sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

NAVEGANDO COM A PADROEIRA II


Domingo com chuva e vento sul, imaginei que não haveria a procissão de Nossa Senhora dos Navegantes. Mas cheguei na praia do Pântano do Sul e a imagem da protetora dos pescadores já estava embarcada. Um amigo me avisou que havia lugar em um dos barcos e lá fui eu junto com São Sebastião!

(Andrea Ramos)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O BICHO ENTORTA E DESPENCA O SULI!


PREVISÃO DO TEMPO PRA QUINTA - 29/01/15

By Chuvalski o Mané do Tempo.

Te liga os extepô, ontem tu já te arrombasse e pegasse aquela chuva fim di tarde, poisé nego hoji não vai se diferente, ela despenca mais forte di tarde.

Disaogi, as temperatura não sobem muito e devem fica la pelas casa dos 32 garus durante a manha e parte da tarde. Vai te também vento Noroeste a Sueste fraco. Mas lá pelas 17h o bicho entorta e despenca de Suli muito forte. Dai mo nego ninguém segura, fecha a sombrinha na praia e despenca. Tira as roupas e as bucica da sacada que o ele vai pegar forte.

Junto com esse vento Suli vem muita chuva raios e tribuzanas, que devem permanecer no céu até umas dex da noite. durante a madrugada o céu limpa, dai Sexta e Sábado deve ter céu limpinho com vento Suli.

Tax tolo, falam até ai que pode dar giada no Cambirela hehehe!
O tempo fala e a manezada entende!

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

NO PANTÂNO DO SUL


Festa de Nossa Senhora dos Navegantes e São Sebastião 2015

Programação:
31/1
19h - Procissão pelas ruas do bairro;
Após a Procissão haverá a Santa Missa na Capela;
21h30min - Jantar dançante*


1º/02
16h - Procissão Marítima;
Após a Procissão haverá a Santa Missa na Capela;

*Os convites do jantar estão no valor de R$ 25,00 por pessoa e podem ser adquiridos com os membros do CPC ou colaboradores.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

MAR DE SURFISTA - UM TRIBUTO


Manifestação e ritual em homenagem ao surfista Ricardo Dos Santos em Guarda Do Embau, assassinado por um policial!

NA FILA...

MALÉ, CAPITAL DAS MALDIVAS. - FOTO: EN.WIKIPEDIA.ORG

Aquecimento global: Maldivas já estão condenadas. Quem será o próximo ?

O nível global do mar sobe a um ritmo recorde. Segundo as recentes pesquisas dos cientistas da Universidade de Harvard (EUA), durante os últimos 25 anos, o mar ganhou 250% mais espaço à terra firme do que nos anteriores 90 anos do século passado. Em 2100, a água poderá se elevar a nível planetário a dezenas de centímetros, o que significa que muitas ilhas e zonas costeiras serão em breve completamente inundadas.

O nível da água dos oceanos está subindo mais rápido do que o esperado. O fenômeno é causado pela expansão térmica da água e o derretimento intensivo do gelo na Groenlândia e na Antártida Ocidental. Estes processos têm na origem a influência humana sobre o clima, diz Alexei Kokorin, coordenador do programa "O Clima e a Energia" do Fundo Mundial para a Natureza (World Wildlife Fund):

"Este é um fato sustentado também pelos cientistas russos, em particular, do Instituto de Oceanologia da Academia das Ciências da Rússia. O nível de água sobe, efetivamente, a velocidade aumentada. E esse processo vai continuar e vai se intensificar.

Como resultado, no final do século XXI, o nível global do mar vai subir cerca de 1 metro. A previsão para o século XXII é de mais um metro, se o impacto humano sobre o clima for minimizado, até três metros. Quanto a uma perspectiva a mais longo prazo, não se pode exclur uma subida de cinco a dez metros. Particularmente, se a humanidade continuar impactando sobre o sistema climático e reforçando o efeito estufa".

No entanto, as consequências dessas mudanças serão diferentes. Algumas áreas ficarão submersas, mas outras, pelo contrário, vão se elevar por acima do nível do mar. O derretimento fará com que a pressão do gelo sobre a placa tectônica vá diminuir e esta comece a se movimentar. Hoje já é bem perceptível que, por exemplo, Oslo (Noruega) sobe, enquanto Helsinque (Finlândia) desce, continua explicando o climatologista Alexei Kokorin:

"O oceano mundial irá subir de forma desigual. Nos trópicos, o processo será mais pronunciado do que nas latitudes norte. Realmente, apresenta muito perigo para as pequenas ilhas tropicais e áreas baixas como Bangladesh ou Shanghai. No entanto, ao longo prazo, o desafio será também muito sério para São Petersburgo e Veneza".

