

CIVILIZAÇÃO PRAIEIRA


Aprendendo com Dorival Caymmi - Civilização Praieira

De 3 março a 1 maio

Esta exposição busca, a partir das canções praieiras do compositor baiano, trazer para o público a atmosfera idílica e o tempo expandido que este gênero musical inventado por Dorival Caymmi conseguiu perpetuar no imaginário coletivo do brasileiro. Para construir este território poético guardado pelabrisa do mar, pelo barulho das ondas, pela maciez da areia, pela malemolência da paisagem marítima, a exposição agrega à produção do músico outros artistas que se pautaram pela contemplação sugerida por este cenário primeiro na memória do país.

O curador da mostra e do Instituto Tomie Ohtake, Paulo Miyada, selecionou artistas de gerações e origens geográficas diferentes para montar um quadro parcial do que poderia ser uma civilização praieira. “Assim, além de músicas e material visual sobre Caymmi, as 33 paisagens do marinheiro-feito-pintor José Pancetti tomam a dianteira na construção imagética de um espaço de imanência, no qual a noção de progresso faz pouco sentido. O mobiliário do carioca Sergio Rodrigues, que na década de 1950 quis fazer sua loja Oca com os pés na areia, e as ideias de Flávio de Carvalho sobre uma arquitetura, um design e uma moda ajustados para o homem dos trópicos, completam o núcleo em torno do qual se forma a exposição”, explica Miyada. Documentos, ideias, imagens e obras de outros artistas completam o percurso marcado pelo caráter sinestésico proposto pelo curador.

Além de poder ouvir as músicas de “Canções Praieiras (1954) ao longo de todo o espaço, o visitante é recebido com três autorretratos: um de Caymmi (1974) e os outros de Pancetti (1948 e 1940); fotos de Pierre Verger que, entre outras imagens, trazem um retrato de Caymmi (1946) e Pancetti pintando na areia da lagoa do Abaeté (1946-1950); capas dos dois discos, uma das quais (Caymmi e o Mar) feita pelo fotógrafo Otto Stupakoff; e o livro “Cancioneiro da Bahia”, de Caymmi.

Dedicado ao Abaeté, clássico cenário caymminiano, um segmento da mostra reúne telas de Pancetti, fotos de Alice Brill, Marcel Gautherot e Pierre Verger.O conjunto mais robusto das obras de Pancetti, contudo, encontra-se em uma grande parede curva com cerca de 20 pinturas, formando um horizonte estendido pelas telas de Patrícia Leite “Ato III” (2014), “Revoada” (2014) e “Atalaia (2013).Esse panorama pode ser contemplado pelo público a partir das cadeiras de Sergio Rodrigues (Poltrona Mole, 1957) e Flávio de Carvalho (FDC1, 1939), nas quais é permitido sentar-se e contemplar a mostra. As duas fotos de Cao Guimarães da série “Gambiarras”(21001/2012)dilatam a atmosfera praiana, assim como a foto de Otto Stupakoff, que registra a Poltrona Mole no mar, já que inesperadamente as ondas tomaram a areia, e os estudos de Sergio Rodrigues para a sua confecção.




Dão continuidade ao percurso a obra de Paulo Bruscky “Abra e cheire: Este Envelope contém Cheiro da Praia de São José da Coroa Grande” (1976) que dialogam com outras obras de Pancetti; vídeos de Nelson Felix “Método Poético para Descontrole da localidade” (2008/20013) e “Gênesis” (1985/2014); fotos da Fazenda Capuava, feitas por Nelson Kon (2012), local onde nasceu a cadeira FDC1 de Flávio de Carvalho, além de fotos do próprio artista publicadas com seu traje de “homem dos trópicos”, bem como trechos de “A Cidade do Homem Nu”, texto que versa sobre uma cidade criada para os trópicos e que se tornou mote para convidar os artistas Leda Catunda, Cristiano Lenhardt, Cadu, Rafael RG, Bel Faleiros e Fabio Moraisa criarem uma nova obra (em suporte tamanho A1, típico de projetos de arquitetura) para a mostra.

