segunda-feira, 31 de agosto de 2015

EMPROADA

Foto Fernando Alexandre

PEIXE-VOADOR


Peixe-Voador (Dactylopterus volitans)
Apesar do nome, este peixe não voa. Suas largas e coloridas nadadeiras são abertas quando ele se sente ameaçado.

Ilha Moleques do Sul
Florianópolis - SC.
Curta a página do INSTITUTO LARUS.

LUA DE ONTEM!

LÁ E CÁ!

Na praia do Sono!

MAREGRAFIAS

Foto Fernando Alexandre

PARCERIA ANTIGA

Pesca cooperativa de Laguna é única no mundo por envolver a tradição da pesca da tainhaFoto: Ronaldo Amboni / Secom Laguna

Projeto de lei que dá destaque nacional aos golfinhos pescadores de Laguna é aprovado pela Câmara dos Deputados

Comissão de Cultura aprovou o projeto, que reconhece o município do Sul do Estado como Capital Nacional dos Golfinhos Pescadores

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana um projeto de lei que confere a Laguna o título de Capital Nacional dos Golfinhos Pescadores, devido à parceria entre os bichinhos e os pescadores na região do Canal da Barra, nos Molhes. De autoria do deputado Esperidião Amin, o projeto dá destaque nacional ao fenômeno que acontece no município do Sul do Estado.

No projeto, o deputado resgatou a lei municipal nº 521, de 1997), que reconhece os botos como patrimônio de Laguna. O próximo passo é conseguir a aprovação da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.
Além de divulgar Laguna como lar dos golfinhos pescadores, a proposta é chamar a atenção para a necessidade de conservar os ecossistemas da região.

Relação de 150 anos, a pesca cooperativa, como é chamada a interação entre o boto-da-tainha e pescadores na Lagoa de Santo Antônio dos Anjos, é única no mundo por envolver a tradição da pesca da tainha. Existem exemplos parecidos na Mauritânia, na África, e também em Mianmar, na Ásia, mas nenhuma delas se compara à de Santa Catarina por se tratar de peixes e botos de espécies diferentes.

Em uma relação próxima com os pescadores, que beira à amizade, os botos seguem um ritual centenário capaz de tocar qualquer pessoa: em um movimento sincronizado, ainda inexplicado pela ciência, eles cercam o cardume de tainhas e emitem um sinal, um comportamento sutil, cada um a seu modo, do momento certo de o pescador lançar a tarrafa ao mar, fazendo com que capture mais peixes que o normal. 

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

A LÍNGUA DA PESCA

Mestranda da UFSC estuda a ação dos golfinhos - também chamados botos pelos pescadores 
Foto: Carolina Bezamat / Divulgação

Golfinhos de Laguna têm gíria própria para pescar com humanos, diz pesquisa

Animais emitem um assobio específico antes de levar cardumes até a rede e receber o prêmio

Carolina Dantas
carolina.dantas@diario.com.br

A relação entre os golfinhos e pescadores de Laguna, no Sul de Santa Catarina, é comprovadamente única. Naquela região, os animais ajudam os seres humanos a pescar e, para se comunicar, criaram o próprio dialeto. 

Uma gíria entre os golfinhos, em formato de assobio, avisa quando começa o trabalho. A descoberta é resultado de uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
A parceria funciona assim: os golfinhos cercam o cardume e os pescadores arrebanham as tainhas com a rede. Uma parte dos peixes acaba dispersa para que os ajudantes também possam comer. 

Foto: Ronaldo Amboni / Divulgação


Esse tipo de relação é chamada de cooperação. Os registros informais, descritos pela população da região, datam que a amizade entre pescadores e golfinhos existe há mais de um século. 
A responsável pelas análises dos sons emitidos pelos animais durante a pesca é a mestranda Bianca Romeu, 28 anos. Ela recebe a orientação do professor Fábio Daura Jorge, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e coorientação de Paulo Simões Lopes da UFSC, o primeiro pesquisador a descrever a cooperação no final da década de 1980. 

Em meio a carcaças do laboratório de mamíferos aquáticos e o cheiro forte de formol, a estudante escuta as mais de 90 gravações de cinco minutos – mais de 7 horas – com sons da espécie Tursiops truncatus, os golfinhos de Laguna – algumas vezes chamados de botos.

Durante 2013, ela visitou a cidade pelo menos uma vez por semana para fazer as gravações. Usou um hidrofone – microfone que pode ser colocado embaixo da água – que capta até 48 Megahertz (MHz) de frequência. O ouvido do ser humano consegue escutar até 20 MHz, em média. 

A pesquisadora entrou na água, próxima aos animais, e esperou eles se movimentarem para a pesca. Segundo ela, os golfinhos emitem assobios diferentes naquele exato momento, alguns perceptíveis para a audição humana. Uma espécie de gíria para a hora da pesca.

– O desafio é descobrir se é uma característica daquele grupo de golfinhos, ou se é uma característica desenvolvida por determinados indivíduos – explica Bianca.

