sexta-feira, 31 de agosto de 2018

TRIBUZANA À VISTA!

Tempestade deve atingir Oeste e Sul no início da noite desta sexta-feira (31)
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS
Defesa Civil emite aviso de temporal para tarde de sexta e chuva no fim de semana em SC
O início do fim de semana deve ser marcado por mudanças no tempo em Santa Catarina. Diferente do sol que esteve presente em todo o Estado ao longo da semana, temporais devem chegar às cidades catarinenses já na tarde desta sexta-feira (31). A Defesa Civil emitiu um aviso sobre a ocorrência de tempestade e vento forte principalmente nas regiões Oeste e Sul de Santa Catarina, sobretudo nas cidades mais próximas ao estado gaúcho. 

A tempestade deve ser resultado do encontro de uma massa de ar quente, que esteve em Santa Catarina durante a semana, com um nova frente fria, de acordo com a Epagri/Ciram.

Granizo e ventania

A previsão, segundo a Epagri/ Ciram, é de raios, vento forte com rajadas acima de 60 km/h, e granizo isolado para a tarde e noite desta sexta. 

Para o sábado (1) e domingo (2) há previsão de chuva em grande volume, de moderada a forte, para as regiões Oeste, Meio-Oeste, Planalto Sul e Litoral Sul. 

Leia a previsão do tempo para esta sexta: Tarde quente em SC antecede chuva

Em 48 horas deve chover uma média de 100 milímetros no Sul do Estado e cerca de 50 a 70 milímetros nas demais regiões. No Norte de SC, a chuva deverá ser mais moderada, explica a Epagri/Ciram.

Saiba como agir em casos de tempestade ou inundação

Em casos de tempestade, é recomendado que se proteja em locais abrigados, longe de placas, árvores, postes e objetos que possam ser projetados pelo vento.

A Defesa Civil sugere que os aparelhos eletrônicos sejam desligados, que não se use telefone e que se mantenha longe das janelas. Além disso, ressalta que o local mais indicado para permanecer durante uma tempestade é o banheiro de alvenaria.

Se não for possível ser abrigar, o indicado é que se agache, mantendo os pés unidos e a cabeça encostada no peito ou entre os joelhos. Também é recomendável cobrir as orelhas com as mãos ou mantê-las apoiadas nos joelhos.

Quem estiver na praia no momento do temporal deve sair imediatamente da água e não deve olhar para o raio.

Já em casos de inundações, deve-se evitar entrar em contato com a água, assim como circular em pontilhões e pontes submersas. Também é preciso ter atenção às crianças, sobretudo em regiões próximas a rios e ribeirões.

(Do http://dc.clicrbs.com.br/)

TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre
Governando o peixe - Pântano do Sul

MAR DE BALEIAS

Imagem Ward Schumaker

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

BALEIAS DE ONTEM

No final de tarde na baía do Pântano do Sul
Avistagem e fotos Josiane Catarina

ESQUENTANDO O SOLI!

Foto Fernando Alexandre

MAR DE POETA



GENÉRICOS DE PRIMAVERA

Foto Fernando Alexandre
Amoxicilina, Acebrofilina, Claritromicina.
Maleato de Dexclorfeniramina, Sulfato de Pseudoefedrina, Guaifenesina
Losartana Potássica, Dipirona Sódica!

Bromidrato de Fenoterol, Fumarato de Formoterol,
Sinvaston, 
Beclometazona, Valerato de Betametasona,
Succinato SódicoFosfato Sódico, Diclofenaco Sódico, Ácido Acetil Salicilico,
Hidroclorotiazidra,
     Budesonida, Furosemida,
Amitripitilin, 
clavulanato de Potássio, Cloreto de Sódio, Brometo de Ipratrópio,
Óleo de Copaíba

 (Fernando Alexandre )

MAR DE HASSIS


Hiedy Hassis - (1958 / 2001)

NO PÂNTANO DO SUL

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

A imagem pode conter: texto

NA PRAIA...

JACK KEROUAC NA PRAIA

ILHA DIVIDIDA

Edison Nascimento/FF

Moradores flagraram quando mar avançou sobre enseada em Cananéia, SP

Avanço do mar divide ilha, extingue enseada e 'engole' 1 km do estado de SP; vídeo

Por José Claudio Pimentel, G1 Santos

Processo natural de erosão, que ocorre há 60 anos, culminou na abertura de novo acesso ao oceano na divisa com o Paraná. Vilarejo com 15 famílias foi isolado e ecossistema deverá ser alterado.

