sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Transporte marítimo

Foto Divulgação
MPF quer que Ibama assuma o licenciamento ambiental
Nenhuma autorização deve ser liberada até o Estudo de Impacto Ambiental dos gestores das áreas de preservação

O MPF (Ministério Público Federal) enviou recomendação ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) para que o órgão assuma o licenciamento ambiental do sistema de transporte marítimo da Grande Florianópolis. O documento tem origem em inquérito civil público instaurado para apurar a informação de que os municípios envolvidos no projeto fariam o licenciamento ambiental sem a consulta prévia e aprovação dos gestores das unidades de preservação – ICMBio (Instituto Chico Mendes), Floram (Fundação do Meio Ambiente de Florianópolis) e UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

O Procurador da República Eduardo Barragan Serôa da Motta, autor da documentação enviada ao Ibama, ainda recomenda que até a conclusão da análise do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) não devem ser expedidas licenças ou autorizações em favor do sistema de transporte marítimo que envolve as cidades de Palhoça, São José, Biguaçu, Florianópolis e Governador Celso Ramos. Sem o EIA, os empreendedores não devem iniciar obra ou atividade pertinentes ao projeto.

O MPF requisitou ao ICMBio, à UFSC e à Floram que iniciem análise e elaborem informação técnica conclusiva sobre o impacto do empreendimento nas unidades de conservação sob sua gestão. São elas: Estação Ecológica de Carijós, Área de Proteção Ambiental do Anhatomirim, Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, Reserva Extrativista Marinha do Pirajubaé, Área de Proteção Ambiental Baleia Franca e Parque Municipal do Manguezal do Itacorubi.

Independentemente de concordar que o Ibama assuma o licenciamento do projeto, o Ministério Público Federal recomendou à Fatma (Fundação do Meio Ambiente) que determine a todos os envolvidos o início da elaboração do EIA em conformidade com a legislação nacional, consultando os gestores das unidades de conservação.
(Do Notícias do Dia - www.ndonline.com.br)

O AZUL DA BRANCA LUA

Fhoto National Geographiq
A última oportunidade de ver o fenômeno da Lua Azul até 31 de julho de 2015 será hoje, sexta-feira (31). Apesar do nome, o termo não se refere à cor, mas à raridade do evento, a segunda Lua cheia em um mesmo mês. Em agosto ela já apareceu no dia 1º. A expressão em inglês “once in a Blue Moon” significa exatamente isso: raro. As Luas cheias são separadas por 29 dias, e como a maioria dos meses tem 30 ou 31 dias, é possível que essas duas fases do satélite se encontrem no mesmo mês. Isso acontece a cada dois anos e meio, em média. A última vez que uma Lua Azul apareceu foi em 31 de dezembro de 2009. Mas a data não influencia na cor da Lua. Houve um tempo em que ela realmente ficou azul, em todas as suas fases. Segundo a Nasa, a agência espacial americana, em 1883, o vulcão indonésio Krakatoa entrou em erupção e encheu o céu de cinzas. As nuvens expelidas tinham partículas de aproximadamente 1 micron (a milionésima parte de um metro) de largura, que dissipavam luz vermelha e deixavam as outras passar. Os raios de luz branca da Lua se tornavam azuis ou até verdes depois de emergir pelas nuvens de cinza, e a Lua de cor azul permaneceu assim por anos depois da atividade vulcânica. Isso também aconteceu em 1980, após a erupção do americano Monte Santa Helena; em 1983, com o mexicano El Chichon; e em 1991 com o filipino Monte Pinatubo. (Copiado de algum lugar)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

BALEIAS DE AGOSTO

Fotos Person Coutinho
As baleias francas "adotadas" pelo Sul da ilha continuam entre o Morro das Pedras e a Ilha do Campeche, dividindo as ondas e os suspiros com os surfistas e a platéia sempre presente. E nosso "correspondente itinerante" Person Coutinho estava lá. As fotos são de ontem, segunda-feira.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

SURFANDO COM AS BALEIAS

Fotos Person Coutinho
Neste final de semana que invernou, as baleias "residentes" do Morro das Pedras tiveram que dividir o mar e as atenções da platéia sempre fiel com os surfistas. Juntos, receberam aplausos e foram fotografados subindo e descendo ondas no "Caldeirão". As imagens são de nosso "correspondente itinerante" Person Coutinho.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

MORTES NO MAR



Foto Rafaela Martins / Agencia RBS
Animais mortos em praias de Itajaí e região são vítimas de afogamento
Segundo especialistas, golfinhos e tartarugas ficaram enroscados em redes de pesca


Por Dagmara Spautz
A análise feita nos mais de 30 animais que chegaram às praias da região nos últimos cinco dias, entre tartarugas e golfinhos, mostrou que a maioria deles era saudável e morreu por afogamento. A constatação comprova a principal hipótese levantada pelos especialistas, de que os animais tenham sido vítimas das redes de pesca. Enroscados nos equipamentos, eles não conseguem subir à superfície para respirar.
_ Não há outra coisa que leve um animal saudável ao afogamento, a não ser a rede _ diz a bióloga Bibiana Lessa, do Museu Oceanográfico da Univali.