Para resolver o dilema, com a ajuda da colega Carolina Bezamat, ela fotografa cada um dos golfinhos no momento em que saltam para fora da água. Os animais possuem marcas diferentes nas nadadeiras, o que facilita a identificação. 
No final da pesquisa, que será defendida em fevereiro de 2015, a jovem pesquisadora poderá definir uma característica única para aquela comunidade de golfinhos de Laguna – ou de alguns indíviduos dela. Fruto da interação com o ser humano. 
Foto: Ronaldo Amboni / Divulgação

Entenda mais sobre os sons emitos 

Da mesma família dos golfinhos, a delphinidae, as orcas também são animais que se comunicam na água. Cada uma delas emite um som diferente, que comprova a comunidade em que vivem. Ou seja, o grupo de orcas localizado próximo à costa de SC tem um assobio diferente do expressado por aquele que está no Canadá. Essa é uma das pistas de Bianca para fundamentar a pesquisa. Para os golfinhos, isso ainda não foi comprovado, apesar de já ter sido defendido por outros pesquisadores. Mas é sabido que eles podem expressar três tipos de sons.
Ecolocalização: mesma tática do morcego. Os golfinhos emitem um barulho para navegar sem esbarrar em obstáculos e saber onde estão os peixes.

Assobios: utilizam para passar informações.
Gritos: A ciência não descreveu exatamente por qual motivo eles fazem esse tipo de barulho. Se parece com uma porta rangendo. Algumas pesquisas apontam para o momento da alimentação, mas ainda não há comprovação.

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

domingo, 30 de agosto de 2015

sábado, 29 de agosto de 2015

POIS AGORA?

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS

Tainha ou anchova?
Não é só na hora de falar de sabor que essa dúvida aparece. Na hora da pescaria também.

No sul do Brasil a pesca da tainha (Mugil liza) e da anchova(Pomatomus saltatrix) ocorre simultaneamente durante alguns meses do ano. E é aí que o bicho pega: tainha ou anchova? A comunidade pesqueira do Farol de Santa Marta conhece bem este dilema. A safra da tainha inicia em maio, e provoca uma corrida dos botes licenciados que esperam todo o ano pela migração dos grandes cardumes. Diferente da tainha, que é capturada somente durante o período de reprodução, a anchova encontra-se no litoral o ano todo. Somente os botes maiores do Farol são utilizados para a pesca da tainha e da anchova, já que possuem uma maior capacidade de carga e motores mais potentes. Estas características são importantes para a pesca da anchova na conhecida laje de Campo Bom.

Diferente da captura da tainha, que utiliza uma espécie de cerco chamado de "emalhe anilhado", que possui panos de rede de monofilamento com anilhas semelhantes às utilizadas nas traineiras, a pesca da anchova é realizada com redes de emalhe de superfície e de fundo de malha nove e dez. Assim que os botes já não avistam cardumes de tainha nas proximidades, é hora de tirar o rolo, o guincho e a fatesca e correr para a laje de Campo Bom. E se no outono a maior dificuldade era cercar os cardumes de tainha rapidamente, agora a história é outra. A laje é uma formação rochosa submarina que possui cerca de dois quilômetros e que pode ser avistada a 5,3 km da costa, em frente à Praia do Arroio Corrente (Jaguaruna). Essa imensa "pedra" é o point de surfistas e também das anchovas na região. As grandes ondas que se formam nas projeções rochosas mais altas da laje, chamadas de cabeço pelos pescadores, são aquelas que os pescadores têm que agilmente evitar durante a pesca. Dependendo da direção da maré e do vento, os pescadores escolhem em que direção largar suas redes. São filas de botes largando suas redes uma ao lado da outra. Alguns optam por áreas mais afastadas da laje, enquanto outros preferem as proximidades do cabeço, fato que acaba causando a perda de muitos panos de redes e provocando acidentes. Por este motivo, as condições de tempo e mar são ainda mais importantes na pesca da anchova que na pesca da tainha, pois viradas abruptas de tempo podem tornar a pesca da anchova mais arriscada que lucrativa. E você, qual prefere?
( Do http://www.observasc.net.br/)


Três embarcações de pesca do sudoeste da Inglaterra foram as primeiras a serem certificadas pelo Responsible Fishing Scheme (RFS), após uma auditoria realizada por uma instituição independente. A inclusão da certificação das embarcações no RFS surgiu após denúncias de escravidão na cadeia de produção de pescados, assim como sobre a saúde dos tripulantes e as condições de segurança a bordo. Existe uma demanda mundial crescente, por parte do consumidor, da indústria, varejistas e das ONGs, de pescados oriundos de uma pesca sustentável e socialmente responsável.

Compradores de pescados apoiaram esta iniciativa, incluindo a cadeia de supermercados Morrisons, fornecedor de varejo da Falfish e M & J Seafoods, os maiores fornecedores de alimentos no Reino Unido. Segundo o RFS, o longo e diverso processo de rastreabilidade de pescados que comprovem uma origem ambientalmente sustentável já não é o bastante. Há uma demanda coletiva para que estes pescados também sejam capturados de forma responsável, e a RFS está trabalhando junto com os pescadores para atender aos altos padrões atuais da indústria de alimentos. Segundo os mestres das embarcações ceriticadas, o novo processo de auditoria é tão abrangente que conseguir esta nova certificação é algo para realmente se orgulhar. A certificação vale por dois anos, com avaliações anuais.

