terça-feira, 31 de agosto de 2010

Filhote encalha morto

Foto UFRGS
Um filhote de baleia Franca foi encontrado encalhado nesta segunda-feira(30), na beira da praia de Arroio do Sal. Biólogos do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), integrantes da Patrulha Ambiental da Brigada Militar e da Secretaria do Meio Ambiente de Arroio do Sal estão no local avaliando a situação. Uma máquina deverá fazer a remoção do mamífero. O animal, com cerca de 5 metros, já apresenta sinais de decomposição. Segundo o biólogo do Ceclimar, Maurício Tavares, a baleia Franca é uma espécie comum no litoral gaúcho. Este filhote provavelmente nasceu aqui no Rio Grande do Sul e as marcas que ele apresenta são fetais, pois o cordão umbilical está no animal. O filhote pode até ter se alimentado, mas deve ter morrido durante a noite e o mar jogou para beira. Os biólogos recolheram material para análise. A coleta será enviada para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
(Com informações do www.clicrbs.com.br)

EPISÓDIO IV

MOBY DICK

"Moby Dick", um clássico da literaura mundial, escrito em 1851 por Herman Melville e transformado em filme em 1956 por John Huston, com Gregory Peck no papel do Capitão Ahab. Com legendas em português.

Baleias Orcas são avistadas

Pelo menos cinco exemplares de baleia da espécie orca foram avistadas próximas à costa de Florianópolis, em Santa Catarina, nos últimos dias. A presença dos animais, populares em todo o mundo por conta dos filmes em que a espécie aparece como protagonista e dos shows de acrobacias nos parques temáticos norte-americanos, surpreendeu um grupo de pescadores que navegava entre as praias dos Ingleses e Santinho, ao Norte da Ilha de Santa Catarina, na sexta-feira passada. Em alto-mar A ocorrência de baleias da espécie orca no Litoral Catarinense não é rara, garante a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca (PBF), Karina Groch. Segundo a bióloga, a cada ano há relatos de pescadores que flagram cardumes da espécie que entre os trabalhadores é conhecida como"Galha-alta", por causa do formato da barbatana, em alto-mar. — O que há de diferente é que ainda não tínhamos recebido informações da ocorrência próximo à costa e a comprovação dos fatos com imagens — ressalta. Como outros animais, explica a especialista, as baleias da espécie vivem em todos os oceanos e costumam aproximar-se do litoral apenas à procura de alimentação. No Brasil, são comuns as aparições no litoral paulista, empurradas por correntes marítimas e atraídas pela água mais quente na superfície do mar naquela região. Baleias orca As baleias Orcas podem ser vistas em todo o mundo, da linha do Equador às calotas polares. As fêmeas pesam até sete toneladas. Os machos chegam aos 10 mil quilos quando adultos. Medem entre 8,5 metros e 10 metros. Costumam viver em cardumes de 3 a 25 animais. Alimentam-se de aves e outros peixes, inclusive outras baleias, condição que contribui para o estereótipo da espécie no mundo. Sua gestação vai de 12 a 16 meses e os filhotes costumam nascer entre outubro e março. Elas costumam viver em grupos sociais estáveis, ao contrário de outras espécies. Filhotes e baleias adultas permanecem unidas por praticamente toda a vida. No caso das baleias-franca, por exemplo, mãe e filhotes ficam juntos por no máximo um ano.
(Com informações do IBF e Diário Catarinense)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

LUTO NO MAR

ESTALEIRO OSX NAS BAÍAS NÃO!

Fotos Divulgação via www.sambaquinarede2.blogspot.com Praia da Daniela recebe bandeiras pretas em protesto

EPISÓDIO III

MOBY DICK

"Moby Dick", um clássico da literaura mundial, escrito em 1851 por Herman Melville e transformado em filme em 1956 por John Huston, com Gregory Peck no papel do Capitão Ahab. Com legendas em português.

