quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A MULTIPLICAÇÃO DOS PEIXES


Foto Andrea Ramos

AGORA SIM!
O bispo da Igreja Universal Marcelo Crivella, senador do PRB-RJ, acaba de ser nomeado o novo ministro da Pesca. A posse será na sexta-feira.

POLÍTICA NO MAR




Hoje, os candidatos a presidente da República de países continentais como o Brasil e os EUA fazem campanhas em jatinhos, embora, no caso americano, o trem ainda seja utilizado, talvez por nostalgia.
No Brasil, em 1922, o candidato Nilo Peçanha inovou. Fretou o navio Íris (foto), do Lloyd Brasileiro, e foi de porto em porto, levando seus comícios.

Segue...
Nilo perdeu, mas fez história. A campanha será contada numa exposição que será aberta amanhã no Museu da República.

(Da coluna de Anselmo Goes no jornal O Globo, de hoje - www.oglobo.com )

Pescando na costa

OLHARES...


"Homem com Peixe" (1945), de Marcel Gautherot, fotógrafo francês radicado no Brasil. Foto que faz parte da Coleção Pirelli, em exposição no Museu de Arte de São Paulo -Masp.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

BIOINVASÃO


Foto Bruna Gregoletto / Arquivo Pessoal
Coral invasor na Ilha do Arvoredo

 
Roberta Ávila
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com apoio da equipe do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina, alunos de mestrado e da graduação, fez uma excursão para remover aproximadamente 50 colônias do coral-sol na costa da Ilha do Arvoredo, ao norte da Ilha de Santa Catarina. A excursão teve como objetivo impedir que o coral originário do oceano índico e do pacífico se fixe definitivamente na região.
— A remoção de uma espécie invasora só é viável no início. Esse tipo de coral cresce muito rápido e toma o lugar esponjas, algas, que ficam sem espaço para crescer e se desenvolver. Como ele é originário do oceano índico, e lá existem entre 500 e 600 espécies de coral, ele se tornou extremamente competitivo. No Brasil nós temos apenas 20 tipos de coral e apenas um em Santa Catarina — afirma o professor Alberto Lindner, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.
Apesar da remoção ter sido realizada com sucesso nos dias 16 e 17 de fevereiro, novos focos do coral Tubastraea coccinea já foram localizados por mergulhadores e serão investigados e possivelmente removidos.
— Ou a gente toma essa atitude agora ou espera 10, 15 anos e vai lidar com os problemas que surgirem — diz o professor.
O coral-sol é uma espécie animal que foi localizada pela primeira vez na América na década de 50, ao sul dos Estados Unidos. Ele foi se espalhando pela costa e chegou ao Brasil na década de 80, quando foi localizado em plataformas petrolíferas no Rio de Janeiro. Atualmente ele já infestou o litoral do Rio e de São Paulo.

(Diário Catarinense - www.diario.com.br )

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

NOVA COYOTE URRANDO NA PRAIA


Coyote traz entrevista com Moacyr Scliar
e conto inédito de Daniel Wallace
Vigésima terceira edição da revista literária tem também traduções de Gregory Corso e inéditos de Beatriz Bracher, Marcia Tiburi e Bernardo Vilhena

“O direito de delirar é uma conquista da literatura desde Lautréamont. A crítica bem poderia entrar em uma crise de delírio obedecendo a motivos poéticos. Os delírios de hoje são, às vezes, as verdades de amanhã.” É sob o espírito desta citação do crítico Roland Barthes que a Coyote, revista de literatura editada em Londrina (PR), chega a seu número 23. Patrocinada pelo PROMIC (Programa Municipal de Incentivo à Cultura) de Londrina (interior do Paraná), Coyote firmou-se como uma das mais importantes revistas literárias do país.
Um dos destaques desta edição é o dossiê-homenagem com o escritor Moacyr Scliar, falecido no começo de 2011. “Escrevo no aeroporto, em avião, no hotel. Aprendi a desligar do lugar onde estou e me concentrar no que estou fazendo. Não preciso ficar isolado, não preciso de silêncio, não preciso de nada disso”, diz o escritor, em entrevista inédita feita por Ademir Assunção, em novembro de 2008.
Entre as histórias publicadas neste número está “De Chinelos”, conto inédito do americano Daniel Wallace (autor do romance Peixe Grande, levado às telas por Tim Burton), traduzido por Cristina Macedo e Rodrigo Garcia Lopes), e inéditos também de Marcia Tiburi e Beatriz Bracher.
A poesia ganha um apanhado da lírica estridente do americano Gregory Corso (1930-2011), apresentado e traduzido por Reuben da Cunha Rocha, e do português Jorge Melícias, além de inéditos de Bernardo Vilhena, Renato Tapado, Bruno Brum, Rodrigo Madeira e Augusto de Guimaraens Cavalcanti. Maria Lúcia Milléo Martins apresenta e traduz (do inglês) a poesia do poeta brasileiro (radicado no Canadá), Ricardo Sternberg.
A fotógrafa Mara Tkotz assina a capa e o ensaio fotográfico do número, em imagens aéreas captadas na região rural de Londrina. A quarta-capa traz cartum de Beto.
COYOTE 23 // 52 páginas  // R$ 10,00. Uma publicação da Kan Editora. Vendas em livrarias de todo o país, com distribuição pela Editora Iluminuras – fone (11) 3031-6161. Pode também ser adquirida pela internet através do site: www.iluminuras.com.br