Um dia antes da abertura de “Aprendendo com Dorival Caymmi: Civilização Praieira”, 01 de março, os músicos Arthur Nestrosvski e Guilherme Wisnik darão uma aula show sobre o compositor que será filmada e transformada em vídeo a ser também exposto. E, paraque o público possa mergulhar ainda mais neste universo praieiro, o Instituto Tomie Ohtake preparou uma brochura para os visitantes acompanharem a exposição, com muitos textos sobre os artistas, suas histórias, obras e produções.

(Do http://www.institutotomieohtake.org.br/)

segunda-feira, 21 de março de 2016

ILHAS DO BRASIL INFORMA!



O Projeto Estrelas do Mar, informa que não haverá oficinas:

• quarta-feira, dia 23 de março (feriado municipal)
• quinta e sexta-feira, dia 24 e 25 de março, (feriado nacional da Páscoa)
Começaremos normalmente com nossas atividades a partir de segunda-feira, dia 28 de março.


O Projeto Estrelas do Mar, informa que não haverá oficinas:

• quarta-feira, dia 23 de março (feriado municipal)
• quinta e sexta-feira, dia 24 e 25 de março, (feriado nacional da Páscoa)
Começaremos normalmente com nossas atividades a partir de segunda-feira, dia 28 de março.

MAREGRAFIAS

No costaço do Pântusuli!!

MAR DE PESCADORES


INFORMATIVO:
Damos conhecimento que a Secretária Municipal de Pesca, Maricultura e Agricultura de Florianópolis, tem novo titular no comando da pasta, passando a ser o atual Secretário da SMPMA/PMF o Senhor William Costa Nunes.
As demandas do setor podem ser tratadas no endereço e contatos abaixo:

Endereço: Rua Tenente Silveira, 299, Centro, Florianópolis, SC, CEP 88010-301.
Telefone: (48) 3131-5903 / 3131-5333.
E-mail: smpm@pmf.sc.gov.br

VEM AÍ!


sábado, 19 de março de 2016

MAR DE POETA


desigual

de cima para baixo a pressão
o mercado a exigir super-homens

de baixo para cima
o esforço o cansaço o suor
dos que tentam vencer obstáculos
por mérito próprio

(o tubarão e as sardinhas)
Líria Porto


sexta-feira, 18 de março de 2016

CAMINHOS...

Foto Walkiria Pereira


ALÉM DA SOLIDÃO...

Foto Geraldo Cunha
Praia do Saquinho!

MARICULTURA NO MATADEIRO

Foto Diórgenes Pandidi / Agência RBS / Agência RBS

Comunidade e entidades debatem maricultura na praia do Matadeiro

Por

As mais de duas horas de audiência pública na Comissão do Meio Ambiente da Assembleia Legislativa não foram suficientes para chegar a um consenso sobre a polêmica instalação de um parque aquífero para maricultura na praia do Matadeiro, no Sul da Ilha. Moradores, surfistas, pescadores, maricultores e órgãos envolvidos no processo lotaram a sala da comissão e tiveram a oportunidade de falar e serem ouvidos para buscar uma solução para o impasse.



— Agora vejo uma luz no fim do túnel. Conseguimos o que queríamos ao ter proposto essa audiência e ao menos vamos ter acesso aos estudos de impacto que dizem ter feito — disse Ezinar Tadeu Pereira, presidente da Associação dos Moradores e Amigos da Praia do Matadeiro (Amapram), representando toda a comunidade que se opõe a maricultura no praia.

As explicações da Epagri, Ministério da Pesca, Capitania dos Portos e outros órgãos envolvidos na liberação e concessão de licenças para área não convenceram a maior parte dos presentes sobre como foi o processo e os benefícios da maricultura no Matadeiro, que é local tradicional de surfe e recebe muitos turistas atraídos por sua natureza preservada. A poluição visual e dos detritos que podem chegar na areia são alguns dos pontos questionados pela comunidade.


