sexta-feira, 29 de novembro de 2013

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

CANOAS CAIÇARAS


CEMITÉRIO DE NAVIOS

Ilustração do naufrágio/autor desconhecido

Há 174 anos, no dia 15 de julho de 1839, o lendário Giuseppe Garibaldi naufragava com sua Nau Capitânea "Farropilha" em Araranguá, litoral de Santa Catarina. Forte chuvas caíram e um temporal surpreendeu o Farroupilha na traiçoeira costa, nas proximidades da foz do rio Mampituba, região respeitada e conhecida como "cemitério de navios". Garibaldi, após tentar ajudar seus companheiros, salvou-se nadando até a praia. No desastre morreram 14 dos tripulantes da nau, entre eles os italianos e amigos de Garibaldi Eduardo Mutru, Luigi Carniglia, Luigi Staderini, Navona e Giovanni.

MAR DE TAINHAS

Foto Felipevt
Pesca da Tainha, Quatro Ilhas, Itajaí

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

MAR DE ANCHOVAS


Foto Alcides Dutra
Um pelotão de anchovas (Pomatomidae) passou diante da nossa câmera. Ilha Deserta - Florianópolis - SC. 
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domingo, 24 de novembro de 2013

Foto Alcides Dutra
Paisagem típica das ilhas mais conservadas na costa de Santa Catarina.
Ilha Deserta - Florianópolis - SC
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

AO VIVO

Pântano do Sul neste entardecer melancólico de quinta-feira!

BODIÃO VERMELHO

Foto Alcides Dutra
 Este é o bodião-vermelho (Bodianus pulchellus), um dos peixes mais admirados pelos mergulhadores nas ilhas brasileiras. Aparece com frequência em ambientes conservados, e praticamente desaparece dos locais mais alterados. A presença destes tesouros da fauna marinha depende diretamente da forma como usamos o mar. Ilha Deserta - SC 

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terça-feira, 12 de novembro de 2013

ESPUMANTES

O que causa a espuma dos oceanos?



Se você já se deparou com quantidades grotescas de espuma no mar, deve ter se perguntado se aquilo podia ser natural, ou se era mais um sinal da falta de consideração humana, como despejar seu sistema de esgoto no oceano.
A resposta é: qualquer uma das duas coisas. A espuma no ambiente aquático pode se formar naturalmente, ou pode ser causada pelos seres humanos.
Para formar espuma, é necessário ar, água e um terceiro ingrediente chamado “surfactante” – um tipo de molécula pegajosa que se agarra à superfície entre a água e o ar.
Este ingrediente surfactante pode vir de um monte de lugares. Entre os produtos feitos por humanos, pode vir de fertilizantes, detergentes, fábricas de papel, curtumes de couro e esgoto. Ou o surfactante pode vir de proteínas e gorduras em algas e outras plantas marinhas.
Muitas moléculas diferentes podem atuar como agentes surfactantes, mas todas têm uma coisa em comum: uma extremidade da molécula é hidrofílica (atrai a água) e a outra é hidrofóbica (é repelida pela água).
Quando um grupo de moléculas surfactantes se mistura com água e ar, todas querem alinhar-se até à borda, com uma extremidade voltada para a água e a outra de frente para o ar. Elas até alinham-se costas com costas, de modo que as extremidades hidrófilas apontem uma para a outra, com uma fina camada de água no meio. Essa camada fina de água tem a forma de uma esfera, porque essa forma requer menos energia do que qualquer outra.
Pronto, é uma bolha.
Espuma natural

Há vários relatos de “quantidades incomuns” de espuma formando-se perto de grandes florações de algas. Grandes quantidades de carboidratos e proteínas são liberadas pelas colônias de células mucilaginosas, dando origem a grandes quantidades de espumas e muco viscoso na água.

“Quando as proteínas ou carboidratos de algas chegam perto da costa, as ondas agem como um ‘grande liquidificador’”, explica Raphael Kudela, ecologista marinho da Universidade da Califórnia em Santa Cruz (EUA). “A agitação física as quebra e as deixa se reformar como espuma, e a espuma é então arrastada para a costa, onde se acumula”.

Sendo assim, espuma pode ocorrer naturalmente no mar, como a que cobriu uma pequena vila de pescadores na Escócia no final de setembro (foto abaixo), ou como o “oceano de espuma” da costa de Yamba, no estado de Nova Gales do Sul, a sudeste da Austrália (foto no início do artigo).