Contatos: marcoslosnak@gmail.com/zonabranca@uol.com.br/ rgarcialopes@gmail.com

Fone: (43) 3334-3299 / (11) 3731-3281

 

PATROCÍNIO: PROMIC - PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA – PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA - SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE LONDRINA

sábado, 18 de fevereiro de 2012

VERÃO COM MAR DE MERDA

Foto Divulgação/Fatma
Relatório divulgado ontem, sexta-feira, pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma) acusa que um em cada três pontos analisados foi considerado impróprio para banho — um total de 64 de 195 monitorados. A média já havia sido ultrapassada na segunda quinzena de janeiro, quando 66 pontos de praias de SC foram considerados impróprios.
Em Florianópolis, a situação é muito pior: quase metade dos pontos analisados estão impróprios 29 dos 65 monitorados. Na praia de Canasvieiras, todo o mar está poluido, sendo totalmente desaconselhável o banho. Em Cachoeira do Bom Jesus, Jurerê, Daniela e Cacupé, também no Norte da Ilha, a quantidade de pontos impróprios aumentou.
No Sul, estão impróprias para banho a Praia da Armação, em frente a foz do rio Sangradouro, e a Praia da Solidão (Rio das Pacas), na foz do rio. 

HEPATITE, CÓLERA, TIFO E ETC
A contaminação das águas cresce na temporada de verão. A balneabilidade está ligada à quantidade e à intensidade de águas poluídas que chegam ao mar.
Uma praia é considerada imprópria quando a quantidade da bactéria Escherichia coli por 100 mililitros for superior a 800 em mais de 20% das amostras coletadas nas últimas cinco semanas, ou se o resultado for superior a 2000 Escherichia coli por 100 mililitros na última coleta.

A bactéria pode provocar doenças como gastroenterite, verminoses e até casos mais graves, como hepatite, cólera e febre tifóide.

Veja o relatório com todas as praias poluidas acessando o site da Fatma, clicando em seguida em "Balneabilidade"
www.fatma.sc.gov.br

ALERTA GERAL


Independente das placas de balneabilidade, os técnicos do órgão ambiental desaconselham o banho de mar após dias chuvosos. A chuva "lava as ruas", levando água contaminada para o mar. Locais próximos de braços de rios, córregos e tubulações também devem ser evitados.
(Com informações da Fatma e DC)

GENTE DO MAR


O projeto Ciclo Audiovisual teve por objetivo realização de oficinas de formação audiovisual em comunidades pesqueiras dos municípios de Cabedelo, Conde, e Lucena, na Paraiba. Como resultado das oficinas os participantes produziram seis documentários de curta metragem, abordando temas relacionados com o cotidiano ou personagens locais.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012


Carnaval do Mar - 2012 - Programação (quase) Oficial

Praia do Pântano do Sul  - De 17 a 21/02


Baile público todos os dias -  das 21 às 02hs
dia 19 - a partir das 16 hs - Baile Infantil
dia 21, das 21 às 11hs - Desfile pop Gay
Animação da Banda Tropicália

Realização: Assoc. dos moradores do Pântano do Sul

Blocos


Dia 18 - a partir das 18 hs

Bloco do Peixe Rei
Concentração em frente ao Bar do Galego, na praia.