A humanidade está preocupada com este problema desde o final do século XX. Depois da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, em 1997 foi aprovado o Protocolo de Kyoto que obriga os países desenvolvidos e com economias emergentes a reduzir ou a manter as emissões de gases do efeito estufa.

Contestável em muitos aspetos, o documento ainda não resultou em um impacto realmente positivo sobre o clima. Mas seja como for, ele levou todas as nações a refletir sobre a contribuição que cada uma delas em particular possa fazer para conservar o mapa-múndi em sua forma atual.

No entanto, já não há tempo para lucubrações. Mesmo que a humanidade reduza drasticamente o impacto sobre o clima, algumas áreas já não poderão ser salvas, enfatiza o coordenador do programa "O Clima e a Energia" do Fundo Mundial para a Natureza, Alexei Kokorin:

"Quando se trata do oceano, é preciso entender que todos os processos aí são muito lentos, têm uma inêrcia. Mesmo se a humanidade passar amanhã completamente ao uso de fontes de energia renovável e nuclear, as que não produzem emissões de gases do efeito estufa, os atuais processos irão prosseguir no oceano ao longo de uns 30 anos. Quer dizer, a camada superior do oceano continuará se aquecendo por inércia, tornando-se cada vez mais quente. Portanto, tudo quanto vai acontecer até aos meados do século XXI, já é inevitável. Infelizmente, temos de reconhecer que, por exemplo, as Maldivas estão condenadas, estas ilhas não poderão ser salvas. O destino de outras áreas dependerá das atitudes dos seres humanos".

Em 2015, todos os Estados deverão anunciar as obrigações que estão prontos para assumir com vistas a reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Estes dados serão incluídos no projeto de um novo tratado internacional que substituirá o Protocolo de Kyoto. Contudo, é de notar que todas as últimas conferências internacionais sobre o clima terminaram, infelizmente, sem resultado.

(Do  http://portuguese.ruvr.ru/)

DICIONÁRIO DA ILHA - O MAIS VENDIDO!



Lançado em 1994 , "Dicionário da Ilha - Falar & Falares da Ilha de Santa Catarina" , de Fernando Alexandre - "Cobra Coralina Edições" - chega a sua 33a Edição como o livro mais vendido dos autores locais na Livrarias Catarinense!

Veja abaixo a matéria do "Diário Catarinense" de 5/11/2014!

Livrarias Catarinenses, em Florianópolis, tem estante exclusiva para autores de SC
Foto DIORGENES PANDINI / Agencia RBS

Literatura
Como os livros de autores de SC são vendidos nas livrarias do Estado
Pouco destaque nas prateiras e vitrines somado à falta de interesse por parte dos leitores: situação da literatura catarinense nas livrarias não é das mais animadoras

Carol Macário

Santa Catarina vive um momento interessante de produção literária, mas que esbarra em dois fatores fundamentais: a distribuição e a venda das obras. As principais livrarias do Estado em sua maioria têm espaços exclusivos para autores catarinenses, contudo falta melhor destaque e mais interesse dos leitores. 

LEIA TAMBÉM

As vitrines e estantes de evidência geralmente são reservadas para os best-sellers e lançamentos populares ou de grandes editoras. Entram na fila por um lugar ao sol do destaque alguns poucos catarinenses e apenas quando o apelo popular é grande, como a autobiografia de Guga Kuerten, por exemplo. A dúvida é se a decisão de compra pesa sobre o prestígio ou procedência do autor ou como as obras são apresentadas ao consumidor.


Na Grande Florianópolis a Livrarias Catarinense é uma das mais tradicionais da região e clientes fazem questão de um espaço exclusivo para comprar literatura catarinense. Até mesmo para encontrarem com facilidade obras locais de referência sobre o Estado para quem visita. A rede tem lojas em cinco cidades e tem cerca de 500 títulos de catarinenses no catálogo.

— Separamos autores catarinenses em estante exclusiva por opção deles próprios. Outros preferem estar separados por gênero. Alguns vêm, conversam, pedem para ficar na vitrine. Mas muitos autores novos não nos procuram, então se temos informação deles vamos atrás — comenta Rosinete Werle, gerente da livraria.

A Saraiva, outra grande livraria da região, ao contrário, não só não tem estante exclusiva para autores locais como praticamente não tem em seu acervo escritores do Estado. Somente os mais conhecidos, como Cruz e Sousa e Salim Miguel. Autores contemporâneos de destaque, como Carlos Henrique Schroeder e Patrícia Galelli, são raros de serem encontrados.

— Não acredito na separação entre literatura catarinense ou paulista. Não concordo com a separação geográfica. Temos literatura nacional e estrangeira — opina a escritoraPatrícia Galelli.

