segunda-feira, 30 de março de 2015

MAR DE TAINHAS

Foto do Silézio Sabino

FADA JÁ ESTÁ APRONTADA! - No Campeche, na espera e na espreita!

MAR DE OLHARES



DESPENCANDO NO DROP

ILUMINURAS

Luzes foram vistas na superfície do mar, na região da rebentação das ondas
Fotos Maria Fuentes / AFP

Fenômeno natural deixa o mar iluminado em Cabo Polônio, no Uruguai
Dinoflagelados, algas unicelulares, emitem luz quando "agitadas"

Turistas e moradores de Cabo Polônio — povoado a cerca de 250 quilômetros da capital Montevidéu, no litoral do Uruguai — foram contemplados por um mar iluminado na noite deste domingo.


Chamado bioluminescência, o fenômeno natural ocorreu na superfície da água, por conta de algas unicelulares, os dinoflagelados — que emitem luz quando ficam "agitados", por exemplo, com o impacto das ondas.

sábado, 28 de março de 2015

LAGOAMAR


CABRINHANDO




Hoje, apresentamos na "Imagem de Sexta" o peixe Prionotus nudigula, popularmente conhecido como cabrinha-comum ou cabrinha-do-sul. Ele parece um caranguejo quando visto de cima, por conta do formato da cabeça grande. A nadadeira peitoral tem manchas azuis, e são bem amplas, assim como as dos coiós. Aliás, esses raios das nadadeiras são usados como “pernas”, com as quais ele vai passeando pelo fundo à procura de comida.
A espécie é encontrada no Atlântico Ocidental, desde o Rio de Janeiro até a Argentina. Pode alcançar 31 centímetros de comprimento, e seus espinhos são capazes de provocar acidentes.
A fotografia é de Alcides Dutra, na Ilha do Arvoredo (SC), e está na página do Instituto Larus. 

Informações: "Guia para Identificação de Peixes Ornamentais Brasileiros - Espécies Marinhas, do IBAMA/MMA" e Instituto Larus.

PESCANDO NO RIO GRANDE

Foto Veteranosalinas

A pesca amadora no litoral do Rio Grande do Sul

 por Matheus Henckmaier

Se considerarmos todos os estados litorâneos do Brasil, o número de licenças de pesca amadora solicitadas ao IBAMA no ano de 2004 foi de 41.340. Deste total, 3.106 (7,5%) licenças foram emitidas somente pelo estado do Rio Grande do Sul. A licença de pesca é obtida através do pagamento de uma taxa anual, sendo válida em todo o território nacional. Onde o limite de captura e transporte por pescador amador em águas marinhas ou estuarinas é de 15 kg mais um exemplar, respeitando os tamanhos mínimos permitidos de cada espécie, e todas as outras proibições e normas federais, estaduais e municipais. A pesca amadora no litoral do Rio Grande do Sul se caracteriza, predominantemente, desembarcada com equipamentos básicos, como vara ou caniço e anzol. Sendo as principais espécies exploradas os papa-terras Menticirrhus littoralis eM. americanus, mas outras espécies de teleósteos e elasmobrânquios são observados com maior ou menor frequência dependendo do local e época da pescaria. Elasmobrânquios são capturados com uma maior frequência por pescadores que utilizam plataformas de pesca.