Ontem, pesquisadores do Projeto Tamar percorreram praias entre Barra Velha e Navegantes e encontraram mais cinco animais mortos _ quatro tartarugas e uma toninha na Praia Vermelha, em Penha, e um golfinho na Praia de Itajuba, em Barra Velha.
Outra tartaruga, da espécie cabeçuda, foi localizada por moradores no Saco da Fazenda, em Itajaí, e levada à sede do projeto. A exemplo dos animais que já haviam sido localizados nos últimos cinco dias, estes também eram saudáveis e possuíam indícios de interação com a pesca.

A expectativa dos pesquisadores, agora, é descobrir que tipo de captura de peixes tem vitimado as tartarugas e golfinhos. Os especialistas estudam a possibilidade de relação com a pesca da anchova, que teve a safra iniciada este mês. Os levantamentos devem se concentrar na frota pesqueira de Florianópolis, que trabalha com a pesca artesanal.

_ Ainda é cedo para afirmarmos que esta é a causa das mortes. Se for, a situação pode durar por algum tempo _ diz Gustavo Stahelin, coordenador técnico do Tamar em Santa Catarina.

O que intriga os pesquisadores é que, entre as tartarugas, as espécies capturadas têm hábitos muito diferentes. Técnico ambiental do Tamar em Itajaí, Luís Maçaneiro explica que enquanto as tartarugas verdes costumam ficar mais próximas da costa, o que faria delas vítimas mais fáceis para a pesca costeira, as tartarugas cabeçudas vivem em águas mais profundas _ local de atuação da pesca industrial.

Os animais encontrados têm sido enterrados ou resgatados. Segundo os especialistas, é possível que o volume de tartarugas e golfinhos mortos possa ser ainda maior, já que parte dos animais pode estar sendo recolhida pelas empresas que cuidam da limpeza das praias na região.

(Do O SOL DIÁRIO - www.soldiario.clicrbs.com.br)


CINEMA E FUTEBOL NO RANCHO DE CANOA

Foto Andrea Ramos
 NESTE SÁBADO, NO CAMPECHE
O Cineclube Dona Chica preparou uma sessão com o tema predileto da maioria dos brasileiros: o futebol. Seja ele com times da segunda ou terceira divisão todos sempre tem uma torcida de plantão. Uma mistura fina de documentários que retratam situações muitas vezes nervosas onde o time se vê entre a cruz e a espada. Uma programação para a família toda. Se você ainda não conhece o Dona Chica este é o momento ideal para trazer a família. Você é nosso convidado a prestigiar esta deliciosa sessão que como é de costume será regada com um descontraído bate papo, aquela pipoca de cinema e um delicioso café de pescador.
 
PROGRAMAÇÃO

Unido Vencerás, DIREÇÃO de Pedro Asbeg (dOC/ 2002/ RJ/ 10’)
SINOPSE: O que há de mais valioso para um clube de futebol? Seus títulos, sua tradição, seus craques? 90 minutos são suficientes para percebermos que, para o América Futebol Clube, sua maior riqueza são os seus torcedores, apaixonados e fiéis.

Dogão Calabresa, dIREÇÃO DE pEDRO aSBEG ( doc/ 2003/rJ/16’)

SINOPSE: Morumbi, dezembro de 2002, final do Campeonato Brasileiro de Futebol. Enquanto Corinthians e Santos se enfrentam em campo, do lado de fora do estádio, algumas pessoas experimentam um jogo diferente.

Memórias de um guerrilheiro, DIREÇÃO DE FELIPE NEPOMUCENO (dOC/2005/RJ/10’)

SINOPSE: Documentário produzido a partir das memórias de Adhemar Bianchini, ex-jogador de futebol, que jogou ao lado de Mané Garrincha e Pelé.

MAURO SHAMPOO, DIREÇÃO LEONARDO CUNHA LIMA & PAULO HENRIQUE FONTENELLE (DOC/2005/RJ/20’)

SINOPSE: A inacreditável odisséia do pior time do mundo e de seu maior craque: um cabeleireiro. Um homem que tem um coração de ouro, uma tesoura de aço e uma perna de pau: Mauro Shampoo. Além de cabelereiro e ex-jogador de futebol, ficou famoso por jogar no Ibis Sport Club conhecido como o Pior Time de Futebol do Mundo.