O surfista Renato Mello, do Matadeiro Surf Club, falou da importância de preservar a identidade da praia, conhecida pela boas ondas que já revelou vários talentos do surfe:
— Quero deixar claro que os surfistas não são contra a maricultura. O que estamos reivindicando aqui são os documentos que falam dos impactos naquele local. Os técnicos podem falar da parte deles, mas da qualidade das ondas eu entendo, e sei que isso vai afetar — disse.

Representando o lado dos maricultores, Tatiana da Gama Cunha, da Associação de Maricultores do Sul da Ilha, explicou que existem novas formas de cultivo com pouco impacto visual e também de reaproveitamento das cascas, como os blocos utilizados nas calçadas da Beira-Mar Norte.

— A maricultura de for feita da forma correta tem pouco impacto. Temos exemplos no Ribeirão da Ilha de locais que voltaram a ter peixes. A questão é ver a melhor forma de fazer — ponderou.

Local pode ser mudado

Durante sua fala na Comissão, Cristiano Martins de Souza, superintende interino de Pesca e Aquicultura de Santa Catarina, explicou que a discussão é antiga, que já existiram questionamentos em outras áreas, mas está previsto em lei existe a possibilidade de revisão:

— A discussão para o desenvolvimento dos planos locais de maricultura existem desde 2005, a legislação é muito grande, todas as tratativas foram muito longas e Santa Catarina é um estado pioneiro. Está previsto em lei a revisão e se for necessário o realocamento das áreas, estamos aqui para chegar uma solução _ falou. 

O filho de de um do futuros maricultores do Matadeiro, Bruno Rocha, disse que não quer conflito. Ele afirmou que se houver possibilidade de remanejo e for de acordo dos seis concessionários, não vê problema:
— Estamos há 13 anos na espera, também sou filho de pescador. Agora que conseguimos as licenças queremos trabalhar. Já poderíamos começar o cultivo, mas estamos esperando pois queremos o diálogo, chegar a um acordo comum — desabafou.

Após o debate, o deputado Gean Loureiro, presidente da comissão de Turismo e Meio Ambiente, afirmou que a comissão irá fazer uma solicitação ao Governo Federam para que reavalie a localização do parque aquífero. Uma nova reunião ficou agendada para a primeira semana de abril, na própria comunidade:

— Que fique claro que ninguém é contra a maricultura, mas diante das manifestações vamos pedir que seja apresentado um estudo para a substituição das fazendas para um local onde não tenha conflito — finalizou o deputado.
(Do www.clicrbs.com.br)

quinta-feira, 17 de março de 2016

VIOLÊNCIA NO MAR

Image copyrightVictor Miguel CasanovaImage captionPequena ilha do Chile costumava ter muitos pinguins na paisagem
A Justiça chilena investiga a denúncia de que milhares de pinguins foram mortos "a pauladas e machadadas" por pescadores em uma ilhota no sul do país.

Investigações preliminares e o depoimento de um pescador que teria participado da matança sugerem que os animais foram mortos para que sua carne fosse usada como isca na pesca de um crustáceo típico da região.

De acordo com a polícia e com a ONG Fundación Orca Chile, o número de pinguins mortos poderia superar os dois mil.
O caso ocorreu na ilhota de Leguas, ao extremo sul da ilha de Chiloé, na Região dos Lagos, no sul do país.

"Recebemos a denúncia por parte de um dos pescadores que participou, mas se arrependeu e resolveu contar o que houve", disse à BBC Brasil em entrevista por telefone Víctor Casanova, da Brigada Investigadora de Delitos contra o Meio Ambiente e o Patrimônio Cultural (Bidema) da polícia chilena.
Image copyrightVictor Miguel Casanova
Image copyrightVictor Miguel CasanovaImage captionVestígios de sangue seriam a prova de que houve matança dos animais

A ilhota Leguas fica em um lugar de difícil acesso e as dificuldades climáticas impediram o andamento das investigações. Casanova só conseguiu chegar ao local na terceira tentativa, com um barco da Marinha, onde fotografou e recolheu vestígios de sangue das aves. Estes foram encaminhados ao Ministério Público, que agora comanda as investigações.