Dia 19, a partir das 19:30
Bloco Batendo na Lata ( formado por crianças)
Concentração na rua Joaquim Neves, 152 - Pãntano do Sul


Clique aqui embaixo para ouvir a música do bloco!
http://audio.clicrbs.com.br/225258.mp3


( Informações tarrafeadas na praia por  Murilo Mariano, pescador de tainhas e Consultor Especial para Assuntos Momescos Litorâneos e Afins do Tainhanarede)

Violência Animal


Foto AP
KE18 atacando um filhote de foca no atol de Kure, Havaí: ataques colocavam a colônia em risco


Uma foca-monge havaiana de 180 quilos teve que ser isolada de sua colônia e levada a um aquário em Waikiki, no Havaí, após matar dois animais de seu grupo e ferir outros 11, em sua maioria filhotes. A espécie está ameaçada de extinção e pode desaparecer entre 50 e 100 anos, de acordo com especialistas.

O animal, chamado KE18, morava no atol de Kure, e já havia chamado a atenção das autoridades ambientais havaianas em 2010, por intimidar outros animais. No ano passado, a violência dos ataques aumentou, e ele começou a arranhar, morder e tentar afogar outras focas, especialmente filhotes recém-desmamados.

“Era difícil distraí-lo quando ele estava atacando outra foca,” contou Charles Littnan, chefe do programa de pesquisa de focas-monge da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (na sigla em inglês, NOAA). Os pesquisadores tentavam fazê-lo desistir dos ataques jogando pedaços de coral, mas não adiantava – se ele se afastava de uma vítima, logo começava a atacar outra. Dez dos 13 filhotes nascidos no atol no ano passado foram feridos por KE18, incluindo dois que são dados como mortos. Ele também feriu três focas jovens.

Não se sabe a razão do comportamento agressivo do animal. Como os ataques aconteciam durante a temporada de acasalamento, e KE18 não tinha uma parceira, é possível que ele estivesse extravasando a agressão típica do acasalamento em outros.

Os técnicos do NOAA chegaram a cogitar matar o animal, mas acabaram o recolhendo e levando ao aquário. Ele ficará em Waikiki provisoriamente e depois será transportado para a Universidade da Califórnia em Santa Cruz, onde será usado em pesquisas sobre hábitos alimentares e consumo calórico da espécie.

“É muito desanimador quando a espécie que você quer proteger vira o vilão,” afirmou Littnan. Outros especialistas em biodiversidade afirmaram que esse tipo de ação de manejo populacional pode ser necessário quando um indivíduo se torna um risco para toda uma população que não pode se dar ao luxo de ter perdas.

(Com informações da AP)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vendendo o peixe

Foto Reuters
  Um pescador aguarda compradores para seus peixes em uma praia de Flisvos, subúrbio de Atenas.

É HOJE!

Num projeto inovador em todos os sentidos – intenções musicais, financiamento e troca de vivências entre artistas de várias gerações, o CD Música Súbita será lançado no próximo dia 15 de fevereiro, no Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis. É a nova expressão da “Sonora Parceria,” que une os parceiros Tatiana Cobbett e Marcoliva com o KiaboIntrumental (Rafael Meksenas, Pedro Loch, Mateus Mira e Larissa Galvão) todos estudantes de música da UDESC.
O CD foi gravado a partir de recursos captados por uma plataforma colaborativa na internet – o site Catarse.me. As sessões realizadas no Estúdio Oficina Art de Florianópolis preservaram o clima de apresentações ao vivo.
As nove faixas inéditas têm a participação especial músicos como Alegre Corrêa, Guinha Ramires e Rafael Calegari, bem como Carol Miranda na percussão. O violinista Gabriel Vieira assina também a captação, mixagem e masterização do trabalho.
O grupo, que não se entende como banda, aposta na admiração mútua, suas diferentes formações e no que tem comum, para partilhar saberes e compor. O trabalho passeia livremente por ritmos diversos e se divide entre instrumental e canções.
O CD carrega ainda como diferencial a confiança que uma parcela do público depositou nestes artistas, financiando-o através da internet. É um caminho inovador para quem pretende fazer chegar ao grande público um bem cultural, sem ter de passar pelo massacre de leis de incentivo ou pelo gargalo dos editais de circulação.
Com o recurso levantado o grupo imprimiu 1000 cópias do CD e usará parte do saldo para minimizar as despesas de produção do show que acontecerá no TAC – Teatro Álvaro de Carvalho - dia 15 de fevereiro as 20h30hs


Show de lançamento do CD Sonora Parceria – Música Súbita
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho - Rua Marechal Guilherme, 26 – Centro
Quando: 15 de fevereiro de 2012 – 20:30hs
Ingressos: 20 reais (inteira) 10 reais (meia entrada e terceira idade) na bilheteria do teatro.