domingo, 29 de agosto de 2010

MAR DE BALEIAS

Fotos de Luciane Stocco
(Baía do Pântano do Sul, próximo ao Saquinho, na terça-feira passada)
57 BALEIAS SÃO AVISTADAS - TODAS FRANCAS
Pesquisadores do Instituto Baleia Franca fizeram neste sábado um sobrevoo de duas horas pelo Litoral catarinense e avistaram 57 baleias francas próximo à rebentação, entre Florianópolis e Laguna. A maioria dos mamíferos estava em grupos de machos e fêmeas — o que, de acordo com especialistas, é um sinal de que a temporada deste ano deve ser mais longa do que as anteriores. Nas próximas semanas, as baleias francas devem aproveitar as águas tranquilas do Litoral de Santa Catarina para amamentar os filhotes. Todo ano, entre julho e novembro, elas visitam o Estado para se reproduzirem. No resto do ano, eles ficam nas águas geladas da Antártida, no Hemisfério Sul, onde se alimentam e juntam energia para as longas viagens que fazem para cuidar das crias. Apesar do peso e tamanho — que chegam a 60 toneladas e até 17 metros de comprimento na fase adulta — a baleia franca salta do oceano colocando quase metade de seu corpo para fora do mar e espirrando grande quantidade de água. Por serem mamíferos e, consequentemente, dependerem de respiração pulmonar, as baleias sobem à superfície para se abastecerem de ar. Com coloração quase toda negra, apenas com o dorso branco, elas são a segunda espécie de baleia mais ameaçada de extinção no planeta. O principal objetivo da caça é a camada de gordura, matéria-prima para produção de óleo. Cuidados A aproximação das embarcações devem respeitar uma Portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que determina as principais regras e cuidados com a espécie: — Para se aproximar, o motor da embarcação tem que ser desligado ou mantido em neutro a, pelo menos, 100 metros de distância. — A embarcação nunca deve se colocar entre uma mãe e seu filhote. — A aproximação tem que ser lateral, ou seja, não se pode cortar o caminho de uma baleia. — Se o animal se afastar, não se pode persegui-lo. — Para se afastar após uma aproximação, a embarcação só pode religar ou reengrenar o motor se as baleias estiverem claramente visiveis, e a pelo menos 50 metros de distância.

EPISÓDIO II

MOBY DICK
EPISÓDIO II

"Moby Dick", um clássico da literaura mundial, escrito em 1851 por Herman Melville e transformado em filme em 1956 por John Huston, com Gregory Peck no papel do Capitão Ahab. Com legendas em português.

sábado, 28 de agosto de 2010

No Silveira

A protegida Praia do Silveira, quinta melhor onda para o surfe no país, foi invadida pelas baleias francas. Segundo Marcelo Pereira, pelo menos 8 animais estavam na quarta-feira pela manhã na praia.
A presença da baleia franca na região deve chegar a um número recorde nesta temporada. O Projeto Baleia Franca registrou 200 avistagens (podem ser registradas mais de uma avistagem por animal) em toda a área da APA da Baleia Franca, que vai do sul de Florianópolis até próximo à divisa com o Rio Grande do Sul há 10 dias.
(Com informações do www.garopabaonline.com.br )
Se você avistar e fotografar baleias, mande para nós que colocaremos no blog. Não esqueça de informar onde e quando você ficou a ver baleias! O e-mail é o

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A Morte da Baleia

Foto Divulgação O corpo da baleia jubarte, que morreu encalhada na praia de Capão Novo, passou a noite dentro do mar e por volta das 7h desta sexta-feira, uma retroescavadeira da prefeitura de Capão da Canoa começou puxar o animal até um ponto na areia, onde será realizada necropsia. A análise deverá ajudar a identificar a causa da morte e o motivo que fez com que a jubarte ficasse presa nesse ponto do litoral gaúcho. Segundo o coordenador do centro de pesquisas do Instituto Baleia Jubarte, Milton Marcondes, ao mesmo tempo em que o corpo for sendo cortado, as equipes irão enterrar as partes em uma área na areia além da linha da maré, em buracos bastante profundos, para que não haja risco de contaminação. O veterinário salienta que a ossada será preservada. — O pessoal do Ceclimar pediu para ficar com a ossada, para depois montar o esqueleto. A carcaça ficará dentro do mar até a manhã de sexta por causa da temperatura da água, que ajuda na preservação. E o procedimento será de ir cortando o corpo para necropsia, enquanto as partes serão enterradas na areia — explicou Marcondes. De acordo com o veterinário, a morte da baleia jubarte foi confirmada por volta das 18h. Mesmo depois do anúncio, cerca de meia hora antes, as equipes ainda ficaram verificando os sinais vitais. — Nós percebemos que ela parou de respirar. Mas a baleia, dentro da água, chega a ficar até 15 minutos nessa condição. Então eu tive que me aproximar da cabeça e fazer um teste encostando a mão no olho da baleia. Depois que constatamos que não havia reflexo, fechando ou mexendo o olho, eu tive certeza que havia morrido — relatou Milton Marcondes. Tristeza e aprendizado As operações para tentar salvar a baleia mobilizaram equipes de diversos órgãos ambientais, pesquisadores, estudantes e populares. A jubarte de 25 toneladas e cerca de 11 metros encalhou no Litoral Norte no final de semana. Os biólogos conseguiram soltar o animal na terça-feira, mas ela voltou à beira da praia no dia seguinte, provavelmente por estar fraca e debilitada. O veterinário Milton Marcondes conta que o resgate bem sucedido é raro, mas essa operação foi um bom exemplo de como proceder em futuros casos. — A tristeza era nítida no rosto de todos que participaram. Mas ao mesmo tempo todos ficaram satisfeitos porque tudo foi feito. A sensação era de gratificação pelo esforço. Eles conseguiram salvar em um primeiro momento, o que já é uma coisa rara. Cada vez que isso acontece, nós avançamos um pouco em relação a esse tipo de experiência. É uma tristeza, mas um aprendizado para os próximos salvamentos — destacou o pesquisador do Instituto Baleia Jubarte. (Com informações do http://www.clicrbs.com.br/ e do http://www.dapraianews.com.br/ )