Fonte e foto: http://www.seafish.org/

MAR DE POETA

Arte do Solda
(Veja mais no http://cartunistasolda.com.br/)

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

CAMARÃO NA MESA


Camarão com molho de mostarda

Ingredientes
4 colheres de sopa de azeite de oliva
700 gramas de camarão
3 a 4 dentes de alho esmagados/cortados
1 cebola pequena cortada bem fina
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 copo de vinho branco seco
1 colher de sopa de caldo de galinha liquido
1 1/2 colher de sopa de mostarda
sal e pimenta a gosto (opcional)
tempero verde (salsa / cebolinha) - opcional

Modo de Fazer:
Em uma panela esquente 2 colheres de sopa de azeite de oliva e coloque o camarão (fogo baixo). Mexa sempre até o camarão estar quase no ponto. ( + - 5 minutos). Deixe esta panela de lado. Posteriormente finalize o camarão ao ponto junto com o molho.

Em outra panela faça o molho (fogo baixo): esquente as 2 colheres de sopa restantes do azeite de oliva e doure a cebola. Acrescente em seguida a farinha de trigo e mexa bem por cerca de 1 a 2 minutos. Acrescente em seguida o vinho, caldo de galinha liquido e a mostarda e mexa bem por cerca de 1 a 2 minutos. Acrescente mais vinho caso deseje mais aguado ou menos cremoso.

Misture o molho com o camarão que está na outra panela (fogo bem baixo), mexendo sempre, deixe cozinhar por cerca de 2 minutos até o camarão estiver no ponto.

HAJA CORAÇÃO!


Coração gigante: o órgão da baleia-azul pesa 180 kg e tem 1,5 metro

Veja o tamanho assustador do maior coração do mundo 

São Paulo – Cientistas do Museu Real de Ontario, no Canadá, dissecaram uma baleia-azul e revelaram imagens de como é o maior coração do mundo. 
É esperado que um animal com 23,3 metros de comprimento e pesando cerca de 180 toneladas tenha órgãos gigantescos. No entanto, o tamanho de seu coração surpreende. 

Ele tem 180 quilos, 1,5 metro de comprimento e, quando estava em ação, bombeava cerca de 60 galões de sangue (220 litros) por batimento cardíaco. Para vias de comparação, o coração humano tem, em média, 12 cm e pesa cerca de 340 gramas. 

“Este é o primeiro coração de baleia-azul a ser anatomicamente preservado para exposição e estudo”, disse Jacqueline Miller, uma das pesquisadoras do museu, em um vídeo veiculado pela rede de televisão americana PBS. 
O animal foi encontrado morto em Newfoundland, no Canadá. Os cientistas o dissecaram e precisaram de quatro pessoas para retirar o coração de sua cavidade torácica. 
Depois disso, eles congelaram o coração em um armazém durante um ano. No mês passado, o coração foi removida da câmara gelada e, agora, Miller e seus colegas estão tampando as numerosas artérias e bombeando cerca de mil litros de formol -- substância que preserva restos mortais -- no órgão. 

Após uma semana de “banho de formol”, o coração vai ser desidratado com acetona e cheio com silicone. Quando o silicone endurecer, o órgão estará totalmente preservado. Ele será exibido no museu junto com o esqueleto da baleia. 
A baleia-azul é uma espécie em perigo. Não mais do que 12 mil delas habitam os oceanos. Quando elas morrem, seus corpos chegam ao fundo do mar e proporcionam um grande banquete para os outros animais.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

MAR SANGRENTO

Crédito: Divulgação

Japão mata 115 baleias no Pacífico para “estudar hábitos alimentares”

TÓQUIO (IPC Digital) – Segundo informações da agência Kyodo, divulgadas nesta terça-feira (25), o navios baleeiros japoneses terminaram a temporada de 10 semanas de caça às baleias em regiões do Oceano Pacífico.

A Agência Nacional de Pesca disse que a morte de 115 baleias foi necessária para “estudar os hábitos alimentares” dos animais. Desde o dia 10 de junho, baleeiros japoneses caçaram 90 baleias “sei”, e 25 baleias “bryde”, em várias regiões do Pacífico.

Após o Tribunal Internacional de Justiça decidir, em março do ano passado, que as atividades baleeiras do Japão na Antártida violam a Convenção Internacional de Regulação das Atividades Baleeiras, o governo japonês suspendeu a caça no continente antártico, mas disse que continuará suas “pesquisa” em áreas do Pacífico.

PEIXE

Do Adão

O QUE TEMOS PRA AMANHÃ?