GENTE DO MAR


O projeto Ciclo Audiovisual teve por objetivo realização de oficinas de formação audiovisual em comunidades pesqueiras dos municípios de Cabedelo, Conde, e Lucena, na Paraiba. Como resultado das oficinas os participantes produziram seis documentários de curta metragem, abordando temas relacionados com o cotidiano ou personagens locais.
Foto Temístene Gaudio
"Nem todo o mar é água"

(Dito praieiro)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Batendo na lata

Conheça a marcha do "Batendo na Lata", bloco do Pântano do Sul que já está pronto e louco de vontade pra botar o pé na areia. A voz é do Paulinho Carioca, e a letra é da Rafaela e da Érica, com palpites e sugestões de mais um monte de gente.
Clique aqui embaixo para ouvir!
http://audio.clicrbs.com.br/225258.mp3


Veja imagens do bloco no carnaval de 2010


GENTE DO MAR IV


O projeto Ciclo Audiovisual teve por objetivo realização de oficinas de formação audiovisual em comunidades pesqueiras dos municípios de Cabedelo, Conde, e Lucena, na Paraiba. Como resultado das oficinas os participantes produziram seis documentários de curta metragem, abordando temas relacionados com o cotidiano ou personagens locais.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

MANEMÓRIA RECENTE

Foto Fernando Alexandre
Praia do Pântano do Sul - Verão - Dezembro de 2010

Baleias de Verão


Oito orcas são avistadas no litoral de Santa Catarina próximo a Bombinhas e Florianópolis Vanuza Borges/Patadacobra Escola
 Foto Vanuza Borges / Patadacobra Escola

ORCAS SÃO AVISTADAS EM SC
Juliana Sakae/DC
Pelo menos oito orcas foram avistadas no litoral de Santa Catarina nesta semana entre o litoral de Bombinhas, Norte de Florianópolis e a Ilha do Arvoredo. Os animais, conhecidos popularmente no cinema como "baleias-assassinas", são na verdade da família dos golfinhos e surpreenderam os mergulhadores ao aparecer em uma região de águas quentes.
A tripulação da operadora Patadacobra, de Bombinhas, voltava de um mergulho na Ilha de Arvoredo quando avistou sete orcas próximo à praia. A fotógrafa e estudante de Biologia Vanuza Borges conseguiu registrar os animais que, ela imagina, sejam uma família.


— Pelo tamanho da barbatana dorsal de uma delas, imaginamos que seja macho. Outros eram filhotes, o que nos pareceu ser uma família.


Próximo a Ponta das Canas, no Norte da Ilha de Santa Catarina, mergulhadores de outra operadora, a Acquanauta, avistaram um outro exemplar de orca. Ela emergiu próximo ao barco e deixou a tripulação surpresa. O instrutor de mergulho Cristiano Santos disse que foi tão rápido que não deu para registrá-la em foto.


— Eu nunca tinha visto uma na minha vida. Ela é linda. Estava a 800 metros da orla da praia. Desligamos o barco, mas ela se assustou e fugiu.


O instrutor imagina que a temperatura da água do mar, mais gelada que o normal, tenha atraído as orcas. Segundo ele, há pontos do litoral que já a 6 metros de profundidade a temperatura chega a 15ºC. Com águas de superfície em torno de 25ºC e 26ºC, o litoral catarinense costuma receber mais comumente as baleias franca. Mesmo assim, a ocorrência de orcas não é rara, garante a diretora do Projeto Baleia Franca Karina Groch.


— Elas são mais comuns na região Sudeste onde aparecem com frequência em busca de alimentos. Provavelmente não encontraram lá e vieram para cá.