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Na Solidão

Avistagem e fotos de Person Coutinho, no último domingo, Praia da Solidão

Se você avistar e fotografar baleias, mande para nós que colocaremos no blog. Não esqueça de informar onde e quando você ficou a ver baleias! O e-mail é o

tainhanarede@ig.com.br

ACORDES DA ILHA

Cláudia Todorov nos 284 anos de Floripa TODO MUNDO LÁ!

DEU NA REDE!

Foto Sisquecemos Devez
Floripa anos 60 - ainda de frente para o mar
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Aversão à maresia?
"Ainda não se descobriu a malsinada molécula que faz de alguns ilhéus verdadeiros representantes de uma ecoescuridão que pretende erradicar o mar como opção de trânsito e o trapiche como um ponto de tangência entre o oceano e o homem, entre o mar e a vida. Seria uma indisposição com o salitre? Uma aversão à maresia? Uma azia pelo cheiro que emana das marés? Se a ecoimplicância que se hospeda na Ilha, degradando o meio ambiente que finge proteger, pontificasse na Lisboa dos Descobrimentos, o mais famoso dos trapiches de Lisboa seria embargado – ali, no colo do Rio Tejo. Não teria existido a Torre de Belém e o Novo Mundo estaria por ser descoberto. De repente, os trapiches, esses apêndices que a aventura humana plantou à beira-mar ou à beira-rio, deixaram, simplesmente, de existir nesta Ilha dos casos e ocasos raros, quase órfã de navegadores e de marinas. A falta do hábito faz o trapiche torto. Aqui, tudo o que diz respeito ao mar, anda “de lado”. Até o trapiche que construíram na ex-Praia do Müller, às margens da Beira-Mar, mais parecia um Frankenstein pernalta – filho de algum mostrengo anfíbio do Lago Ness. Interditado para ser reconstruído, ali jaz o seu esqueleto. Até quando? A simples perspectiva de construção de uma marina para receber transatlânticos e equipamentos de turismo, ao largo de São José, no Continente, ouriça a ecoteocracia, que já se mobiliza para a habitual corrida de obstáculos. Chega a ser totalmente irracional essa ojeriza à construção de trapiches, como se uma ilha devesse repudiar o mar. Trapiches são promontórios de madeira ou de cimento, uma ponte entre os homens e o horizonte onde se curva a Terra. São meros “cais” ou docas à beira-mar, necessários aos homens que se relacionam com o mar seja para o comércio, para uma pescaria vadia de fim de tarde ou até para o Descobrimento da América. Pedro Álvares Cabral, está provado, zarpou da “marina” da Torre de Belém. Se fosse desembarcar na Ilha, sentiria falta do Miramar e do trapiche da Alfândega. Ou teria que fundear ao largo, com a ajuda de uma “poita”. O trapiche é, pois, o começo e o fim de tudo. Das grandes descobertas, das grandes (e pequenas) pescarias, dos encontros furtivos entre navais e damas da noite – como em Capitães de Areia, de mestre Jorge Amado. O trapiche do Miramar tanto servia para um mijão noturno – e, portanto, colaborava para o “alívio” popular – como servia de tapete vermelho para as “hosanas” ao imperador, como aconteceu com Pedro II em sua segunda visita à Ilha, em 1865, sob trepidante foguetório. E, sobre ser o que é, o tombadilho de um navio inerte, o passadiço que serve à aventura do homem, o trapiche é a escotilha aberta para o “imaginário” das viagens. Tivemos vários em Florianópolis. O do Veleiros da Ilha, o do Miramar, o da Alfândega, os da Rita Maria, o do Estaleiro Arataca, o da Praia de Fora. Natural que esses braços postiços se fizessem ao mar numa Ilha que é banhada por duas baías. A Baía sul, no lado insular, tinha o maior número de trapiches: quatro. Ao Norte, pontificava o da Praia de Fora. E antes que o Miramar se transformasse num esconderijo de praticantes do verbo “urinar”, com direito a ostras ao molho de ureia nos degraus de atracação, as lanchas traziam o povo do Continente – e era primeiro “ao povo” que os trapiches serviam. Trapiches são marinas. Que mal há em modernizar os trapiches e equipá-los com banheiros e instalações decentes? Pedro Álvares Cabral, Fernando Pessoa e o povo da Ilha de Santa Catarina agradeceriam. " (Crônica do Sérgio da Costa Ramos, "desatracada" da edição de hoje do Diário Catarinense. Veja mais no www.clicrbs.com.br /diário)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Baleia volta a encalhar