Estratégia das livrarias é realizar eventos culturais

Em Joinville, a Livraria Midas tem no catálogo 150 autores catarinenses dos quais são vendidos uma média de 10 exemplares por mês. Em meses movimentados com lançamentos, o número sobe para uma média de 60.

— Organizamos lançamentos e toda sexta promovemos conversas entre autores de Joinville e de Santa Catarina e leitores — diz Maria Dolores, gerente da Livraria Midas.

Em Blumenau, a tradicional livraria Blulivros tem cerca de 30 autores no catálogo e uma média de 20 exemplares de catarinenses vendidos ao mês. As duas lojas na cidade tem espaço específico para autores da região, além de uma área na seção de turismo com livros sobre a região do Vale do Itajaí.

A Academia Catarinense de Letras (ACL) está começando um programa de visitas nas livrarias do Estado parar mostrar a produção catarinense e propor mais espaço a ela nas lojas.

— Estamos fazendo um levantamento junto à Câmara Catarinense do Livro e, para nós, politicamente é mais fácil defender a estante de autores locais — diz Salomão Ribas Junior, presidente da ACL.

A sede da ACL fica num prédio histórico na Avendida Hercílio Luz, Centro da Capital, e não tem livraria especializada. Segundo Ribas Junior, há planos para montar uma biblioteca de referência sobre Santa Catarina.

Autores mais procurados

Salim Miguel
Urda Alice Krueger
Alcides Buss
Franklin Cascaes
Bernadete Costa
Wilson Gelbcke
Cláudia E. Obenaus
Fernando Henrique Becker Silva

Mais vendidos*

1. Dicionário da Ilha — Falar e Falares da Ilha de Santa Catarina, de Fernando Alexandre
2. Florianópolis a 10ª Ilha dos Açores, de Joel Pacheco
3. Canoa Baleeira dos Açores e da Ilha de Santa Catarina, de Joel Pacheco
4. Florianópolis Memória Urbana, de Eliane Veras Veiga
5. Voo da Pandorga Mágica, de Eliane Veras Veiga

* Livrarias Catarinense

(Do DC - www.clicrbs.com.br)

domingo, 25 de janeiro de 2015

NAVEGANTES, A FESTA!


MAR DE VAN GOGH

Tela Van Gogh

MAR DE OLHARES

Imagem /de Maylin Ling

MORANDO NO MAR

Foto Divulgação/crystalcruises.com




Depois da morte do marido, Lee Wachtsetter tomou uma decisão: vender a confortável casa em que morava na Flórida (EUA) e sair pelo mundo. Mais precisamente pelo mar. Aos 86 anos, a americana mora em transatlânticos há dez. Só no Crystal Serenity são sete anos seguidos. 

"Antes de vir para este (o Crystal Serenity) em morei em um navio da Holland America por três anos. Quando eles anunciaram o fim do programa de dança para os hóspedes decidi ir embora", contou a americana ao "USA Today". 

Lee sempre adorou passeios em navios cruzeiro. Desde 1962, ela já fez 283 viagens em transatlânticos mundo afora. 

Por ano, Lee gasta cerca de R$ 410 mil com a moradia inusitada, que dá direito a todas as refeições, filmes em cinema e danças em bailes, entre outras atrações. 

"A tripulação se esforça ao máximo para me deixar feliz. Alguns deles são a minha família agora. Se eles não têm o que quero no momento, vão acabar conseguindo. Mesmo que tenham que comprar fora do navio", disse a idosa, conhecida por todos como "Mama Lee".


Lee relaxando no Crystal Serenity - Reprodução/pennyhaw

A americana já visitou mais de 100 países. Em 2011, a blogueira Penny Haw conheceu Lee em um cruzeiro à Itália. Uma coisa chamou bastante atenção de Penny: o cartão de visita da idosa a definia como "Mama Lee - Dança, Cruzeiro e Curtição da Vida".

"Eu e o meu marido adorávamos cruzeiros. Antes de morrer, em 1997, ele me disse não não parar de viajar. Foi o que fiz. Ele não gostava de dançar. Então, nos últimos 15 anos, a dança se tornou uma grande parte da minha vida. Quando não conseguir mais dançar, provavelmente vou deixar de fazer cruzeiros", disse Lee à blogueira.


Lee dança com um membro da tripulação - Reprodução/YouTube(sam h) ASSISTA AQUI

sábado, 24 de janeiro de 2015

NA PRAIA...

Foto sem nenhum crédito

LÁ NO FUNDO

Foto Justin Henry

Os tubarões-baleia estão entre os maiores peixes que vivem no mundo – podem chegar aos 20 metros de comprimento e pesar cerca de 34 toneladas. Apesar de seu gigantesco tamanho, são inofensivos para os seres humanos, podendo mergulhadores nadarem ao redor deles sem nenhum problema. No entanto, é devido a sua enorme massa que uma comissão internacional teve que intervir protegendo-os dos impactos associados com a pesca de atum no Oceano Pacífico Oriental.