A ilhota é habitada por pinguins e não tem moradores ou atividade turística, apesar de a Região dos Lagos ser conhecida pela forte presença de turistas.

Os pinguins de Magalhães estariam sendo usados como isca na pesca de jaibas(um tipo de crustáceo). A testemunha que revelou o caso confessou à polícia ter matado quarenta pinguins somente numa viagem e afirmou que eles foram "destruídos para virar carniça usada em armadilhas para jaibas" .

Image copyrightVictor Miguel Casanova

"O problema é que a legislação é frágil e prevê apenas multas para estes crimes terríveis. Nós precisamos de legislação mais rigorosa para impedir que os pinguins sofram estes ataques", disse por telefone Francisco Henríquez, da ONG Orca Chile.

Segundo Henríquez, as denúncias incluíram ainda a morte de lobos-marinhos que também poderiam ter sido transformados em isca para a pesca na região.

(Da BBC Brasil)

Comentário anônimo que recebi sobre esta postagem!

"Anônimo Anônimo disse...
Boa tarde Fernando,

Isso também ocorre no Pantano do Sul. Eu já presenciei o pessoal do cerco apedrejando focas, lobos marinho. Já apareceu animais mortos com marcas na praia e disseram que era hélice de barco.
O próprio Barrinha nos confessou algumas vezes que matou a pedradas ou pauladas esse tipo de animais.
O motivo: Os animais comem ou espantam os peixes do cerco.
Viva a IGNORÂNCIA.
17 de março de 2016 13:24
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MAR DE PESCADOR

Foto:F.Blaha / FFA
E se pudéssemos estimar o quanto nos custa a pesca ilegal?




Não muito perto daqui, os países insulares (compostos por uma ilha ou mais) do Pacífico, divulgaram ontem o quanto a pesca ilegal do atum em suas águas tem lhes custado. O Oceano Pacífico fornece atualmente cerca de 60% de todo o atum consumido no mundo, sendo a captura da espécie o pilar mais importante da economia de muitos destes países. Por tratarem-se de ilhas, estas nações possuem uma extensa área de pesca, que em conjunto com a falta de recursos para um monitoramento eficiente nessas áreas, torna a pesca ilegal na região bem atrativa. Pensando nessa dificuldade e neste importante recurso, um novo relatório coordenado pela Forum Islands Fisheries Agency (FFA) foi lançado ontem (15/03). O relatório é resultado de um grande estudo no Pacífico e á visto como a primeira tentativa de quantificar o impacto das atividades de pesca ilegal do atum no Pacífico.

Os resultados do estudo de dois anos para a quantificação da pesca ilegal não declarada e não regulamentada nas Ilhas do Pacífico, coordenado pela FFA, concluiu que aproximadamente 300.000 toneladas de atum do Pacífico são capturados ilegalmente por ano. O estudo estimou o valor das capturas no mercado negro em US$ 616 milhões, sendo que, segundo o estudo este valor pode variar entre US$ 520 e US$ 740 milhões. Segundo a FFA, pela primeira vez um relatório foi capaz de quantificar a natureza e a extensão da pesca ilegal do atum na região do Pacífico. Com o relatório os países do Pacífico contam com uma importante ferramenta para que possam avaliar esta pescaria com maior segurança e planejar respostas mais eficazes contra a pesca ilegal. 
Saiba mais


Amigos de bom tempo 
mudam com o vento
(Dito popular registrado por Lucas Boiteux na Ilha no começo do século passado)

MAR DE PESCADOR

Imagens da guarda naval mostram abordagem a barco chinês - PREFECTURA NAVAL / AFP

Argentina afunda barco chinês que pescava ilegalmente
Ameaça a autoridades forçou medida que não era tomada há 15 anos

