sábado, 30 de janeiro de 2010

Continua pintando sujeira...

Relatório sobre a qualidade da água em praias catarinenses, divulgado pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma) na sexta-feira, aponta 57 pontos estão impróprios para banho no Estado. O oitavo levantamento da temporada de verão 2010 realizado pelo órgão foi feito em 194 locais. Em Florianópolis, 19 de 64 pontos analisados — ou seja, 29,69% — não foram recomendados. O monitoramento abrange 107 balneários de 27 municípios. É possível fazer o estudo de mais de um ponto de cada praia. São analisados apenas trechos com risco de contaminação, como espaços com grande concentração populacional grande ou com valas, rios ou riachos aportando à praia.
A pesquisa de balneabilidade é realizada pela Fatma desde 1976. É feita com a coleta de amostras da água do mar em diversos pontos dos 500 quilômetros da costa catarinense.
Uma praia (ou curso d'água ou lagoa) é considerado impróprio para banho quando a quantidade da bactéria Escherichia coli por 100 mililitros for superior a 800 em mais de 20% das amostras coletadas nas últimas cinco semanas. O local também é classificado como impróprio quando forem encontradas mais de 2000 Escherichia coli por 100 mililitros. A bactéria vive no intestino de animais de sangue quente — do ser humano, inclusive — e é um indicativo de contaminação de água. A Escherichia coli pode provocar desde disenteria até infecções mais severas.

domingo, 24 de janeiro de 2010

AUMENTA A SUJEIRA

Cartoon de Marco Jacobsen, semana passada, na Folha de Londrina. A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) divulgou na última sexta-feira o sétimo relatório sobre a qualidade da água dos balneários do litoral catarinense, que apontou 62 pontos impróprios para banho em Santa Catarina, dez mais que na semana passada. De acordo com o levantamento, em Florianópolis, 23 (36,51%) locais analisados não são recomendados, quatro mais que na semana passada. No Estado, a porcentagem é de 32,12%. Em Balneário Camboriú, de 14 pontos analisados, cinco pontos estão impróprios para banho. Em Bombinhas, de oito analisados, dois não são recomendados: uma na praia de Bombas e outro na praia de Bombinhas. Em Garopaba, de três pontos analisados, um está impróprio. Em Florianópolis, entre os locais inadequados estão a Praia da Armação do Pântano do Sul, Praia do Meio, Praia do Balneário, Praia do Bom Abrigo, Praia do Jardim Atlântico, Praia José Mendes, Praia do Matadouro, Praia dos Ingleses, Praia de Canasvieiras (três pontos) Praia Brava, Beira-Mar Norte, Praia do Ribeirão da Ilha, Praia Ponta das Canas e Lagoa da Conceição, que tem cinco pontos não recomendados. A pesquisa de balneabilidade é realizada pela Fatma desde 1976. É feita com a coleta de amostras da água do mar em mais de 180 pontos dos 500 quilômetros da costa catarinense.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

DEPOIS DA CHUVA...

Foto Fernando Alexandre
Praia dos Açores, de frente para as Ilhas Três Irmãs. Ontem à tarde.

MAIS SUJEIRA...

Foto Fernando Alexandre
Armação, sem areia e sem esgoto. Resultado: imprópria para banho.
A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) divulgou sexta-feira o sexto relatório sobre a qualidade da água dos balneários do litoral catarinense, que apontou 52 pontos impróprios para banho em Santa Catarina. De acordo com o levantamento, em Florianópolis, 19 (30,15%) locais analisados não são recomendados. No Estado, a porcentagem é de 26,94%. Em Balneário Camboriú, de 14 pontos analisados, três pontos estão impróprios para banho. Em Bombinhas, de oito analisados, dois foram reprovados: uma na praia de Bombas e outro na praia de Bombinhas. Em Garopaba, de três pontos analisados, todos são recomendados. Em Florianópolis, entre os locais impróprios estão a Praia da Saudade, Praia da Armação do Pântano do Sul, Praia do Meio, Praia do Balneário, Praia do Bom Abrigo, Praia do Jardim Atlântico, Praia José Mendes, Praia do Matadouro, Praia do Meio, Praia dos Ingleses, Praia Brava, Beira-Mar Norte, Praia Ponta das Canas e Lagoa da Conceição.

domingo, 17 de janeiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

OUTRAS ÁGUAS...