Cuidados
A aproximação das embarcações deve respeitar uma Portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que determina as principais regras e cuidados:
- Para se aproximar, o motor da embarcação tem que ser desligado ou mantido em neutro a, pelo menos, 100 metros de distância.
- A embarcação nunca deve se colocar entre uma mãe e seu filhote.
- A aproximação tem que ser lateral, ou seja, não se pode cortar o caminho de um animal.
- Se o animal se afastar, não se pode persegui-lo.
- Para se afastar após uma aproximação, a embarcação só pode religar ou reengrenar o motor se os animais estiverem claramente visiveis, e a pelo menos 50 metros de distância.
Orcas
Ocorrência: Ocorre em todo o mundo, da linha do Equador às calotas polares.
Peso e comprimento: Fêmeas pesam até sete toneladas. Os machos chegam aos 10 mil quilos quando adultos. Medem entre 8,5 metros e 10 metros.
Características: Costuma viver em cardumes de 3 a 25 animais. Alimenta-se de aves e outros peixes, inclusive baleias, condição que contribui para o estereótipo da espécie no mundo.
Reprodução: gestação de 12 a 16 meses. Filhotes costumam nascer entre outubro e março. Curiosidade: Costuma viver em grupos sociais estáveis, ao contrário de outras espécies. Filhotes e adultas permanecem unidas por praticamente toda a vida. No caso das baleias-franca, por exemplo, mãe e filhotes ficam juntos por no máximo um ano.

(Do Diário Catarinanse - www.clicrbs.com.br)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

GENTE DO MAR III


O projeto Ciclo Audiovisual teve por objetivo realização de oficinas de formação audiovisual em comunidades pesqueiras dos municípios de Cabedelo, Conde, e Lucena, na Paraiba. Como resultado das oficinas os participantes produziram seis documentários de curta metragem, abordando temas relacionados com o cotidiano ou personagens locais.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

BOTANDO O BLOCO NA RUA


Sérgio Moraes Sampaio (Cachoeiro de Itapemirim, 13 de abril de 1947 — Rio de Janeiro, 15 de maio de 1994)

GENTE DO MAR


O projeto Ciclo Audiovisual teve por objetivo realização de oficinas de formação audiovisual em comunidades pesqueiras dos municípios de Cabedelo, Conde, e Lucena, na Paraiba. Como resultado das oficinas os participantes produziram seis documentários de curta metragem, abordando temas relacionados com o cotidiano ou personagens locais.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

NU NA ONDA





Surfe naturista em Camboríu

Dia 11 de fevereiro, a Praia do Pinho, em Balneário Camboriú, recebe o Campeonato Surf Nu Pinho, o primeiro campeonato de surfe naturista do sul do Brasil. O evento, aberto ao público, começa às 9h30min e segue até as 16h.
O campeonato é dividido em duas categorias: Free Surf, destinado aos surfistas que não competem com frequência; e Open, para quem já está acostumado a competir. Nas duas categorias, qualquer pessoa, de qualquer idade, pode participar.
Quem quiser assistir o campeonato, poderá ficar em uma arquibancada onde é permitido usar roupa. Já quem estiver na faixa de areia, tem que seguir a regra da praia e ficar nu.
O administrador do Complexo Turístico Praia do Pinho, Anilton Bitencourt, afirma que esta é mais uma maneira de divulgar a praia e que este é um evento destinado aos praticantes de surfe e para quem gosta do esporte.
- Esse campeonato serve também para incentivar os surfistas que sempre estão aqui na Praia do Pinho.
O diretor da Secretaria de Turismo, Ademar Schneider, explica que, por ser referência nacional neste segmento e a primeira praia de naturismo do Brasil, a Praia do Pinho já atrai turistas e moradores:
- Este evento ajuda a promover ainda mais o destino.
O Surf Nu Pinho tem o apoio da Fundação Municipal de Esportes de Balneário Camboriú e terá arbitragem da Federação Catarinense de Surf (Fecasurf). As inscrições podem ser feitas até o dia do evento, sem taxa de inscrição, pelos telefones (47) 3169-1164 ou 7812-8720


(Do CLICRBS Itajaí)

AL MARE!


Foto Projeto Tamar
Tartaruga cascuda volta ao mar

Roberta Ávila


Neste sábado, às 10 horas da manhã, o Projeto Tamar realizou a soltura de uma tartaruga cabeçuda que foi encaminhada até eles com um anzol preso na língua. O animal ainda não é adulto, tem menos de 20 anos, apenas 62cm de comprimento de casco e 34 quilos, quando um adulto da espécie pode chegar a pesar 200 quilos e ter mais de um metro de comprimento.