Pescadores já sabem há algum tempo que os atuns, junto com muitas outras espécies de peixes, se aglomeram em torno de objetos que ficam flutuando na superfície. É comum a construção de estruturas flutuantes para atrair os atuns, garantindo por meio deste comportamento a captura. Porém, pescadores perceberam que tubarões-baleia por serem grandes animais, também atraiam cardumes de atuns, assim como as estruturas flutuantes. Isso levou alguns pescadores a implantar redes em torno de tubarões-baleias a fim de capturar atuns. Em muitos dos casos, os tubarões-baleia acabavam também sendo cercados pelas rede ferindo-se ou até chegando a morrer. Para proteger os tubarões-baleia deste mal, a Comissão Interamericana do Atum Tropical (CIAT) aprovou uma resolução em 2013, que proíbe essa ridícula arte de pesca.

(Do Phys.org)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

CATÁSTROFE ANUNCIADA


Cientistas concluíram que os oceanos e animais marinhos estão prestes a sofrer danos irreversíveis.

De acordo com Douglas McCauley, ecologista da Universidade da Califórnia e autor do estudo, publicado na revista Science: “Podemos estar sentados à beira do precipício de uma grande extinção“.
Segundo McCauley, ainda assim há tempo de evitar uma catástrofe maior.

A pesquisa cruza dados de diversas fontes, desde relatórios sobre a exploração de combustíveis fosseis até estatísticas sobre remessas de containers, pesca e mineração oceânica.

Os cientistas detectaram sinais claros que os seres humanos afetaram os oceanos e a vida marinha de forma grave.

A intervenção humana gerou consequências graves sobre a população marinha. Enquanto algumas espécies sofrem com a superpopulação, outras estão ameaçadas de extinção.

A população de recifes de corais, por exemplo, diminuiu 40% no século passado, principalmente pelas consequências do aquecimento global.

Algumas espécies de peixes estão migrando para águas mais frias. Outras espécies, com a locomoção reduzida, não irão conseguir encontrar novos lares. Outras ainda migram para regiões distantes causando um grave desiquilíbrio, como é o caso do peixe- leão.

Ao mesmo tempo, as emissões de gases do efeito estufa estão alterando a química da água do mar,tornando-a mais ácida.

Ainda assim, a pesquisa afirma que há tempo para reduzir os estragos, com a implantação de programas que limitem a exploração dos oceanos.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

CANTIGAS DO MAR

VAMOS A LA PLAYA?


FALA, MANÉ!


PESCA? NINGUÉM SABE DE NADA!

Uma disputa entre pescadores e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) sobre a nova lista de peixes ameaçados de extinção, publicada em dezembro, fez emergir um problema crônico e profundo da gestão pesqueira no Brasil: a falta de dados sobre a produção de pescado nacional.

Ninguém sabe quanto se pesca no Brasil.

O Ministério da Pesca e Aquicultura não produz estatísticas sobre a atividade pesqueira no Brasil desde 2011.

O último boletim estatístico publicado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura é de 2011. Desde então, não há dados oficiais consolidados sobre a atividade pesqueira no País.

Quais espécies estão sendo pescadas? Onde, como e em que quantidade? A produção está aumentando ou diminuindo? Ninguém sabe. Fazendo uma analogia com o setor agrícola, é como se o Ministério da Agricultura não soubesse informar quanto o Brasil produziu de carne e soja nos últimos três anos; nem onde estão as fazendas, ou de que raça são os bois.

“Estamos trabalhando basicamente às cegas, há muito tempo”, diz Fernando das Neves, vice-presidente do Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajaí e Região (Sindipi), em Santa Catarina, maior polo de pesca industrial do País. “Não há como fazer uma boa gestão pesqueira sem informações.”

O problema incomoda tanto o setor produtivo quanto cientistas e organizações conservacionistas, que ficam limitados na sua capacidade de monitorar e planejar a sustentabilidade da atividade — seja com o intuito de intensificar ou de restringir os esforços de pesca.

“A falta de dados é prejudicial para todos”, diz a bióloga Mônica Brick Peres, diretora geral da organizaçãoOceana Brasil e especialista em recursos marinhos e gestão pesqueira. “Para fazer manejo de pesca, você precisa saber o que é capturado, o que é jogado fora, o que é desembarcado, como, onde e em que época. Sem essas informações, qualquer coisa é chute.”

Carta de recomendações

A Oceana protocolou em Brasília, no dia 14, uma carta aberta à presidente Dilma Rousseff, pedindo uma reestruturação das políticas de pesca no Brasil. O documento é assinado por 28 especialistas acadêmicos e 16 representantes de entidades ligadas ao tema, incluindo ONGs, sindicatos e grandes empresas do setor pesqueiro — atores que normalmente sentam em lados opostos do auditório, mas que, neste caso, têm um problema em comum para resolver. O primeiro item na lista de necessidades elencadas pelo grupo é, justamente, a produção de dados “sistemáticos e contínuos” sobre as atividades de pesca no País.