O TÚNEL AZUL, DIREÇÃO MAYCON MELO E MATIAS GODIO (dOC/ 2009/SC/21’)

SINOPSE: 2008 foi o ano de acesso do clube catarinense Avaí FC a primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol. Após 29 anos, torcedores, jogadores e dirigentes do clube vivenciaram e comemoraram a conquista para a participação na elite do futebol nacional. O Túnel Azul mostra parte da atmosfera que envolve a dimensão pública e ao mesmo tempo particular dos atores envolvidos nesse evento.

Campeche - Cineclube Dona Chica Sessão Futebol >> Sábado, 25 de agosto, 19h – ENTRADA FRANCA
Uma promoção da
Associação dos Pescadores Artesanais do Campeche

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

MAR DE BALEIAS

Foto Bill Bouton/AP
Baleia jubarte põe a boca para fora da água para se alimentar em meio a barcos e caiaques em San Luis Obispo, na Califórnia. Uma mulher praticando stand up paddle fotografa a cena.

MORTE NO MAR


 Foto Marcos Porto / Agencia RBS

Dagmara Spautz

Quatro tartarugas e um golfinho foram encontrados mortos nesta terça-feira, em praias de Itajaí, Bombinhas e Itapema. Nos últimos quatro dias, perto de 30 espécimes chegaram já sem vida à região - uma média de sete por dia. A situação deixa em alerta os pesquisadores, que acreditam na relação entre as mortes e a pesca de emalhe, modalidade especializada na captura peixes com o uso de redes.
Para os especialistas, há urgência na definição de medidas que garantam a preservação das espécies.
- São animais protegidos por lei, e a morte deles é um crime. Existe descaso porque o ambiente marinho é estranho ao nosso, mas se estivéssemos falando em onças, em veados campeiros, a preocupação seria outra - diz Jules Soto, doutor em Zoologia e diretor do Museu Oceanográfico da Univali.

As mortes coincidem com a volta ao trabalho de parte das embarcações industriais especializadas em emalhe de fundo. A maioria dos barcos está parada há cerca de um mês, devido a divergências legais no tamanho permitido para as redes, mas parte da frota retomou as atividades esta semana.

Além das embarcações industriais, há ainda pesca de emalhe artesanal, que atinge regiões costeiras - e pode impactar a fauna marinha. As tartarugas, das espécies verde e cabeçuda, são maioria entre as vítimas. Gustavo David Stahelin, biólogo e coordenador técnico do Projeto Tamar em Santa Catarina, afirma que a pesca de emalhe é reconhecida como a principal causa da morte de tartarugas, seguida pelo lixo que elas engolem.

A diferença é que, enquanto as mortes causadas por lixo ocorrem durante o ano todo, as que são ocasionadas pelas redes de emalhe se concentram em épocas e regiões específicas, e atingem um maior número de animais ao mesmo tempo.
- São muitas evidências para deixarmos de lado - diz o biólogo.

Usada na pesca de animais como corvinas e tubarões, a pesca de emalhe é considerada predatória por não ser seletiva - a rede pode capturar espécies que não são comercializadas. Por isso, foi proibida em muitos países.

Desde terça-feira, pesquisadores do Projeto Tamar circulam pelas áreas pesqueiras de Itajaí e região para identificar quantas embarcações de emalhe estão em atividade, e como a pesca tem sido conduzida. A intenção é identificar se há algum processo que possa estar facilitando a morte dos animais.
Enquanto isto, especialistas do Museu Oceanográfico trabalham na catalogação e determinação da causa da morte de cada um dos espécimes recolhidos. Os levantamentos apontaram que o golfinho, encontrado terça-feira, era um filhote. Marcas no corpo do animal mostram que houve tentativa de outro golfinho em soltá-lo da rede - provavelmente a mãe, segundo os especialistas.
Além das tartarugas e do golfinho, quatro pinguins também apareceram mortos na região nos últimos quatro dias.

Pesca industrial e artesanal discordam sobre causa das mortes

Assessor técnico do Sindicato dos Armadores e da Indústria da Pesca de Itajaí (Sindipi), Roberto Wahrlich não acredita que a causa da morte dos animais marinhos na região esteja relacionada à pesca industrial - até porque, segundo ele, a maioria das embarcações ainda não voltou às atividades.
Para Wahrlich, a responsabilidade pode estar ligada à pesca artesanal, que atua em áreas próximas à costa:
- No ano passado, quando houve mortandade de animais, identificou-se que a causa foi a pesca na área costeira, que é artesanal. Pode estar ocorrendo algo semelhante.

