quarta-feira, 7 de junho de 2017

TAINHAS, PORTUÑHOL E MERCOSUL!


Ilustração Andrea Ramos
"Cuando eu avisei que pensaba viver uma temporada no Brasil, em la ilha, um amigo falo para eu : “ nao deje de “saborear “ la tainha.! Eu pregunte a ele, insistentemente, que era la TAIÑA , pero ele nao dijo nada mais para eu.
Eu fique pensando varias opciones: Si era un tipo de objeto sexual desconhocido, o si era um noivo tipo de caipirinha, o quiza uma noiva música, porque ele dijo “ saborear “.

Pero a pouco menos que dois meses morando en Pantano, eu vi meu primer arrastron, e ahí los pescadores decían ; tainha, tainha. Entao comprendi porque ele decia “ saborear “, porque eu tive mi primera tainha en la boca! Ese peixe que se deshace e na boca, saboroso, suave, gostoso. Esas escamas, su piel, que refleja o sol mañanero. Ese peixe noble, puntual, que se oferece a los pescadores cada año, para que eles continúen con su ritual, mais ala de la posmodernidad.

Agora eu sé que é uma tainha, e tambein sé que és uma “ tainha na rede “.
Muito obrigada Brasil, muito obrigada tainha! "

(Perla Harduy, psicóloga e escritora argentina (no mais legítimo portunhol)

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