A região com maior expressão da pesca amadora é conhecida como “Caminho das Águas”, localizada no litoral norte do Rio Grande do Sul, tendo sua faixa litorânea ocupada pelos maiores balneários do estado, como Torres, Capão da Canoa e Tramandaí. Dentro desta área existem três plataformas de pesca, a Plataforma de Atlântida, a de Tramandaí e a da Cidreira. Estas plataformas são feitas de concreto e avançam de 300 a 400 metros em direção ao mar, permitindo que os pescadores pesquem além da zona de arrebentação, explorando assim, águas mais profundas que os pescadores de praia. Alguns pescadores que utilizam a Plataforma de Cidreira registraram voluntariamente suas capturas durante um ano todo. As informações cedidas pelos pescadores foram utilizadas como uma estimativa mínima de captura na plataforma. Observou-se que os papa-terras Menticirrhus littoralis e M. americanus são, em número, as espécies mais comuns na pesca de plataforma, seguidos pelos peixes-reiOdonthestes argentinensis e Atherinella brasiliensis, bagre Genidens spp, tubarão-martelo Sphyrna lewini e corvinaMicropogonias furnieri. Porém, considerando o peso médio dos exemplares, a importância da viola Rhinobatos horkelii e das raias nas capturas devem ser consideravelmente maiores. Considerando que estas espécies de elasmobrânquios se encontram ameaçadas de extinção e que as áreas utilizadas pela pesca amadora são justamente as áreas de parto, cópula e criação, seria muito importante implementar programas educativos, como o “pesque e solte”.

Estas informações foram retiradas do capítulo 12 do livro “Ações para a conservação de tubarões e raias no sul do Brasil”. Para saber mais leia o livro aqui!


NO PÂNTANO DO SUL



Mandala: do mar direto para a mesa

do Beto Barreiros

Sou frequentador da praia do Pântano do Sul desde a minha infância. Lá tenho muitos amigos, entre eles os irmãos Carlos e Osmar Costa, pescadores que me convidavam desde aquela época para ir buscar com eles os peixes na rede de cerco – ancorada até hoje a 300 metros da praia.

Na época, as canoas voltavam cheias! Foi então que em 1987 os irmãos abriram o Restaurante Mandala, o primeiro localizado do lado esquerdo de quem chega na praia. Lá é possível conhecer a típica cozinha da praia, que respeita os costumes e tradições. 

Em minha última visita ajudei a puxar a canoa que acabava de chegar do mar com cação, garoupa, mariscos de mergulho e lulas. No início da noite, começamos a degustação dos pratos preparados. 


Conhecido como marisco de mergulho por estar grudado nas pedras no fundo do mar, depois de cozido revela toda a pureza do oceano ao sul da ilha de Florianópolis. A porção custa 30 reais. 

Preparada com a carne do cação, um tipo de tubarão, a estopa de cação (60 reais) é a carne desfiada ensopada com temperos. Um dos pratos tradicionais que os frequentadores adoram. Considero seu sabor forte e marcante.


Casquinha de siri (9 reais a unidade) empanada de entrada e bolinho de bacalhau (4 reais a unidade) feito com a abrótea, o bacalhau brasileiro pescado no local. Após ser seco no sol é desfiado e transformado em bolinho ou servido refogado com batatas. O meu preferido!

Poucos restaurantes e lares preservam a tradição das lulas recheadas (40 reais), prato em que os tentáculos e nadadeiras são picados, refogados com alho, cebola, tomate e utilizados como recheio para depois serem ensopados e servidos com seu molho. É muito saboroso. 

Em quase todos os pratos do menu servido no local os acompanhamentos são: salada mista, arroz, feijão, pirão de caldo de peixe e farofa. Depois de saborear as casquinhas de siri, os bolinhos de bacalhau, as lulas recheadas, a estopa de cação, o grande final foi com uma moqueca de garoupa (105 reais) de deixar a boca cheia d’água.

Com certeza valeu retornar ao local e reviver essa experiência saborosa no Mandala! O valor médio por pessoa é de 40 reais. 

Mandala
Rua Otacilio Abelardo Gomes, 150, Pântano do Sul
Florianópolis/SC
www.restaurantemandala.com.br
(48) 3237-7281 e (48) 8807-6566

(Do DC - http://www.destemperados.com.br/)

ACORDES DA ILHA

Ária Cirrata
Show no Teatro Álvaro de Carvalho em novembro de 2013
Promovido pela FCC - TAC Projeto 7:30

sexta-feira, 27 de março de 2015

PARECE, MAS NÃO É...