Previsão do tempo para quarta-feira, dia 26/08/2015

Sol entre nuvens do Oeste ao Sul do Estado, com pancadas de chuva a partir da tarde, devido a aproximação de uma frente fria que se forma no RS. Condições de temporal localizado (ventos fortes, raios e granizo) especialmente no Oeste e Meio Oeste. No Litoral Sul, chuva à noite. Na Grande Florianópolis e norte do Estado, chuva especialmente na madrugada e manhã, melhorando no decorrer do dia. No Planalto Norte, sol com períodos de maior nebulosidade. Temperatura em elevação. Vento de nordeste, moderado com rajadas mais intensas do Oeste ao Sul e no Litoral.

(Gilsâna Cruz - Meteorologista - do EpagriCiram)

O MAPA DA MINA!


Foto Editora Rima



Este livro tem o mérito de reunir uma grande base de dados científicos sobre pesqueiros (ou pontos de pesca), apetrechos de pesca e espécies de pescado (incluindo peixes, camarões e lulas) utilizados por pescadores artesanais marinhos do Nordeste ao Sul do Brasil. Dessa forma, o livro resume dados de várias publicações científicas e relatórios produzidos ao longo desses anos. Tais informações são presentadas de forma objetiva, clara e eficiente, compreensível não somente aos pesquisadores, mas também ao grande público interessado.

As iniciativas mais bem-sucedidas de zoneamento costeiro incluem a concessão de áreas ou territórios de pesca para uso exclusivo de comunidades de pescadores artesanais, que contribuem para fiscalizar a pesca e manejar os recursos pesqueiros nessas áreas. A pesca artesanal no Brasil encontra-se ameaçada como atividade econômica, uma vez que os pescadores geralmente têm reduzido poder político e estão sujeitos às diversas pressões sociais e ambientais: pescadores são desalojados de suas moradias pela expansão turística e imobiliária, são excluídos de áreas de pesca pela imposição de unidades de conservação marinhas, têm o seu espaço de pesca repetidamente invadido pela pesca industrial ou comercial de larga escala e arcam com o ônus de impactos ambientais de outras atividades econômicas que afetam as áreas de pesca, como dragagem, mineração, exploração de petróleo e poluição. Nesse contexto, o mapeamento realizado representa uma valiosa contribuição para iniciativas futuras de zoneamento e manejo pesqueiro que considerem os direitos territoriais dos pescadores artesanais. Para os pescadores artesanais, o livro representa um testamento do território e dos recursos utilizados, que, poderá cumprir sua função de valorizar e fortalecer essa categoria profissional tão importante e que não tem recebido o merecido reconhecimento por parte das políticas públicas. Lógico que isso dependerá da mobilização dos pescadores e do empenho das instituições governamentais ligadas à pesca, mas o trabalho dos pesquisadores está feito.

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Fonte: Editora RIMA

terça-feira, 25 de agosto de 2015

PRECIOSIDade!









Taiguara ( lembram) cantando "India" em Guarani!

MAR DE BALEIAS

Foto Karina Groch/ Projeto Baleia Franca
A baleia franca com filhote que apareceu próximo a Ponte Hercílio Luz em Florianópolis na ultima quinta-feira foram avistadas neste domingo no Ribeirão da Ilha. Os animais foram avaliados e monitorados por equipes do Protocolo de Encalhes e Emalhes da APA da Baleia Franca e estão bem. Participaram do monitoramento a Associação R3 AnimalR3 Animal Association LabZoo-UDESC/Laguna e o Projeto Baleia Franca/Brasil.
Nesta segunda até o momento os animais não foram avistados na região, e podem ter saído da Baia Sul. 

SOS

Um turista britânico que ficou perdido por dois dias em uma área remota no nordeste da Austrália contou como foi resgatado após escrever uma mensagem de SOS na areia.

Polícia informou que estava prestes a direcionar as buscas para outra área quando viu o SOS 
Geoff Keys, de 63 anos, se perdeu em julho após tentar encontrar uma cachoeira no Parque Nacional Jardine, no Estado de Queensland.
ma operação de busca com helicópteros foi organizada logo após amigos do britânico terem reportado seu desaparecimento. Segundo o jornal local Brisbane Times, a polícia afirmou que a mensagem escrita na areia provavelmente salvou a vida do britânico.

Isso porque a equipe de resgate estava prestes a direcionar as buscas para outra área quando viu a mensagem. Em seu blog, Keys explicou que ele estava tentando encontrar as cachoeiras Eliot Falls.

Leia mais: 
Segundo ele, o mapa mostrava que a cachoeira não era longe do lugar onde estava acampado, então ele decidiu percorrer um trecho do caminho e depois nadar por um riacho.

"Meu equipamento consistia em uma sunga, um shorts, uma camiseta e um boné." Ao perceber que não ia conseguir, Keys decidiu parar de nadar e voltar para o acampamento.
"Em vez de voltar nadando, decidi ir pela mata. Já estava meio à noite. Não sei o que eu estava pensando."

'Help 2807'
Ele caminhou até as 2 horas da manhã antes de decidir dormir. Seus amigos avisaram a polícia que ele estava desaparecido – e as buscas começaram no dia seguinte.