No caso da Escócia, uma tempestade causou o fenômeno. Na Austrália, o evento ocorre mais frequentemente, quando a água do mar começa a bater devido a fortes correntes marítimas, o que produz um grande acúmulo de bolhas de ar que, por sua vez, provocam o acúmulo de sais, produtos químicos, plantas mortas, e peixes e algas em estado de decomposição.

Espuma no mar, não entrar?

Em qualquer quantidade, a espuma natural no mar é geralmente inofensiva. O mesmo não pode ser dito da causada pelo homem, já que saber se é segura ou não depende de saber quais ingredientes estão a causando.

Então podemos nadar com espuma no mar? Sim. Mas, na Austrália, por exemplo, embora as autoridades não proíbam as pessoas de banharem-se no oceano quando o fenômeno ocorre, também não as incentivam, já que pode haver galhos e pedras sob a densa espuma, que podem machucar os banhistas.

Por fim, vale lembrar que os especialistas consideram a espuma “geralmente” inofensiva. Como biólogos marinhos da Califórnia (EUA) descobriram alguns anos atrás, elas podem prejudicar animais em alguns casos.

No outono de 2007, o biólogo Dave Jessup começou a investigar uma doença misteriosa que deixou centenas de aves marinhas mortas ou encalhadas. Pensando que as aves poderiam ter sido vítimas de um derramamento de óleo (o petróleo retira a impermeabilização das penas dos pássaros, expondo-os ao frio e exigindo que os animais queimem seu excesso de energia para gerar calor), os cientistas enviaram uma amostra do lodo encontrado nas aves para análise. Os testes mostraram que ele não era um produto do petróleo, no entanto.

Jessup então começou a investigar outra causa possível: a chamada “maré vermelha”, uma floração anual de algas que dá à costa uma tonalidade marrom-avermelhada. A floração tinha sido extraordinariamente grande naquele ano, e Jessup já tinha visto caso de algas tóxicas antes.

No entanto, o organismo causador da maré vermelha, Akashiwo sanguinea, não tinha efeitos prejudiciais para a vida. Ainda assim, o movimento da floração ocorria junto com o horário e o local de encalhe das aves. Como as algas em si não eram tóxicas, não poderiam ser a causa direta da aflição dos animais. A única suspeita restante eram as pilhas enormes de espuma que apareciam na praia perto da maré vermelha.

Jessup finalmente entendeu o que prejudicava os pássaros. A espuma se formava ligando-se a uma proteína das algas da maré vermelha, e, quando as aves entravam em contato com ela, perdiam sua impermeabilização por conta das moléculas ficando presas em suas penas.

INFALÍVEL COMO OS VENTOS!

 

PREVISÃO DO TEMPO PARA FLORIPA (12 a 15 Nov)

O sol volta com tudo!

By Chuvalski, o Mané do tempo

Terça - Amanhece com algumas nuvens até as 10h, depois tem Soli o dia inteiro. Máxima de 27 graus e vento Noroeste forte.

Quarta - Sol o dia inteiro, máxima de 24 graus, vento Suli fraco.

Quinta - Sol o dia inteiro, máxima de 24 graus, vento de Suli cedinho virando pra nordeste depois das 11h.

Sexta - Sol entre nuvens, no final de tarde podem haver pancadas de chuva em alguns bairros. Vento Nordeste fraco e temperatura máxima de 25 graus.

Sábado a noite tem tribuzanas no céu, mais isso falo depois!

O céu fala e manezada entende.

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

BALEIAS DE NOVEMBRO

 
 Fotos Fernando Alexandre
Encerrando a temporada de 2013, uma baleia franca passeou na tarde de ontem, dia 10 de novembro, pelas águas do Pântano do Sul! Elas já estão voltando para as águas geladas da Península Valdéz!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

PREVISÃO DO TEMPO

 

PREVISÃO DO TEMPO PARA FLORIPA, TERÇA A SEXTA FEIRA (05 A 8/11)

By Chuvalski o Mané do tempo

Resto de semana com presença do Soli e poucas nuvens. Vento fraco rodando de Suli, Sudeste, Leste e depois Nordeste, isso na sexta. Não chove até quinta a noite, mas na sexta de madrugada cai uns respingos depois limpa. Temperatura em acensão, com máxima de 23 graus na terça e de 25 na sexta.
O céu fala e manezada entende.

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NAS ONDAS DA LUZ

Energia elétrica produzida no balanço das ondas!

NA GUARDA DO EMBAÚ


terça-feira, 5 de novembro de 2013

MAR DE MERDA!