Foto Proteste / Divulgação
Bistek e Costa Sul Pescados comercializam outras espécies de peixe como se fossem bacalhau
Duas marcas são reprovadas no teste DNA do Peixe, organizado pelo Procon, em Florianópolis

Estudo do Procon da Capital, em parceria com outras duas entidades, mostrou que dos 30 produtos que se denominavam bacalhau, dois não correspondiam ao tipo vendido

Gabriele Duarte

As marcas Costa Sul Pescados e Bistek estão vendendo espécies de peixe como se fossem bacalhau, segundo o DNA do Peixe. O teste foi realizado pelo Procon de Florianópolis em parceria com o Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis e a Secretaria Municipal de Segurança e Defesa do Cidadão. 
A análise da sequência genética de 30 pescados que se denominavam bacalhau (ou "tipo bacalhau") comercializados na Capital no período que antecede a Páscoa, quando o consumo é maior, escancarou a propaganda enganosa nas duas empresas.
Os reprovados são os pescados comercializados como "Bacalhau Salgado Desfiado", da rede Bistek, e "Filé de peixe congelado - bacalhau", da marca Costa Sul. Os testes de DNA feitos em laboratório mostram que o primeiro, cujo rótulo traz o nome científico "Gadus morhua - autêntico bacalhau" pertence, na verdade, à espécie Molva molva (Ling), que é parecida, mas não é bacalhau. 

Já o segundo, que sequer cumpria a exigência de indicar o nome científico do pescado na embalagem, pertence à espécie Pollachius virens (Saithe). As duas tipagens e aBrosmius bromse (Zarbo) podem ser aceitas como "tipo bacalhau", mas precisam estarespecificadas na embalagem. 
Os órgãos responsáveis estão encaminhando laudos e notificando os estabelecimentos, que têm 10 dias para apresentar a defesa. As multas variam entre R$ 400 e R$ 6 milhões. 

Trata-se de infração à legislação sanitária e ao Código de Defesa do Consumidor, conforme explica o diretor do Procon na Capital, Gabriel Meurer:
— No momento da compra, o consumidor é iludido de que está adquirindo um peixe de maior qualidade e valor comercial, mas na realidade está comprando um pescado que não poderia sequer ser chamado de bacalhau — pontua.

A defesa das empresas

Em nota, a Costa Sul Pescados repudiou o resultado do teste e disse que irá tomar todas as medidas necessárias para esclarecimento:
"Todos os produtos passam por rigorosos testes de qualidade e identidade, cumprindo rigorosamente com a legislação. Em nenhum momento lhe foi conferido o crivo do contraditório, restando, portanto, sonegado seu direito de insurgir-se com relação eventual coleta, exame e resultado, prejudicando, inclusive, uma manifestação esclarecedora", destacou a empresa, que tem sede em Navegantes, no litoral Norte do Estado. 
A marca Bistek foi procurada durante toda a quinta-feira, 26 e foi comunicada, mas não havia repassado nenhum posicionamento até o fim do dia.

Como identificar o verdadeiro bacalhau

Como existem cinco tipos de peixes salgados secos no Brasil — alguns, inclusive, vendidos como peixes "tipo bacalhau" — é importante saber identificar o verdadeiro bacalhau: Gados morhua (Cod) . Algumas espécies, como a Gadus macrocephalus, têm aspecto muito parecido. Veja algumas características do autêntico bacalhau:

Formato: largo e permite corte em lombos
Rabo: deve ser quase reto ou ligeiramente curvado para dentro e de colaração uniforme
Cor: palha
Pele: se solta com facilidade

(Do HORA DE SANTA CATARINA - www.clicrbs.com.br)

DE PIRATAS, CORSÁRIOS & FILIBUSTEIROS...