BUENOS AIRES — A polícia costeira da Argentina afundou um barco de bandeira chinesa que pescava ilegalmente dentro das águas do país, no província de Chubut. Quatro tripulantes, incluindo o capitão, foram resgatados e detidos. É a primeira vez em 15 anos que o país toma a medida.
Identificado como Lu Yan Yuan Yu 010, o barco foi identificado na segunda-feira na costa de Puerto Madryn, 1.460 quilômetros a sul de Buenos Aires.
“Ativou-se o protocolo de defesa de nossos recursos, e diante da negativa do barco após a abordagem, foram efetuados disparos intimidatórios”, disse a prefeitura naval em comunicado. “O barco desobdeceu as chamadas e sinais e tentou colidir com nossa embarcação, pondo em risco a vida de sua tripulação e do pessoal da instituição.”
De acordo com a guarda costeira, o resto da tripulação conseguiu fugir em outro barco de bandeira chinesa que escoltava o apreendido. Os detidos foram levados para depoimento em Rawson, capital de Chubut.

quarta-feira, 16 de março de 2016

PREVISÃO PARA HOJE!


NUMA DOBRA AZUL DO ATLÂNTICO SUL...

Foto Geraldo Cunha

OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Nego Miranda

Superagui neste fim de semana!

JACK, O MARUJO


JACK VOLTA DO ALTO MAR

- O que é o mar? perguntou o grumete.
- É o dorso da terra, que o tempo cavalga em selas de sal, disse Jack o Marujo.
- O Sr. não tem medo de navegar sem escolta elo vasto mar oceano? perguntou o Grumete.
- Só a terra firme me assusta, disse Jack o Marujo. Meus pés tem pânico de criar raízes.
- Foste feliz na mocidade? perguntou a passageira.
- Não tive tempo, disse Jack o Marujo. Estava ocupado em me manter vivo.
- O Sr. jamais vai ao médico? perguntou o repórter.
- Não tenho cura, disse Jack o Marujo. Meu diagnóstico pertence a Netuno.
- As pessoas sentem saudades do Sr, disse a passageira. Mas parece que o Sr. não se importa.
- Sou como as águas que me levam, disse Jack o Marujo. Parto para sempre fingindo indiferença, mas também permaneço no cais, recolhendo as lágrimas que alimentam o mar.

( Do Nei Duclós)
2 h

MAR DE CAIÇARAS


terça-feira, 15 de março de 2016

TARDE INDO, A NOITE SENDO...

Foto Juan Maldonado

Pântano do Sul - Final de tarde abençoando o dia!

MAR DE PESCADOR


MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) RESTABELECE PAGAMENTO DO SEGURO-DEFESO

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu restabelecer o período de defeso, a suspensão temporária da pesca por 120 dias para preservar algumas espécies de peixes.

O período havia sido suspenso pela Portaria Interministerial 192/2015, publicada em dezembro do ano passado, quando o pagamento do seguro-defeso também foi paralisado.

De acordo com o ministro, há evidências de que a medida foi tomada para economizar com o pagamento do benefício aos pescadores, em meio à crise econômica.

"O Executivo efetivamente exorbitou de seu poder de regulamentar, ao suspender o defeso, pois tudo indica que, a pretexto de haver dúvida sobre a necessidade de proteção da reprodução de algumas espécies, buscou, em verdade, ante a atual precariedade da situação econômica, reduzir custos com o pagamento do seguro-desemprego, sem previamente dimensionar o dano ao meio ambiente.", decidiu o ministro.

A decisão do ministro derrubou liminar concedida pelo presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski. Em janeiro, Lewandowski disse que os pescadores “não terão prejuízo ao deixar de receber o seguro-defeso, pois estarão livres para exercer normalmente suas atividades”. De acordo com a apreciação preliminar de Lewandowski, não houve inconstitucionalidade na portaria editada pelos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

(Da  Agência Brasil)

AMANHÃ, QUARTA!

Moradores do Matadeiro não querem maricultura na praia
Foto: Diórgenes Pandidi / Agência RBS / Agência RBS

Audiência Pública vai discutir maricultura na praia do Matadeiro

Por
GABRIELA WOLFF

A polêmica instalação de um parque aquífero para maricultura na praia do Matadeiro, no Sul da Ilha, vai ser discutida em uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado na próxima quarta-feira, dia 16 de março. Moradores da praia são contra o cultivo no local e pedem a revogação das licenças concedidas a seis maricultores em uma área de 10 mil hectares. 