Foto Hermínio Nunes / Agencia RBS

 Relatório da Fatma aponta 1/3 das praias de Santa Catarina contaminadas por esgostos domésticos

Número representa 1/3 do total de 199 praias do Estado monitoradas pela Fatma

por Bárbara Nunes
barbara.nunes@horasc.com

Está chegando a época do ano em que Santa Catarina é mais procurada pelos turistas. O Estado oferece diversidade em suas paisagens, com baías, enseadas, costões e ilhas, com exuberante beleza natural, perfeita para curtir as férias de verão. 

Mas, como está a qualidade das praias? Segundo a Fundação do Meio Ambiente (Fatma), das 199 praias monitoradas, 58 estão contaminadas por esgotos domésticos. Os números foram atualizados no primeiro dia de novembro e a partir desta terça-feira o monitoramento será semanal até março — de abril a outubro, o monitoramento era mensal.

Dos 65 pontos monitorados nas praias de Florianópolis, 19 estão impróprios. Os mais críticos são Lagoa da Conceição, Armação do Pântano do Sul, Fazenda da Armação, Beira-Mar Norte, Pontas das Canas, Santo Antônio de Lisboa, Cacupé, Itaguaçu, Balneário, Bom Abrigo, Jardim Atlântico, Matadouro, Ingleses, Praia da Saudade, Tapera e Palmeiras. 

O monitoramento da qualidade da água do mar é realizado por meio de análise, através da contagem da bactéria Escherichia coli (E.c.) presente nas fezes de animais de sangue quente, que podem colocar em risco a saúde dos turistas e da população local. 
Conforme a Fatma, praias maiores possuem dois ou mais pontos monitorados. Assim, se um deles for considerado impróprio não significa que toda a praia esteja inadequada. Segundo a Fatma, a responsabilidade pelo saneamento básico é da prefeitura e o trabalho de fiscalização é realizado em conjunto. 

Enquanto a Fundação fiscaliza grandes empreendimentos e caminhões limpa-fossa — sendo que 33 foram autuados por não possuírem licença ambiental, durante o ano — as prefeituras ficam com fiscalização das casas. 

A Fundação está distribuindo uma cartilha de coleta em escolas e eventos, salientando que o melhor camnho é a educação ambiental. Foi criada também a campanha Selo Verde da Fatma para estimular as grande empresas, que são reconhecidas por trabalhos em favor do meio ambiente. 

Entenda como funciona 
Própria: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras coletadas nas últimas 5 semanas anteriores, no mesmo local, houver no máximo 800 Escherichia coli por 100 mililitros. 

Imprópria: quando em mais de 20% de um conjunto de amostras coletadas nas últimas 5 semanas anteriores, no mesmo local, for superior que 800 Escherichia coli por 100 mililitros ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2000 Escherichia coli por 100 mililitros. 

Confira o número de praias impróprias por cidade: 
:: Arroio do Silva: 1 
:: Balneário Camboriú: 1 
:: Balneário Barra do Sul: 1 
:: Balneário Rincão: 2 
:: Barra Velha: 3 — tendo apenas o ponto da Av. Armando Petreli considerado próprio
:: Bombinhas: 2 
:: Florianópolis: 19 
:: Governador Celso Ramos: 3 
:: Itajaí: 2 
:: Itapema: 4 
:: Itapoá: 1 
:: Joinville: 1 (a única praia) 
:: Navegantes: 2 
:: Passo de Torres: 1 
:: Penha: 9 (das 11 praias da cidade) 
:: Piçarras: 1 
:: Porto Belo: 4 
:: São José: 1

(Do HORA DE SANTA CATARINA - www.clicrbs.com.br)


DE CABEÇA!


PEIXE-DARDO
Estes peixes pairam sobre o fundo, alimentando-se de plâncton e mergulham de cabeça em sua toca quando ameaçados. Encontrados geralmente sobre fundo de areia perto de rochas, ou algas calcárias. 
Ilha Deserta – Santa Catarina
Curta a página do Instituto INSTITUTO LARUS.
Foto Aruiivo
Salmão de cativeiro: um pesadelo ambiental… E nutricional!