Ivo da Silva, presidente da Federação dos Pescadores de Santa Catarina (Fepesc), que representa a pesca artesanal, garante que as mortes não podem ser creditadas à atuação dos pescadores costeiros:
- A pesca artesanal existe há muito tempo, e nunca houve essa mortalidade toda.
Enquanto a verdadeira culpada pela morte dos animais não aparece, o que falta, segundo Wahrlich, do Sindipi, são pesquisas que indiquem onde estão os animais, e em que época do ano aparecem por aqui, além do impacto da pesca sobre as populações de tartarugas e golfinhos.
- Não há interesse da pesca em capturar esses animais. Se isto puder ser evitado, melhor.

Pesquisa pode diminuir captura acidental

Conhecer a fundo o modo como está sendo feita a pesca de emalhe, e de que forma tem impactado a vida marinha, pode ajudar a salvar a vida de animais como golfinhos e tartarugas através da mudança de técnicas e métodos. As alterações, porém, esbarram no fato de muitas famílias sobreviverem da pesca de emalhe - seja na forma industrial, ou artesanal.
- Não é algo que se pode mudar da noite para o dia - reconhece Gustavo David Stahelin, coordenador técnico do Projeto Tamar em Santa Catarina.
O Tamar coordena desde 2009 em Ubatuba (SP) testes de pesca noturna de emalhe com e sem iluminadores, para avaliar o impacto sobre a captura acidental de tartarugas. Os dados coletados pelo projeto ainda estão sendo analisados, mas um teste parecido, feito no México, mostrou que redes com iluminadores reduziram em 40% a captura de tartarugas e não alteraram significativamente a pesca de espécies-alvo.

Em Itajaí, o Projeto Tamar trabalha no convencimento dos pescadores a trocar o anzol da pesca de espinhel por um modelo mais arredondado, que diminui a captura e morte das tartarugas nesta modalidade específica.

(O SOL DIÁRIO - www.soldiario.clicrbs.com.br)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

DESPENCANDO NA MORRA

Foto Divulgação
Carlos Burle vence etapa no Peru
Carlos Burle venceu nesta terça feira, 14 de agosto, a primeira etapa do circuito mundial de ondas grandes na remada, o BWWT, disputada na onda de Pico Alto, no Peru, informou sua assessoria de imprensa. Em uma final com ondas de até 20 pés (cerca de 6 metros e meio), o brasileiro de 44 anos pegou duas boas ondas na final, o que deu condições a ele para obter performance sólida e conquistar o título do evento. A final contava com outros cinco competidores: os experientes americanos Greg Long e Ken Collins, respectivamente segundo e terceiro colocados, o peruano José Gómez, o chileno Ramón Navarro e o australiano Jeff Rowley.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Carteira de Pesca



Liomar Flores, da Armação da Piedade, aprova atualização dos pescadores
Pescadores de Santa Catarina conhecem novas
regras para confeccionar e atualizar carteiras

Encontro aconteceu nesta segunda-feira

Saraga Schiestl
Florianópolis


Pescadores de todo o Estado receberam uma boa notícia na segunda-feira. Representantes das 36 colônias de pescadores de Santa Catarina estiveram em Florianópolis para um treinamento sobre a nova maneira de confeccionar e atualizar as carteiras de pescador. Também foram debatidas novas formas de requerer a aposentadoria. Os trabalhos foram coordenados pela superintendência Federal do Ministério da Pesca e a Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca.

Desde segunda, quando foi assinado o acordo de cooperação técnica entre a Confederação Nacional, Ministério da Pesca e Colônias de Pescadoes, está valendo a Instrução Normativa número seis, referente à Lei 11.959 de 2009, que rege a profissão de pescador. Esta obriga as colônias de pescadores a receber a documentação e produzir a carteira em sua integralidade. Esse sistema está sendo aplicado para que até o dia 1º de janeiro do próximo ano todos os profissionais recebam a carteira magnética, dando fim ao documento em papel.

A grande vantagem para o pescador, sinalizou o coordenador federal o ministério da pesca e aquicultura, em Santa Catarina, Paulo Henrique Ferreira, está na possibilidade de o profissional sair da ilegalidade. “Está mais fácil encaminhar os documentos”, disse, reforçando que a partir de agora todo o recolhimento sindical – que hoje é de aproximadamente R$ 30 milhões ao ano – será revertido de forma mais consistente aos próprios pescadores, melhorando as condições nas próprias colônias. “Teremos uma organização melhor de todo o sistema”, comentou o presidente da federação dos pescadores, Ivo Silva.