Keys decidiu voltar a caminhar e resolveu escreveu uma mensagem de SOS na areia: "Help 2807" (em referência à data, 28 de julho), com uma flecha.
Ele teve de passar outra noite na mata e voltou a nadar, antes de as equipes de resgate verem a mensagem.

Após ser resgatado, um paramédico no helicóptero verificou que seus sinais vitais estavam bem, mas ele foi levado ao hospital, onde foi medicado para evitar infecções nos cortes que tinha no pé.
Em seu blog, Keys fez muitos elogios ao profissionalismo da equipe de resgate. E terminou: "Me senti estúpido, mas sortudo. Sinto muito pela preocupação que causei aos meus amigos e minha família, mas acreditem em mim. Não farei isso de novo!"

(Da )

DE OLHO NO PEIXE!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

NA BAÍA SUL

Baleia ficou a poucos metros da costa no sul da Ilha
Foto: Karina Gloch / Projeto Baleia Franca


Baleia-franca é avistada com filhote perto da praia no Ribeirão da Ilha

Segundo bióloga, animais correm risco de encalhar em área com pouca profundidade


Os moradores do Ribeirão da Ilha tiveram uma surpresa neste domingo. Ao olhar para o mar, puderam avistar uma baleia-franca e seu filhote nadando a pouco metros da praia. De acordo com a bióloga Karina Groch, diretora de pesquisas do Projeto Baleia Franca, é quase certo que são os mesmos animais que ficaram presos em redes de pesca perto da ponte Hercílio Luz, na última quinta-feira (veja vídeo no fim do texto).

A baleia adulta, com aproximadamente 15 metros de comprimento, ainda tem um pedaço de rede ao redor da cabeça, mas essa não é a principal preocupação da bióloga Karina, que acompanhou o percurso da mãe e seu filhote ao longo do dia:

— Eles estão em uma área com muitos bancos de areia e pouca profundidade. Estamos monitorando de perto, pois existe o risco de que eles encalhem.

Ainda segundo a bióloga, existe a chance de que os mamíferos saíam da baía nul pelo canal próximo à praia de Naufragados nos próximos dias. Mãe e filhote entraram pela baía norte no meio da semana e seguiram em direção sul, passando por baixo das pontes que ligam o continente à Ilha de Santa Catarina.

Apesar de ser uma espécie costeira, acostumada a nadar em baixas profundidades, a presença de baleias-francas nas baías da Grande Florianópolis é considerada raríssima.

Afastamento

Apesar do interesse natural, a orientação dos biólogos é para que a população se mantenha afastada dos animais, que passaram por um período de estresse nos últimos dias.

— Também é importante que os pescadores retirem suas redes do mar. Além do risco para os animais, também pode haver um prejuízo financeiro, já que as redes ficam inutilizadas.

Serviço

Caso você veja as baleias nadando próximas à costa, entre em contato com o Grupo de Busca e Salvamento (GBS) dos Bombeiros, por meio do telefone (48) 3251-9680

(Do Hora de Santa Catarina - www.clicrbs.com.br)

TAINHAS - ESPERANDO O PRÓXIMO ANO!



NO PARANÁ

Foto: CorreidoLitoral.com / Gustavo Aquino
Empresários da pesca ameaçam bloquear ferryboat e Estrada de Garuva

Os empresários da indústria da pesca ameaçam fechar, no final da manhã desta segunda-feira (24), os dois acessos à Guaratuba: a travessia do ferryboat e a rodovia PR-412 entre Guaratuba e Guaruva (SC).
O protesto vai acontecer se os funcionários do Ibama não retirarem os lacres de uma das empresas embargadas por falta do RGP ( Registro Geral da Atividade Pesqueira). Por volta das 8h, barcos se reúnem no embarque da Casa dos Pescados. Se não forem atendidos farão os bloqueios a partir do meio-dia.
Multas e embargos – Nesta sexta-feira (21), cerca de 200 empresários e trabalhadores da pesca bloquearam durante mais de quatro horas o acesso ao ferryboat. No início, a manifestação contou com a simpatia dos poucos motoristas que formavam filas nas duas margens da baía – duas horas depois, a irritação tomo conta das pessoas que eram impedidas de fazer a travessia. O setor da pesca protestava contra a ação de fiscais do Escritório Regional do Ibama que, na quinta-feira (20), multaram diversas empresas e chegaram a embargar duas delas.
A maior empresa do setor na cidade, Casa dos Pescados (antiga Inpescal), recebeu uma multa de R$ 780 mil e ainda foi embargada por falta do RGP. Conforme os empresários explicaram aos fiscais um dia antes, na quarta-feira, o documento, exigido pelo Decreto 8.425/2015, não está sendo emitido pelo Ministério da Pesca e Aquicultura que deverá primeiro publicar uma norma sobre sua aplicação.
Outra empresa foi embargada pela falta de RGP e ainda por não ter o licenciamento ambiental do posto de abastecimento de combustível e do próprio empreendimento. De acordo com o secretário municipal da Pesca e Agricultura, Paulo Pinna, a falta de licenciamento de algumas empresas é motivado por desencontros entre os órgãos ambientais estadual (IAP) e federal (Ibama).
Segundo uma fonte, outro motivo da revolta dos empresários teria sido o fato de alguns fiscais terem apreendidos mercadorias e feito uma distribuição à população em frente a um estabelecimento autuado. O CorreiodoLitoral não conseguiu confirmar o fato com o Ibama, neste domingo (23).
Ibama recua
Depois que o protesto de sexta foi anunciado, os superintendentes do Ibama e do Ministério da Pesca no Paraná se reuniram, na manhã de sexta-feira, e firmaram um acordo em que o Ibama comprometeu-se a suspender a cobrança do RGP e rever as autuações feitas em virtude da falta do documento.