Há mais de uma década os especialistas ambientais têm alertado sobre a insustentabilidade das fazendas de criação de peixes, mas nada tem sido feito, efetivamente, para melhorar isso.
As pessoas ainda não entenderam que somente o salmão rotulado como do Alaska não é de cativeiro. É incrível como o Alaska protege sua marca quando o assunto é frutos do mar. Tudo isso é obra de um excelente trabalho para garantir qualidade e sustentabilidade.
Então atenção! Se o salmão não for do Alaska, pode ter certeza que ele é de cativeiro.
E quais as consequências de consumir salmão de cativeiro? Vejamos:
A doutora Anne-Lise Birch Monser da University of Bergen, na Noruega, alerta sobre os altos níveis de contaminantes nas fazendas e criatórios de salmão. De acordo com a doutora, os contaminantes em questão se originam no salmão selvagem que estão sujeitos à poluição. Estes contaminantes, tóxicos ambientais, ligam-se às moléculas de gordura em peixes selvagens, e quando estes são moídos para uso em farinha de peixe, juntamente com o óleo do animal rico em gordura, estas moléculas podem entrar em seu corpo, onde se ligarão à suas células.
Isso certamente trará sérios problemas para a sua saúde, principalmente se você for mulher, pois é bem possível que esses problemas se transfiram para o seu futuro bebê. No momento do parto, o seu corpo transfere até 90% das toxinas acumuladas no seu corpo para a criança.
E mais, a toxina também é espelida através do leite materno. Por isso é fundamental evitar exposições tóxicas na infância e na idade adulta, para prevenir danos nas futuras gerações assim como na sua própria vida.
A doutora Monser não recomenda que mulheres grávidas, crianças ou jovens consumam salmão de cativeiro. Não se sabe o quanto de toxina está sendo consuminda e isso pode ter um efeito negativo no desenvolvimento cerebral, além de estar associado ao autismo, às síndromes de deficiência de atenção e redução de QI. Sabemos também que pode haver efeito negativo no seu sistema imunológico e metabolismo.
Redução do ômega 3 no salmão de cativeiro:

A concentração de ômega 3, segundo estudos, chega a ser 50% menor em salmão de cativeiro quando comparado com salmão selvagem.
Por outro lado, apresenta alta concentração de ômega 6 causada pelo uso de alimentação de ração, que é feita de milho, soja e grãos, elementos ricos desse ácido graxo.
Apesar de ser um salmão mais rico em gordura, o salmão de cativeiro contém menos ômega 3, que é a gordura saudável, e também menos proteína. Além disso, apresenta baixo nível nutricional, com concentrações elevadas de antibióticos, químicos agressivos e substâncias tóxicas (como PCB’s, dioxinas, toxaphene, dieldrin, sulfato de cobre e mercúrio). Ele é criado em confinamento fechado, consumindo uma alimentação artificial e está constantemente exposto a seus próprios degetos, o que significa exposição inevitável a químicos lesivos. Esses compostos se acumulam nos tecidos dos salmões e são transferidos para os humanos.
Pessoas que consomem salmão confinado apresentam maior risco de lesão de retina, câncer, resistência a antibiótico e comprometimento do sistema reprodutivo e outros órgãos.
Para sua segurança procure consumir peixe selvagem. Tenha em mente que as doenças em animais estão entre as principais fontes de epidemias em seres humanos. Portanto, a saúde dos animais é realmente fundamental.
Fazendas de confinamento aquático são terrenos férteis para a doença e resíduos tóxicos e produzem alimento animal de qualidade inferior.
No presente, o ganho da indústria está sendo produzido sobre a saúde das pessoas e dos futuros bebês; e comida barata está sendo produzida à custa do ambiente e potencialmente da vida dos nossos descendentes.

(Do blog http://www.drrondo.com/salmao-cativeiro-ambiental-nutricional/)

sábado, 2 de novembro de 2013

RESGATE NO SUL DA ILHA

Foto Arcanjo Corpo de Bombeiros / Divulgação
 "O comandante lutou até o fim, não sei como não morreu", diz pescador que resgatou sobreviventes do naufrágio

Anedir Horácio Batista, 60 anos, o Denir, estava próximo do iate que afundou, se preparando para pescar anchovas

por Sâmia Frantz
samia.frantz@diario.com.br

Da janela de casa, o pescador Anedir Horácio Batista, 60 anos, o Denir, via um mar bravo e o vento soprando com força lá pelos altos da Praia da Pinheira, em Palhoça. Mas precisava encará-los: fazia duas noites que ele e os companheiros não saíam para pescar anchovas, e, portanto, não havia muita escolha.