Pescadores comemoram
A participação dos pescadores vindos de todo o Estado demonstrou o interesse das colônias de pescadores em aprender a nova normativa. Representante da Colônia Z-10, da Armação da Piedade, em Florianópolis, Liomar Flores, 60, está animado com a novidade. Ele que sempre está com a carteira em mãos, aprova que os pescadores estejam atualizados. “A nova forma de produzir a carteirinha também deixará nossa profissão mais segura, tem muita gente que consegue o documento sem nunca ter pescado”, reforçou.
A renovação do documento também será de responsabilidade da Colônia, que fará a atualização uma vez por ano. Se o pescador não apresentar os documentos obrigatórios (definidos pela normativa), a carteira ficará suspensa por até seis meses e, caso seja cancelada, só poderá ser refeita em um prazo de dois anos.
Ter a carteira profissional de pescador é uma segurança para o profissional. Uma das garantias é a facilidade na obtenção do seguro defeso. Caso uma colônia de pescadores não realize a destinação dos documentos o Ministério da Pesca aplicará uma multa de R$ 1000 por pescador prejudicado.

Documentos necessários para ter a carteira de pescador artesanal

- Formulário de requerimento (retirado nas colônias)
- cópia do documento de identidade com foto
- comprovante de residência
- cópia do CPF
- cópia do PIS/PASEP/NIT
- declaração de outros vínculos empregatício
s.

(Do ND - www.ndonline.com.br)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

BALEIAS FICANTES

Fotos Person Coutinho
A baleia franca e seu filhote gostaram do Morro das Pedras: continuam lá se exibindo para uma plateia sempre renovada. A avistagem e as fotos são de nosso correspondente itinerante Person Coutinho, e foram feitas ontem, dia 13 de agosto.

sábado, 11 de agosto de 2012

A VER BALEIAS

Fotos Fernando Alexandre
Uma baleia franca com seu filhote passou toda a tarde de ontem, sexta-feira 10, se divertindo e divertindo dezenas de pessoas que torciam e fotografavam no Morro das Pedras, Sul da Ilha de Santa Catarina. Os dois animais já estão se tornando "da casa", pois estão há mais de 10 dias na região.
Ontem elas estavam a menos de 15 metros do costão.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Pesca Artesanal

Foto Fernando Alexandre

Novas regras para a subvenção do óleo diesel

O ministéro da Pesca e Aquicultura editou ontem, quinta-feira (09), a Instrução Normativa, que altera os procedimentos administrativos para a concessão da Subvenção Econômica ao preço do Óleo Diesel para Embarcações Pesqueiras Artesanais.
A partir da alteração, para obter o benefício, as embarcações pesqueiras de até 20 AB (Arqueação Bruta) terão que apresentar o pedido de ressarcimento da subvenção econômica ao preço do óleo diesel ao Ministério da Pesca, acompanhado da planilha de cálculo feita pela Petrobras, da Requisição de Óleo Diesel Eletrônica (RODEs) e das notas fiscais com a assinatura do pescador beneficiário em todas as vias.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ILUSTRE VISITANTE!

Saiba tudo sobre a visita dessa ilustre celebridade no www.cangablog.com

Acidente no mar

Foto Divulgação/Dan Prietto/CMA-ICMBio
Baleia-franca é encontrada ferida
na Praia de Mariscal, em Bombinhas

As lesões provavelmente foram provocadas por hélice de embarcação

Na manhã de quarta-feira (8), moradores da praia de Mariscal, em Bombinhas, encontraram uma baleia-franca com ferimentos. O Projeto Baleia Franca (PBF) foi avisado e pesquisadores estiveram no local para avaliar a situação do animal.

“As lesões provavelmente foram provocadas por hélice de embarcação. São bastante profundas, mas aparentam estar em processo de cicatrização”, revela Karina Groch, Diretora de Pesquisa do PBF.

A equipe voltará à praia para analisar o caso. De acordo com moradores, a baleia, acompanhada pelo filhote, está na enseada de Mariscal desde sábado. O comportamento da dupla é normal, apresentando deslocamento lento, próximo à arrebentação.

(Do ND - www.ndonline.com.br)

NO MORRO DAS PEDRAS

Foto Guto Kuerten/Agência RBS
Uma baleia foi vista na manhã desta quinta-feira na Praia do Morro das Pedras, em Florianópolis. De acordo com a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch, há cerca de uma semana uma baleia com o filhote circula pelo Sul da Ilha. No mapa do Instituto Baleia Franca, que monitora animais marinhos, é possível ver a área onde as baleias já apareceram nesta temporada no Litoral catarinense.

(Mergulhe fundo e veja mais no www.clicrbs.com.br)

MARICULTURA

Foto Marcos Porto / Agencia RBS


Empresa de Porto Belo investe no cultivo de vieiras
Projeção é oferecer 10 mil moluscos por mês para atender ao mercado

 Em meio à imensidão do mar, uma porção de terra se levanta em forma de ilha. Próximo da praia ou já navegando pelas águas, barcos e lanchas enchem a baía, transformando a paisagem em uma mistura do moderno e do rústico.
O molusco, que se assemelha fisicamente à ostra, já é conhecido da alta gastronomia, considerado uma iguaria fina e sofisticada na culinária de diversos países. Criar o animal de forma adequada, porém, é tarefa tão complexa que o cultivo existente em Porto Belo é um dos únicos do Brasil.
 