Gustavo Stahelin, coordenador do Tamar desde 2005, quando o projeto começou sua atuação em Florianópolis, explica que essa espécie de tartaruga é a que mais tem problemas com anzois de pesca.
— Elas se aproximam dos anzois para comer as iscas usadas e os hábitos delas coincidem com o do ambiente de pesca. Elas ficam mais afastadas da costa, que é onde acontece a pescaria — conclui o biólogo.
Levada pela Polícia Ambiental no dia 23 de janeiro, a tartaruga cabeçuda permaneceu em recuperação para cicatrização da ferida e agora que está recuperada e ativa vai voltar ao mar da Barra da Lagoa com direito a plateia, já que a cerimônia foi aberta ao público.

Segundo Gustavo, encaminhar a tartaruga machucada ao Tamar ou a outras instituições qualificadas é melhor do que tentar retirar o anzol, que pode acabar machucando mais o animal. As tartarugas recebidas pelo projeto também sofrem com as redes de pesca e com a ingestão de lixo, principalmente plástico, que se acumula no organismo do animal levando à morte.

(Do DIÁRIO CATARINENSE- www.clicrbs.com.br)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

NAUFRÁGIO DE 1583

Foto Pablo Corti
RETOMADO RESGATE NA BARRA SUL
Um trabalho de educação patrimonial marcou a retomada, neste ano, dos trabalhos do Projeto Barra Sul no litoral próximo à Praia da Pinheira e do Sonho, no sul da Ilha de Santa Catarina, local em que foram localizados destroços do que está sendo considerado o naufrágio mais antigo localizado até agora no país.
     “Distribuímos folhetos, conversamos com a comunidade e realizamos entrevistas com os moradores da Ponta do Papagaio e Praia do Sonho, para diagnosticar o nível de conhecimento da população em relação ao patrimônio subaquático catarinense”,  afirma a arqueóloga Deisi Scunderlick Eloy de Farias, professora da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e responsável pela equipe de arqueólogos do projeto.
     O naufrágio, localizado pelo Projeto Barra Sul, começou a ser pesquisado em 2005, quando foi realizado um diagnóstico arqueológico e mapeamento dos vestígios dispersos pela área. Desde então, várias atividades estão sendo realizadas, como a elaboração de croquis, levantamento topográfico, distribuição espacial dos artefatos localizados e registro de imagens. No ano passado, quatro peças já foram retiradas do mar: dois ornamentos circulares; uma pedra de marco  triangular com a provável data de 1582 e o nome do rei da Espanha daquela época, Felipe II, esculpidos; e, ainda uma outra peça com desenhos em alto relevo de dois leões, dois castelos e o padrão português – as marcas do reino de Leon e Castilla, durante o período da União Ibérica, que durou de 1580 a 1640.
     A retomada dos trabalhos obedece a um cronograma definido pelos ventos e pelas marés, pois também faz parte da pesquisa o reinício dos mergulhos, interrompidos ano passado devido à falta de condições. “Os mergulhos, que chegam a 12 metros de profundidade, precisam ser feitos com uma boa visibilidade e nem sempre isso acontece. Dependemos das condições do tempo. No canal de acesso à baia sul da Ilha de Santa Catarina, onde se localiza o sítio arqueológico subaquático, isso acontece entre os meses de dezembro e junho”, explica o mergulhador Gabriel Corrêa, coordenador do Projeto Barra Sul.
    Assim, sempre que os ventos e as marés estão favoráveis, a equipe de mergulhadores e arqueólogos continua o trabalho de prospecção geofísica do sítio, utilizando equipamentos eletrônicos de varredura. “É um trabalho bastante minucioso e lento em virtude das dificuldades encontradas na região de estudo. Começamos isso ainda no passado, mas ainda há muito a ser feito no processo de documentação total do sítio arqueológico”, explica a arqueóloga Deisi.
    O projeto tem apoio financeiro da Fapesc e autorização de pesquisa do IPHAN e Marinha do Brasil.