Então, prepararam tudo. Como as correntezas estavam fortes e o mau tempo se anunciava, decidiram sair um pouco mais cedo que o habitual. Sem pressa, ele e os dois amigos embarcaram no Lena Quarta e partiram, observando o mar. Nas proximidades das Ilhas Moleque do Sul e Três Irmãs, pararam a embarcação. Era ali que sempre se posicionavam.

Foi quando perceberam um iate a 1,8 mil metros de distância. Estava sempre à deriva, o que os deixou desconfiados: se continuasse assim, poderia vir a prejudicar a pescaria e acabar passando por cima da rede. Resolveram aguardar e ver o que acontecia antes de jogá-la ao mar.

Mas nem o iate parou, nem a rede foi jogada. O que eles viram, de longe, foram os homens de pé na embarcação, voltados para eles, abanando, pedindo socorro. Denir puxou o Lena Quarta com força e partiu em direção a eles. Não conseguia localizá-los pelo rádio, por isso não conseguia entender sobre o que se tratava. 

Conforme se aproximava, ele foi avistando: o iate tomado pela água e estava prestes a afundar. Onze homens, já de colete salva-vidas e com suas bolsas a tiracolo, gritavam por ajuda. O 12º, sem camisa e apenas de calção, estava dentro da cabine tentando reverter a situação. Era o comandante.

Não deu tempo para mais nada. Denir jogou um cabo para o iate e usou um bote inflável para servir como ponte: os homens começavam, então, a ser resgatados. Em menos de 20 minutos, o iate afundou completamente. E com ela, o comandante.

A força da água, porém, o trouxe de volta, boiando. Ele foi resgatado com tremores e sintomas de hipotermia, mas, já na embarcação, foi agasalhado com uma lona e recusou o café.

- O comandante lutou até o fim, não sei como não morreu.

Um hora e dez minutos depois, o Lena Quarta chegava à orla da Pinheira. Lá dentro, o clima já não era tão tenso: os tripulantes conversavam e riam a bordo e o frio e o susto já haviam até passado. O comandante recusou a ajuda do Samu e seguiu para os familiares, que já o aguardavam na praia.

- Em quase 60 anos de pesca, foi a primeira vez que vi uma embarcação afundar. Fiquei assustado com a rapidez. É tudo muito rápido - admitiu Denir, surpreso.

Feliz com o salvamento e com a boa ação, ele desistiu de voltar ao mar naquela noite.

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

sexta-feira, 1 de novembro de 2013



PREVISÃO DO TEMPO PARA FLORIPA NO FDS ( 1º,2 e 3/11)

Tribuzanas com raios e trovões voltam no domingo a noite.

By Chuvalski o Mané do tempo


Sexta - Sol com muitas nuvens o dia todo. Durante o amanhecer e a noite podem cair chuva do tipo "chove mas não molha". Vento Nordestão "Papo Amarelo" berrando o dia inteiro, com temperaturas subindo podendo chegar a 28 graus.

Sábadão - Sol com muitas nuvens o dia todo, durante o amanhecer e a noite podem cair chuva do tipo "chove mas não molha". Vento Nordestão" refrescando e temperatura máxima de 28 graus. 

Domingo - Amanhece com Sol e nuvens e vento Nordestão. A temperatura máxima de 29 graus. La pelas 16h começa mudar tudo, o vento vira para Noroeste depois pra Suli muito forte tipo "Boi Velho". O tempo fecha e despenca a tribuzanas com raios e chuva moderada. Esta chuva pode pode ser de diferente intensidade em cada bairro. Após este forrobodó todo, a temperatura fica agradável e o tempo vai limpando na madrugada de segunda.

Notas: 

1 - Como vai fazer certo calor e tempo será propício a uma praianha, procure praais protegidas do vento Nordeste para tremer de frio ao sair da água, como: Santinho, Moçambique, Mole, Joaquina, Morro das Pedras e Pantosu.

2 - Deve chover durante o Clássico na Ressacada, leve capa de casa para não cair na mão dos atravessadores.

O céu fala e manezada entende.

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LIMPA-SE PEIXES!