Foto Sandro Sauer A baleia jubarte que foi desencalhada na tarde de ontem, em Capão Novo, voltou ao local onde estava encalhada. Ela havia sido retirada do banco de areia e nadou mar adentro, mas não conseguiu se afastar da costa e hoje por volta das 6h, ela encalhou novamente no mesmo lugar. Conforme o biólogo do Ceclimar e Gemars Mauricio Tavares, o animal está com a saúde debilitada e pode não resistir. Por volta das 10h, a baleia mostrava poucos sinais de vida e a qualquer momento pode morrer. (Com informações do http://www.dapraianews.com/ )

DE VOLTA A IMENSIDÃO DO MAR

A baleia Jubarte de aproximadamente 11 metros de comprimento e 20 toneladas que estava encalhada já faziam 69 horas da praia de Capão Novo, no litoral norte gaúcho, voltou as águas profundas na tarde de ontem. O animal estava desde sábado no local, presa em um banco de areia e, apesar dos esforços do Batalhão Ambiental da Brigada Militar, de biólogos e de populares, voltou ao mar por volta das 16h10, com a ajuda de caminhões-pipa, um efetivo maior dos bombeiros e ajuda de dois rebocadores da Petrobras. A liberação foi acompanhada de aplausos dos banhistas. Para soltar o animal foi criada uma vala para permitir que a baleia saísse do banco de areia a 50 metros da praia, onde a profundidade da água era de aproximadamente 1,75m. Na parte da manhã , um impasse envolvendo um rebocador particular fez com que uma equipe de 28 pessoas se reunisse para tentar libertar o animal. Monitorada desde o final de semana pelo Batalhão Ambiental da Brigada Militar, por técnicos do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a baleia passa bem. De acordo com exames, o animal não apresentava ferimentos externos.

(Com informações do www.clicrbs.com.br )

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

RAINHAS DO MAR

Foto Fernando Alexandre

Baleia Jubarte encalha

Foto Dirceu Moraz Uma equipe de seis biólogos do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar) já se encontra em Capão Novo, litoral Norte do Rio Grande do Sul, a fim de estudar a melhor maneira para desencalhar uma baleia Jubarte que se encontra presa em um banco de areia desde sábado. Observada no domingo, o cetáceo pode estar doente, segundo avaliação do biólogo Maurício Tavares. — Aparentemente, se trataria de uma baleia jubarte, uma espécie que no Rio Grande do Sul não costuma se aproximar da costa. Provavelmente, o animal deve estar doente e talvez por isso tenha encalhado no banco de areia, porque está debilitado — disse Tavares. Curiosos já estão dentro da água, próximos à baleia, que de tempos em tempos mexe a cauda e a barbatana. Ela está a uma distância de 50 metros da orla e é possível chegar perto dela com água na cintura. Por volta das 9h25min, a equipe do Ceclimar entrou no mar para verificar a frequência cardíaca e possíveis lesões no animal. Mesmo que a baleia consiga desencalhar, é difícil saber se o animal irá sobreviver. — O fato de ela estar viva não signifca dizer que ela está bem. Não é natural que um bicho desses apareça aqui. Como ele é muito grande, pode ser que tenha algum órgão prejudicado. É extremamente complicado dizer se ela vai sobreviver, mesmo se ela desencalhar — aponta Tavares. (Com informações do www.clicrbs.com.br / Zero Hora)
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E SE A BALEIA ENCALHAR? SAIBA COMO AGIR