Um canal de 170 metros de largura e 3 metros de profundidade dividiu em duas a Ilha do Cardoso, no extremo sul do litoral de São Paulo. Pesquisadores estimam que em um mês, a nova barra, que conecta o Estuário de Ararapira ao Oceano Atlântico, atinja um quilômetro de extensão, alterando o ecossistema costeiro e isolando por via terrestre 50 moradores.

O processo natural de erosão (movimento de sedimentos pela corrente da água) ocorre há 60 anos no entorno da Enseada da Baleia, que começou a ser extinta em definitivo na segunda-feira (27) em decorrência de uma ressaca marítima. A largura da faixa de areia já mediu 80 metros e, na última década, foi reduzida a menos de 2 metros.

Acadêmicos e estudantes do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) alertaram, em 2009, sobre o possível desfecho do fenômeno para este ano. "Projetamos, com base em imagens de satélite, o avanço da erosão. A abertura [da barra] foi ao final dessa janela tempo e deve ser concluída em setembro, quando terá um quilômetro", explica a professora Maria Cristina de Souza.
Sobrevoo em 2016, após ressaca, já antecipava o fim da Enseada da Baleia (Foto: Divulgação/Defesa Civil )

Segundo Maria Cristina, trata-se de uma ação da natureza que o homem, desta vez, não teve interferência. "A dinâmica daquela região é instável, da água do estuário avançando para o mar. No passado, já ocorreram outras aberturas e acreditamos que, em breve, ocorrerá o assoreamento [deposição de sedimentos] na antiga barra, na divisa com o Paraná".

A agitação marítima desta semana, ocasionada pela passagem de uma frente-fria na costa dos dois estados, resultou no esperado encontro do estuário com o oceano. Entretanto, uma ressaca ainda mais intensa em 2016 já havia motivado a criação de um plano de emergência pela Defesa Civil e a mudança das casas de 15 pescadores que viviam ali.

O gestor do Parque Estadual Ilha do Cardoso, Edison Nascimento, também afirma que o fenômeno erosivo é natural e é acompanhado pela Fundação Florestal e pelo Instituto Geológico, ambos subordinados à Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo. "O que era esperado, finalmente aconteceu. E agora vamos avaliar os reais impactos ao ecossistema".
Estuário e oceano se uniram por meio de uma nova barra (Foto: Edison Nascimento/Fundação Florestal)

Nascimento concorda com a pesquisadora da UFPR sobre as alteração das dimensões iniciais da nova barra para as próximas semanas, quando deverá ocorrer o equilíbrio daquele ambiente. Foi a equipe dele que constatou o comprimento e a profundidade iniciais, na terça-feira, durante uma vistoria em uma embarcação, com equipes da Defesa Civil.

O gestor afirma que não correm riscos as 50 pessoas que vivem no Pontal do Leste, uma vila no extremo sul da "nova" ilha, na divisa com o Paraná. "Por terra, não tem como chegar mais até elas. Entretanto, todas as 15 famílias que moram naquela comunidade se movimentam de barco, são autossustentáveis e já estão acostumadas às distâncias da região".
(https://g1.globo.com/)

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

EMPOPADA

Foto Fernando Alexandre

OUTROS MARES

Imagem Yan Yang Guang

A MORTE DA BALEIA


Ilustração Andrea Ramos
http://www.andreailustradora.blogspot.com/
.
(...) Deveria eu dizer, por exemplo,
que arpões explodem
na montanha de carne
num guarda-chuva de sangue?...
.
...Nos romances
como Moby Dick e o O Velho e o Mar
ou na história bíblica de Jonas
o animal é algo nobre
e a vida é um duelo par-a-par.
.
Entre o homem e a fera há
um pacto de amor e ódio
um rito de água e sangue
e a vitória é de ambos..."

(Fragmento do poema-livro "A Morte da Baleia", de Affonso Romano de Sant'Anna, ilustrações de Elisa Villares de Freitas, Berlendis & Vertecchia Editores Ltda. - 1981. O poeta documentou a pesca em um dos últimos anos em que ela era realizada na Paraíba.)

TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre
Capitão Ademir e a camaradagem!
Pântano do Sul - Cercando 
paratis

NOITE SENDO...

DE GAROUPAS E GAROPETAS!

As pequenas, conhecidas como garopetas, são as mais atrevidas. Veja a pescaria do ponto de vista dos peixes.
(Do https://www.facebook.com/InstitutoLarus)

A MORTE DOS VISITANTES


Dez animais marinhos morrem por dia nas praias de SC
Por Dagmara Spautz

Todos os dias, 10 animais marinhos aparecem mortos nas praias de Santa Catarina. Tartarugas, golfinhos e pinguins estão entre as espécies que lideram a estatística, que surpreende e assusta pesquisadores. A média leva em conta apenas os que foram encontrados entre Laguna e Itapoá, trecho de 354 quilômetros que é coberto pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, coordenado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Somados os números do litoral do Paraná e de São Paulo, que também integram esta fase do projeto, 40 mil animais já foram encontrados mortos ou debilitados nas praias em três anos. Santa Catarina é o estado com a maior quantidade de ocorrências – no ano passado, por exemplo, tivemos mais de 6 mil.

Os números surpreendem os pesquisadores porque estampam uma realidade que até então era conhecida, mas subestimada. Esta é a primeira vez que um projeto realiza buscas diárias em todo o trecho de praias incluído no monitoramento. Os trabalhos na região eram esporádicos e os métodos de coleta de dados não chegavam a um resultado confiável, que pudesse trazer à tona a dimensão do problema.

– Ninguém imaginava que se encontrariam tantos, porque o esforço (de busca) era muito menor. Dependia das instituições terem o recurso para pesquisa, o intervalo entre os levantamentos era grande, e as estimativas eram baseadas nisso – diz o pesquisador André Barreto, que coordena o projeto.

O monitoramento foi uma contrapartida exigida pelo Ibama no processo de licença ambiental para exploração de gás e petróleo, pela Petrobras, no Pré-Sal da Bacia de Santos. Ao todo, sete instituições de pesquisa entre universidades e projetos ambientais atuam nessa fase do programa. Em Santa Catarina, além da Univali participam a Associação R3 Animal, Universidade da Região de Joinville (Univille), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Instituto Australis (Projeto Baleia Franca) e Projeto Tamar.

Número de animais marinhos encontrados em 2017
Reabilitação

Recolhidos, os animais vivos são encaminhados à reabilitação nas instituições parceiras. Os que chegam mortos às praias, e representam a maioria dos resgates, passam por necropsia, que indica se a morte teve relação com alguma atividade humana. Na maioria dos casos, a hipótese é confirmada.

O fato é que, se o número de animais afetados assustou os pesquisadores, o mesmo não se pode dizer sobre as causas da mortandade. Já se sabe há muito tempo que entre impactos de curto e longo prazo, o ser humano é responsável direto ou indireto por uma série de fatores que causam a morte ou doenças nos animais marinhos – da pesca ao lixo nos oceanos. Só não se imaginava que o problema era tão sério.

– O impacto que vemos não é só de uma atividade, é múltiplo. Temos identificado alguns animais com óleo, atropelados por embarcação, enredados, com níveis de contaminação relativamente altos. O ambiente marinho vem sendo muito maltratado pelas atividades humanas – alerta Barreto.

Os números do projeto de monitoramento mostram que as áreas onde há maior atividade humana são também as que têm maior número de animais afetados que chegam às praias. A dinâmica das marés influencia no local onde os animais aparecem, mas onde a pesca é intensa e as cidades costeiras são populosas, por exemplo, a quantidade de animais recolhidos é três vezes. No Estado, as praias de Florianópolis, São Francisco do Sul, Laguna, Imbituba e Barra Velha são as recordistas no número de ocorrências – todas com uma média de mais de um animal por dia no ano passado.

Os dados, que são públicos, já foram utilizados em mais de 60 projetos de pesquisa sobre a vida marinha no país. A expectativa é que, a longo prazo, os números possam ser comparados e as estimativas levem a políticas públicas que protejam a fauna marinha.

– O que se espera é que a informação que estamos levantando sirva de base para um melhor manejo, inclusive da pesca. Não queremos impedir nenhuma atividade, mas buscar maneiras de gerar um menor impacto – diz Barreto. 