Para cultivar as vieiras é preciso controle da salinidade e temperatura, profundidade e ph da água adequados: tudo o que se encontra nas proximidades da Ilha de Porto Belo.
A ideia surgiu da cabeça de Sidnei Torres Pedroso e Alexandre Alves Neetzow, dois gaúchos que se apaixonaram pelas praias de Santa Catarina. Os amigos se juntaram a uma terceira sócia, a colombiana Olga Forero Barrion, e o projeto Vieiras de Porto Belo começou em 2010.

Nos dois primeiros anos de trabalho, toda a dedicação foi para aperfeiçoar as técnicas do cultivo, justamente pelas difíceis condições da produção.
- Com esse período de aprimoramentos, oferecemos a partir de agora um produto perene ao mercado - diz Alexandre.
A produção mensal de vieiras prevista para o primeiro ano de operações chega a 10 mil moluscos, e todos têm como destino a comercialização. A criação é feita todos os meses e começa com a pré-semente da vieira, de 1mm, adquirida do Laboratório de Moluscos Marinhos da UFSC.

Os animais chegam em bolsas de água, que são colocadas no mar por 30 a 40 dias. Nesse período, as vieiras alcançam 1cm de diâmetro, e aí são transferidas para caixas, onde também permanecem de 30 a 40 dias, crescendo para 2 ou 3cm.
A partir desta etapa, os animais entram nas chamadas lanternas - uma espécie de cilindro feito com malhas de larguras variáveis que fica na água, preso ao longo de linhas estaqueadas no fundo do mar e suspenso por boias marítimas - onde aumentam de tamanho até atingir no máximo 9,5cm. Tudo no meio do mar, onde só se chega com pequenos barcos.

Objeto de estudo
No manejo trabalham diariamente quatro pessoas; Sidnei, dois engenheiros aquicultores e um técnico em aquicultura. Todo o trabalho é também catalogado, registrado e acompanhado pela universidade federal, que uma vez por semana vai a Porto Belo fazer estudos e trabalhos de campo com alunos de graduação, pós e mestrado.
Do início do cultivo até chegar ao ponto mínimo de comercialização na Vieiras de Porto Belo (7 a 8cm), demora um ano, e para atingir o tamanho máximo (9 a 9,5cm) são mais seis meses. Além de todo o trabalho manual, o investimento também é grande. Desde 2010 já foram aplicados cerca de R$ 400 mil no projeto e o custo mensal do cultivo gira em torno de R$ 25 mil.
 
Impulso para o turismo gastronômico

Em uma área repleta de atrativos turísticos como o Litoral Norte, a gastronomia também ganha destaque e cada vez mais é procurada por visitantes de todo o mundo.
O Costa Esmeralda Convention & Visitors Bureau, que abrange os municípios de Bombinhas, Itapema e Porto Belo, acredita que o Vieiras de Porto Belo vai alavancar ainda mais o turismo local. A empresa de cultivo já está atendendo, mas o lançamento para o grande público ocorre em um workshop na 5ª edição da Semana Internacional de Gastronomia da Costa Esmeralda, que ocorre de 22 a 29 de setembro.
- Para nós é muito interessante que um produto dessa qualidade esteja em Porto Belo. É uma iguaria conhecida no mundo, servida nos melhores restaurantes do Brasil, que estamos mostrando que existe aqui, fresca, pronta para servir e atender o mercado - diz o presidente do Costa Esmeralda Convention, Sylvio Gums.
A ideia no futuro é transformar as Vieiras de Porto Belo em uma marca referência para a cidade, beneficiando o setor turístico e os restaurantes da região.

Público alvo

No mercado gastronômico, a Vieiras de Porto Belo oferece dois tamanhos de produtos: o standard, que tem entre 7 e 8cm, e o premium, com 8,5 a 9,5cm. O cliente alvo é o chef e também os eventos de harmonização.

- Nosso produto é de alta gastronomia, é caro. Aqui em Santa Catarina temos excelentes vinícolas. Um dos objetivos é trabalhar essa harmonização com os vinhos, buscar eventos sociais, restaurantes - comenta Alexandre.

Sabor único

A vieira tem duas partes comestíveis, o músculo e as gônadas (órgãos sexuais), que são utilizadas das mais variadas formas na cozinha. Quem prova o alimento, não encontra palavras exatas que descrevam o sabor.
- A gente come vieira e diz: isso tem gosto de vieira. O sabor é único, com textura delicada, gosto suave e sabor levemente adocicado no final - explica o empresário.
(Do O SOL DIÁRIO - www.soldiario.clicrbs.com.br)

terça-feira, 7 de agosto de 2012

MAR DE BALEIAS

Foto Divulgação PBF
21 baleias-francas avistadas em Imbituba
Em julho, 103 animais foram registrados em Santa Catarina
A quantidade desses animais no Estado supreende até mesmo os pesquisadores

Quem passou pela praia da Ribanceira, em Imbituba, nesta segunda-feira (6) conseguiu avistar 21 baleias-francas nadando bem próximo a costa. A equipe do Projeto Baleia Franca, que realiza o monitoramento desses animais, ficou surpresa pela quantidade avistada. Entre as baleias, cinco eram filhotes.