O presidente da Associação dos Moradores e Amigos da Praia do Matadeiro (Amapram), Ezinar Tadeu Pereira, expôs na Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Alesc no início do mês os motivos da comunidade ser contra o projeto. Ele diz que não houve consulta pública e ninguém teve ao acesso a estudos de impacto ambiental que a atividade pode causar:

— Somos contra por vários motivos. Primeiro que vai estragar a paisagem, que é umas das mais bonitas da cidade. Outra questão é a poluição que as cascas e outros detritos sólidos que vão chegar na praia, sem contar as fezes destes animais que podem poluir a água. O local também é rota de baleias e tartaruga — argumenta.

Segundo Ezinar, foram convidados todos os órgãos envolvidos no processo. 

O biólogo Felipe Matarazzo Suplicy, ph.D. em aquicultura do Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca (Cepad) da Epagri informou que vai estar presente.

Entenda

No mês de janeiro foram instaladas boias no mar do Matadeiro, o que chamou a atenção da comunidade que até o momento não tinha conhecimento do projeto e se posicionou contra. 

A Epagri explicou que todo o processo começou em 2003, com o levantamento de áreas aquícolas em Santa Catarina e para a elaboração de Planos Locais de Desenvolvimento (PLDM). Após estudos de impactos impactos ambientais regionais, social e econômico, foi determinada a área de 10 hectares do mar do Matadeiro, que passou por licitação. Seis pescadores foram os ganhadores, e tem permissão para atuar por 20 anos renováveis por mais 20.

Foto: Arte

Serviço:
Audiência Público Maricultura no Matadeiro
Data: 16 de março de 2016
Horário: 11h
Local: Assembleia Legislativa de SC - Plenário das Comissões

(Do www.clicrbs.com.br)

domingo, 13 de março de 2016

PESCA ILEGAL

Ibama apreende carga de até 30 toneladas de pescado em Itajaí (Foto: Ibama/ divulgação)

Ibama apreende carga estimada em 30 toneladas de pescado em Itajaí

Pesca era feita em profundidade acima da permitido por licença do Mapa. 
Peixes foram doados a projeto que atende pessoas carentes em SC e PR.

Um barco com uma carga estimada entre 25 e 30 toneladas de pescado foi apreendido na quinta-feira (10) em Itajaí, na região do Vale de Santa Catarina. Segundo o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a pesca era feita em profundidade acima da licença do Ministério da Agricultura (Mapa).
Os peixes de várias espécies foram doados ao Mesa Brasil, um programa credenciado pelo governo federal para atenção a pessoas carentes dos municípios de Itajaí, Blumenau, Lages, Joinville e Curitiba (PR).

Conforme o coordenador do núcleo de fiscalização do Ibama Alexandre Rochinski, o proprietário do barco vinha pescando do litoral de São Paulo até Itajaí e tinha licença para pesca em até 250 metros de profundidade, mas extrapolava este limite.

"Isso lhe permitia acessar peixes variados que tem um valor de mercado elevado. A carga era destinada à indústria de Itajaí.Esta é sem dúvida a maior doação de pescados feita, pelo menos, nos últimos três anos em Santa Catarina”, explicou Rochinski.
Peixes vão ser doados a projeto que atende pessoas carentes (Foto: Ibama/ divulgação)

O representante do Ibama relatou que a Marinha do Brasil dispõe de um sistema de monitoramento para verificação da profundidade em que as embarcações retiram os peixes e foi a responsável por comunicar o Ibama da ocorrência.

O dono do barco foi multado em R$ 800 mil a serem pagos em até 20 dias, prazo que também pode ser usado para recorrer da decisão do Ibama e entrar com uma defesa. O Ministério Público Federal (MPF), deve decidir se abre uma ação contra o empresário por causa do crime.

Apesar da apreensão do barco, o proprietário permanece como fiel depositário do veículo até o final do julgamento administrativo, para que continue trabalhando.
(Do G1)

SUMIRAM?