Foto Alcides Dutra
 Encontramos este lindo paruzinho esperando algum peixe para oferecer seus serviços de limpador. Ele remove parasitas e pele morta grátis, mas é uma "promoção por tempo limitado", pois logo vai crescer e deixar esta função para sempre. Ilha das Galés - SC

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Regularização de trapiches é lenta em Florianópolis

A dois meses do fim do prazo, Floram não recebeu nenhuma solicitação no ano

imgKeli Magri

FLORIANÓPOLIS
A Floram (Fundação Municipal de Meio Ambiente de Florianópolis) é um dos órgãos responsáveis pela autorização de obras no espelho d´água de Florianópolis, estabelecida pela portaria 404/2012 da SPU (Superintendência do Patrimônio da União). A lei prevê multa e demolição das estruturas que não se adequarem até 31 de dezembro, conforme noticiado na terça-feira pelo jornalNotícias do Dia. Entretanto, a dois meses do fim do prazo de adequação, o órgão ainda não recebeu nenhuma solicitação de proprietários durante todo o ano.

Marco Santiago/ND
Poucas marinas estão regulares na Capital, entre elas, aparece o Veleiros da Ilha
Compete à Floram liberar ou não a construção de estruturas de menor impacto, como os trapiches, ou seja, as obras com mais problemas hoje na Capital. As estruturas maiores necessitam de licenciamento ambiental da Fatma (Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina). Segundo o diretor de licenciamento ambiental da Floram, Francisco Antônio da Silva Filho, em 2012, foram apenas quatro pedidos feitos à Floram. “A maioria está irregular e não tem os documentos necessários, porém não estamos sendo procurados”, afirmou Francisco ao ressaltar dois itens principais cobrados pela Fundação. “O trapiche precisa ser de uso público e ter acesso por terra”, explicou. Também é função do órgão observar se toda a documentação exigida pela SPU foi providenciada.
O trabalho da Floram no processo de regularização pode levar até 45 dias. Para Francisco, o tempo, a pouca procura e a quantidade de documentos são agravantes que reforçam a necessidade de mais prazo.  “Se todos buscarem a regularização agora, não há tempo para atender a demanda”, destacou. O diretor também defende a portaria por estabelecer critérios para a ocupação da orla. “Os trapiches são estruturas simples, que não causam agressão ao meio ambiente e a maioria está irregular por ser antiga. Porém, quando falamos em grandes estruturas, percebemos mais facilmente a importância ambiental da regularização”.
Órgãos fiscalizadores confirmam pouca procura
A Fatma (Fundação do Meio Ambiente) não tem um levantamento sobre a procura pela regularização. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, na Lagoa da Conceição, por exemplo, nove estruturas existentes foram notificadas este ano. Destas, apenas uma não se regularizou e foi embargada.   
O empreendedor formaliza a solicitação do licenciamento por meio de um documento que enquadra a estrutura náutica conforme o código da atividade. A resolução indica também o estudo ambiental pertinente. A Fatma analisa a documentação, faz vistorias na área e avalia a possibilidade de concessão da licença ambiental. “A regularização das estruturas é muito importante no sentido de permitir o uso adequado, segurança na navegação e aos usuários”, destacou a oceanóloga da Fatma, Bianca Martins Parizotto.
A Capitania dos Portos, que representa a Marinha do Brasil em Santa Catarina, também tem participação na regularização das estruturas. O órgão emite parecer das obras relacionadas à segurança e ao ordenamento do tráfego aquaviário. Segundo o capitão dos Portos de Santa Catarina, Hilbert Strauhs, a procura pelo parecer também não está grande neste ano. “Os processos que nos chegam para análise, apesar de poucos ainda, são avaliados de forma célere para que seja cumprido o prazo estabelecido”, afirmou Strauhs ao defender a portaria. “Ela é muito importante porque criou um mecanismo facilitador para a regularização de obras às margens, sob e sobre a água.”
“Proprietário deveria ser notificado”, diz consultor
Para o consultor em desenvolvimento náutico, Ernesto São Thiago, duas ações seriam necessárias para regularizar todas as estruturas em espelho d´água da Capital: a flexibilização por parte da SPU para receber a documentação mesmo incompleta e a notificação sem multa antes do fim do prazo. “O ideal seria notificar o proprietário e dar prazo para a regularização. Isso deixaria todos cientes e os obrigaria correr atrás dos documentos”, sugeriu Ernesto ao concordar que não há tempo para regularizar as estruturas até o fim do ano. “Os órgãos não têm capacidade para dar conta da demanda nem em dez anos”, alertou.
Ernesto também defende uma portaria mais humanizada, com exigências diferentes entre as estruturas menores e as de maior impacto. Na quarta-feira, o deputado estadual Edison Andrino (PMDB), protocolou requerimento na Assembleia Legislativa solicitando mais prazo para a vigência da portaria. O documento foi encaminhado à ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior.

(Do ND - www.ndonline.com.br)