REPOUSO DO VELEIRO (56cm x 38cm) - Tainha NaRede, do jornalista Fernando Alexandre, recomenda: "A atual enseada da Caixa D´Aço, que já abrigou piratas como Thomas Carvendish (em 1591), James Lancaster e Jean-François Duclerce e foi um clássico esconderijo, é cenário e abordagem no próximo dia 4 de abril do Dante Mendonça e suas "Aquarelas do Porto Belo", no Porto Gaia Restaurante e Bar, em Porto Belo (SC)".

RENDAS & REDES

Foto Leandro Luiz Machado
Dona Maria Santa e Capitão Ademir, tramando linhas e fios!

quinta-feira, 26 de março de 2015

BRIGA DE TUBARÃO

Foto José Francisco dos Santos Alves / Divulgação
Ministério da Pesca contesta decreto gaúcho que impede pesca do tubarão azul

Ministro Helder Barbalho acatou demanda do setor pesqueiro de Itajaí nesta quarta-feira e enviou ofícios a Advocacia e Procuradoria Geral da União questionando a validade do documento
Além do ministro Helder Barbalho e do presidente do Sindipi, Giovani Monteiro, também estiveram na reunião o senador Dário Berger e o deputado Rogério Peninha

Camila Guerra

As recentes apreensões e autuações à indústria pesqueira de Itajaí por conta dacaptura do tubarão azul, também conhecido como cação azul, na costa do Rio Grande do Sul, levou o Sindicato dos Armadores e da Indústria da Pesca de Itajaí e Região (Sindipi) a recorrer ao Ministério da Pesca. Em reunião na tarde desta quarta-feira em Brasília, o ministro Helder Barbalho, com o aval da assessoria jurídica da pasta, enviou dois ofícios a Advocacia e Procuradoria Geral da Uniãocontestando a validade do decreto gaúcho que lista a espécie como ameaçada de extinção. 


Conforme o presidente do Sindipi, Giovani Monteiro, o argumento é que cabe à União, neste caso aos ministérios da Pesca e Meio Ambiente, legislar sobre o mar territorial e a zona econômica exclusiva, que corresponde ao trecho entre 12 e 200 milhas da costa.

De acordo com Giovani, Barbalho também informou o Ibama e o Ministério do Meio Ambiente sobre os ofícios que enviou a Advocacia e Procuradoria Geral da União, para que os órgãos acatem o parecer sobre o impasse jurídico, assim que a União se posicionar sobre o caso. 

O ministro da Pesca também ligou para o governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, que ficou de discutir o assunto com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente. 

Segundo Giovani, ele se comprometeu a dar uma resposta à Barbalho nos próximos dias. O ministro também entrou em contato com o governador Raimundo Colombo, para que ele entre na negociação com o estado vizinho.

- Na Semana Santa toda a frota vai estar reunida, isso é um fator complicador. Esperamos que o bom senso prevaleça - disse Giovani, fazendo menção, de forma sutil, a possibilidade de uma nova paralisação por parte dos pescadores em Itajaí.

Em coletiva à imprensa na tarde de terça-feira, o presidente do Sindicato dos Pescadores Profissionais do Estado (Sitrapesca), Manoel Xavier de Maria, afirmou que se for necessário, os pescadores vão parar a Volvo Ocean Race _ Regata de Volta ao Mundo que ocorre a partir de 3 de abril em Itajaí.

- É uma propaganda gratuita que vão dar para a gente e nós vamos aproveitar - disse na ocasião.

Entenda o impasse 

A primeira apreensão ocorreu na última quinta-feira, quando o Ibama multou a Kowalsky em cerca de R$ 2 milhões, após um barco da empresa descarregar em Itajaí uma carga de tubarão azul pescada no Rio Grande do Sul. Na segunda-feira a tarde, o Ibama autuou a JS Pescados pela captura da espécie. A empresa foi multada em R$ 1,4 milhão pela captura de dez toneladas do cação.