A primeira fase do projeto termina em janeiro do ano que vem.

(Do https://www.nsctotal.com.br)

MALHEIRAS

Foto Fernando Alexandre

PESCADORES DA RAPOSA

Este filme, produzido originalmente em Super-8, foi rodado em 1978, na colônia de pescadores da Praia da Raposa em São Luis, Maranhão. Foi o melhor documentário da IV Mostra Nacional do Filme Super-8 do Centro Federal de Educação Tecnológica de Curitiba (1978), e o de melhor fotografia no II Festival de Brasília do cinema Super-8 (1982). Este vídeo foi realizado a partir da telecinagem do original já bastante alterado pelo uso, um resgate do material que parecia destinar-se ao esquecimento pela dificuldade de exibi-lo, hoje em dia, na bitola original. Fotografia e edição: Jorge Rodrigues Som: José Nava Música tema: Pescadores da Praia da Raposa, composta e executada pelos autores Jesiel Romero (violão seis cordas) e Jorge Rodrigues (violão 12 cordas). Texto: Jorge Meireles.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

NO RIBEIRÃO!



Exquenta com o Exporão de Bagre!

O DESMALHE DA BALEIA


O desmalhe do filhote de Baleia Franca que esteve preso em uma rede de pesca entre a Praia do Pântano do Sul e as ilhas dos Moleques do Sul, foi feito pelo Corpo de Bombeiros e outras entidades em Garopaba no último dia 24! 


As imagens são do Corpo de Bambeiros.

TRABALHADORES DO MAR

Foto Fernando Alexandre
Aldemir - Pântano do Sul

Imagem despescada da rede, sem autoria definida

"Mais anda quem tem bom vento
do que quem muito rema..."
(Dito popular)

NA PRAIA...


Simone de Beauvoir e o Jean Paul Sartre em Copacabana, anos 60, conferindo o inferno dos outros!;

MAR DE PESCADOR

Foto Marcos Porto, Arquivo NSC

Rio Grande do Sul restringe pesca para barcos de Santa Catarina


Uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, que limita áreas de captura, terá reflexos na pesca industrial e trará prejuízos a Santa Catarina. As novas regras ampliam em quatro vezes a área de proibição da pesca de arrasto _ de três para 12 milhas da costa, o que equivale a 22 quilômetros. A lei começará a valer assim que for publicada em Diário Oficial.

O Litoral do RS é um dos principais pontos de atuação da frota catarinense. A estimativa do Sindicato dos Armadores e da Indústria da Pesca de Itajaí e Região (Sindipi) é de que mais de 100 barcos de arrasto atuem no estado vizinho, capturando especialmente corvinas e castanhas, peixes bastante consumidos pelos catarinenses. Jorge Neves, presidente do sindicato, diz que as limitações impostas pelo Rio Grande do Sul inviabilizam a pesca, já que a maioria das espécies ficam mais próximas da costa.

As mudanças integram a Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável da Pesca no RS e foram aprovadas por unanimidade pelos deputados gaúchos, como uma forma de restringir a pesca predatória. O projeto teve apoio de pesquisadores e ONGs ambientais, que apresentaram estudos em que a pesca de arrasto aparece como uma ameaça à manutenção das espécies.

O modelo utiliza redes que são “arrastadas” pelo fundo do mar e capturam todo tipo de animais. Como não há seletividade, espécies em extinção ou com tamanho menor do que o permitido também são capturadas e mortas pelas redes.

Mas outro fator também interfere na decisão: a técnica de arrasto não é comum no Rio Grande do Sul. Restringir o acesso da frota especializada nessa modalidade ao recurso pesqueiro, em tese, aumentaria o rendimento dos barcos gaúchos, que passam a ter menor concorrência.
Indústria

A Câmara Setorial da Pesca na Federação das Indústrias de SC (Fiesc) ainda calcula o prejuízo que a restrição à pesca no RS trará a Santa Catarina. O presidente, André Mattos, acredita que, ao afastar a frota catarinense, o Rio Grande do Sul também terá perdas especialmente na geração de empregos e de impostos como o ICMS, já que o pescado é descarregado por lá e transferido para Santa Catarina.