O superintendente do Ibama, Vínicius Carlos Freire, telefonou para o Correio pouco antes do início do protesto e afirmou que a revisão das multas e embargo por causa do RGP seriam revogados com urgência desde que os empresários fizessem o pedido de suspensão ao órgão. Segundo uma fonte, no meio da tarde, o superintendente recuou ainda mais e disse que cancelaria as punições apenas como o envio de um e-mail pelas empresas.

No final da tarde, segundo um dos líderes do protesto, houve um acordo com o Ibama para suspender o bloqueio do ferryboat. Além de rever as punições pelo RGP, teria sido levantado o embargo de uma por empresa por razão ambiental. Também prometeu rever rapidamente as multas de até R$ 500 mil – valores acima terão de ser revistas pela direção do órgão, em Brasília.

No sábado (24), a permanência do lacre na Casa dos Pescados reacendeu a revolta e um grupo de empresários e pescadores decidiram pelo ultimato ao Ibama e protesto na segunda-feira.

MORTE NO MAR

Foto João Batista Cardozo/ Lagoas Expedições e Turismo.
Mais um filhote de franca encalhado sem vida em águas gaúchas. Desta vez no extremo sul do estado, município de São José do Norte. Pelo menos 03 baleias jubarte e 02 francas já morreram no litoral gaúcho nesta temporada. Todos indivíduos jovens, filhotes ou juvenis.

DE OLHO NA PRAIA!

Foto Enrique Litman/Divulgação

Monitoramento inédito de animais marinhos começa nesta segunda-feira em SC

Começa hoje a primeira fase do maior projeto de estudo ambiental da fauna marinha já feito no Brasil, financiado pela Petrobras e capitaneado pela Univali. As atividades iniciam com o monitoramento de 1.100 quilômetros de praias entre Laguna, no Sul do Estado, e Ubatuba (SP).

A ideia é coletar dados sobre o aparecimento e morte de animais na costa _ em especial os tetrápodes marinhos (aves, tartarugas e mamíferos) _ e identificar se a produção e exploração de petróleo e gás tem algum reflexo sobre as espécies.
O projeto foi exigência do Ibama, condição para o licenciamento ambiental de uma nova operação no pré-sal da Bacia de Santos, que deve compor 23 Unidades Estacionárias de Produção até o final de 2022 _ o equivalente a mais 1,7 milhão de barris de petróleo por dia. O investimento da Petrobras no monitoramento é de R$ 140 milhões.
Fotos Marcos Porto

Neste primeiro momento, além de patrulhamento das praias serão construídos centros de Triagem e Reabilitação de Animaise e também de Estabilização de animais nas regiões Sul e Sudeste. Em SC, Penha e Florianópolis serão contempladas.

Foto: Projeto Tamar

Monitoramento

A rede fará monitoramento diário de 800 quilômetros da costa brasileira, de Ubatuba (SP), até Laguna. As atividades incluem resgate, atendimento veterinário e reabilitação de aves, tartarugas, baleias e golfinhos.

Serão disponibilizados pela estatal 50 carros, e cinco unidades de estabilização serão construídas nas cidades de São Sebastião, Baixada Santista (SP), São Francisco do Sul, Penha e Laguna. Além de cinco unidades de reabilitação, nas cidades de Ubatuba, Guarujá, Ilha Comprida (SP), Pontal do Paraná (PR) e Florianópolis, e de três bases de apoio em Praia Grande (SP), Ilha do Superagui (PR) e Imbituba. 400 profissionais atuarão nas atividades.

Doze instituições estão envolvidas no projeto: Associação R3 Animal, Instituto Argonauta, Instituto Gremar, Instituto de Pesquisas Cananeia (Ipec), Universidade da Região de Joinville (Univille), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Projeto Baleia Franca, Projeto Biopesca, e Projeto Tamar de SC e de SP. A expectativa é de que as atividades de monitoramento de campo tenham inicio no final de agosto.

DE BRUXAS & LAGOAS



sábado, 22 de agosto de 2015

A ILHA E A FEIRA DO BONSON


FAF festeja a aquarela

A aquarela é a técnica festejada na 6ª edição de Feira de Arte de Florianópolis, a FAF, deste sábado, das 10h às 16h, na Casa do Teatro Armação, na Praça 15 de novembro, 344, centro histórico de Florianópolis. Serão 13 aquarelistas, mas há também desenhistas e gravadores, num total de 16 artistas e cerca de 250 trabalhos à venda.