As apreensões revoltaram o setor pesqueiro. Em coletiva na tarde de terça-feira, o presidente do Sindicato dos Armadores e da Indústria da Pesca de Itajaí e Região (Sindipi), Giovani Monteiro, acusou o Ibama de fazer retaliação por conta da portaria 445 do Ministério do Meio Ambiente. Em janeiro deste ano, o setor pesqueiro fechou o canal do Complexo Portuário do Itajaí-Açu em protesto ao documento que listou cerca de 80 espécies comerciais como ameaçadas de extinção.

- Descarreguei 11 vezes cargas deste cação desde setembro de 2014 (data do decreto). Em todas avisei ao Ibama e nunca havia sido notificado de que não poderia pescar. O cação sequer está em lista de extinção, apenas nesta do Rio Grande do Sul - alega Giovani.

O agente de fiscalização do Ibama, Alvino Arnaldo Pereira, nega que esteja havendo retaliação.

- Da nossa parte em hipótese nenhuma. Existe uma norma que está sendo infringida. Não somos nós que decidimos se a norma vale ou não, temos é que cumpri-la - argumenta.

Ao ser perguntado sobre por quê as autuações só começaram na última quinta-feira, se o decreto gaúcho foi publicado em setembro do ano passado, Alvino disse:

- A gente não tinha conhecimento da norma no Rio Grande do Sul. O pessoal do Ibama de lá nos avisou na quarta ou quinta-feira da semana passada.

O que diz o decreto

O decreto 51.797 de 9 de setembro de 2014 lista as espécies ameaçadas e já extintas no Rio Grande do Sul. O documento leva em consideração um estudo que avaliou o estado de conservação de 1.584 espécies da fauna gaúcha no período de setembro de 2012 a agosto de 2013, com a utilização de procedimentos e critérios de avaliação definidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Impasse jurídico
O pós-doutorando em direito ambiental pela Univali, Marcelo Buzaglo Dantas, explica que a interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF), instância judiciária mais alta do País, é de que nenhuma lei municipal ou estadual, mesmo sendo mais recente e mais restritiva que a lei federal, pode se sobrepor à constituição.

- Um decreto estadual puro e simples não prevalece em um caso como esse - defende.
O analista ambiental do Ibama, James Bessa, discorda. Ele explica que a partir do momento em que uma espécie entra para a lista de animais em ameaça de extinção, o peixe deixa de ser um recurso pesqueiro e passa a ser visto como fauna pela constituição.

- Segundo a constituição e a lei complementar 140 de 2011, cabe ao estado legislar sobre a fauna - explica.

Dantas contesta. Segundo ele, a lei complementar 140 de 2011 estabelece a competência aos estados do licenciamento ambiental.

- Quando determinada atividade causa impacto ao meio ambiente, esse não é o caso da pesca - argumenta.

(Do O SOL DIÁRIO - www.clicrbs.com.br )

MAR DE GAUGUIN

The Wave - Paul Gauguin, 1888.

DESPESCANDO

Foto Fernando Alexandre
Barrinha e sua tripulação despescando o cerco!

PELO PARQUE DAS 3 PONTAS!

Foto do Rubens Lopes

terça-feira, 24 de março de 2015

ELAS ESTÃO CHEGANDO!

Foto e informações do Silézio Sabino
Primeiras tainhotas foram cercadas e arrastadas esta manhã no Campeche!
Agora é esperar as tainhas!

AINDA TEM VAGA!


Restam 4 vagas para a TRAVESSIA DA MAIOR PRAIA DO MUNDO, também conhecida como 'O Caminho dos Faróis'. Próxima saída dia 25/abril/2015.Um desafio físico e mental de elevação espiritual .Vamos? Mais informações em http://www.roraima-brasil.com.br/…/337-25-04-2015-travessia

MAR DE ILHAS

Imagens inéditas mostram o surgimento de nova ilha no Pacífico.

O magma expelido por vulcão submarino no arquipélago de Tonga gerou uma nova formação rochosa. As visitas não são recomendadas, porque local ainda é considerado instável.