• Entre em contato com as instituições responsáveis • Não tente devolver o animal para a água • Ajude a isolar a área mantendo pessoas e animais domésticos afastados • Coloque panos molhados sobre o corpo do animal e providencie sombra para evitar queimaduras solares. • Mantenha o animal molhado, sem jogar água no orifício respiratório • Obtenha fotografias do animal, possibilitando a identificação da espécie e documentação do caso. • Colabore com a sensibilização e a conscientização da comunidade Proteja a sua saúde: • Os animais encalhados podem transmitir doenças aos seres humanos • Evite respirar o ar expirado pelos animais • Não se aproxime da cauda. São animais grandes em situação de debilidade física, que podem se tornar ariscos com a aproximação de outros indivíduos e causar ferimentos

domingo, 22 de agosto de 2010

AO NÍVEL DO MAR...

MOBY DICK- A GRANDE BALEIA BRANCA

Moby Dick é um romance do autor americano Herman Melville. O nome da obra é o do cachalote enfurecido, de cor branca, que havendo sido ferido várias vezes por baleeiros, conseguiu destrui-los todos. Originalmente foi publicado em 1851, em três fascículos, com o título de Moby-Dick ou A Baleia. O livro foi revolucionário para a época, com descrições intricadas e imaginativas das aventuras do narrador Ismael, e foi inicialmente mal-recebido pelos críticos e pelo público. Com o passar do tempo tornou-se uma das mais respeitadas obras da literatura em língua inglesa, e seu autor é agora considerado um dos maiores escritores americanos. Herman Melville
O escritor, poeta e ensaísta norte-americano nasceu em Nova York, em 1819. Embora tenha obtido grande sucesso no início de sua carreira, sua popularidade foi decaindo ao longo dos anos. Faleceu quase completamente esquecido, em 1891, sem conhecer o sucesso que sua mais importante obra, o romance Moby Dick, alcançaria no século XX.
FÚRIA LOUCA
Cena final da adaptação para o cinema do diretor Jonh Huston,
de 1956, com Gregory Peck no papel do capitão Ahab.

sábado, 21 de agosto de 2010

FESTA NO MAR DA GAROPABA

Quatorze baleias Francas, sendo quatro pares de mães com filhotes, duas mães por parir e quatro outros animais em acasalamento foram avistados nesta sexta-feira nas águas de Garopaba, entre as praias do Siriú e a Guarda do Embaú. As avistagens foram feitas em duas viagens pelo barco dedicado a observação dos cetáceos da operadora de turismo "Vida, Sol e Mar". Mergulhe mais fundo no http://www.vidasolemar.com.br/ .
Fotos de Enrique Litman, via www.garopabaonline.com.br

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

DE VOLTA AO MAR...

Foto Polícia Ambiental Doze pinguins reabilitados pela Polícia Ambiental foram soltos na manhã desta sexta-feira perto da Ilha do Xavier, em frente à Praia Mole, em Florianópolis. Os animais devem seguir viagem para a Patagônia. As aves, da espécie pinguim-de-magalhães, foram resgatadas em praias da Costa catarinense nos últimos meses debilitadas e com hipotermia. Empurrados por correntes marítimas, os animais, originários da Patagônia, no Sul da Argentina, acabam sendo levados para o Litoral Sul do país. Segundo Cleber Machado, da Polícia Ambiental, alguns se perdem do bando, geralmente os mais jovens, e ficam fracos por conta da dificuldade de conseguir alimentos sozinhos. Os animais foram encaminhados para tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), no bairro Rio Vermelho, onde foram hidratados por meio de sondas e alimentados até chegar ao peso ideal. No período em que estiveram sob cuidados da Polícia Ambiental, foram mantidos numa piscina e acompanhados por veterinários. Segundo os especialistas, os animais tinham a capacidade de impermeabilidade das penas prejudicada e receberam tratamento para recuperá-la. Quando saudável, as penas do pinguim funcionam como isolante térmico, mantendo a temperatura do corpo e impedindo que a água gelada chegue até a pele do animal. (Do www.clicrbs.com.br )