‘Dragões do Mar’ sumiram? Cientistas encontram suposta explicação para a extinção.

Uma mudança dramática no clima da Terra pode ter sido responsável pela extinção de um réptil marinho que viveu na época dos dinossauros. Trata-se do Ictiossauro, um réptil marinho que dominou os oceanos durante milhões de anos, extinto subitamente de forma misteriosa. A conclusão é de um novo estudo realizado por cientistas britânicos, belgas, franceses e russos.

Já é sabido que nos últimos 100 milhões de anos os oceanos esquentaram, o gelo polar derreteu e o nível dos mares aumentou. Segundo os cientistas, o ictiossauro, também conhecido como “peixe lagarto” ou “dragão dos mares”, não conseguiu se adaptar às novas condições.

O estudo apresenta um dado surpreendente para desvendar o mistério de como, e por que este predador desapareceu. Valentin Fischer, da Universidade de Liège, na Bélgica, e da Universidade de Oxford, lider da pesquisa informa que

Nossos resultados fortalecem as evidências de que o aumento no nível dos mares e na temperatura dos oceanos, reorganizou profundamente os ecossistemas marinhos há cerca de 100 milhões de anos

O ictiossauro não conseguiu se adaptar. Eles evoluíram muito lentamente nos últimos 50 milhões de anos de sua existência. Quando o ambiente mudou rapidamente, eles não conseguiram acompanhar
De onde vem os dragões do mar?

Na época em que os dinossauros viviam na Terra, os oceanos eram o lar de vários tipos de ictiossauros. Estes predadores marinhos tinham o corpo parecido com o do golfinho, o que dava ao ictiossauro velocidade, permitindo que ele se alimentasse de peixes e lulas.

O ictiossauro viveu durante milhões de anos. Eles apareceram no período Triássico, chegaram ao auge noJurássico e então desapareceram no Cretáceo, vários milhões de anos antes da morte dos últimos dinossauros.

As primeiras teorias sobre o desaparecimento do ictiossauro defendem que os alimentos preferidos dos ‘dragões do mar’ podem ter desaparecido dos oceanos à medida que outros animais, como tubarões e outros peixes vertebrados, começaram a surgir.

Depois de elaborar uma árvore genealógica complexa traçando a evolução dos ictiossauros, os cientistas desta última pesquisa concluíram que a falta de alimento teria sido apenas um entre vários fatores ligados à extinção do animal. Segundo Valentin Fischer, que liderou o estudo
fatores relacionados, como mudanças na disponibilidade de comida, rotas migratórias, animais rivais, e locais de nascimento, são fatores potenciais, provavelmente ocorrendo juntos, que levaram à extinção do ictiossauro

Répteis do mar (ilustração: cienciahoje.uol.com.br)
O primeiro fóssil descoberto

A famosa caçadora britânica de fósseis do século 19 Mary Anning descobriu o primeiro fóssil completo do ictiossauro na região de Dorset em 1810. A descoberta de Anning causou grande surpresa no mundo científico da época e forneceu provas para novas pesquisas a respeito da história da Terra.

(Do http://marsemfim.com.br/dragoes-do-mar-sumiram/#.VuRvt_krLIU)

sábado, 12 de março de 2016

AMANHÃ, DOMINGO, É FÉ EM DEUS!

 "Osmarina", rainha da pesca da tainha no Pântano do Sul e já campeã varias vezes em Bombinhas, estará molhando a quilha e cortando água amanhã no 16* Festival de Embarcações a Remo!
Fotos Fernando Alexandre

16º FESTIVAL DE EMBARCAÇÃO A REMO

Prepare os seu coração, o braço e o grito de incentivo, pois se aproxima o 16º Festival de Embarcação a Remo de Bombinhas, em comemoração ao 24º aniversário de nossa linda cidade. No dia 13 de março, domingo, a partir das 9h30, com expectativa de recorde de participação e muita empolgação da comunidade pesqueira, as vedetes da temporada de tainha, coloridas e vistosas ganham a praia de Bombinhas. Não deixe de participar deste momento tradicional regado a emoção, venha torcer pelos nossos guerreiros e guerreiras do mar. Domingo, 13 de março, é dia de Corrida de Canoa de Um Pau Só!