As primeiras fotografias já começam a ser divulgadas. A nova ilha do Pacífico está localizada a 45km a noroeste da capital, Nuku’alofa, e tem atualmente 500 metros de comprimento e 250 metros de altura.

A nova ilha surgiu a partir da erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga Ha’apai, em dezembro passado. Foi a segunda vez que este vulcão entrou em erupção em cinco anos.
As imagens inéditas dessa nova ilha foram tiradas por Gianpiero Orbassano, dono de um hotel na principal ilha de Tonga. Ele foi até o local com amigos e registrou as imagens .

“É bastante sólida e alta. A superfície ainda estava quente”, disse Gianpiero.


Por enquanto o local é considerado muito instável e, por isso, não é recomendado visitá-lo.

(Do www.marsemfim.com.br)

segunda-feira, 23 de março de 2015

MAR DO DANTE MENDONÇA

 A atual enseada da Caixa D´Aço, que já abrigou piratas como Thomas Carvendish (em 1591), James Lancaster e Jean-François Duclerce e foi um clássico esconderijo, é cenário e abordagem no próximo dia 4 de abril do Dante Mendonça e suas "Aquarelas do Porto Belo", no Porto Gaia Restaurante e Bar, em Porto Belo (SC).

SUL REAL

Foto Hermes Daniel, Divulgação

O audiovisual Outono-Inverno no Campeche, dos fotógrafos Hermes Daniel, Jacko Campeche, Mara Freire, Milton Ostetto, Paulo Goeth e Ronaldo Andrade, fará parte da programação comemorativa aos 289 anos da cidade de Florianópolis. Os trabalhos serão exibido nos dias 25, 26 e 27 na Praça Bento Silvério, na Lagoa da Conceição. As projeções serão sempre às 20h.

(Da coluna "Visor", do Rafael Martini, no www.clicrbs.com.br)

MAR DE MAGDA TORRES

Imagem Magda Torres

domingo, 22 de março de 2015

AS TAINHOTAS ESTÃO CHEGANDO!

Foto do Charles Daniel
Foto do Silézio Sabino

Nas águas ou na praia, as primeiras tainhotas deste ano começaram a chegar no Sul da ilha de Santa Catarina!
As fotos são de ontem, sábado, no Campeche!
Elas vêm avisar que começou a grande migração dos peixes dessa família!

CUIDADO!


Aviso em uma praia do Sul da Ilha!

QUEM?

Foto Phys.org
O aumento da exploração de peixes em águas oceânicas tem causado uma crescente preocupação entre cientistas, organizações não-governamentais, economistas, advogados, governos e do público em geral. O manejo inadequado levou a sobrepesca de muitas unidades populacionais de peixes de importância econômica, e as pescarias que exploram esses recursos passaram a ser associadas com as capturas acessórias de espécies ameaçadas ou vulneráveis, além da destruição do hábitat, com métodos de pesca altamente destrutivos . Espécies pelágicas, altamente migratórias, como atuns e afins, apresentam um acentuado declínio, a maioria dessas unidades populacionais estão totalmente sobreexploradas ou superexploradas. Contudo, os peixes de águas profundas passaram a ser uma séria preocupação, uma vez que os impactos ecológicos das atividades de pesca de profundidade são, em grande parte, desconhecidos.