Nesta edição, o artista Sérgio Bonson (1949-2005) será homenageado. Formado em história, exerceu o quadrinho, a charge, o cartum, o desenho e a aquarela. Haverá exposição e venda de algumas obras suas e também do livro Bonson Sem Censura, da Letras Contemporâneas, com uma antologia de suas charges.

Participam da 6ª FAF os artistas Adriana Maria dos Santos, Andressa Proença, Bruno Felipe, Gabriela Hellmann, Gi Campiolli[, Leandro Lopes de Souza, Luana Mockffa, Maiko Coelho, Marco Antonio Luiz, Maria Esmênia, Maria Estrázulas, Maurizio di Reda, Pati Peccin, Tiago Marques, Yaminska FG e Zulmira Amorim.

Este é o último final de semana para conferir a exposição Jazzica, de Léo Duarte, no 1º piso, com personagens monumentais do jazz. O sábado dia 29, da FAF, será dedicado à cerâmica, e o dia 5 de setembro, à fotografia. Interessados em participar podem enviar breve currículo, imagens das obras, técnica e suporte para feiradeartedeflorianopolis@gmail.com. A feira é semanal.

SPLASH DE BALEIAS




Splash,
É o deslocamento de água, produzido, pós salto de uma baleia.
Fotos e informações do Julio Cesar Vicente





BALEIAS DO RIBEIRÃO


Foto e informações Amanda Da Silva

Uma baleia e seu filhote em frente de casa.
Ribeirão da Ilha, baía Sul!

BALEIAS DE ONTEM






Tour de Baleias AGTA - 21/08/2015.

Percurso de praias e mirantes:

Praia do Rosa, Ibiraquera, Ribanceira, Porto, Itapiruba norte/sul,Sol e Gí.
Observação prejudicada pelo mar agitado e chuva fina, avistamento de uma só baleia na Ribanceira. 
Porém a beleza cênica da região percorrida, aliada a boa gastronomia do canto do Frade, com casquinhas de siri,camarão a milaneza, papa terra grelhado, pirão de camarão, farofa, salada, arroz e feijão. Valeu!!

Obs> Avistamos, boiando, pedaços de madeiras e parte de um casco de embarcação
pesqueira, resquicíos de naufrágio causado por colisão na ilha dos Lobo, na madrugada de hoje - 21/08/15.
Fotos e informações do 
Julio Cesar Vicente  -  AGTA

CHUVA, SUOR E ...



Previsão do tempo em SC para os próximos 3 meses!

FAZENDO FARINHA...

Cássio Andrade e Mário dos Santos. Foto: Celso Martins.

Farinhada abre festejos do Divino em Sto Antônio

A proposta de inclusão da farinha de mandioca polvilhada no livro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ganha um reforço com a 18ª Farinhada do Divino neste sábado (22.8) e domingo (23.8) no Casarão e Engenho dos Andrade, em Santo Antônio de Lisboa, abrindo a programação da Festa do Divino Espírito Santo e Nossa Senhora das Necessidades.

“Durante o concurso de forneiro no domingo, teremos a presença de um técnico da Epagri que vai ajudar no processo”, informa Cláudio Andrade, coordenador da Farinhada. Além da farinha, vão estar disponíveis outros subprodutos da mandioca, como biju, cuscuz, rosca de polvilho e rosca de massa.

Pastel
Pastéis de berbigão, camarão, carne moída e banana serão vendidos na Farinhada (dois por R$ 5,00). Serão feitos no capricho por integrantes da comissão de organização dos festejos do Divino de 2015 em Santo Antônio de Lisboa. O berbigão e o camarão foram doados. A carne moída será de acém e a banana orgânica.

“Fizemos uma opção pela qualidade em toda a Festa do Divino”, salienta Edenaldo Lisboa da Cunha (Feijão), membro da comissão organizadora. Ao longo da programação entre 22 de agosto e seis de setembro, o espetinho será de fraldinha, a chuleta de contrafilé e o cozido de paleta com músculo.

Risoto

O 6º Risoto Divino no próximo dia 26 (quarta), no salão paroquial de Santo Antônio de Lisboa, tem as presenças confirmadas de 10 restaurantes e uma família: Zé do Cacupé, Gambarzeira, Samburá, Marquinhos, Gugu, Chico, Delícias do Mar, Pitangueiras, Freguesia e Posto da Alfândega, mais a família Queiroz. Todos os pratos serão à base de frutos do mar.

PROGRAMAÇÃO DA FARINHADA

22 de agosto (sábado)
Lançamento oficial da festa.
20h – Inicio da 18ª Farinhada do Divino.
20h15 – Novena do Divino Espírito Santo rezada em latim.
21h30 – Show da banda Cruzzy.
Serviço de bar e gastronomia típica de engenho.
Saindo a farinha. Foto: Edson Luiz da Silva/Velho Bruxo.