O empresariado pediu apoio à Secretaria Nacional de Pesca e Aquicultura, para que acompanhe a questão e avalie a possibilidade de barrar a medida.
Proibida

O Rio Grande do Sul não é o primeiro estado a restringir a pesca de arrasto. Por lei, os estados podem ter regras ambientais mais restritivas do que as que estão na legislação federal. No Nordeste, essa modalidade de capturas já é restrita ou banida em boa parte dos estados.

(Do https://www.nsctotal.com.br/)

BANHO DE MAR

Foto Reprodução
Era assim que as pessoas iam à praia em Santos, São Paulo, no começo do século 20. O acesso era difícil porque não havia estradas: Itanhaém, Praia Grande e outras praias eram lugares quase desertos.
Veja mais em http://migre.me/ahrlB

MAR-CAIS

A ilha é filha dos deuses
Louca por um coração
De luzes e aves
(Uby Oliveira)

MAR DE ERNESTO CORTAZAR


segunda-feira, 27 de agosto de 2018

DE SOSLAIO!

Foto Fernando Alexandre

IMPREVISÕES TEMPORÁRIAS


Foto Fernando Alexandre
Tantos outonos no chão
primaveram invernos
nesse verão
(Fernando Alexandre)

Eu fui lá não sei aonde
Visitar não sei a quem
Saí assim, não sei como,
Morrendo não sei por quem


(Quadra popular registrada na ilha por Lucas Boiteux no começo do século passado)

MALHEIRAS

Foto Fernando Alexandre

GENTE DO MAR


A música  é uma homenagem a um pescador de Monte Hermoso, pequena província de Buenos Ayres, e faz parte do album El sol de Monte Hermoso,  da cantora argentina Nora Rocca. As imagens são do jornalista Néstor Maquiavelli em uma entrevista que fez com o pescador  para o ciclo "Essas pequenas coisas". 
Leif Larsen é dinamarques e tornou-se um dos  moradores mais populares da pequena cidade argentina, por causa de seu estilo de vida e da relação amigável  que tem com as pessoas do lugar.

Letra:Carlos Ceretti - Música: Oscar Pometti

Arreglo, guitarras, bajo y teclados: Daniel Berardi/ Bombo: Rubén Lobo
video:Carlos Ceretti Mergulhe fundo: www.lahuelladeldo.com.ar   

A CASA DO MANÉ EM 1890


Casa do morador da Ilha de SC feita de pau-a-pique na região do José Mendes ( Saco dos Limões), em meio a um Bananal. Imagem do ano de 1890.

(Pesquisa do Gilberto Gerlach, via o "Tribuzanas, Tainhas & Rabos de Galo",Link: https://www.facebook.com/tribuza)

DO ATLÃNTICO AO PACÍFICO


Resultado de imagem para Peabiru
Ilustração do livro Caminho do Peabiru, de Rosana Bond.
O Caminho de Peabiru era uma “estrada” milenar, transcontinental que ligava o oceano Atlântico ao Pacífico, atravessando a América do Sul, unindo quatro países. No Brasil, passava por Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e depois seguia para Paraguai, Bolívia e Peru, cortando mata, rios, cataratas, pântanos e cordilheiras. A verdadeira história do Peabiru, segundo estudiosos ainda é um mistério, uma das teorias mais aceitas é que o caminho é a menor e melhor rota entre os oceanos Atlântico e Pacífico, tendo um importante papel no intercâmbio cultural e na troca de produtos entres as nações indígenas. Dizem ainda que foi aberto pelos guaranis em busca constante de uma mitológica "Terra sem Mal", aconselhados pelos seus deuses - base da religião guarani. Esse território mágico seria a morada dos ancestrais, descrito como o lugar onde as roças cresciam sem serem plantadas e onde a morte era desconhecida.
Existem mais duas hipóteses para a criação do Peabiru: a de São Tomé e/ou Pay Sumé, apóstolo de Cristo, e a da civilização Inca.
Segundo a escritora Rosana Bond, autora do livro “O Caminho de Peabiru” o caminho possui grande importância histórica, pois entre outras coisas serviu para as andanças e até grandes migrações de povos indígenas e, mais tarde, para a descoberta de riquezas, criação de missões religiosas, comércio, fundação de povoados e cidades.
Saiba sobre o lançamento no www.sambaquinarede.blogspot.com