Apesar do desenvolvimento tecnológico, que permite pescar em grandes profundidades, as profundezas do oceano ainda permanecem inexploradas e pouco compreendidas. Peixes que vivem em águas profundas e que se adaptaram a viver em um ambiente com pouca luz e pouco alimento, geralmente apresentam crescimento lento e vida longa, características que os tornam vulneráveis a sobrepesca. Publicado em fevereiro de 2015, na revistaNature, a pesquisa 'Winners and losers in a world where the high seas is closed to fishing', estuda a ideia do fechamento da pesca em águas oceânicas, como forma de beneficiar as capturas em Zonas Econômicas Exclusivas (ZEE). O trabalho é o primeiro proposto na literatura sobre o fechamento da pesca em alto-mar, e atualmente, vários fóruns internacionais vêm debatendo questões ligadas ao tema. Em questão, o esgotamento dos estoques de peixes em alto-mar pode influenciar a disponibilidades de peixes para as frotas costeiras, uma vez que muitos predadores forrageiam à procura de presas, tanto na ZEE como em alto-mar, explorando diversas regiões com alta disponibilidade de alimento. O objetivo do trabalho é examinar e avaliar a ideia do fechamento da pesca em águas coeânicas, através de dados empíricos, fornecendo resultados que possam amparar os impactos que podem ser causados sobre os valores das capturas globais, bem como as consequências econômicas para os países individuais.

Leia o artigo completo clicando AQUI!



sábado, 21 de março de 2015

E A MEMÓRIA DAS ÁGUAS?


Navegador lamenta abandono do Museu do Mar em São Francisco do Sul.

O rico acervo do Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, está em condições precárias.
Em entrevista, o navegador Amyr Klink lamenta e conta que resolveu comprar uma casa ao lado do prédio para abrigar sua embarcação mais famosa, o barco IAT, com o qual ele cruzou o Atlântico Sul em 1984 a remo.

No museu o visitante ainda pode encontrar mais 60 barcos, cada um com suas histórias, mas não mais o IAT.


No vídeo, Amyr lamenta o descuido das instalações e destacou que não quer transferir seu acervo para outra localidade. Por isso, resolveu comprar a casa que fica ao lado do Museu.

Klink diz que a diversidade das embarcações brasileiras é única no mundo e o Museu Nacional do Mar agrega todo este conhecimento, história e beleza, que são pouco conhecidos. A estrutura, diz ele, merece ser mais bem cuidada, expandida e modernizada.

O novo lar do IAT

A casa colonial verde contrasta com o amarelo das paredes do Museu do Mar. Ela sempre esteve ali, mas só foi descoberta por Amyr Klink quando ele esteve em São Francisco do Sul, no final do ano passado, para uma reunião sobre as condições do museu.
A ideia do navegador é conectar a casa ao museu através de um salão de 250 m². O projeto de restauração já está sendo desenhado e a expectativa é de trazer de volta o barco IAT até o mês de junho.
O navegador defende que o Museu Nacional do Mar seja expandido e amplie a geração de receita para garantir a sustentabilidade econômica e conservação do acervo. Para ele, o local pode servir para outras atividades, como a de marina, para receber embarcações.

(Do www.marsemfim.com.br)

sexta-feira, 20 de março de 2015

PESCA ILEGAL

Foto Marcos Porto

Uma carga de tubarão-azul (Prionace glauca) foi apreendido nesta quinta-feira (19/03) no porto do município de Itajaí - SC. Os peixes teriam sido capturados na costa do Rio Grande do Sul, onde a pesca desta espécie é ilegal desde setembro do ano passado. A empresa Kowalsky Pescados, proprietária da embarcação, foi multada no valor de R$ 5 mil por peixe. O valor total da multa deve ultrapassar os R$ 2 milhões no total.
A carga irregular do tubarão foi descoberta graças ao monitoramento via radar que o Ibama e o Ministério da Pesca tem sobre as embarcações pesqueiras. Segundo James Bessa, analista ambiental do Ibama, a Justiça que decidirá o que deve ser feito com a carga apreendida. Ainda há mais 10 embarcações com o mesmo tipo de carga a caminho de Itajaí para descarregar, onde também devem ser interceptadas pelo Ibama. Segundo João Francisco Kowalsky, proprietário da empresa, ele não possuía conhecimento do decreto. Afirma ainda, que vai decorrer da autuação com base em um parecer da Advocacia Geral da União, sob o argumento de que uma norma estadual não pode sobrepor às leis federais.

(Do blog Guarda-Sol - www.clicrbs.com.br)