Perdendo o Rumo

Foto HO Department of Conservation Um grupo de 73 baleias-piloto encalharam em uma praia ao norte da Nova Zelândia — 58 morreram e 15 foram resgatadas com vida. Pesando em média 1,5 tonelada, os cetáceos devem ter passado a madrugada na praia, fora da água, por isso não resistiram. Uma tentativa para salvar os cetáceos será executada no começo do sábado, com uso de um guindaste e equipamento para transporte. O problema é constante a cada ano na Oceania, com a migração das baleias entre a região e as águas da Antártida. Cientistas ainda não sabem afirmar o motivo para o atolamento dos cetáceos. (Agência France Press)

Pesca Catarina

Foto Fernando Alexandre
Pesca artesanal é responsável por 30% deste total
Santa Catarina continua na liderança da produção pesqueira em todo o país. Conforme relatório divulgado na quinta-feira pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, em Brasília, mais de 207 mil toneladas de pescados e moluscos foram produzidas no Estado em 2009, número 10% superior ao resultado do ano anterior. A qualidade da água e a modernização do processo produtivo foram apontados como os principais fatores que contribuíram para o crescimento. Pelo menos 70% do que é produzido em cidades catarinenses é proveniente da pesca industrial, concentrada em Itajaí, no Litoral Norte.

A ENERGIA DOS MARES

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O DESCANSO DOS LOBOS

Foto Maurício Vieira - www.clicrbs.com.br
Perdidos de seus bandos e cansados de nadar contra as correntezas, diversos lobos marinhos estão chegando às praias de Santa Catarina para descansar e recuperar forças para continuar. Na segunda-feira um deles chegou ao Pantano do Sul, permanecendo por lá até o dia seguinte, quando foi recolhido pela Polícia Ambiental.
Ontem, mais três deles chegaram ao litoral Sul, em Balneário Gaivota, Arroio do Silva e Balenário Rincão.
Segundo a Polícia Ambiental de Maracajá, somente no mês de agosto 15 ocorrências foram registradas, uma média de pelo menos duas ao dia, com localização focas e lobos marinhos nas praias da região. Um dos lobos, inclusive, havia se tornado alvo de cães.
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QUANDO ENCONTRAR UM LOBO OU UM LEÃO NA PRAIA, A POLÍCIA AMBIENTAL RECOMENDA:
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- Não mexa nos animais.
- Não os provoquem e nem os devolvam ao mar
- Se eles estão na areia é porque querem descansar
- Não instigue a violência contra os animais e nem os leve para casa
- Se estiverem feridos a PA recolhe e leva para o centro de triagem em Florianópolis . Polícia Ambiental : fones (48) 8411-3790 ou (48) 3532-1870

Minha primeira Baleia

Fotos Perla Harduy Ballena, Español y Mercusur "Hoy ví mi primera ballena. En la placidez de un amanecer visitado por el viento norte, luego de tantos días del azote del sur, la voz de un vecino me despertó para avisarme de la cercanía de una ballena. Poco importó estar despeinada o con un aliento de león. Salí corriendo al encuentro de la imagen. En silencio miré. En silencio casi ni pensé, sólo sentí. En silencio hablé conmigo misma diciéndome que eso era la vida. Que un pez enorme me mostrara su danza y su maternaje, que pudiera vivir en armonía con los pescadores que pasaban a su lado en sus barcas, casi como saludándose: ESO ERA LA VIDA. Vengo de un país donde también se avistan ballenas, pero de otra manera, un hecho tan natural se ha convertido en un hecho comercial, artificial, económico, digamos: en un objeto, como los tantos que se producen en esta modernidad donde el capital dirige a la realidad. Entonces hoy, recibirlo así, como un regalo de esta naturaleza que no cesa de entregarnos vida, tiene para mí un valor aumentado, pero no por plusvalía. Por eso digo: gracias ballena, gracias Pántano por seguir manteniendo esto como un hecho natural y no turístico. ¡OBRIGADA BRASIL! (Perla Harduy é psicóloga e escritora argentina, atualmente morando no Pantano do Sul )