“O número de baleias nesta temporada está surpreendendo até mesmo nós pesquisadores. No sobrevoo realizado em julho, registramos um recorde de baleias avistadas: 103. E a cada dia estamos mais convictos de que o trabalho de conscientização ambiental realizado pelo PBF nos últimos 30 anos está dando resultados positivos”, comemora Karina Groch, Diretora de Pesquisa do Projeto Baleia Franca.

Filhotes catarinenses de baleia

Uma das baleias avistadas nesta segunda-feira é uma velha conhecida do Projeto Baleia Franca. Pela calosidade bem diferenciada foi fácil identificar a Olivia. A baleia, que teve o nome batizado pelos voluntários do PBF nesta temporada, passou o dia bem próximo ao canto da praia da Ribanceira, facilitando a observação e as fotos.

“Ela recebeu esse nome porque possui uma calosidade em formato de âncora, o que remeteu ao Popeye, mas como vimos que ela é fêmea ficou Olivia”, explica Karina.

Olivia foi identificada pela primeira vez em 2002. No dia do sobrevoo em julho desse ano ela foi avistada grávida pela equipe do projeto. E nesta segunda-feira, estava na praia de Itapirubá Norte com o filhote que provavelmente está com uma semana de vida e que nasceu em águas catarinenses. “Este é o terceiro filhote que ela tem aqui”, disse a Diretora de Pesquisa.

(Divulgação PBF)

Malheiras

Foto Fernando Alexandre

sábado, 4 de agosto de 2012

PESCA INDUSTRIAL

Foto Fernando Alexandre
Sindipi e Ministérios da Pesca e do Meio
Ambiente chegam a acordo sobre pesca do emalhe

Norma que regulamenta a decisão será publicada na próxima segunda-feira

Em reunião na manhã desta sexta-feira na sede do Sindipi, o presidente do sindicato, Giovani Monteiro, anunciou que as embarcações de emalhe (modalidade que usa redes para a captura de espécies em profundidade) vão retornar às atividades.
Monteiro informou que durante os dois dias de negociações com os Ministérios do Meio Ambiente e da Pesca e Aquicultura em Brasília, foi definido em 18 mil metros o tamanho das redes de pesca de emalhe para Santa Catarina e em 16 mil metros para o Rio Grande do Sul.

A previsão é que a norma que regulamenta esses termos seja publicada na próxima segunda-feira, no Diário Oficial.

Assim, até lá as embarcações permanecem paradas, já que os trabalhadores só podem pescar com redes de 2,5 mil metros.

(Do O SOL DIÁRIO - www.soldiario.clicrbs.com.br)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

MORTE NO MAR

Foto Divulgação / Projeto Baleia Franca
Filhote de baleia-franca encalha e morre
em praia de Laguna, no Sul de SC

Animal deve ser enterrado no mesmo local em que foi encontrado por pescadores

 O primeiro encalhe de baleia-franca desta temporada foi registrado na Praia do Gi, em Laguna. O filhote de aproximadamente dois meses de idade mede cercade 4,80 metros e não possuía marcas externas que indicassem a causa da morte.

Segundo a diretora de Pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch, uma das possibilidades é que tenha se perdido da mãe recentemente e acabou encalhando e morreu.

— Desde o início da temporada, este foi o primeiro encalhe registrado em toda a Costa brasileira e é provável que o filhote tenha se perdido da mãe e acabou sendo trazido para a areia da praia — pondera.

Para auxiliar no estudo que deve determinar o motivo da morte, foram colhidas amostras do corpo ainda na quarta-feira, quando o filhote foi encontrado por pescadores. Outras partes devem ser coletadas nesta quinta-feira, antes do corpo ser enterrado na praia.

Karina lembra que os filhotes de baleias-franca que nasceram durante esta temporada ainda dependem totalmente da mãe para se amamentar. A morte de filhotes ocorre naturalmente e segundo a diretora do Projeto Baleia Franca a taxa de mortalidade está controlada.

Este ano foi registrado o número recorde destes animais em toda a região. Conforme os dados do PBF, 103 baleias-francas foram avistadas entre a cidade de Torres/RS e a Praia da Lagoinha do Leste, em Florianópolis.