AVISO DE MAR


Mar agitado no litoral de SC 
Aviso de mar: Entre sexta-feira e sábado, vento de sul mais intenso com rajadas de 50 a 60 km/h no mar, altura do Litoral Sul de SC e Grande Florianópolis, com picos de onda de 2 a 3 m.

(Por Clóvis Corrêa e Laura Rodrigues – Meteorologistas)

Olhando Ilhas, espero...

Foto Fernando Alexandre

AUMENTANDO A MERDA

Foto Fernando Alexandre
Novo relatório da Fatma apresenta 70 pontos impróprios para banho no litoral de Santa Catarina

O novo relatório de balneabilidade divulgado nesta sexta-feira pelaFundação do Meio Ambiente (Fatma) apresentou aumento no número de pontos impróprios para banho no litoral de Santa Catarina. Em uma semana, houve o acréscimo de dois locais sem condições de banho, passando de 68 para 70. As análises semanais serão feitas até dia 1º de abril.

Dos 211 pontos analisados pela Fatma, 141 estiveram com condições de balneabilidade. Em Florianópolis, cidade em que se retiram o maior número de amostras, são 45 locais próprios e 30 impróprios para banho. As coletas foram feitas nos dias 7, 8 e 9 de março.

— Os números se mantêm estáveis, apenas com alterações pontuais em locais que sempre apresentam sazonalidade — explica o técnico do laboratório da Fatma e responsável pela balneabilidade, Marlon Daniel da Silva.

Pra Entender!

Aloha - Saudação havaiana que quer dizer tudo de bom, bem vindo, adeus, olá ou amor. Originalmente alo quer dizer experiência e ha o sopro de vida Atualmente tornou-se uma saudação universal, usada por surfistas de todo o mundo.
Backside matador – Diz-se que uma pessoa tem o backside matador quando ela tem a parte de trás - a bunda - bonita e gostosa.
Camisinha - Capa de prancha de tecido elástico que ao ser colocada na prancha lembra um preservativo.
Malibu – Onda que quebra para a direita sobre um point break – fundo de pedra – com tamanho variando entre 2 e 8 pés, em águas frias, na costa Sul da Califórnia, Estados Unidos. Seus melhores meses vão de novembro a março. Nos anos 40 e 50, foi um dos principais pontos onde se reuniam surfistas e celebridades de Hollywood em busca de fama e ondas.
Marrento – Pessoa que tenta impor sua opinião falando muito, ameaçando. Cara papudo, que conta a maior marra, conta estória mas não surfa nada.
 Padeiro – É o surfista que aonde vai leva sempre uma massa para queimar. Ou seja: é o surfista que gosta de fumar maconha e sempre carrega com ele um baseado ou uma pequena quantidade.

sexta-feira, 11 de março de 2016

MAR DE PESCADOR

Publicada no dia 7 de março de 2016, a Instrução Normativa nº 3, passando a atribuir às Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento a competência de analisar e decidir os requerimentos protocolados a partir da publicação desta Instrução Normativa, com vista a renovação de autorização de atividade pesqueira a que se refere o art. 8º, § 1º, do Decreto nº 8.425, de 31 de outubro de 2015, nos casos em que seja necessário verificar o Mapa de Bordo.

Em relação aos requerimentos de renovação protocolados anteriormente à publicação desta Instrução Normativa, que impliquem a verificação do Mapa de Bordo, serão analisados e decididos no âmbito da Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura.

As Superintendências Federais de Pesca e Aquicultura prestarão o suporte necessário para o desenvolvimento das atividades a que se refere esta Instrução. Continuam as Superintendências a que se refere este artigo a analisar e decidir os demais requerimentos de renovação da autorização da atividade pesqueira.
Leia o documento completo AQUI!
(Do http://www.observasc.net.br/)