Termina greve e preço continua baixo

Os pescadores de sardinhas da região de Itajaí e Governador Celso Ramos que trabalham embarcados nos barcos pesqueiros voltaram ontem ao mar, depois de pouco mais de duas semanas de greve. Eles estavam reivindicando um aumento no preço que é pago pelas sardinhas capturadas, que é de apenas R$1,00 e não é reajustado há 16 anos. Sem conseguir avançar nas negociações com o sindicato patronal e pressionados pela Polícia Militar, os pescadores começaram a retornar ao trabalho já na segunda-feira. Cerca de 90% das embarcações já retornaram ao mar, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Pesca de Santa Catarina (Sitrapesca). A safra da sardinha iniciou em 1º de agosto e segue até 1º de novembro. De segunda até esta quarta-feira, mais de 1,6 mil toneladas do pescado já haviam sido descarregadas em Itajaí.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Mar de Baleias

Foto Lopes De Vega
Cerca de 12 Baleias Francas adultas e três filhotes foram avistados na Praia da Gamboa, em Paulo Lopes, na Grande Florianópolis, na manhã desta quarta-feira. A temporada de observação começou no mês de julho e se estende até outubro, período escolhido pelos animais para acasalamento, parto e amamentação dos filhotes em águas mais quentes. No resto do ano, os mamíferos ficam nas águas geladas da Antartida, no Hemisfério Sul, onde se alimentam e juntam energia para as longas viagens que fazem para cuidar das crias. De acordo com a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch, Santa Catarina é o Estado mais frequentado pelas baleias por causa das águas mornas, preferida dos cetáceos. O aparecimento na costa ocorre, principalmente, entre o Sul da Ilha de Santa Catarina, e o Balneário Rincão, no Sul do Estado. (Informações do Projeto Baleia Franca)

SOBREVOANDO BALEIAS

Um deslumbrante sobrevôo sobre baleias Francas, de parapente, na Praia do Santinho, em setembro de 2008.

GREVE DAS SARDINHAS

Foto Algarve Dasilva
Em greve desde o início do mês, os pescadores da região litorânea entre Itajaí, no Litoral Norte, e Governador Celso Ramos, Grande Florianópolis, pedirão uma audiência com as secretarias da Fazenda e da Agricultura de Santa Catarina e com representantes na Assembleia Legislativa para discutir o aumento no preço da venda da sardinha, principal reivindicação da classe. O valor atual do pescado no mercado é de R$ 1, quantia que não sofre correções há 16 anos, segundo os trabalhadores. Cerca de 3 mil pescadores já aderiram à manifestação. Na manhã desta terça-feira, cerca de 180 pescadores, em quatro ônibus, saíram da praça central de Governador Celso Ramos em direção à Assembléia Legislativa, em Florianópolis. No local se juntaram a membros do Sintrapesca, o sindicato da categoria, para um protesto em busca de algum parlamentar que cuide da causa. Em virtude do recesso na Assembleia, a manifestação não foi realizada. No dia 26 de julho, os pescadores já haviam feito uma manifestação em frente ao Ministério da Pesca em Florianópolis, reclamando da demora no licenciamento para a pesca da sardinha, que começa no dia 1º de agosto, e também das normas estabelecidas durante a temporada da tainha. (Com informações do www.clicrbs.com.br)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

EM TORRES

Fotos Romualdo Lumertz
Dez adultos e quatro filhotes de baleias Francas foram avistadas e fotografadas ontem em Torres/RS, em frente ao Morro do Farol em volta da Ilha dos Lobos.
Informações e fotos de Romualdo Lumertz, via o blog "nas ondas com banana" no http://www.clicrbs.com.br/

NA GAROPABA

Foto Enrique Litman - Operadora "Vida, Sol & Mar" Uma baleia franca foi avistada na entrada da enseada central de Garopaba neste fim de semana. É a primeira, nesta temporada de avistagens, que teve sua presença registrada por foto. Ela estava próxima à Ponta da Vigia. A anterior foi vista na enseada, mas longe da praia, há duas semanas. A presença das baleias francas traz cada vez maior número de turistas para a observação por barco. No sábado, segundo a operadora "Vida, Sol & Mar", que atua na região, o barco saiu três vezes para levar turistas entre as praias da Gamboa e Guarda do Embaú, onde dois pares (mães e filhotes) faziam a festa. No domingo, outro tanto. Nesta segunda-feira, dia normalmente sem procura, o barco teve de levar turistas até a Praia do Rosa, onde foram localizados dois pares e um grupo de acasalamento (uma fêmea, mais dois a três machos). Como nenhuma baleia foi encontrada na região da Gamboa, é provável que os dois pares do fim de semana sejam os mesmo avistados nesta segunda-feira (16) nas praias de Canasvieiras e Solidão, em Florianópolis.
(Com informações de Sérgio Saraiva, do www.garopabaonline.com.br )