“A produtividade biológica da pesca extrativa depende diretamente da capacidade de reposição natural dos estoques pesqueiros explorados. Por isso, é imprescindível manter um sistema eficiente e contínuo de coleta e análise de dados técnico-científicos e avaliações de estoque para subsidiar o adequado ordenamento da pesca”, afirma a carta. O Sistema Nacional de Informações de Pesca e Aquicultura (Sinpesq), criado em 1995 para suprir essa necessidade, “nunca foi devidamente regulamentado ou implantado”, segundo o documento.

Para baixar uma cópia da carta na íntegra, clique aqui: Carta Aberta à presidenta – Ordenamento da Pesca

“No Brasil, a maioria das pescarias não tem qualquer controle ou normatização”, prossegue a carta. “Dada a fragilidade histórica da gestão pesqueira, o país enfrenta hoje enormes lacunas em termos de monitoramento, avaliação de estoques e fiscalização da pesca, com um claro retrocesso nos últimos anos. A situação da pesca é bastante grave e precisa ser urgentemente revertida.”

Justificativas

Procurado pelo Estado para explicar porque os Boletins Estatísticos de Pesca e Aquicultura deixaram de ser publicados em 2012, o MPA informou que “tem buscado aperfeiçoar a coleta de dados e só então publicará os boletins subsequentes”. O único dado disponível para o período é o da produção aquícola (de animais aquáticos cultivados em tanques) de 2013, compilado pelo IBGE.

“O MPA busca a continuidade da parceria com o IBGE (…) e também está em contato com outras instituições para auxiliá-lo nessa tarefa, que é complexa, haja vista as dimensões continentais do nosso país”, informou o ministério, por meio de sua assessoria de imprensa. “Paralelo a isso, busca o incremento orçamentário para que a coleta de dados possa ser retomada de forma efetiva e contínua em todo o território brasileiro.”

Um Grupo Técnico de Trabalho (GTT), formado por oito especialistas, foi criado em outubro pela pasta(Portaria MPA 385:2014 GTT) com a finalidade específica de “analisar os dados de produção pesqueira e aquícola no período de 2008 a 2013”, num prazo de 90 dias. O relatório final do grupo, segundo o ministério, está em “fase de finalização”.

Segundo Mônica Brick Peres, da Oceana, 2008 foi o último ano em que se fez um trabalho sistemático de coleta de dados no campo sobre pesca, em escala nacional. Todos os relatórios publicados desde então, segundo ela, são baseados em extrapolações desses dados mais antigos, combinados com dados regionais de alguns Estados como São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro, que têm iniciativas próprias de monitoramento.

O único Estado que nunca interrompeu sua coleta de dados pesqueiros é São Paulo, por meio do Instituto de Pesca. “Ter dados estaduais ajuda, mas não basta”, diz Marcus Carneiro, pesquisador e coordenador de projetos do instituto. “Apesar de todo o acompanhamento que fazemos, só sabemos aquilo que foi desembarcado em São Paulo, não tudo o que foi pescado.”

Carneiro explica que o peixe que é descarregado no Estado não foi necessariamente pescado em águas paulistas. É comum barcos da frota de São Paulo pescarem em outros Estados, assim como há barcos de outros Estados que pescam no litoral paulista e voltam ao seu porto de origem para descarregar. Assim, só um monitoramento nacional seria capaz de identificar com precisão esse vai e vem das pescarias — indispensável para uma gestão adequada dos recursos pesqueiros.

“Os dados que tínhamos (até 2011) não eram os melhores, mas permitiam fazer algum tipo de análise”, diz o biólogo Ronaldo Francini Filho, especialista em peixes, corais e manejo de recursos marinhos, da Universidade Federal da Paraíba. “Agora, basicamente, não temos estatística pesqueira nenhuma. É uma lacuna enorme.”

(Do Estadão – Blog Herton Escobar)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

MAREGRAFIAS

Foto Léia Senem

MAR DE PLÁSTICO



O cientista espanhol Andres Cozar Cabañas liderou estudo para o primeiro mapa do lixo plástico no mundo e observou que a mancha próxima ao Atlântico Sul é uma das mais marcantes. Mas a equipe encontrou bem menos concentrações de plástico do que previa - e isso não é uma boa notícia. Com o vento, as ondas e o sol, o plástico é quebrado em pedacinhos quase invisíveis a olho nu, o que pode gerar consequências biológicas inestimáveis na cadeia alimentar. 