A primeira leva foi avistada na quinta-feira da semana passada: 62 baleias-franca. No dia seguinte, outras 41 foram observadas. Com isso, os sobrevoos de monitoramento, realizados no mês de julho desde 2002, bateu o recorde que era de 2009, quando 61 animais foram avistados.
(Do DC - www.diario.com.br)

DESCANSANDO...

Foto Arquivo
Foca aparece na praia dos Ingleses, em
Florianópolis, e anima turistas e moradores

Animal que está na areia desde às 9h parece descansar

Por Guilherme Lira

Tudo bem que é inverno, mas os que, mesmo assim, têm o costume de dar uma volta na praia podem se surpreender. É o caso de quem passava pela praia dos Ingleses, no Norte da Ilha, na manhã desta quinta-feira. Turistas e moradores puderam curtir a presença de uma foca na areia.

Segundo funcionários de restaurante próximo ao local onde o animal está, a foca saiu do mar por volta das 9h e deste então ficou pela areia. Eles explicaram ainda que o animal não parece estar machucado e nem tem nada preso ao corpo e que, na verdade, ele parece descansar apenas.

De acordo com o responsável pelo laboratório de ciências marinhas da Unisul, o professor Sérgio Neto, a presença de uma foca no litoral catarinense é normal nesta época do ano.

— Elas veem com as correntes do sul. Este ano já tivemos outros casos, provavelmente a água está mais fria — explicou.

Sobre o tempo que o animal permanece em terra, Neto disse que faz parte do descanso e que o recomendável é deixar que a foca volte para a água no tempo dela.
O professor orienta ainda que as pessoas não se aproximem muito do animal.
— Ele pode estar estressado e acabar mordendo alguém — concluiu.
(Do DC www.diario.com.br)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

DEU NA MÍDIA

Foto Rafaela Martins / Agencia RBS

Baleia e filhote são avistados na Meia Praia, em Itapema
Uma baleia-franca, acompanhada do filhote, apareceu na manhã desta quarta-feira na Meia Praia, em Itapema.
Os animais foram enxergados pela primeira vez por volta das 10h, nas proximidades da Rua 223. Segundo relato de moradores, a baleia chegou a ficar bem próxima da praia por mais de duas horas.

Muitos curiosos foram à praia para tentar ver mais de perto as duas baleias, que começaram a se afastar da costa depois das 12h30min.

A Fundação Ambiental Área Costeira (Faaci) também esteve no local para acompanhar os movimentos da baleia e do filhote. De acordo com a fundação, esta é a segunda vez em 2012 que uma baleia-franca aparece em Itapema.

A Faaci tirou fotos e acompanhou todos os movimentos das baleias na Meia Praia. Os dados serão repassados ao Projeto Baleia-franca, que monitora a espécie no Brasil.

A temporada reprodutiva da baleia-franca no país ocorre entre julho e novembro, quando os animais procuram águas mais quentes para o acasalamento.

Por isso, nesta época do ano as baleias são mais vistas na região litorânea de Santa Catarina.

(Do jornal oO SOL DIÁRIO - www.soldiario.clicrbs.com.br)

Numa praia ao sul da Itália


Nesta cena do clássico "Os girassóis da Russia",  Giovanna (Sophia Loren) tenta convencer  Antonio (Marcello Mastroianni) a se casar com ela e assim adiar a sua ida aos campos de batalha na Rússia, durante a Segunda Guerra Mundial. 
Vencedor do Oscar 1971 o filme é dirigido pelo mestre Vittorio De Sica, com trilha sonora de Henry Mancini  e é considerado uma das mais belas  histórias de amor do cinema.
Assista o filme completo: 
http://www.youtube.com/watch?v=bM_xfGZypwM

2012, O ANO SEM TAINHAS

Foto Fernando Alexandre
Santa Catarina tem a pior safra
da tainha dos últimos 10 anos

Captura total foi de apenas 30% da média histórica

As esperadas tainhas do inverno, neste ano não apareceram. A safra, que começou em 15 de maio e terminou em 15 de julho, deixou pescadores e consumidores frustrados. De acordo com o Grupo de Estudos Pesqueiros da Univali (GEP), responsável pela coleta oficial dos dados no estado, 2012 fechou com saldo de 778 toneladas capturadas. No ano passado foram mais de 3 mil toneladas.

A explicação para o fenômeno, segundo o mestre em Oceanografia Biológica, doutor em Ciências Naturais e membro do GEP, Paulo Ricardo Schwingel, está na mistura dos fatores climáticos, como o atraso do inverno, e a acirrada lesgislação na pesca industrial.

Nas bancas do Mercado do Peixe de Itajaí, a tainha ainda está sendo vendida ao preço de R$ 7 sem ova. São as últimas unidades da fraca safra.
(Do Sol Diário - veja mais no www.soldiario.clicrbs.com.br)