Malheiras

Foto Fernando Alexandre

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Na Solidão e em Canasvieiras

Foto Fernando Alexandre
Na Praia do Rio das Pacas - ou Solidão - mãe com filhote
Pelo menos oito baleias francas foram avistadas esta manhã em praias do Norte e do Sul da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. Os animais — fêmeas adultas e filhotes — foram avistados na Praia da Solidão, no Sul da Ilha, e na Praia de Canasvieiras, na região norte. Os mamíferos nadaram a cerca de um quilômetro de distância da areia da praia.

As Praias estão desaparecendo

Foto Fernando Alexandre
Praia da Armação - Ilha de Santa Catarina
A escassez progressiva da areia pode fazer com que algumas praias do litoral brasileiro desapareçam do mapa, principalmente em cidades. A afirmação é do geólogo e geógrafo Dieter Muehe para quem os maiores vilões deste fenômeno são o aquecimento global e as ações nocivas do homem ao meio ambiente. Em entrevista à Agência Brasil, Muehe explicou que as mudanças climáticas estão provocando elevações do nível do mar e tempestades em ritmo acelerado tornando vulneráveis as faixas de areia de muitas praias no país. “As regiões urbanas são as que correm mais risco, pois geralmente a perda de areia não é reposta naturalmente e a orla sofre maior erosão. Isso já ocorre em várias praias do Rio de Janeiro, como Piratininga, Ipanema e Cabo Frio”. O estudo foi apresentado na 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), de 25 a 30 de julho, em Natal. Embora preocupante, a situação pode ser revertida, explicou o geólogo. “As areias retiradas precisam ser repostas por meio de dragagens com areias idênticas às da praia ou mais grossas”. Outra solução, segundo o especialista é a exploração de depósitos arenosos na zona submarina, embora seja uma alternativa cara, por já serem usadas pela construção civil ou pela proibição de sua exploração por questões ambientais. Ele alertou que é fundamental investir em estudos sobre as fontes de sedimentos, com depósito de areia adequado, “além de saber como tirar para não afetar a biologia da área”. Muehe repete o ditado de que é melhor prevenir do que remediar. “O certo seria adotar faixas de não edificação, conforme previsto por lei, que variam de 50 a 200 metros e assim teremos a um espaço de ajustamento da linha de costa”. O pesquisador lamentou que este procedimento seja praticamente impossível em áreas urbanizadas. “No Leblon e em Copacabana, por exemplo, não tem jeito. Neste caso compensa o investimento na manutenção de praia de forma artificial. Tem lugares do mundo em que se repõe areia a cada ano em algumas praias, estas precisam ser intensificadas e coordenadas de forma mais eficiente”.
(Flávia Villela - Agência Brasil)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

VIROUUUU!

Foto Fernando Alexandre Virou o tempo! O Vento Sul acaba de entrar, trazendo com ele as baixas temperaturas previstas para o fim de semana.

Polícia pressiona sardinheiros em greve

Foto Sisquecemos Mermo
Após duas semanas, a greve dos pescadores de sardinha começa a perder força. Ontem, duas embarcações furaram o movimento e saíram para o mar. Com a pressão dos proprietários dos barcos e o apoio da Polícia Militar dois barcos sairam ontem para a pesca. Do lado de fora do cais de Itajaí, viaturas do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT) de Itajaí e Balneário Camboriú e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Florianópolis montaram guarda enquanto os pescadores preparavam as embarcações para a saída. A previsão de retorno das embarcações é para hoje ou no fim de semana. A ocupação policial deve ser mantida no cais das empresas de pesca. Os pescadores estão reivindicando a garantia de um preço mínimo para o quilo da sardinha. Eles alegam que o quilo do pescado, atualmente fixado a R$ 1, não é reajustado há cinco anos. O pedido é para que o reajuste eleve o valor para entre R$ 1,30 e R$ 1,50. Os pescadores recebem pela quantidade de sardinhas pescadas, dividindo as despesas da pesca e entregando sempre a maior parte da pescaria para as empresas proprietárias das embarcações.