Após expedição de 9 meses, foram analisadas 3070 amostras de água e observou-se que há uma presença acentuada de fragmentos de plástico até mesmo a milhares de quilômetros de distância dos continentes. 
O grande motivo de preocupação é que eles foram encontrados no estômago de peixes que são fonte primária de alimento para os peixes explorados comercialmente como o atum, por exemplo. Os cientistas buscam saber onde mais estão esses fragmentos. Esse estudo preliminar pode ser lido em inglês pelo:bit.ly/EstudoPlásticoOceano



(Da National Geographic)

SELFISH

Do Nicanor

MAR DE BALEIAS

Depois de sentença em Tribunal Internacional, Japão renunciou à caça a baleias e se dedica agora apenas a estudos não letais de observação.

Japão volta a estudar os mamíferos na Antártica mas promete não capturá-los.

Desde o último dia 8 de janeiro, navios japoneses passaram a realizar pesquisas sobre as baleias na Antártica, mas sem caçá-las. De acordo com a agência de pesca japonesa, esses estudos de observação serão realizados até 28 de março e a princípio, não são letais.

Os barcos zarparão do porto de Shimonoseki sem arpões a bordo, disse a agência de pesca do Japão.

O país renunciou à caça a baleias na Antártica durante a temporada 2014-2015 após uma sentença do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ). Em março de 2014, o TIJ considerou que o Japão utilizava com fins comerciais uma atividade de pesquisa.

Porém, as organizações ambientalistas temem que o Japão ignore a decisão do TIJ e retome a caça a baleias na temporada 2015-2016.

Resta saber agora se os orientais irão cumprir com o que estão realmente divulgando em relação à caça na Antártica. Ao mesmo tempo, o país continua caçando baleias “em nome da ciência” no Pacífico noroeste, onde em 2013 capturou 132 cetáceos.

(Do https://www.facebook.com/marsemfim)

domingo, 18 de janeiro de 2015

MAR DE RISO


CHARGE DO NICANOR
UM OLHO NO RATO E OUTRO NO PEIXE!

MARES DE PORTUGAL


Fotos ahcravo gorim 

dos homens que vão ao mar
diz-se que nem sempre voltam
mas diz-se sempre
que são HOMENS

(ahcravo gorim)

MAREGRAFIAS

Foto Geraldo Cunha
Costão da Prainha da Barra da Lagoa


MAR SUJO

Praia dos Ingleses, em Florianópolis, tem três pontos impróprios para banho
Foto Charles Guerra / Agencia RBS

Chega a 66 o número de pontos impróprios para banho em Santa Catarina 

Segundo novo relatório, Florianópolis tem mais de um terço dos locais reprovados

O forte calor que tomou conta do Estado nas últimas semanas é convite certo para um mergulho no mar. Porém, moradores e turistas precisam ficar atentos à qualidade da água nas praias que frenquentam. O último relatório da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), divulgado na sexta-feira, registra 66 pontos impróprios para banho em Santa Catarina - muito parecido com o que havia sido verificado em dezembro, quando foram 63.

Foram analisados 199 pontos foram em 27 cidades de Santa Catarina. Município com mais locais avaliados, 66 no total, Florianópolis tem 24 pontos impróprios para banho em algumas das praias mais visitadas no verão, como Canasvieiras, Ingleses, Brava, Ponta das Canas e Campeche.

Proporcionalmente, Itapema foi uma das recordistas de locais inadequados para os banhistas - cinco dos oito pontos analisados estão impróprios. Na mesma região, Balneário Camboriú teve sete de 14 amostras reprovadas, Penha seis (de 11 verificadas) e Bombinhas três (de oito analisadas).

No extremo sul do Estado, o relatório mostra que os dois pontos avaliados em Passo de Torres estão impróprios, Balneário Gaivota e Balneário Arroio Silva tiveram metade de suas amostras reprovadss.

Ainda que o local escolhido pelo banhista tenha uma avaliação positiva no último relatório da Fatma, o órgão recomenda que os turistas e moradores verifiquem o histórico do ponto disponibilizado neste link

Banhista pode verificar histórico do local 

Os 195 pontos analisados pela Fatma não são, necessariamente, praias – a de Itapema, por exemplo, é dividida em oito trechos para a análise. O relatório da Fatma completo, com o resultado de todos os pontos, pode ser acessado neste link.

Segundo a Fatma, um local é considerado impróprio se pelo menos duas das últimas cinco coletas tiveram taxa de coliformes fecais maior que 800/100 mL, ou mais de 2 mil/100 mL na última análise. 

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

BANHO DE MAR, FIQUE LIGADO!


 Aprenda a identificar um local de risco e evite acidentes!

sábado, 17 de janeiro de 2015

ÁGUA VIVA, OLHO VIVO!