Fotos gvizane
Na Nigéria, pescadores tem uma hora para capturar a maior quantidade de peixes, utilizando apenas redes tradicionais e porongos... É o festival de pesca da cidade de Argungu, realizado todos os anos no Rio Soketo.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Praias sujas quase dobram em 15 dias

Foto Fernando Alexandre
Esgotos despejados no Rio Sangradouro pelos moradores da Armação, que não tem saneamento básico como todo o sul da Ilha, leva a sujeira para o mar.
O número de pontos impróprios para banho no litoral de Santa Catarina aumentou 79% nos últimos 16 dias. Segundo relatório da Fundação Meio Ambiente (Fatma) divulgado nesta sexta-feira, dia 8, das 193 áreas analisadas, 61 (31%) não estão adequadas no litoral de Santa Catarina. No último relatório divulgado, em 23 de dezembro de 2009, 34 pontos estavam impróprios.
Outro dado alarmante é que em Florianópolis o número de locais impróprios quase dobrou. Dos 63 pontos analisados, 26 não servem para banhistas, sendo que no mês passado esse número era de 14 pontos, um aumento de 85%.Entre as praias com áreas impróprias para banho em Florianópolis estão a Armação do Pântano do Sul, Ingleses, praia do Meio, do Matadouro, do José Mendes, do Jardim Atlântico, do Itaguaçu, do Bom Abrigo, Jurerê, Ponta das Canas, Canasvieiras e Beira-Mar Norte.Por outro lado, em Balneário Camboriú, um dos principais destinos turísticos do Litoral Norte, o número de locais impróprios para banho caiu. Das 14 áreas analisadas, quatro não servem para banhistas, uma a menos que na última medição.

MAREGRAFIAS VIII

Foto de Samanta Vizinho, enviada por Nagib Souza
diretamente da Ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores.

A Ilha, quanto custa, quanto foi?

"Água tá Clara", da Banda Tijuquera, de Floripa.

Parabéns Elvis!

No filme Blue Hawai, em 1961, muitas praias atrás. Hoje ele faria 75 anos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Caranguejos invadem a ilha

Foto Christmas Island Tourism Association A migração anual de mais de 100 milhões de caranguejos fechou estradas e transformou as ruas da Ilha Christmas, na Austrália, em enormes tapetes vermelhos. Os cerca de 120 milhões de caranguejos, segundo o Parque Nacional da Ilha Christmas, no sudoeste da Austrália, migram todos os anos das florestas para o mar, para a reprodução e desova. O movimento rumo ao oceano começa entre os meses de novembro e janeiro, dependendo das chuvas. Os caranguejos apenas prosseguem a migração com chuva. Esse ano, devido ao fato de a estação úmida ter vindo mais tarde, houve apenas uma desova, iniciada no meio de dezembro. A migração é tão intensa que ruas e estradas são fechadas na ilha, para impedir que os crustáceos sejam esmagados. Guardas-florestais também constroem pontes plásticas sobre as estradas para que os caranguejos atravessem sem perigo. A movimentação da natureza, no entanto, não impede que os 1,2 mil moradores locais prossigam com suas atividades diárias. "Não é difícil ver caranguejos dentro das casas", disse Linda Cash, moradora local, à BBC Brasil. Galápagos do Índico O pequeno pedaço de terra no Oceano Índico foi descoberto e nomeado Ilha Christmas por um capitão britânico, que passava pela região no dia de Natal em 1643. O local é conhecido como a "Galápagos do Oceano Índico", devido à sua grande biodiversidade, comparável à do arquipélago que fica no Oceano Pacífico. A Ilha Christmas é um paraíso para pássaros e 14 espécies de caranguejos, incluindo o maior invertebrado no mundo, o caranguejo coco. Dois terços da ilha formam um parque nacional, atraindo 1,5 mil visitantes por ano, principalmente mergulhadores e observadores de pássaros e caranguejos. Apesar de fazer parte do território australiano, a ilha está a apenas 370 quilômetros da costa sul da Indonésia e a maioria de sua população pertence às etnias chinesa e malaia. (Informações BBC Brasil)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

BALEEIROS ATROPELAM ECOLOGISTAS

Momento em que o navio atropela o barco - Foto AFP
Uma embarcação veloz utilizada por ecologistas australianos para perseguir baleeiros japoneses ficou destruída após um confronto com pescadores nipônicos na Antártica. O 'Ady Gil', uma embarcação futurista em carbono e kevlar, capaz de alcançar 93 km/h, se partiu em dois e afundou após um choque no mar, diante da Commonwealth Bay, segundo o jornal.Os seis membros da tripulação do 'Ady Gil' foram resgatados ilesos, segundo Paul Watson, diretor da campanha anual organizada pelo grupo Sea Shepherd contra a pesca da baleia. A Sea Shepherd informou que as possibilidades de recuperar o 'Ady Gil' são pequenas e que o ataque "não provocado" foi filmado. "O 'Shonan Maru Nº2' se colocou em movimento de repente e deliberadamente avançou contra o 'Ady Gil', arrancando oito pés (2,4 metros) da proa", afirma um comunicado. Sob a alegação de pesquisa científica, o Japão burla a moratória internacional sobre a caça das baleias, em vigor desde 1986, o que provoca a revolta de Austrália e Nova Zelândia.
(Informações Ig e AFP)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Botando mais fogo nesse inferno...