(
Beth Karam)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Senhora dos Oceanos

 

 Conta o mito da criação, que dos seios fartos de Iemanjá brotaram os Oceanos e com eles os orixás seus filhos: Exu, Ogum, Oxossi, Xangô e Oxum, a senhora das águas doces.
Iemanjá é o grande útero da vida no Ayê, na Terra. Esposa de Oxalá, é chamada de Yá, Mãe, por ser a grande mãe das origens (Yey-Omo-Ejá). Iemanjá vem de Yá Muja  e quer dizer a mãe, onde todos os filhos são peixes. Criou Omolu, filho de Nanã, a anciã, primeira esposa de seu marido Oxalá.
É o orixá mais popular de todos, sincretizada como uma sereia, metade mulher, metade peixe. Na mitologia grega enfeitiçava os marinheiros com seus cânticos. Apresenta-se como uma mulher sensual, no alto de um rochedo no mar, eternamente a admirar a própria beleza.
Adora receber presentes: flores, perfumes, jóias, bonecas, sabonetes, nas cores azul e verde, em tons claros, que lembrem a água. O branco e o prata são utlizados na confeção de seus colares. Seu elemento é água,  seu metal é a prata.
Iemanjá gosta de comer milho branco temperado com azeite de dendé, cebola, camarão seco, favas, arroz, entre outras iguarias.
Suas ferramentas são um alforje de prata, um abebé prateado, enfeitado de pedras verdes, azuis e brancas transparentes.
Seus filhos são autoritários tipo maternal,  de bom gosto,  trabalhadores, bons decoradores, sensíveis, competentes, eficientes e solidários.
As filhas de Iemanjá são voluntariosas, fortes, rigorosas,  protetoras, altivas e algumas vezes impetuosas e arrogantes.Gostam de luxo, das fazendas azuis e vistosas, das jóias caras. Tem tendência à vida suntuosa, mesmo que as necessidades do cotidiano não lhe permitam tal fausto.
Sua saudação é ODOYA!

Tecendo tramas

Desinteresse dos jovens pode fazer rede artesanal desaparecer
Marcos Horostecki/ND


Tijucas - Pescador profissional que se prese já sabe: tarrafa boa é feita à mão. Entretanto, está cada vez mais difícil encontrar um artesão capaz de dedicar dias, às vezes semanas, para tramar uma peça. A arte de costurar ou mesmo remendar o tradicional petrecho de pesca está aos poucos desaparecendo. Se perdendo, juntamente com o interesse dos mais jovens pela pesca.
 

Nos ranchos de pesca às margens do rio Tijucas, no bairro da Praça, em Tijucas, ainda é possível encontrar pescadores como José Rides, que aos 67 anos cuida com carinho das redes que usa para pescar na região. Tudo é ajustado e costurado pelas mãos que vivem da pesca há mais de 50 anos. O pescador preserva a tradição que fez da cidade um dos principais centros exportadores de mão de obra para a pesca do País. Mas lamenta que a vida dura da profissão, com semanas e, às vezes, meses longe de casa, não seja tão atraente para os jovens como foi no passado. “Hoje em dia é complicado alguém incentivar um filho a virar pescador. Nenhum pescador quer que o filho sofra o que ele sofreu para viver”, comenta.
(Mergulhe fundo e veja a matéria completa no www.ndonline.com.br)

O Homem e o mar


O projeto Ciclo Audiovisual teve por objetivo realização de oficinas de formação audiovisual em comunidades pesqueiras dos municípios de Cabedelo, Conde, e Lucena, na Paraiba. Como resultado das oficinas os participantes produziram seis documentários de curta metragem, abordando temas relacionados com o cotidiano ou personagens locais.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

CINEMA NA PRAIA

O Cineclube Dona Chica recebe pela primeira vez o festival mais popular do Brasil, o “Festival do Júri Popular”.
Serão quatro dias de filmes nacionais de curta-metragem. de hoje, quarta-feira (1°) até sábado (4). Em seu quarto ano o festival tem como diferencial o voto do público que, ao chegar ao local, receberá uma cédula de votação com os filmes da noite. Após a sessão, o público escolhe o filme que mais lhe agradou.

O festival, que acontece em 22 cidades do Brasil, mostra filmes que revelam um pouco deste Brasil que tanto tem produzido cinema nos últimos anos.

A programação completa pode ser acessada pelo site do Funcine: http://migre.me/7KTtP

O
Cineclube Dona Chica funciona no Rancho da Canoa, final da Avenida Pequeno Príncipe, na praia do Campeche, Florianópolis - Sempre as 8 da noite- Gratuito.