Foto Zero Hora

 por Matheus Henckmaier 

A chegada das águas-vivas no litoral catarinense varia a cada temporada. Este ano, no entanto, a Epagri/Ciram alerta que estas espécies de cnidários chegaram nas praias catarinenses antes do esperado. Isto ocorreu provavelmente devido ao aumento da temperatura da água oceânica nos últimos dias, favorecendo o aparecimento precoce destes organismos ao longo de todo o litoral do estado catarinense. O vento e as correntes marítimas são fatores que também favoreceram o evento. Segundo Argeu Vanz, oceanólogo da Epagri, não existe uma praia específica ou preferida, todo o litoral esta susceptível a presença de águas-vivas. Na região de Florianópolis, por exemplo, elas já apareceram. Há pouco mais de uma semana, em Itapema, havia um tapete de águas-vivas menores com aproximadamente um centímetro de diâmetro: esta quantidade e tamanho sugere a reprodução da espécie, em evidência no verão.

Na capital catarinense já foram relatados mais de 30 mil casos de queimaduras por águas-vivas nesta temporada até este momento. O número se mostra muito superior, se comparado com os 1.513 acidentes registrados na temporada do ano passado. Em caso de contato com águas-vivas, a primeira providência para aliviar a ardência é lavar com a própria água do mar, fazer aplicação de soro fisiológico ou vinagre. Esfregar o local afetado, o uso de álcool, amônia ou urina são medidas não aconselháveis.

Clique aqui e acesse um folheto explicativo com orientações para acidentes por águas-vivas e caravelas no litoral catarinense.

DONOS DA PRAIA


Fotos Fernando Alexandre

Prefeitura alugou todas as praias da ilha neste verão!
Só dá eles: proibido qualquer outra logomarca!

MANÉS NA PRAIA

Imagem: Praticamente uma recicláigi
Pneu de ônx vira expriguiçadêra nash areiash de Canash.

Nósh já tinha brincado de rodá pneu com arame, fizêmo corrida com elesh rolando, penduramo na corda pra fazê balanço e coisarada. Mash essa aí de fazê de expreguiçadêra, ô puff, ô selhá como chama esse troço com pneu de ônx foi dimásh. Tem ali em Canagiêrash! E o másh massa é que nenhum malino leva embora. Imagina botá um desse ali nash areia do Jurerê dosh rico, cheio de guéri-guéri, só pra fazê rolo. Mash tem que sê ladino. Montá e adebulhá!

De bico

Osh bíshclâbsh têm que liberar banheiro e aquela ducha pra tirar a salmôra do lombo. Mash osh cara de um dox extabelecimento tão de bico com a prefeitura porque ax cadêra delesh fôro proibida na areia de novo. Aí cortáro a ducha na caruda, com o migué de que “Tava vazando e gastava água demais”. Se tá vazando, conserta, né o ixtepô!? O kéka mãe que vai pra praia côx filho tem com isso!? Fashfavô!

O Rio vermelho é tão longe, másh tão longe que é longe até do Rio Vermelho”

Experdimenta í do começo ali nox Inglêsish até o final lá na Barra.Vásh andá uma cara!

Desbunde

Juliana não é nativa da Carmela nem da Carlos Corrêa, mash tem currículo mané: umax 15 Fexta da Laranja nash coxta; trocô passe de fichinha redonda da Transol por churrosh, fêsh aula de música no CIC, ia nox circo do Saco da Lama e fêsh piquenique no poção do Córrego. Ela foi ser mané assim lá na China. De lá, a quirida lembra que além da tansice na curva da SC-401,que falamox na coluna de trêzontônti, tem aquela baita placa de umax cavala cheia de curva. É um dexbunde e o motorixta se perde.

Filanópsh

“Môs quiridus, tô intizicada com as montueiras de fila nos Inglesix. Não dá pra seguir reto toda vida, não tem? Rapázi, nunca vi coisa igual. Um abraço dá mané Ederalda”, excreve a quirida do Rio Vermelho. Nêga, é tanta vergonha dessash obra que nô termino, que dá vontade de fazê que nem o Miltinho Cunha e dixpará de barquinho.

Sélfi

Ôtro dia falamosh aqui dax naba dox pau de sélfi, que tão por tudo que é canto nash praia. Lembra até ash TV antiga ou raidinho que o cara tem xticá a antena. Pozagora não é que até ox ambulante tão vendendo na areia? Rapázi, fiquei de cara! O troço dixpára por blutúfi. Cuxta de uns 60 a 80 conto, max te garanto pra ti que se tu fôresh nativo tu levash por menosh de 50 pilinha.