Haja Sushi!

Getty Images Um atum foi vendido em leilão no Japão por US$ 175 mil - o preço mais alto pago no mercado de peixe de Tóquio nos últimos 9 anos. O atum-rabilho pesava 232 quilos - quase quatro vezes o peso médio do homem japonês. Ele foi pescado no extremo norte da ilha de Honshu, a principal do Japão, em águas conhecidas pela alta qualidade dos peixes encontrados. O peixe foi comprado conjuntamente por um dos restaurantes mais sofisticados da cidade e por um empresário de Hong Kong que tem uma cadeia de casas de venda de sushi. Segundo correspondentes, o atum-rabilho é considerado o de melhor qualidade para fazer sushi - o prato mais consumido no país. O alto consumo contribuiu para a redução da quantidade de atum no planeta. Ativistas pela preservação do meio ambiente estão pedindo uma moratória na pesca do animal para salvar o atum-rabilho da extinção no Atlântico e no Mediterrâneo. (Informações BBC e Ig)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Atuneiros arrastam na praia

Foto reprodução
Pescadores artesanais reagiram a invasão de atuneiros no fim de semana no Sul de Santa Catarina. No sábado, por volta das 17h, os barcos industriais se aproximaram da costa na Praia de Garopaba para capturar sardinhas e manjuvas — peixes pequenos, que vivem em águas rasas, usados como isca para pesca de atum em alto mar. Esse tipo de pesca mexe no fundo do mar e espanta a grande maioria dos peixes, prejudicando a pesca artesanal. A ação irritou os pescadores da região, que entraram no mar e arrancaram uma rede de cerco. Para puxar a rede para a areia, eles contaram com a ajuda de turistas que estavam na praia naquela tarde. Segundo testemunhas, a rede estava a aproximadamente 50 metros dos banhistas.Houve confusão: de um lado, pescadores e turistas indignados com a proximidade dos botes da área de banho; do outro, os atuneiros exigindo a rede de propriedade deles. A Polícia Militar Ambiental foi chamada, e a rede apreendida. Segundo o capitão Marledo Egídio Costa, a legislação sobre a atuação dos atuneiros se restringe ao período do ano (é proibida em junho e julho) e às áreas regulamentadas (como as baías Norte e Sul de Florianópolis, a Ilha do Arvoredo e as desembocaduras de rios). Por isso, segundo o capitão, não houve ilegalidade na ação dos barcos industriais em Garopaba, no sábado. O que pode ter ocorrido, segundo ele, é a quebra da ordem pública, com o desrespeito do limite de 200 metros para área de banho.— Nós recebemos muitas reclamações sobre esse tipo de ocorrência também no Costão do Santinho, Pântano do Sul e Matadeiro. Às vezes, há cerca de 20 barcos em uma área. Não existe delimitação e não vejo nenhuma alteração para que isso mude — salientou Costa.— O que precisa ser destacado é que qualquer tipo de embarcação precisa ser licenciada. E o barco que operava em Garopaba naquele dia estava licenciado para a pesca da sardinha viva, como também do atum — completou. (Informações do DC)

Debandada de Leões Marinhos

As centenas de Leões Marinhos que viviam desde 1989 no pier 39 do cais da baia de San Francisco, nos Estados Unidos, abandonaram repentinamente o local neste final de ano. Os mais de 1500 animais que haviam se transformado em atração turística chegaram ao local provavelmente em busca de alimentos. Este também deve ter sido o motivo que fez a turma procurar águas mais piscosas neste começo de ano. Informações da BBC.

Do Verão, do Mar...

Banda Tijuquera, da ilha de Santa Catarina, na bela "Vista do Canal",
de Da Vila e Rodrigo Poeta. Tijuquera é Da Vila – voz, Márcio Costa – guitarra, Rodrigo Poeta – percussão, Alexandre Damaria – percussão, Zé Caetano – bateria e Nilinho Adriano - baixo.