23 de agosto (domingo)
11h – Continuação da Farinhada do Divino. Almoço de Engenho.
15h – 4º Concurso de forneiro (chefes dos restaurantes locais irão analisar a melhor farinha e apontar o melhor forneiro).
Local: Centro Cultural Engenho dos Andrade
Endereço: Rua Caminho dos Açores, 1180 (Santo Antônio de Lisboa)
Informações: (48) 3235-2572
http://daquinarede.com.br/

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

AS BALEIAS E A PONTE!


Baleia Franca com filhote na baía Norte! Ontem!

TEM BALEIA NA PONTE!


Mãe e filhote apareceram na Baía Norte nesta quinta (20) (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

Baleia-franca e filhote são vistos próximos à Ponte Hercílio Luz

Rede acabou ficando presa no animal adulto e bombeiros precisaram cortar.
Em Passo de Torres, leão-marinho foi flagrado descansando em quintal.

Uma baleia-franca e seu filhote foram vistos na tarde desta quinta-feira (20) na Baía Norte em Florianópolis, perto da Ponte Hercílio Luz, cartão-postal da cidade. Segundo os bombeiros, uma rede ficou presa no animal adulto e foi cortada pelos socorristas.
Os mamíferos, que foram vistos perto das 15h, são mãe e filhote, conforme e segundo a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch. Enquanto o animal maior nadava, uma rede ficou presa nele.

De barco, os bombeiros se aproximaram da baleia e cortaram 80% da rede, segundo o Grupo de Busca e Salvamento. A parte próxima da cabeça do animal não pôde ser cortada, já que ele continuou nadando e ficou difícil o corte sem risco de machucá-lo. Nenhum pedaço da rede enroscou no filhote.

A mãe e o filhote entraram e saíram da Baía Norte. A diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca explicou que não é comum que a espécie seja vista nesse local. A maior ocorrência em Florianópolis é no Sul da Ilha, mas ela também é vista no Leste da Ilha.
Até setembro, cada vez mais baleias devem ser avistadas em Santa Catarina, pois se trata do período reprodutivo da espécie. Inverno e primavera são as épocas em que elas acasalam e têm os filhotes.

Passo de Torres

Na cidade de Passo de Torres, no Sul do estado, um leão-marinho foi flagrado no quintal de uma casa, que fica às margens do rio Mampituba. Depois de descansar, o animal de 700 quilos voltou para a água sozinho, conforme o RBS Notícias desta quinta-feira.

Leão-marinho foi flagrado descansando em quintal (Foto: Reprodução/RBS TV)

A PEDRA E O FAROL


"A Pedra e o Farol" é um documentário da Scult Filmes que mostra a íntima relação entre o Farol de Santa Marta e a Pedra do Campo Bom (Laje da Jagua), estabelecendo o seu decisivo papel histórico e cultural no desenvolvimento da região costeira de Laguna e Jaguaruna no sul de Santa Catarina, que reúnem paisagens de beleza singular no litoral brasileiro. Lançamento previsto em dezembro de 2015. www.apedraeofarol.blogspot.com

Direção, Roteiro e Produção: Luciano Burin
Edição e Montagem: Luciano Burin e Marcos BG
Cinegrafistas: Antonio Zanella, Guilherme Reynaldo, Luciano Burin, Marcos BG, Marcos Vinicius D'Elboux e Rafael Ribeiro
Imagens adicionais: Lucas Barnis
Som Direto: Luciano Burin
Edição de Som e Trilha Sonora: Marcos BG
Acervo de Fotografias: Gentil Reynaldo

(Dica do Tito Rosemberg)

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A ILHA DE BONSON

Aquarela de Sergio Bonson (1949-2005)

Na edição deste sábado, dia 22 de agosto, a Feira de Arte de Florianópolis – FAF será dedicada à aquarela e por sugestão de Pedro MC, vai homenagear Sérgio Bonson (1949-2005). A Feira ocorre das 10h às 16h, na Casa do Teatro Armação, na Praça 15, com entrada gratuita. Todas as obras estão à venda. 

Formado em história, Bonson exerceu os quadrinhos, a charge, o cartum, o desenho e a aquarela. Em sua última fase, dedicou-se a produzir a série Cenas Urbanas, com imagens do centro de Florianópolis. Evitava o realismo e muitas vezes se pautava na infidelidade, mesmo quando recriava imagens do patrimônio arquitetônico. Gostava de trabalhar com papéis de qualidade e com tintas especiais. 

A Feira de Arte de Florianópolis é semanal, e cada nova edição privilegia técnicas específicas, com uma exposição especial no primeiro piso. O dia 22 será dedicado à aquarela; dia 29, à cerâmica, e no dia 5 de setembro, à fotografia. Interessados em participar podem enviar breve currículo, imagens das obras, técnica e suporte para feiradeartedeflorianopolis@gmail.com 

A Feira ocupa a parte frontal do sobrado da Casa do Teatro Armação na Praça 15 de Novembro, no Centro de Florianópolis e conta com o apoio do laboratório Multicor. A edificação, da segunda metade do século 19, abriga também uma pequena sala de teatro.

Quando: 22 Agosto 2015, Sábado, das 10h às 16h
Onde: Teatro Armação
Endereço: Praça XV de Novembro, 344 - Centro
Quanto: Gratuito