Dixcaída

Tem unx caco que ando cô torcicolo de tanto soltá pipa. Os ixganado ficam o tempo todo olhando pra cima, passando cerol e cortando ax pipa dox tanso que sólto com linha branca. Max o que fash a diferença é a dixcaída, não tem? É quando o cara puxa a linha bem dijêrinho sem inrolá na mão. Adispôsh é corrê atrásh da pipa caindo. Pocobom!

É nóx:

Participa, ô coxa colada!
Escreve pra nóx no esportes@horasc.com.br.
Uátizápi: (48) 9145-4046

Coluna assinada pelos nativos Rodrigo Stüpp e Jorge Jr. esportes@horasc.com.br

MAREGRAFIAS

Foto Geraldo Cunha
Do olho vivo e clique ligeiro do Geraldo Cunha

DE OLHO NO PEIXE!

O frescor do pescado é um dos critérios que lhe confere a propriedade de estar apto ao consumo. A análise sensorial é o método mais antigo e de baixo custo para determinar este frescor, e leva em consideração aspectos como coloração e aparência. Para auxiliar o consumidor na hora de escolher seu peixe, os alunos da disciplina de Extensão Pesqueira do curso de Engenharia de Pesca da UDESC Bruno Torquato, Carla Geremias Batista, Luis Gustavo Ghilardini, Marcus Andrade e Wagner João Vieira elaboraram uma cartilha com algumas dicas do que deve ser observado no momento da compra, reconhecendo as características que indicam se “Este peixe é mesmo fresco?”.

Gerar produtos de fácil compreensão sobre as características que qualificam um pescado como próprio ou impróprio para consumo foi o objetivo principal deste projeto de extensão. Os alunos fizeram primeiramente uma avaliação sobre a frequência de consumo de pescado em Laguna, SC, os principais locais de aquisição e as principais características observadas nos peixes durante a compra. Foram entrevistadas 28 pessoas, e a frequência de consumo foi alarmante baixa para uma cidade costeira e pesqueira: 39,3% dos entrevistados consomem peixes apenas uma vez por mês (!!). No entanto, 60,7% sabem identificar sensorialmente a qualidade do pescado, basicamente pelo brilho dos olhos e pela coloração das guelras. Informações que deixem o consumidor mais seguro na hora de comprar peixes são fundamentais para estimular o consumo de peixes. Este material de divulgação, na forma de folders e banners, foi distribuído nas peixarias de Laguna, SC.

Confira a cartilha clicando aqui.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

PESCANDO POLVOS

Foto:Antônio Olinto e Cabralia Informe

A pesca do polvo-comum (Octopus vulgaris) com potes no sudeste e sul do Brasil

O polvo-comum é uma espécie que possui uma ampla distribuição ao longo do litoral brasileiro, com maior abundância nas regiões sudeste e sul, em profundidades de até 200 metros. Com um ciclo de vida relativamente curto, pouco mais de um ano, seu recrutamento anual e biomassa podem variar acentuadamente em função de oscilações ambientais. Até o início dos anos 2000 a captura do polvo-comum era exclusivamente oriunda da frota de arrasto de fundo com portas, como fauna acompanhante da pesca de camarões. O método de pesca utilizando potes teve seu início no estado de São Paulo no ano de 2003. No ano de 2008 observou-se uma concentração de esforço de pesca no sul de Santa Catarina, e algumas viagens para ao sul de Rio Grande (RS).

A pesca com potes se assemelha com a tradicional pesca de espinhel para peixes, composta por uma linha principal e por linhas secundárias, que possuem em suas extremidades potes de plástico, ao invés dos anzóis. Os espinhéis são posicionados com GPS e operados com guinchos hidráulicos. Os potes possuem aproximadamente 33 cm de comprimento e 18 cm de altura, para o assentamento no fundo marinho cada pote recebe internamente um lastro de 1,5 a 2,0 kg de cimento. 
Apesar de existir uma variação no número de embarcações e da produção entre 2003 e 2010, a captura por viagem variou de 2 a 4 toneladas em São Paulo e de 2 a 5 toneladas em Santa Catarina. Segundo a Instrução Normativa Seap nº 26 de 19 de dezembro de 2008, as regiões Sudeste e Sul foram dividias em duas áreas de pesca, uma do norte do Espírito Santo ao sul do Paraná, e outra do norte de Santa Catarina até a divisa do Brasil com o Uruguai, com um máximo de 18 embarcações permitidas para a primeira área e de 10 para a segunda. 
Esta arte de pesca se mostra uma boa alternativa econômica para a frota pesqueira comercial. Suas características de técnica passiva causam um baixo impacto sobre o fundo do oceano, e utiliza a estratégia do animal em procurar abrigo e se entocar no pote, possuindo assim um alto direcionamento das capturas.


Estas informações foram retiradas do capítulo 9 do livro “A pesca marinha e estuarina no Brasil - estudos de caso multidisciplinares”. Para saber mais leia o livro aqui!